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Alô queridos!!!

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Olimpíadas Rio- 2016


O Rio de Janeiro é a cidade escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para organizar a primeira edição de uma Olimpíada na América do Sul. Diante desse importante desafio, os cariocas apostam no legado deixado pelo Pan-Americano de 2007, na beleza visual da capital fluminense e na capacidade de organizar grandes eventos, como o Carnaval, para justificar a vitória na decisão contra Chicago (Estados Unidos), Tóquio (Japão) e Madri (Espanha). O triunfo, aliás, foi suado. Diante das atrações rivais, como o apoio do presidente americano Barack Obama aos EUA, a infraestrutura apresentada por Tóquio e o apoio exacerbado dos habitantes de Madri, o Rio de Janeiro montou uma “linha de frente” com nomes como o do presidente Lula e de Pelé, o Atleta do Século, e se empenhou em propagar as suas belezas e os planos para organizar os Jogos. Outro argumento do Rio de Janeiro foi o de poder usufruir do legado deixado pelo Pan-Americano de 2007 e o que ficará da Copa do Mundo de 2014. O Brasil, aliás, será o quarto país na história a organizar um Mundial de futebol e uma Olimpíada consecutivamente: os outros foram México (Jogos de 1968 e Copa de 1970), Alemanha (Jogos de 1972 e Copa de 1974) e Estados Unidos (Copa de 1994 e Jogos de 1996). Transporte
O COI já cobrou grande atenção em relação à eficiência do transporte durante os Jogos. Em seu projeto, a cidade promete ampliar a capacidade do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro para 25 milhões de passageiros/ano e oferecer atendimento diferenciado aos turistas. Também está prevista a integração das quatro zonas da capital fluminense às áreas mais importantes da cidade em uma rede, e a intenção dos cariocas é a de oferecer viagens rápidas a torcedores e atletas - metade deles deve alcançar suas respectivas instalações em até 10 minutos e 75% devem gastar menos de 25 minutos. De acordo com o projeto, nenhuma viagem terá mais de 50 minutos durante os Jogos.
O Esporte
O ano de 2016 será especial para todos os esportistas brasileiros. Para os atletas de quatro modalidades principalmente, o gosto da Olimpíada será ainda mais adocicado. As seleções brasileiras de badminton, hóquei sobre grama, rúgbi e golfe participarão pela primeira vez de uma Olimpíada, já que o país-sede tem o direito de competir em todos os esportes. São modalidades em que o Brasil tem pouca tradição e, por isso, ficava ausente dos Jogos.
Para que o sabor de fazer história com o uniforme brasileiro não amargue, até lá, será preciso muito trabalho por parte das confederações.
Que o diga o coordenador técnico da seleção de hóquei de grama Eduardo Leonardo.
"Sou bem criterioso e pensar em 2012 seria fora da realidade, é muito difícil. A Lei Piva nos garante R$ 800 mil por ano para bancar todas as despesas. Mas, uma vez que só contamos com esse patrocínio, as coisas não são fáceis. De qualquer forma, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) tem sido muito importante para nós e vamos para 2016 com perspectivas positivas", conta.
O caso do badminton é parecido.
A confederação conta igualmente com os R$ 800 mil por ano da Lei Piva e nada mais. A diferença é que, segundo o presidente Celso Wolf Junior, 2012 ainda faz parte dos sonhos da entidade graças ao brasileiro Daniel Paiola.
"Nosso objetivo ainda é Londres, apesar de ser um feito difícil. Temos um atleta com chances: o Daniel. Em termos de 2016, vamos aguardar a posição do COB para conversar e planejar. Hoje, nosso patrocínio é mesmo apenas a Piva", afirma o presidente.
Um dos grandes problemas dos esportes é a dificuldade por parte dos atletas de manter a rotina de treinamentos necessária. Afinal, pensar na prática desses esportes como ocupação não é possível. "O badminton é um esporte que exige muito sacrifício. Para conseguir resultados, é preciso treinar de cinco a seis horas por dia. E, para poder dedicar-se dessa maneira, quem é que vai largar tudo?", explica Celso.

Avaliação prévia

Prós
  • Instalações do Pan 2007
  • Investimentos em infraestrutura
  • Apoio popular e governamental
  • O fato da América do Sul nunca ter recebido os Jogos Olímpicos
Contras
  • Sistema de transporte
  • Rede hoteleira
  • Violência
  • Proximidade com a Copa do Mundo de 2014
Fonte: Esportes.Terra.com.br

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Exercício pode prevenir o abuso de substância

Indícios mostram que a atividade física pode mudar a química do cérebro
WASHINGTON - Claro, o exercício é bom para a sua cintura, o seu coração, os seus ossos - mas pode também ajudar a prevenir a dependência de drogas ou álcool?
Existem alguns indícios de que a atividade física pode impulsionar mudanças no cérebro para fazer exatamente isso. Agora o governo dos E.U. está impulsionando fortemente para a investigação poder provar isto.
Isto não é sobre como as pessoas podem alcançar a média do chamado corredor de elite, uma façanha bastante intensa no atletismo.
Em vez disso, a questão é apenas como a atividade física regular de intensidade variável - dança ciclismo, natação, tae Kwan do - poderia afetar o humor, desempenho escolar, inclusive o próprio sistema de recompensa no cérebro que pode ser invadido pelo abuso de substâncias.
O que primeiro chamou a atenção do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas diretor Dr. Nora Volkow: Um estudo que encontraram jovens adolescentes que relataram se exercitar diariamente eram metade fumantes assim como seus parceiros sedentários, e 40 por cento menos propensos a experiência com maconha.
Volkow conhece - a partir de seu próprio diário de 6 milhas e executadas a partir de suas experiências científicas - que o cérebro literalmente gosta de atividade física. Exercício parece revigorar os químicos neurais que dá sentido e reforçam o prazer.
“Em crianças, é inato”, ela observa. "As crianças querem se mover."
Mas as crianças nos E.U. estão cada vez mais sedentárias, como ilustrado pela epidemia da obesidade, "tempo de tela", substitui brincar ao ar livre e uma diminuição na escola de aulas de educação física. E quando os jovens vão se aproximando da adolescência, a corrida em volta do quintal que costumava ser divertida muitas vezes se torna uma obrigação, só os temerosos fazem o trote na faixa em torno da escola ou se recusam a sair do sofá. O adolescente sedentário se transforma em adultos sedentários.
Na semana passada, ela trouxe mais de 100 especialistas em exercício e neurobiologia para uma conferência de dois dias para explorar o potencial da atividade física no combate ao abuso de substâncias, e anunciou US $ 4 milhões em novas bolsas para ajudar na investigação. Tratamentos de programas da toxicodependência incluem frequentemente exercício, em parte para manter as pessoas distraídas de suas vontades, mas há pouca pesquisa sobre os efeitos formais.
Em vez disso, a questão é apenas como atividade física regular de intensidade variável – dança, ciclismo, natação, tae Kwan do - poderia afetar o humor, desempenho escolar, inclusive o próprio sistema de recompensa no cérebro que pode ser invadido pelo abuso substância.
Extraído do original: Working out may help prevent substance abuse disponível on line no site http://www.msnbc.msn.com/
Tradução: Eliane Jany Barbanti

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Vícios de quem quer emagrecer

Percebe-se que algumas pessoas quando querem emagrecer tomam atitudes que em vez de ajudar, prejudicam emagrecimento, ou fazem algo que impede com que ele aconteça. É comum encontrar textos sobre o que devemos fazer para emagrecer, mas acho importante destacar aqui o que não se pode fazer, veja:
Se pesar todos os dias.
É normal o peso oscilar de um dia para o outro, isso pode acontecer por diversos motivos, por isso não é adequado ficar se pesando todo momento. Deixe para fazer isso somente uma vez por semana, sempre verifique na mesma balança, com o mesmo tipo de roupa e por volta do mesmo horário. Caso esteja próximo ou no período menstrual, não verifique o peso, espere passar este período. Fazendo assim você saberá exatamente se eliminou peso.
Comer o mínimo possível
“Para emagrecer basta fechar a boca”, quem já não ouviu ou falou esta frase? Porém, é preciso ter muito cuidado! Para emagrecer é preciso diminuir o consumo de alimentos de forma adequada, ou seja, não seja radical. Restringir muito as calorias pode ser prejudicial, pois você pode entrar no efeito platô, que é quando a pessoa faz uma restrição calórica excessiva e “estaciona”, não consegue mais eliminar peso e não tem como diminuir ainda mais o peso. Por isso é importante consultar um nutricionista, esse profissional vai indicar a quantidade ideal para que elimine peso com saúde.
Malhar sem comer para “queimar” mais.
Nem pense em fazer isso, você pode passar muito mal, além de “queimar” menos calorias. Antes de praticar exercícios consuma pelo menos um alimento fonte de carboidrato (pão, arroz, batata, aveia. fruta, barra de cereais, etc.), assim você terá energia suficiente para malhar direitinho e assim “queimar” bastante calorias, certo?
Só salada.
A salada é uma preparação com muitas vitaminas, minerais e poucas calorias, por isso deve estar presente todos os dias na alimentação de todas as pessoas, inclusive de quem deseja emagrecer, mas ela é parte de uma alimentação saudável e não o todo, portanto os outros grupos alimentares não podem ser esquecidos por quem quer emagrecer. Se você quiser substituir uma refeição por salada, então capriche e faça uma salada bem equilibrada, com folhas, legumes, uma fonte de carne (frango, ovos, carne, etc.) e não esqueça do carboidrato (croutons, batata, torrada, etc.).
Cortar carboidratos.
Não é a toa que devemos consumir este nutriente diariamente, ele exerce funções essenciais, importantíssimas ao nosso corpo, para que ele funcione bem. Pense bem, você acha que excluindo ele de sua alimentação será uma atitude saudável? A perda de peso pode até acontecer, mas não será uma conquista por muito tempo, além dos sintomas desagradáveis que sentirá durante a dieta. Não é preciso passar sacrifícios para emagrecer, é só comer a quantidade certa.
Fonte:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet,
formada pela Universidade Católica de Santos
CRN-3 14.113

domingo, 6 de setembro de 2009

Acabe com o efeito sanfona!

As pessoas que desejam emagrecer e optam por algo radical, como jejuar, alimentar-se só de líquidos, cortar totalmente alguns grupos de alimentos e fazer uso indiscriminado de remédios, provavelmente não tem uma noção clara de que o excesso de peso é um problema sério, que deve ser tratado de forma equilibrada, isto é, respeitando o corpo e suas necessidades.
Quando o emagrecimento não faz parte de um processo consciente, ao conquistar o peso desejado a pessoa volta a comer de forma inadequada e engorda novamente. Por isso, muitos endocrinologistas constatam que quem vive de “dieta” estará acima do peso considerado saudável num futuro não muito distante. A obesidade deve ser vista como uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida, através da mudança de hábitos alimentares e do modo de se relacionar com a comida.
O efeito sanfona pode ser considerado uma “vingança” do organismo para fazer o corpo voltar a ter o peso que tinha antes do emagrecimento . Isso ocorre porque o cérebro tende a manter o maior peso que a pessoa já teve, pois as células de gordura adquiridas na infância e na adolescência não morrem, apenas “murcham”. É necessário que o organismo passe muitos anos numa determinada faixa de peso para se adaptar a esse novo peso. Uma coisa é certa: não existe milagre, remédio ou dieta para emagrecer definitivamente, sem que aconteça uma mudança de comportamento. Essa é a regra básica para quem deseja emagrecer e se ver livre do efeito sanfona. É fundamental aprender a comer, porque não é possível seguir uma alimentação fora dos padrões e tomar remédios a vida inteira. Mais do que se submeter à regimes alimentares severos, é necessário mudar de atitude perante a vida e o prato de comida.
“Não existe milagre, remédio ou dieta para emagrecer definitivamente, sem que aconteça uma mudança de comportamento. Essa é a regra básica para quem deseja emagrecer e se ver livre do efeito sanfona”
O emagrecimento deve ser um processo lento e gradual, conforme os hábitos vão se modificando. Se a pessoa não consegue controlar a quantidade e a qualidade do que come e se boicotar a alimentação saudável com ataques constantes à geladeira, seu problema deve ser analisado não só por um nutricionista, mas também por um psicólogo.
Há pelo menos dois bons motivos para não descontar os problemas na comida. O primeiro porque o verdadeiro problema não será resolvido dessa forma e o segundo porque se agravará ainda mais a obesidade. Tratar as causas de alguns problemas emocionais pode ser fundamental para que o emagrecimento ocorra e perdure. Perder e recuperar o peso pode ter efeito psicológico negativo. Depressão , desânimo e sentimentos negativos são freqüentes em pessoas que emagrecem e depois engordam novamente. São comuns pensamentos negativos, como não sou capaz; sou um fracasso; jamais vou conseguir; me odeio por isso. A auto-estima diminui muito, e é comum a pessoa se isolar, com vergonha do próprio corpo e como punição pelo que considera falta de capacidade para concretizar seus objetivos. Esses sentimentos fazem a pessoa se sentir fracassada e retardam a retomada do foco para as verdadeiras mudanças na alimentação e na atividade física.
Quem deseja emagrecer deve estar psicologicamente preparado para comprometer-se com mudanças no estilo de vida para o resto da vida.
Sanfona? Só nas festas juninas. E olhe que já é um instrumento um tanto fora de moda!
Fonte:
Cyber Diet por
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043
Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

sábado, 29 de agosto de 2009

Ortorexia: A Obsessão por Alimentos Naturais

A ortorexia nervosa é um distúrbio alimentar ainda pouco conhecido
A doença se caracteriza por uma preocupação exagerada com o tipo de alimento consumido. Os ortoréxicos acreditam que apenas as comidas naturais – muitos vegetais, cereais, ausência de carnes ou enlatados – fazem bem ao organismo.
Embora já estejam comprovados os benefícios deste tipo de alimento, os ortoréxicos acabam prejudicando a si próprios por levarem a rigidez alimentar ao extremo.
O problema se inicia quando a preocupação com a alimentação começa a tomar grande parte do dia destes indivíduos. Os ortoréxicos não medem esforços para comprar seus alimentos: percorrem longas distâncias e pagam valores muito superiores ao dos alimentos comuns. Além disto, estes indivíduos se recusam a comer na casa de amigos e parentes por não saberem o que será servido. Quando deixam de cumprir com seus objetivos, são tomados por grande sentimento de culpa e em seguida tornam-se ainda mais radicais, o que aponta o caráter doentio de seu comportamento.
“Quando esta forma de alimentação torna-se uma obsessão, ela pode gerar prejuízos físicos e psíquicos”Alguns estudiosos do assunto acreditam que a ortorexia possa ser um desdobramento da anorexia. Neste caso, o indivíduo usaria o subterfúgio de comer apenas alimentos saudáveis para evitar consumir alimentos em quantidades normais.
Por outro lado, há os que apontam haver diferenças importantes entre a anorexia e a ortorexia: enquanto na primeira o problema está na quantidade de comida ingerida, na segunda a questão é a preocupação com tipo de alimento escolhido.
A ortorexia pode acarretar graves prejuízos à saúde, caso o ortoréxico não substitua os alimentos que evita consumir por outros que lhe ofereçam o mesmo complemento nutricional. Entre as conseqüências negativas encontram-se quadros de anemia e carência vitamínica. Mas este distúrbio não acarreta apenas danos físicos.
No campo social, ele acaba desencadeando uma retração e fazendo com que a pessoa restrinja seu rol de amizades a pessoas que se alimentem como ela. O isolamento social é um prejuízo às vezes mais difícil de reparar do que os próprios danos físicos. Antes de finalizar, cabe dizer que se alimentar à base de comidas saudáveis e naturais pode ser muito útil à saúde. Mas quando esta forma de alimentação torna-se uma obsessão, ela pode gerar prejuízos físicos e psíquicos.
Neste caso, a consulta a um psicólogo ou psiquiatra se faz recomendada para impedir que o problema se agrave.
Fonte:
Cyber Diet por
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica,
Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O álcool engorda

Bebidas alcoólicas possuem alto teor de calorias
Anos de cerveja renderam em uma nada bela e bem saliente barriga
Se você nunca falta à academia e se contorce para não comer aquele lanche que passa na televisão, visando a sua dieta para emagrecer ou a busca pelos 40 cm de braço e a barriga de "tanquinho", saiba que de nada vai valer se você “encher a cara” quando sair para badalar. Calma, explicamos: a carga calórica presente no álcool representa quase o dobro da encontrada nos carboidratos. Um grama de carboidrato concentra quatro calorias, enquanto um grama de álcool traz consigo sete. Numa comparação, a ingestão de uma lata de cerveja (350 ml) equivale ao consumo de 25g de bacon. Um copo de caipirinha tradicional (200 ml), por sua vez, sai no mesmo prejuízo que uma fatia (100g) de pizza de mussarela.
“Em quantidade calórica, o álcool só perde para as gorduras. Geralmente, as pessoas cortam alimentos gordurosos quando estão em dieta, mas mantém a bebida no final de semana. Muitos trocam a comida pela bebida. É uma sequência absurda de erros que acaba comprometendo o bom funcionamento do organismo, a saúde e a obtenção de resultados concretos em seus objetivos”, aponta o professor de musculação da Monday Academia, Marcelo Bráz.
Sem contar que o álcool causa irritação gástrica e para amenizá-la, o organismo dá sinais de fome, uma vez que esse processo diminui tal problema. Desta forma, come-se mais quando a refeição é precedida ou acompanhada de bebidas alcoólicas.
E não para por ai, o álcool interfere no metabolismo dos alimentos, sendo que o corpo leva de seis a oito horas para eliminar a substância e, nesse período, dá prioridade ao líquido na obtenção de energia para as atividades cotidianas. Assim, as outras substâncias ingeridas nessa mesma fase acabam se transformando em gordura.
Sim, nós sabemos que o álcool, em quantidades moderadas, leia-se moderadas, traz benefícios ao corpo. “O grande mal é fazer do consumo do álcool uma rotina. Isso, com certeza, atrapalhará o seu rendimento e resultados”, conclui Marcelo.
Portanto, “descer” uma garrafa inteira de vinho não é desculpa para quem quer proteger o coração. Percebe-se o motivo da famosa barriguinha de chope?

Bruno Acioli
Disponível on line em O álcool engorda http://www.revistasportlife.com.br/

sábado, 1 de agosto de 2009

Perca peso sem prejudicar a saúde

Enquanto a ciência pesquisa a fórmula mágica para acabar de vez com o problema dos quilinhos a mais, muitas pessoas recorrem a métodos pouco seguros que prometem emagrecimento rápido
Emagrecer muito rápido, utilizando métodos que não são totalmente seguros ou têm embasamento científico pode ser ilusório, além de causar sérios danos à saúde.
Apesar das mais recentes descobertas da ciência sobre o assunto, profissionais ainda asseguram que a forma mais saudável para se perder peso ainda é por meio de uma reeducação alimentar, cultivando uma dieta equilibrada, aliada a uma rotina de exercícios físicos para auxiliar na queima dos excessos de energia. Sim, energia, porque a gordura nada mais é que um estoque feito pelo organismo quando se gasta menos energia do que se consome. A primeira fonte de energia utilizada pelo corpo quando você está praticando algum exercício, ou mesmo em atividades básicas do dia-a-dia, como andar, é a glicose, que provém da queima do carboidrato ou glicogênio armazenado nos músculos. Esgotada essa fonte, o organismo buscará energia queimando a gordura que pode ser armazenada em várias partes do corpo, debaixo da pele, em pequena quantidade nos músculos ou mesmo sobre órgãos internos, como os rins e o fígado.
Saiba mais sobre este assunto em
Disponível on line em Perca peso sem prejudicar a saúde.http://www.revistasportlife.com.br/
Confira o conteúdo completo na edição 84 da revista Sport Life.
Bruno Acioli

domingo, 26 de julho de 2009

Dez dicas para uma caminhada saudável

Uma boa caminhada oferece muitos benefícios à saúde; confira dicas para tornar o exercício mais proveitoso
Caminhada: cuida da saúde e combate a obesidade
A caminhada é uma das opções mais simples e práticas para quem quer fazer exercícios físicos, cuidar da saúde e combater a obesidade. Não requer investimento financeiro e pode ser praticada por qualquer pessoa em qualquer horário. Os benefícios de uma boa caminhada são muitos: melhora a respiração, a circulação sangüínea, a postura, previne o aparecimento de varizes, auxilia os hipertensos, entre muitas outras vantagens.
Em entrevista ao portal Terra , o ortopedista Fabio Ravaglia apresentou algumas dicas que podem aperfeiçoar a prática da caminhada. Confira:
1) Evite passos largosCuidado com torções. Se quiser andar mais rápido, dê passadas curtas, com um intervalo de tempo menor.
2) Cuidado com a forma de pisarNão pise com a ponta do pé ou com muita força. O ideal é aterrissar o pé no solo com o calcanhar, rotar e aterrissar a planta do pé.
3) Preste atenção na posturaCaminhe com a cabeça na altura dos ombros, contraindo o abdome e alternando entre os pés e os braços. Quando o pé direito vai à frente, o braço esquerdo vai também e vice-versa.
4) Não caminhe carregando pesosSe a intenção é definir as pernas, caminhar com peso não é a saída. Outras opções, como a musculação, devem ser consultadas. Caminhar com pesos pode lesionar a coluna, causando dores nas costas.
5) Atenção ao tipo de calçadoEscolha um tênis que se adapte bem aos seus pés para evitar torções ou mesmo o aparecimento de bolhas. Prefira também meias com solado aderente, evitando o deslizamento dos pés dentro do tênis.
6) Beba muita águaHidratação é essencial. Antes, durante e depois da caminhada. Prefira pequenos goles para evitar enjôos.
7) Atenção com a alimentaçãoFaça refeições leves antes do exercício para prevenir tonturas ou até mesmo possíveis desmaios.
8) Não exagereA caminhada deve ser feita de forma gradual. O ideal é começar com 30 minutos, três vezes por semana, em terreno plano.
9) Não se esqueça do alongamentoO alongamento ajuda na agilidade, facilitando a caminhada. Deve-se aquecer os músculos antes e depois da caminhada.
10) Escolha o horário idealCaminhadas pela manhã são excelentes para estimular e preparar o organismo para o resto do dia. Nas caminhadas diurnas e vespertinas, nunca se esqueça do protetor solar. Caminhar à noite também é uma opção para quem fica fora o dia todo, mas para isso é necessário escolher lugares bem iluminados e, claro, tomar cuidado com a segurança.
Fernando Fischer
Imagens Internet

Disponível on line em Dez dicas para uma caminhada saudável .http://www.revistasportlife.com.br/

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Percepção da necessidade do cliente de Dependência Química nos Programas de Tratamento

Colleen Deyell Hood, Department of Leisure Studies, University of Illinois at Urbana-Champaign, Illinois 61820.
INTRODUÇÃO
O fornecimento de serviços de lazer para populações carentes através de serviços de recreação terapêutica é baseado na identificação precisa das áreas problemáticas ou clientes necessitam. Gunn e Peterson (1984) indicam que essa identificação de necessidades é uma condição prévia essencial para o desenvolvimento da qualidade do programas e avaliação cliente. Bullock, e Barch McGuire (1984) constataram que a identificação das necessidades que o tratamento pode ser realizado através de cinco formas principais de lazer como prioridades de investigação identificadas pela terapia de recreação profissional. Há indícios que indicam que, em geral, que funcionários e clientes em psiquiatria e dependência química nos programas de tratamento da dependência não chegam a um acordo quanto à identificação das necessidades do tratamento.(Dimsdale, Klerman e Shershaw, de 1979, a Jordânia, Roszell, Calsyn e Chaney, 1985; Mayerand Rosenblatt, 1974)e Rosenblatt, 1974).
O grau em que os clientes e terapeutas concordam sobre tratamento afeta diretamente as necessidades e os resultados do tratamento (Hurst, Weigel, Thatcher e Nyman, 1969; Starfield, Wray, Hess, Gross, Birk e D'Lugoff, 1981).
Jordan ET al. Jordan ET al. (1985) (1985) concluíram que as percepções do cliente sobre o tratamento pessoal e necessidades na fixação da dependência química foram acentuadamente diferentes. Eles indicaram que os pacientes participaram de forma mais ativa e mais indicada, compromisso para com grupos que se classificaram como importante. Eles concluíram que a inclusão do paciente no planejamento do tratamento aumenta a probabilidade de uma participação ativa. Não inclui que os pacientes reduzam o seu compromisso com o programa de tratamento.
Rollnick (1982) indicou que pacientes que discordam com o pessoal de apoio em relação a questões do tratamento têm muitas vezes relações pobres com a equipe de apoio e, como resultado, tem experiência de menos sucesso no tratamento. Dentro da área de dependência química, há duas abordagens gerais para o tratamento.
Primeira abordagem (o modelo unitário) é baseada no conceito de que a toxicodependência é o principal problema e que quaisquer outros problemas funcionais são um resultado da dependência (McLellan, Luborsky, Woody, O'Brien and Kron, 1981). Luborsky, Woody, Kron e O'Brien, 1981).
Abstinência é o principal critério para avaliação da eficácia do tratamento (Hart, 1977).
A segunda abordagem para o tratamento de dependência química é rotulada de abordagem multidimensional (Hart, 1977). Esta abordagem enfatiza o problema psico-social (tais como a saúde física, atividades sociais, estado psicológico, profissional e performance) e os padrões dos problemas expostos pelos indivíduos dependentes químicos. Estas áreas psico-sociais tornam-se um dos principais focos de tratamento. Os defensores desta abordagem consideram que a reabilitação da toxicodependência e do regresso a um elevado nível de funcionamento está dependente de uma variedade de fatores, não apenas abstinência. A abordagem multidimensional fornece o quadro bases para este estudo.
MÉTODOS
O objetivo deste estudo exploratório foi identificar os problemas relacionados com dependência que podem ser abordados através de atividades recreativas, programação terapêutica e que são de acordo com a especialista terapêutica recreação, administradores de programas e clientes. Os dados foram recolhidos por recreação especialistas terapêuticos que trabalham em programas de tratamento da dependência químicaInicialmente, 43 agências (identificados através da American terapêuticas Lazer,
A Sociedade Nacional Terapêutica de Lazer, e da Universidade de Illinois foram contatados para pedir assistência a este projeto. Destas 43, nove agências participaram do processo de recolha de dados. As agências que não participaram ou não completamente recolheram dados citaram vários motivos para a não-participação: a falta de um número suficiente declientes, a falta de clientes que os próprios critérios, a falta de apoio da agência administradores, e falta de tempo e / ou de pessoal para completar os procedimentos de recolha de dados. A amostra total constou de nove relatados dos administradores dos programas, 11 terapeutas especialistas em recreação, 39 clientes de pré-tratamento, e 40 pós-tratamento clientes. Um terapeuta recreação especialista (TRS) de cada uma das nove agências administrou dez questionários a clientes e um programa administrador, bem como completaram um questionário TRS. O grupo de clientes foi dividido em dois grupos: o primeiro grupo era composto por cinco pacientes que completaram o questionário durante a primeira semana de tratamento, sendo o segundo grupo constou de cinco diferentes clientes em sua última semana de tratamento. A seleção dos pacientes baseou-se em um critério pré-determinação critérios (por exemplo, mais de 18 anos, sem prévio tratamento da dependência química, e com vontade de participação) e técnicas de amostragem aleatória.
O instrumento utilizado neste estudo foi desenvolvido a partir de uma extensa revisão da literatura.
Problemas psico-sociais consideradas adequadas para a terapia de intervenção recreação foram geralmente encontrados em três grandes categorias: problemas físicos, emocionais / problemas cognitivos, e problemas familiares. Problemas específicos relacionados com lazer foram agrupados segundo o Lazer Modelo Capacidade de recreação terapêutica (Gunn e Peterson, 1984). Estas áreas incluem: conhecimento das atividades de lazer, autoconsciência relacionadas com o lazer, às atitudes em relação ao lazer, lazer competências, recursos de lazer.
Cada uma das oito áreas identificadas consistiu de problemas específicos que foram traduzidos em 43 declarações de problemas comportamentais. Incluídos em cada questionário foram questões demográficas e informativas específicos para o indivíduo (cliente, ou TRS programa administrador) preenchimento do questionário.
Os Indivíduos preenchiam o questionário respondendo às seguintes instruções: "Por favor, indique na medida em que você acha que cada um dos seguintes é um problema para você [os clientes], em seu [suas] lazer durante a recuperação. "Funcionários e clientes classificaram todos os 43 itens em um ponto quatro do tipo escala de Likert 1 = "muitas vezes um problema", 2 = "às vezes um problema", 3 = "raramente um problema", e 4 = "nunca um problema".
Os dados foram analisados usando SPSS-X subprogramas CONFIABILIDADE e MANOVA. Cronbach's alfa foi calculada em cada uma das oito subescalas para determinar a confiabilidade das escalas.
MANOVA foi utilizada para determinar se havia diferenças entre terapeutas de gestores de programas de recreação, clientes pré-tratamento e clientes pós-tratamento sobre as suas respostas sobre as oito subescalas. Desvios-padrão significantes e freqüências foram utilizados para determinar a importância relativa dos itens rankings por clientes e funcionários.
RESULTADOS
Resultado do alfa de Cronbach indicou que sete dos oito subescalas tinha aceitável alfacoeficientes (0.6980 to 0.9144), enquanto incluindo todos os itens da escala a última escala, Lazer.
Recursos, inicial tiveram um coeficiente alfa de 0,5891, mas o coeficiente alfa subiu para 0,7194 quando um dos itens foi suprimido (falta de conhecimento de oportunidades de lazer disponíveis na comunidade. Este item foi suprimido para as restantes análises. Os resultados MANOVA s indicaram que não houve diferenças estatisticamente significativas entre terapêutico lazer e especialistas programa especializado de administradores (F = 0,4142, p = 0,910), ou entre os clientes de pré-tratamento e pós-tratamento (F = 1,4312, p = 0,195) sobre os escores da sua subescalas pontuações. Assim como assim, cada subescala foi analisada de forma isolada para cada um destes grupos e não houvetambém diferenças não encontraram. Houve, no entanto, diferenças estatisticamente significativas entre todo pessoal (combinação terapêutica recreação e especialistas programa administradores) e todos os clientes(combinação de pré-tratamento e pós-tratamento clientes) (F = 13,6521, p = 0,000).
Uma análise mais aprofundada dos itens em cada subescala indica que a grande maioria (mais de 80%) do pessoal a maioria dos problemas (91% para 95% TRS e para o programa administradores) como sendo às vezes ou muitas vezes um problema. Houve menos acordo sobre as classificações de itens específicos por. clientes. Em cada grupo de clientes, mais de 50% dos clientes percebida 16 dos 43 itens como às vezes ou muitas vezes um problema. As classificações dos restantes dos itens foram divididas de forma bastante equilibrada quanto ao se o item foi percebido como um problema ou não. Dos dezesseis itens cada grupo de clientes percebeu como um problema havia doze itens que eram comuns a ambos os grupos. Estes doze itens também foram identificados como, por vezes ou muitas vezes por um problema pessoal. Os doze que eles concordaram foram: experimentar sentimentos de tédio; sentindo deprimido; dificuldade de adequadamente expressar sentimentos, falta de amigos que não bebem ou usam drogas; dificuldade em lidar com o stress;dificuldade em comunicar com a família, falta de interesse nas oportunidades de lazer da comunidade; feeling in questionamento do seu próprio valor, não sentir confortável em situações sociais e não no sentimento controle, falta de aptidão física; e sentir como se devesse estar fazendo alguma coisa quando envolvidos em atividades recreativas.
DISCUSSÃO
Os resultados deste estudo são limitados em generalização devido à pequena dimensão da amostra. Contudo, eles continuam a contribuir para o corpo de evidências que existem discrepâncias entre clientes e de pessoal administrativo na identificação das necessidades do tratamento. Essa discrepância pode ser explicada em uma ou váriasmaneiras. Em primeiro lugar, os clientes podem ter uma percepção exata do seu tratamento e as necessidades do pessoal administrativo não. Se isto fosse verdade, as avaliações e programas concebidos pelo pessoal administrativo não resolverá asnecessidades de tratamento identificadas pelos clientes. Em segundo lugar, os agentes podem ter uma percepção exata das necessidades do tratamento do cliente e os clientes não. Este segundo conceito pode ter sido aceito no passado, mas a literatura atual indica queclientes em tratamento psiquiátrico e de dependência química têm a capacidade de precisão para identificar as suas próprias necessidades de tratamento (FITZGIBBONS, Cutler e Cohen, 1971; Leonard, Dunn e Jacob, 1983). (Jacob, 1983).
A última explicação é que tanto os clientes como os funcionários podem ter percepções precisas das necessidades de tratamento. Mesmo que os resultados indicam que existem diferenças, ambos os grupos podem estar exatos das necessidades de tratamento que o pessoal pode estar referindo-se ao tratamento necessidades da população (que éagregadas às necessidades com base em características gerais da população), enquanto que os clientes estão incidindo sobre a suas próprias necessidades pessoais tratamento. É claro que existe uma discrepância entre as percepções do tratamento dos funcionários e clientese esta discrepância tem potencialmente um impacto sobre a eficácia doserviços de tratamento, porém é necessário mais investigação nesta área antes de quaisquer conclusões poderem ser feitas.
Os ratings de itens considerados importantes pelos clientes e de pessoal também tem implicações para a demanda de serviços. Atualmente, o serviço de recreação terapêutico é baseado na percepção do cliente necessita, porém, os doze itens em acordo pelos clientes e pessoal poderiam fornecer validação ou direção no programa conduzido pelo processo de desenvolvimento recreação terapêutico especializada. Além disso, o fato de que o pessoal sentiu basicamente a maioria dos itens foram importante validade sobre todos estes itens como questões que devem ser consideradas na definição do tratamento e as intervenções.
REFERÊNCIAS
Bullock, CC; McGuire, FM; e Barch, EM 1984. "Perceived research needs of therapeutic. Therapeutic Recreation Journal. 18(3): 17-24. recreators". Dimsdale, J; Klerman, G.; e Shershaw, JC 1979. "Conflict in treatment goals between Social Psychiatry”. Social Psychiatry. 14: 1-4.
Fitzgibbons, DJ; Cutler, R.; e Cohen, J. 1971. "Patients' self-perceived treatment needs and their relationship to background variables". Journal of Consulting and Clinical Psychology. 37 (2): 253-258.
Hart, L. 1977. "Rehabilitation need patterns of men alcoholics". Journal of Studies on Alcohol. 38 (3): 494-511.
Hurst, JC; Weigel, RG; Thatcher, R.; e Nyman, AJ 1969. "Counselor-client diagnostic”. Journal of Counseling Psychology. 16(5): 421-426. 16 (5): 421-426.
Jordan, K; Roszell, DK; Calsyn, DA; e Chancy, FE 1985. "Perception of treatment needs: differences between patients and staff of a drug abuse treatment program". International Journal of a Addictions. 20(2): 345-351. 20 (2): 345-351.
Leonard, K; Dunn, NJ, e Jacó, T. 1983. "Drinking problems of alcoholics: correspondence between self and spouse reports". Addictive Behaviors. 8: 369-373. Addictive Behaviors. 8: 369-373.
Mayer, JE e Rosenblatt, A. 1974. "Clash in perspective between mental patients and staff.. American Journal of Orthopsvchiatry. 44(3): 432-441. 44.
McLellan, AT; Luborsky, L.; Woody, GE; O'Brien CP; e Kron, R. 1981. "Are the "As'addiction-related' problems of substance abusers really related" The Journal ofNervous and Mental Disorders. 169(4): 232-239.
Peterson, CA and Gunn, SL 1984. Therapeutic Recreation Program Design. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall.
Rollnick, S. 1982. "Staff-patient perceptions of the helpfulness of an alcoholism Treatment program: an exploratory study of treatment relationships”. International Journal of a Addictions. 17(3): 513-521.
Starfield, B.; Wray, C.; Hess, K; Gross, R.; Birk, PS; e D'Lugoff, BB 1981. "The influence of patient-practitioner agreement on outcome of care". American Journal ofPublic Health. Saúde Pública. 71 (2): 127-132.
Tradução: Eliane Jany Barbanti


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Transtorno de estresse pós-traumático

Acidentes aéreos ou outras tragédias podem resultar nos familiares, parentes, amigos ou por vezes a própria vítima em
Transtorno de estresse pós-traumático
Transtornos relacionados por semelhança ou classificação
O que é?
O transtorno de estresse pós-traumático pode ser entendido como a perturbação psíquica decorrente e relacionada a um evento fortemente ameaçador ao próprio paciente ou sendo este apenas testemunha da tragédia. O transtorno consiste num tipo de recordação que é melhor definido como revivescência pois é muito mais forte que uma simples recordação. Na revivescência além de recordar as imagens o paciente sente como se estivesse vivendo novamente a tragédia com todo o sofrimento que ela causou originalmente. O transtorno então é a recorrência do sofrimento original de um trauma, que além do próprio sofrimento é desencadeante também de alterações neurofisiológicas e mentais.

Diagnóstico
O primeiro aspecto a ser definido é a existência de um evento traumatizante. Aquele suficientemente marcante, não há dúvidas quanto a ser ameaçador à vida ou à integridade individual, como os seqüestros, assaltos violentos, estupros. Há, contudo certos eventos que podem não ser considerados graves como um acidente de carro sem vítimas. Mesmo assim caso uma pessoa venha a apresentar o quadro de estresse pós-traumático perante uma situação que poderia não ser considerada forte o suficiente para causar danos à maioria das pessoas, pode causar danos para outras. Com certeza, um evento marcante, fora da rotina, que de alguma forma represente uma ameaça, tem que ter acontecido: sem isso não será possível fazer o diagnóstico, pois a definição dele envolve o evento externo. Os sintomas têm que estar diretamente relacionados ao evento estressante, as imagens, as recordações e as revivescência têm que ser a respeito do ocorrido e não sobre outros fatos quaisquer ainda que ameaçadores.Para o diagnóstico é essencial que a pessoa tenha experimentado ou testemunhado um evento traumatizante ou gravemente ameaçador. Quando esse evento ocorre é necessário também que a pessoa tenha apresentado uma resposta marcante de medo, desesperança ou horror imediatamente após o evento traumático. Depois isso o indivíduo deve passar a ter recordações vivas, intrusivas (involuntárias e abruptas) do evento, incluindo a recordação do que pensou, sentiu ou percebeu enquanto vivia o evento traumático. Podem ocorrer pesadelos baseados no tema. Sentir como se o evento fosse acontecer de novo, chegando a comportar-se como se estivesse de fato vivendo de novo o evento traumático. Nesses eventos é possível que o paciente tenha flashbacks ou alucinações com as imagens do evento traumático. As situações que lembram o evento causam intenso sofrimento e são evitadas. Ter de expor-se novamente ao local pode ser insuportável para o paciente. Por isso o paciente passa a evitar os assuntos que lembrem o evento, como também as conversas, pessoas, objetos e sensações, tudo que se relacione ao trauma. A recordação dos aspectos essenciais do trauma pode também ser apagada da memória. A pessoa pode afastar-se do convívio social e outras atividades mesmo que não relacionadas ao evento. Pode passar a sentir-se diferente das outras pessoas. Pode passar a ter dificuldade de sentir determinadas emoções, como se houvesse um embotamento geral dos afetos. Pode passar a encarar as coisas com uma perspectiva de futuro mais restrita, passando a viver como se fosse morrer dentro de poucos anos, sem que exista nenhum motivo para isso. Outros sintomas podem ser também insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, respostas exageradas a estímulos normais ou banais.Para se fazer o diagnóstico é preciso que esses sintomas estejam presentes por no mínimo um mês. Caso o tempo seja inferior a isso não significa que a pessoa não teve nada, só não se pode dar esse diagnóstico.Certos sintomas não compõem o diagnóstico, mas podem ser encontrados nos paciente com estresse pós-traumático como dor de cabeça, problemas gastrintestinais, problemas imunológicos, tonteiras, dores no peito, desconfortos.

Considerações
O transtorno de estresse pós-traumático é provavelmente um transtorno muito comum, porém pouco conhecido, como nas décadas passadas foram desconhecidos porém freqüentes os transtornos de pânico, fobia social, obsessivo compulsivo. O estresse pós-traumático se diferencia dos demais transtornos de ansiedade e da maioria dos transtornos mentais por ser causado a partir de um fator externo. O aparato mental do homem é capaz de lidar com situações estressantes sem que isso deixe cicatrizes, da mesma forma que os vasos sanguíneos são capazes de suportar elevações da pressão arterial durante o exercício físico normalmente. Há, contudo limites a partir dos quais o funcionamento mental fica perturbado. Provavelmente isso ocorre quando os mecanismos de enfrentamento e suporte contra estresse são fracos ou quando os estímulos são fortes demais.Quando surgirá o transtorno não podemos saber, o fato de uma pessoa ter passado por um trauma não significa necessariamente que ela terá estresse pós-traumático. Observa-se que num mesmo evento, algumas pessoas podem apresentar esse transtorno e outras não. Essas variações nos levam a julgar que existem também predisposições pessoais a este problema, o que de fato tem sido constatado. Pessoas com outros problemas de ansiedade prévios apresentam maior susceptibilidade a desenvolverem o estresse pós-traumático.

Grupo de Risco e Curso
Qualquer pessoa pode desenvolver estresse pós-traumático, desde uma criança até um ancião. Os sintomas não surgem necessariamente logo após o evento, podem levar meses. O intervalo mais comum entre evento traumatizante e o início dos sintomas são três meses. Muitas pessoas se recuperam dos sintomas em seis meses aproximadamente, outras podem ficar com os sintomas durante anos.

Tratamento
Os tratamentos preconizados ainda não são plenamente satisfatórios ou estão em início de investigação. Até recentemente a única medicação autorizada oficialmente para tratamento do estresses pós-traumático nos EUA era a sertralina, que continua sendo indicada. Uma medicação promissora talvez mais eficaz que a sertralina é o topiramato. As primeiras investigações com ele mostraram uma resposta altamente satisfatória. Quem não obteve resposta com o tratamento convencional pode experimentar esse novo anticonvulsivante e estabilizador do humor.
Ref. Bibliograf:
Psychiatry Res. 1998; 81: 179-193

Epidemiological and Phenomenological Aspects of Post-Traumatic Stress DisorderMichael Maes

domingo, 7 de junho de 2009

Informações importantes para o condicionamento físico

Como calcular as faixas de frequência cardíaca de treino

Qual a diferença da ergoespirometria para o teste ergométrico comum?


Prática de exercícios contribui para a melhora do humor

Turbine o seu humor com exercícios físicos
Estudo mostra que os efeitos da atividade física sobre o humor podem durar até 12 horas depois de terminada a sessão de exercício
Ninguém duvida que se exercitar espanta o mal humor. Mas, ao que parece, os efeitos da atividade física sobre o humor são maiores do que o que se pensava até então.
Estudo apresentado esta semana no Congresso da Academia Americana de Medicina do Esporte mostrou que os benefícios da prática de esporte duram até 12 horas depois de terminada a sessão de exercício.
Os voluntários que participaram da pesquisa – homens e mulheres saudáveis – tiveram de responder uma enquete sobre o seu estado de humor depois de 1h, 2h, 4h, 8h, 12h e 24h. Todos eles se exercitaram a 60% de sua FCmáx, ou seja, em um nível considerado moderado. Os efeitos positivos ocorreram em todos os tipos de participantes, independentemente da idade, gênero ou grau de condicionamento físico.
“Em alguns casos, o exercício pode complementar outras terapias para o tratamento de depressão, a um custo baixíssimo”, disse Jeremy Sibold, autor do estudo. Para o cientista, os resultados são mais um reforço à ideia de que se deve fazer da atividade física um hábito diário.
Fernando Fischer / texto: Vanessa de Sá

terça-feira, 2 de junho de 2009

Acidente aéreo vôo 447 Air France

02/06/09 Ana Laura Atualidades, Brasil, Informação
Depois de sumir do radar, o avião da Air France foi dado como desaparecido. Hoje por volta das 9:30h da manhã, uma pequena embarcação encontrou uma grande mancha do que poderia ser querosene e também algumas poltronas perto de Fernando de Noronha.
O avião da Força Aérea Brasileira, que atua nas buscas é equipado com radar capaz de captar sons e temperatura que a aeronave desaparecida possa emitir, além de também localizar indícios de metal, porém a FAB avisa que, provavelmente, a maior parte do avião não será encontrada, caso seja confirmada a queda do avião em alto mar.
A hipótese da queda gira em torno de que o avião pode ter passado pela zona de convergência inter tropical, e lá, por causa da tempestade, o avião sofreu uma pane, e impossibilitado de pedir socorro, já que era uma zona neutra, onde os radares não atuam, ele caiu no mar.
Deixamos a seguinte mensagem aos que perderam seus entes queridos nesta tragédia:
"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós."de (Amado Nervo)
Acidente aéreo vôo 447 Air France
Palavras relacionadas
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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Distúrbios alimentares e Dependência Química

Distúrbios alimentares e Dependência Química

Por Marty Lerner, Ph.D.
Aqueles de nós que estão entre a “comunidade de recuperação" estão todos muito conscientes da prevalência de distúrbios alimentares entre os dependentes químicos.O objetivo deste artigo é sensibilizar tanto sobre a natureza como a prevalência dos transtornos alimentares especialmente na comunidade de recuperação de alcoólicos e toxicodependentes.A pesquisa atual sugere uma estimativa consistente, entre bebidas alcoólicas e dependência química.Mulheres dependentes que podem ser "qualificadas" como comedoras com distúrbios estão ao redor de vinte a quarenta por cento. Não existem estudos específicos em matéria de gênero com “dependência cruzada” No entanto, há evidências que sugerem que, de todos os casos diagnosticados na população em geral, pelo menos dez por cento são do sexo masculino.Certamente, quando falamos de "transtornos alimentares," estamos incluindo todos os que sofrem de diferentes formas de anorexia, bulimia e comedores compulsivos. Apesar de muitas pessoas que sofrem com um transtorno alimentar podem aparentemente estar significativamente com sobrepeso ou abaixo do peso, como não se pode identificar a maioria dos alcoólicos e toxicodependentes, uns com os outros os portadores de transtornos alimentares também não são reconhecidos simplesmente pelo aparecimento sozinho dos transtornos.Neste momento, muitos de vocês podem estar perguntando como um transtorno alimentar pode ser considerado uma adição ou vício?Como pode alguém ser viciado em comida ou "dieta"?
Esta confusão se parece muito com a confusão e mal entendidos relativos à verdadeira natureza do alcoolismo nos anos passados, explica a dificuldade entre muitas pessoas com transtornos alimentares em reconhecer um transtorno alimentar.A dependência química é como um parentesco de "primo" de primeiro grau. O fato é que há provas significativas que muitos transtornos alimentares cumprem os critérios médicos aceitos para dependência química (por exemplo, bulimia, comer compulsivo).O corpo de investigação que vem pesquisando a "bioquímica" daquilo que foi denominado "dependência alimentar" tem crescido nos últimos anos. Até agora se sabe que um número significativo de transtornos alimentares tem uma base biológica que vai além dos elementos ligados ao comportamento disfuncional de comer.Por exemplo, tanto bulímicos como comedores compulsivos têm uma tendência a auto-medicação através de comer em demasia e / ou purgar. Na realidade, existe um mecanismo similar para os que transformam em restrição sua ingestão alimentar por inanição auto-induzida (anorexia). Sabemos, por exemplo, que os alimentos altamente glicêmicos (por exemplo, açúcar e produtos de farinha, carboidratos simples altamente processados) desencadeiam uma reação no corpo de muitos comedores compulsivos de “secretar mais” insulina. O efeito é um rápido aumento do açúcar no sangue seguido por um aumento nos níveis da seratonina e beta endorfinas. Infelizmente, isso provoca uma reação de queda rápida nesses níveis logo depois - como resultado. Esta síndrome de "queda rápida" é marcada por depressão, ansiedade, insônia, fadiga, e um desejo de aliviar o sofrimento. Se isto soa familiar aos alcoólicos, não é coincidência. O álcool se converte em puro açúcar quando é digerido no estômago.Os alcoólicos que se abstêm de beber e encontram forte desejo por açúcar, cafeína, nicotina, o fazem, porque essas substâncias tendem a aliviar alguns dos sintomas associados nem tanto com álcool, e, sim, com a retirada do açúcar. Em conjunto a esses elementos físicos estas dependências têm em comum o aprendizado de se automedicar da depressão, assim como em relação a substâncias e comportamentos compulsivos e as semelhanças tornam-se evidentes. Há pouca coincidência neste fenômeno de “dependência cruzada”.Recupera-se de um transtorno alimentar é muito semelhante à recuperação de qualquer adição.
O tratamento eficaz inicia seguindo-se uma série de direções na seqüência do início do tratamento com um conjunto de instruções. Adictos todos têm em comum certo grau de problemas físicos e psicológicos que separam o "viciado" do "não-viciado”Do lado físico, um bom primeiro passo é o de eliminar ou limitar gravemente carboidratos refinados (por exemplo, açúcar, farinha) de sua dieta. Para ter certeza, isso não significa comer sempre menos, isso significa comer diferente. Um corpo de pesquisa cada vez maior tem demonstrado que em muitos transtornos alimentares pessoas manifestam uma maior sensibilidade a essas substâncias, bem como o efeito de álcool nos alcoolistas. Esta "sensibilidade" traduz-se numa secreção excessiva de insulina, levando a uma pronunciada queda do açúcar no sangue e, assim, um aumento da fome física e depressão.Em outras palavras, se você está comendo compulsivamente, a chance são que essas substâncias desempenhem um papel padrão no seu comer compulsivo bem como tem efeito diretamente nos neurotransmissores que influenciam o seu humor (primeiro fazendo-o "sentir-se" melhor e, em seguida, levando a um estado de depressão mental).Se o acima citado é apenas um mecanismo primário para um transtorno alimentar ou desempenha um papel menor não é conhecido.Um fenômeno semelhante parece existir nos indivíduos que sofrem de anorexia. Aqui, a "solução aditiva" é evitar totalmente alimentos ou recorrer a um excessivo exercício e / ou purga. Em última análise, isso resulta em um ciclo de dependência em função da fome ou purgar a "repelir" a depressão e evitar ganho de peso. Neste caso também, um plano alimentar de abstinência* serve como um guia de alimentação saudável. (Ver definição de "abstinência" abaixo).Seguindo uma abstinência alimentar * (por exemplo, baixa glicemia), em conjunto com a pesagem e medição de porções (para aqueles que tendem a sobre ou sob qualquer estimativa de porção), é parte integrante do fundamento pelo qual uma recuperação de vida é construída. O objetivo deste processo é o de proporcionar um "Esboço" de que a pessoa é capaz de construir um padrão alimentar com um alívio da tendência para qualquer estimativa sobre ou sob estimar as suas necessidades nutricionais. Sem isso o desenho técnico, é ter intenções boas, mas nenhum meio de construir programa de projeto de recuperação pessoal que possa suportar as inconsistências da vida cotidiana. A partir de nossas experiências, "Fazer é acreditar".Definindo Abstinência:Sobre uma perspectiva médica, refere-se à abstinência a simples cessação da dependência ou comportamentos compulsivos que se aplicam aos padrões comportamentais associados a uma desordem alimentar.Para o comedor compulsivo, isso significa que se abster de excessos, independentemente do tipo de alimento ou a freqüência de alimentação. Para os Bulímicos sofredores, isso significa o abster comer até fartar-se e purgar. Já para os anoréxicos, representa já não restringir ingestão calórica e / ou o cessar da atividade purgativa.A definição da perspectiva da abstinência do vício é a mesma com uma importante função. Uma ferramenta essencial para atingi-se os objetivos acima mencionados inclui um plano alimentar de abstinência.
Poderíamos dizer que um plano de abstinência limita as porções de alimento ou, em alguns casos, eliminam-se, produtos de farinha e açúcar, bem como pesagem e medição porções.
Novamente, isto não é nem uma "licença" para o sofredor de anorexia comer menos ou ficarem obsessivos sobre calorias - é um meio de uma alimentação com quantidade adequada de alimentos saudáveis, nutritivos e não subestimar porções. Com efeito, esta abordagem para comer é recomendada para aqueles que ainda têm outra forma de conseguir sua abstinência de transtorno alimentar. A analogia com o tratamento do alcoolismo é que um se diferencia entre as duas perspectivas - a de recomendar a tentar o álcool "beber controlado" versus alcançar "Abstinência". Pode, aliás, ser possível que alguns obtenham o "controle” de seu transtorno alimentar (ou alcoolismo) disciplinando seu alcoolismo por autodisciplina. Para outras, pode haver um fator físico além desta autodisciplina. Nestes casos, a experiência tem demonstrado que "tais intervalos de controle são muitas vezes breves, quase sempre seguido por uma recaída ainda pior. "(empréstimo a partir do" Big Book ", de AA)Para obter AjudaA recuperação de um transtorno alimentar como um processo de dependência sugere um processo de tratamento que englobe os aspectos físico, emocional, espiritual da doença.
No início deste, freqüentemente significa encontrar um centro de tratamento capaz de fornecer as ferramentas necessárias para entrar em recuperação. Uma vez encontrando o caminho da recuperação, aderindo a um plano alimentar saudável, freqüentar regularmente os grupos de apoio relevantes (por exemplo, a Comedores compulsivos, Vigilantes do peso, etc), e trabalhar com outras pessoas em recuperação, continua a ser a essência da qual longa recuperação é construída. Para obter mais informações sobre como encontrar apoio para desordens alimentares e detalhes sobre o suporte dos recursos você pode visitar a Milestones em recuperação no www.milestonesinrecovery.com site.Colaborador: Dr. Marty Lerner, Ph.D.Dr. Lerner é o diretor executivo do Milestones do Programa de Recuperação de desordens compulsivas.Lerner é uma licenciado e certificado em psicologia clínica especializada em quem está em tratamento dos transtornos alimentares desde 1980.Ele é o autor de diversas publicações relacionadas com os transtornos alimentares que aparecem na literatura profissional, bem como numerosas revistas e jornais. Pale-Reflections.comFonte e bibliografia do autorAuthor's BioDr. Lerner is the executive director of the Milestones in Recovery Eating Disorders Program located in Cooper City, Florida. Dr. Lerner is a licensed and board certified clinical psychologist who has specialized in the treatment of eating disorders since 1980. He is the author of several publications related to eating disorders appearing in the professional literature as well as numerous magazines and newspapers. A member of the professional community here in South Florida since finishing his training, Dr. Lerner makes his home in Davie with his wife Michele and daughters Janelle and Danielle.Disponível on line em http://www.selfgrowth.com/articles/Eating_Disorders_and_Chemical_Dependency.html#top#topTradução:ELIANETradução Eliane Jany Barbanti

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terça-feira, 21 de abril de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Seja Feliz!!!




sexta-feira, 17 de abril de 2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Exercício físico, atividade física e esporte

Diferentes formas de conceituar o exercício são apresentadas por vários autores que fazem diversas propostas sobre modelos ilustrados, bem como diferem entre si por focarem aspectos diferentes destes.
Os conceitos podem se referir à intenção, aos resultados pretendidos, e a localização.·
Atividade física
A atividade física é definida por Barbanti, (2003) no sentido mais restrito a “todo movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que provoca um gasto de energias”, o autor destaca que o termo refere-se também à totalidade de movimentos executados no contexto do esporte, aptidão física, recreação, da brincadeira, do jogo e do exercício.
Exercício físico
O mesmo autor conceitua exercício físico da seguinte maneira:
“O exercício físico é uma seqüência planejada de movimentos repetitivos sistematicamente com o objetivo de melhorar o rendimento”.Vários tipos e formas de exercício podem ser apresentados Berger & Mcinman (1993) destacam que o “exercício” pode dizer respeito à:
a) Uma atividade realizada individualmente ou em grupo;
b) Um esporte competitivo ou uma atividade física de lazer;
c) Uma atividade aeróbia (Exercício produzido com baixa intensidade num longo espaço de tempo – definição avançada pelo American College of. Sports Medicine, 1971), citado por RIBEIRO (1988) ou,
d) Anaeróbia; (Exercício produzido num espaço de tempo breve e com muita intensidade – definição avançada pelo American College Of Sports Medicine 1971), citado pelo mesmo autor.e) Exercício crônico ou agudo; (nível psicológico, sendo que a duração mínima para se denotarem alterações seja de 6 meses) (Brown et al, 1982); e, por fim,
f) Pode-se referir a uma atividade desenvolvida por sujeitos que diferem na sua condição e capacidades físicas.
Em qualquer atividade existe uma multiplicidade de fatores que vão variar e caracterizar cada situação em particular, como por exemplo, as características do treino, o ambiente em que se praticam os participantes, e até mesmo os instrutores.·
Esporte
Uma definição precisa de esporte é mais difícil devido à grande variedade de significados. Quase tudo que é entendido sob o termo esporte é menos determinado por análises científicas em seus domínios do que pelo uso diário e pelo desenvolvimento histórico e transmitido pelas estruturas sociais, econômicas, políticas e judiciais.
Segundo Barbanti (2003) para os sociólogos do esporte uma definição bastante aceita é a seguinte:
“É uma atividade competitiva, institucionalizada, que envolve esforço físico vigoroso ou o uso de habilidades motoras relativamente complexas, por indivíduos cuja participação é motivada pela combinação de fatores intrínsecos e extrínsecos”.
O objetivo no esporte é comparar rendimentos.
O critério para comparações do que se realiza necessita da padronização do equipamento e das instalações, assim como da exigência de um procedimento quantitativo de comparação.
Dentro do escopo da Ciência do Esporte, este é estudado de vários ângulos entre eles o da agressão.
Pesquisas indicam que há vários modelos explicativos para as situações específicas do esporte, onde o comportamento agressivo não é apenas típico dos esportistas, mas dos espectadores também. Além da agressão a motivação também está fortemente relacionada no esporte além do estudo da ansiedade no contexto esportivo.
O esporte pode ser relacionado em vários contextos:
1. Aos diferentes grupos de participantes (universitários, homens, mulheres, estudantes etc.).
2. Aos diferentes tipos de esportes (individual, dual, de equipe etc.).
3. Aos vários níveis de competição (local, regional, nacional, internacional).

Bibliografia
Barbanti, V. J - Dicionário de Educação Física e do Esporte. São Paulo, Ed. Manole Ltda., 2003.
Brown, E, Morrow, J. & Livingston, S - Self-concept changes in women as a result of training .Journal of Sport Psychology, 4, 354-363, 1982.
Ribeiro, J. L. - Efeitos psicológicos da atividade física. Jornal de Psicologia, 7, 5, 10-14, 1988.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

Sentir Bem-fumo e Exercício Físico

SENTIR BEM
Como uma das consequências do tabagismo é a produção de monóxido de carbono, diminui-se então a ....Exercício físico requer cuidados
Disponível on line em sentirbem.uol.com.br/index.php?modulo=artigos&id=54&tipo=3 - 63k -




Atividade física: exercício e tabagismo

EXERCÍCIO E TABAGISMO
Nesta fase actual, em que se fala tanto de fumar ou não.

Deixo-vos um pequeno artigo de como o exercício vos pode ajudar na diferente decisão que tomem relativamente ao tabaco.
A inactividade física é reconhecida hoje, como importante factor de risco para doenças cardiovasculares. Embora não possa ser considerado potente factor de risco, como tabagismo, hipertensão arterial e hipercolesterolémia (taxa de colesterol sanguínea aumentada), é muito importante pois atinge percentagem muito elevada da população.

A prática de exercício físico regular é aconselhada pela comunidade científica a fim de preservar o bem-estar físico, psíquico e social das populações, com particular ênfase nos países mais industrializados.
Nas doenças cardiovasculares, a actividade física é muito importante, pois interfere no controlo de múltiplos factores de risco dessas doenças, tais como em situação de: hipertensão arterial; tabagismo; stress; excesso de peso/obesidade; diabetes e hipercolesterolémia.
Conselhos práticos
1 - O exercício físico regular não significa apenas atividade desportiva, de lazer, ou competitiva, mas também outras actividades diárias, como por exemplo, relacionadas com certas áreas de trabalho manual (jardinagem, "bricolage", actividades profissionais mais activas, etc.), subir e descer escadas não utilizando o elevador, marcha na rua (indo a pé para o emprego) descer na paragem do autocarro anterior á habitual.
2 - A atividade física, para ter repercussões em termos de prevenção primária das doenças cardiovasculares, deverá ter as seguintes características:
Ser praticada pelo menos três vezes por semana.
Cada sessão ter, pelo menos, a duração de 30 minutos.
O exercício físico deve solicitar múltiplos grupos musculares dos membros e do tronco.
Actividades físicas moderadas e prolongadas no tempo são as mais eficazes. São delas exemplos ideais: marcha rápida; corrida; ciclismo; natação; dança de salão e a aeróbica; ginástica de manutenção, etc.
A duração e a frequência da actividade física devem aumentar lenta e progressivamente.
A execução do programa de exercício físico deve ser continuada, de pouco servindo actividades isoladas no tempo.
3 - A atividade física deve ser adaptada à idade e a outros condicionalismos do indivíduo. Em idades jovens, podem ser de carácter competitivo, pois em geral, quanto maior for a sua intensidade em termos de duração e frequência maiores serão as repercussões orgânicas em termos cardiovasculares. Em indivíduos acima dos 35 anos, os exercícios devem ser, sobretudo de carácter não competitivo e encaradas como forma de lazer. Actividades físicas muito intensas em indivíduos de escalões etários superiores, podem não estar indicadas.
4 - Os programas devem iniciar-se na infância, para se obterem melhores resultados, no entanto nunca é tarde para começar!

5 - O facto do indivíduo ter praticado desporto ou exercício físico intenso na sua juventude não lhe concede protecção contra doenças cardiovasculares, se deixar de realizar actividade física e/ou se estiver sujeito a outros factores de risco.

6 - Antes de iniciar qualquer programa de exercício deve ser realizado exame médico prévio, qualquer que seja a idade do indivíduo em causa.

7 - O médico especializado em actividade física ou o licenciado em educação física e desporto são os conselheiros ideais para ajudar a escolher a actividade mais adequada, em cada indivíduo em particular.Um programa de actividade física regular e bem elaborado será muito importante na prevenção das doenças cardiovasculares, com repercussões positivas na qualidade de vida das populações. Contudo, como sempre, é necessário bom senso e moderação, não esquecendo que "Se uma colher de xarope faz bem, duas poderão fazer mal.Hugo Eduardo Cipriano
Fonte: Fundação Portuguesa de Cardiologia
Publicada por ciprius em
10:37
Disponível on line no blog exerciciofazbem.blogspot.com/2008/02/exerccio-e-tabagismo.html - 68k -
Acompanhe o texto completo em
Atividade física: exercício e tabagismo

Vídeo sobre a ação da nicotina no cérebro!

Vocês já viram o vídeo sobre a ação da nicotina no cerebro?
Tabagismo
Como já foi falado aqui no blog da Aliança, a dependência ao cigarro é complexa pois envolve também fatores psicológicos e comportamentais.
Mas neste vídeo é explicado o mecanismo fisiológico da dependência, é interessante ver.
Está no Estadão on line e é um vídeo de Donna DeSmet e Jason Guerrero, da Hurd Studios.A animação foi premiada pela Revista Science.
Clique abaixo para acessar o vídeo.
CLIQUE AQUI
Blog da Aliança de Controle do Tabagismo. Disponível no line no Blog da Aliança de Controle do Tabagismo

Grupo de pesquisa: GREA - grupo interdisciplinar de estudos de..

  • Identificação
  • Dados básicos
  • Nome do grupo:
    GREA - GRUPO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS DE ÁLCOOL E DROGAS
  • Status do grupo: certificado pela instituição
  • Ano de formação: 1981
  • Data da última atualização: 07/11/2008 10:37
  • Líder(es) do grupo: Arthur Guerra de Andrade - arthur.guerra@pq.cnpq.br
  • Área predominante: Ciências da Saúde; Medicina
  • Instituição: Universidade de São Paulo - USP
  • Órgão: Faculdade de Medicina Unidade: Departamento de Psiquiatria
  • Endereço:
    Logradouro: Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 GREA-IPq-HC-FMUSP
    Bairro: Cerqueira César CEP: 05403010
    Cidade: Sao Paulo UF: SP
  • Telefone: 30697891 Fax: 30696960
  • E-mail: grea@usp.br Home page: http://www.grea.org.br
  • Repercussões dos trabalhos do grupo
  • Sediado no Instituto e Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, o GREA vem desenvolvendo trabalhos na área de pesquisa, ensino, assistência e prevenção de álcool, tabaco e outras drogas desde 1981. Seu método caracteriza-se por uma abordagem multidisciplinar, com equipe formada por psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde. O grupo é considerado hoje como Centro de Excelência para Tratamento e Prevenção de Drogas pela Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD)


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    Linhas de pesquisa Total: 35
  • A depressão e a aderência ao tratamento da infecção pelo HIV
  • A influência da paternidade/maternidade e de 2 diferentes padrões de terapia cognitivo comportamental em um
  • Programa de Tratamento para Dependência de Nicotina
  • Álcool e Drogas: Segunda Pesquisa sobre atitutdes e uso entre alunos da área de Biológicas da Universidade de São Paulo - Campus São Paulo
  • Álcool e Drogas: Terceira Pesquisa sobre Atitudes e Uso entre Alunos da Universidade de São Paulo ? Campus Cidade Universitária, São Paulo
  • Alterações neuropsicológicas de dependentes de cocaína
  • Análise das comorbidades em adolescentes usuários de substâncias psicoativas
  • Análise do custo social do uso do álcool no Brasil no ano de 2007
  • Associação entre polimorfismo gênico do sistema dopaminérgico e resposta ao tratamento da dependência de nicotina
  • Avaliação da intervenção breve na prevenção do uso de álcool e drogas em adolescentes do programa "Escola da Família"
  • Avaliação da percepção de profissionais da área da saúde sobre maconha
  • Avaliação de instrumentos de detecção de problemas relacionados ao álcool em um serviço público universitário (Prefeitura do Campus da Universidade de São Paulo, Campus Capital)
  • Avaliação dimensional de personalidade entre pacientes dependentes de cacaína e crack
  • Avaliação do Perfil de Comorbidades, Gravidade da Dependência e Motivação para o Tratamento em uma
  • Amostra de Usuários de Maconha que Procuram Tratamento
  • Comorbidade entre dependências de substâncias psicoativas e transtornos alimentares: perfil e evolução de mulheres em um tratamento específico para dependência química
  • Comportamento de risco e prevalência da infecção pelo HIV em indivíruos com transtornos psiquiátricos
  • Consumo de drogas entre universitários paulistas
  • Depressão em mulheres infectadas pelo HIV
  • Desenvolvimento de proposta de política sobre drogas para universidades públicas estaduais de São Paulo
  • Discurso autobiográfico em adolescentes usuários de substâncias psicoativas
  • Eficácia do ondansetrona no tratamento de dependentes de álcool
  • Eficácia do topiramato e do naltrexone no tratamento de dependentes de álcool
  • Estudo Comparativo sobre o Desempenho Cognitivo entre Homens e Mulheres Dependentes de Álcool
  • Estudo sobre impacto de convocação por telefone sobre a aderência ao tratamento em pacientes dependentes de álcool e cocaína - ampliação de casuística
  • Fluência do discurso de usuários de drogas psicotrópicas que recebem tratamento no GREA do IPq-HC-FMUSP: aspectos da tipologia das disfluência, velocidade de fala e frequência das rupturas
  • Funcionamento neuropsicológico em crianças e adolescentes usuários de álcool, maconha, cocaína (crack) e inalantes: impacto na escola, comportamentos de risco e tomada de decisões.
  • Pesquisa da utilização do acamprosato no tratamento de dependentes de álcool
  • Pesquisa da utilização do topiramato e do naltrexone no tratamento de dependentes de álcool
  • Polimorfismos genéticos em dependentes do álcool: implicações para saúde e tratamento
  • PRODUSP - Programa de Prevenção e Tratamento ao Uso de Drogas da USP - Sítio: Escola de Aplicação da FEUSP
  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático Associado ao Abuso e Dependência de Álcool e Drogas: Estudo de uma Amostra da População da Região Metropolitana de São Paulo
  • Uso de álcool e drogas: segunda pesquisa sobre atitudes e uso em alunos da Universidade de São Paulo - Campus São Paulo
  • Uso de álcool entre estudantes de medicina e risco de acidentes automobilísticos
  • Uso de drogas e álcool e adesão ao tratamento anti-retroviral na infecção pelo HIV
  • Uso de drogas e comportamento sexual dos alunos da Rede de Ensino Público de São Paulo
  • Utilização do agonista dopaminérgico pergolide de dependentes de cocaína

sábado, 21 de março de 2009

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