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Alô queridos!!!

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Efeito do álcool no organismo

Atividade Física e Álcool
Antes de mais nada, o álcool é uma toxina, um veneno. Seu uso, mesmo em pequenas quantias, produz várias anomalias fisiológicas no corpo que diminuem a capacidade de força, resistência, recuperação e a capacidade de metabolizar gordura para energia. Ele é particularmente perigoso porque é um solvente bipolar, isto é, ele é solúvel na água e na gordura. Isso o permite penetrar em todas as células do corpo, principalmente as do sistema nervoso.
Sua ação no sistema nervoso central causa uma deteriorização severa. Mesmo em pequenas doses ele diminui a quantidade e a intensidade dos sinais excitatórios para os neurônios motores que estimulam a contração muscular, diminuindo a força muscular, além de provocar uma diminuição na coordenação mãos olhos (por isso não se deve guiar após beber).
As moléculas do álcool ficam no corpo um tempo bem maior do que se pensa ás vezes até por várias semanas.
A presença do álcool no sistema digestivo cria um ambiente que diminui a absorção de vários nutrientes na corrente sanguínea contribuindo principalmente para o estado de anemia.
Há pelo menos 30 estudos associando o consumo de álcool à hipertensão. Todos eles mostrando que a pressão arterial se eleva nos que consomem álcool e não apenas naqueles que bebem muito, mas também naqueles que fazem uso moderado da bebida. Há uma relação direta entre o consumo de álcool e o aumento da pressão arterial.
O álcool tem também um grande efeito negativo sobre o fígado. O fígado é o principal órgão responsável pela desintoxicação do álcool, de forma que quanto mais álcool entrar no sistema, mais estresse sobre o fígado, Uma exposição prolongada a grandes quantidades de álcool, danifica e destrói as células do fígado. Sua ação é prejudicial ao fígado não apenas porque ele é tóxico, mas também porque ele é diurético. O álcool inibe a liberação de HAD, hormônio antidiurético, de forma que a água é "descarregada" do corpo em grandes quantidades (já pensaram em bares sem banheiros? Como iria ser?).
Finalmente, um produto final da desintoxicação do álcool pelo fígado é o ácido lático. Quando o fígado é forçado a tratar de grandes quantidades de álcool pode resultar numa condição de acidose lática. Esse acúmulo de ácido lático não apenas interfere com a função muscular, como também inibe a excreção renal de ácido úrico através dos rins, resultando num estado chamado hiperuricemia. Essa condição resulta problemas como dores nas articulações.
As mudanças acima descritas ocorrem penas nas pessoas que bebem muito. Alguns drinques ocasionais, o chamado "beber socialmente" não têm conseqüências negativas para a maioria das pessoas saudáveis.

FONTE BARBANTI, V. J. - Aptidão física: um convite à saúde. São Paulo, Ed. Manole Ltda., p 103-105; 1990;




quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Caminhando rumo a uma vida equilibrada

Caminhada por Marcela Delphino

MUITOS BENEFÍCIOS E POUCAS EXIGÊNCIAS, AS CAMINHADAS SÃO ALIADAS DA BOA FORMA E DO BEM-ESTAR.

As caminhadas não exigem equipamentos especiais e podem ser feitas em diversos lugares, então, o que você está esperando para calçar os tênis e começar essa atividade física tão simples e completa? O que não vale é passar horas perambulando pelo shopping. “Para obter os benefícios da caminhada é preciso dar ênfase no que está fazendo e ter objetivo”, afirma Eliane Jany Barbanti, educadora no Centro de Práticas Esportivas (Cepe).

“Para obter os benefícios da caminhada é preciso dar ênfase no que está fazendo e ter objetivo”Eliane Jany Barbanti
Quando a pessoa presta atenção no que está fazendo e tem uma orientação, começam a ser consideradas a frequência, a duração e a intensidade do exercício. “Esses parâmetros levam a uma zona de treinamento adequada e a caminhada passa a ser uma atividade física”, explica Eliane. Visando à segurança e aos ganhos cardiovasculares do exercício aeróbio, a intensidade deve estar entre 60% e 80% da máxima frequência cardíaca, de acordo com a idade. A freqüência deve ser de, no mínimo, três vezes por semana e a duração de quinze a sessenta minutos. Os resultados, aumento da resistência cardiorrespiratória, perda de peso, entre outros, só são alcançados se a prática for contínua.
“Tenho diabetes e pressão alta, caminhar foi uma indicação médica. Além disso, o exercício me distrai e me faz sentir jovem”, conta Josefa Francisca da Silva Ferreira, técnica de laboratório no Instituto de Geociências, que caminha há vinte anos. “Se feita corretamente, a caminhada estimula o coração, os pulmões e todo o sistema circulatório”, afirma Eliane. Fora os benefícios físicos, a caminhada promove diminuição do estresse e controle da ansiedade.
“A absorção de oxigênio atua sobre os neurotransmissores na liberação de endorfinas, isso gera a sensação de bem-estar”, explica Eliane. “Numa zona de treinamento adequada, depois de 20 minutos, o corpo automaticamente começa a liberar esses neurotransmissores, que é o que falta em quem tem depressão”, completa a educadora, que coordena o grupo de Atividade Física e Depressão no Cepe. “Só a medicação não é suficiente para mim, necessito de atividade física”, afirma Veni Maria Andres Felli, professora de química farmacêutica na Faculdade de Ciências Farmacêuticas e participante do grupo. foto:Francisco Emolo “A caminhada é um bom exercício para mim, que fico na mesma posição muito tempo por causa da profissão”, completa Veni, que considera caminhar um prazer.>Embora sem grandes exigências, a caminhada deve ser acompanhada de alguns cuidados básicos. É importante que se faça um alongamento antes, especialmente dos membros inferiores, além disso a coluna deve permanecer reta, o olhar para frente e a barriga contraída. “É uma atividade espontânea, não precisa de um local exclusivo, pode ser feita em um bosque, numa pista, numa praia, em lugares de terreno irregular. Sem os alongamentos, que são fáceis de memorizar, você pode se machucar”, alerta Eliane.
“A caminhada é um bom exercício para mim, que fico na mesma posição muito tempo por causa da profissão” Veni Maria Andres Felli
“A caminhada faz com que eu durma melhor e tenha mais disposição; ainda, mantém o condicionamento físico, equilibra e enrijece o corpo”, afirma Maria do Socorro Bezerro Rocha, bibliotecária no Instituto de Ciências Biomédicas, que costuma caminhar pela manhã. Durante o exercício, as pessoas não devem estar de estômago vazio e a hidratação tem de ser constante. Os tênis devem ser bons, com algum amortecimento, mas não precisam ser sofisticados. Se a pessoa sentir algum mal-estar não deve forçar, mas parar imediatamente. Não existe um horário ideal para se exercitar, cada pessoa tem seu relógio biológico e isso deve ser respeitado.
O Espaço Aberto é uma publicação mensal da Universidade de São Paulo produzida pela CCS - Coordenadoria de Comunicação Social. Todos os direitos reservados®e.mail: espaber@edu.usp.br

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O corpo fala

O corpo fala quando:
  • O resfriado corre quando o corpo chora.
  • A dor de garganta surge quando não é possível comunicar a aflição.
  • O estomago arde quando as raivas não conseguem sair.
  • O diabetes invade quando a solidão dói.
  • O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
  • A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
  • O peito aperta quando o orgulho escraviza
  • O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
  • As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
  • A pressão sobre quando o medo aprisiona.
  • As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
  • A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
  • A alegria aparece quando o perfeccionismo fica intolerável
Escolha o que falar, com quem, onde, quando e como.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ataques de pânico não são comuns como parecem

Entre dez e 15% das pessoas experimentam um ataque pelo menos uma vez na vida.
Um ataque de pânico é, no mínimo, uma experiência muito desagradável. É muito mais intenso do que sentir ansiedade ou sentir-se estressado, por exemplo. Se você nunca teve um ataque de pânico considere o que você sentiria se fosse repentinamente acometido por um terror intenso e irracional. Seu coração começaria a bater fortemente, você teria dificuldade de respirar e sua mente ficaria confusa com um senso de perda de controle. E para fazer as coisas ainda piores, você não entenderia porque cargas d?água você começou a se sentir assim, porque um ataque de pânico o "tira do ar? sem nenhuma causa imediatamente explicável.
O que é
Uma resposta intensa do organismo que atua nos mecanismos de "fuga ou luta" de uma pessoa e a faz sentir as mesmas sensações físicas e emocionais de como se sua vida estivesse em perigo, mesmo que não haja nada a temer no momento do ataque.
Sintomas
Palpitações, taquicardia ou aceleração cardíaca acima da média, transpiração, tremores, dificuldade respiratória, sensação de respiração curta, dor no peito ou desconforto, terror paralisante, náusea ou distress abdominal, tonturas, desorientação, instabilidade, fraqueza e parestesias, sensações de adormecimento e latejamento, arrepios ou calores repentinos, sensação de irrealidade ou despersonalização, desligamento de si mesmo, medo de perder o controle ou de estar ficando louco, medo de morrer, forte sentimento de querer escapar.
Um ataque de pânico atinge o máximo de sua intensidade entre um a dois minutos e persiste durante a próxima meia hora ou mais. Outros ataques podem ocorrer várias vezes por mês e podem ser tão severos quanto o ataque inicial.
Causas
Muitos fatores podem contribuir para o advento de um ataque de pânico:

  • hiperventilação (desequilíbrio entre a entrada do oxigênio e a saída do gás carbônico) por uma maneira de respirar errada;
  • uma etapa de transição na vida da pessoa pode ser precedida por um ataque de pânico, principalmente o ataque inicial;
  • histórico de um Trauma emocional, mesmo se ele não está relacionado, pode estar por trás de alguns tipos de ataques;
  • alguns tipos de doenças e ingestão de substâncias, como a cafeína e algumas drogas ingeridas sem controle médico podem provocar o pânico.
Ataques de Pânico não são comuns. Dez a 15% das pessoas experienciam um ataque pelo menos uma vez durante suas vidas. Os sintomas de um ataque de pânico podem ser confundidos com os de um ataque cardíaco: sofredores frequentemente chegam aos pronto-socorros no seu primeiro ataque temendo estar tendo um ataque do coração. Sentem-se envergonhados sobre suas condições que podem ser reforçadas por atitudes preconceituosas e mal informadas de cuidadores da saúde, amigos e familiares que avaliam o problema como sendo "tudo da sua cabeça" minimizando o problema. Por essa razão, muitos sofredores da síndrome evitam discutir o problema com profissionais da saúde diminuindo suas chances de serem encaminhados para um tratamento efetivo.
Quando o pânico se torna freqüente, pode destruir a vida cotidiana, o trabalho, as relações, a
auto-estima de uma pessoa. A Síndrome do Pânico raramente é resolvida sem tratamento. A conseqüência maior de uma Desordem do Pânico sem tratamento é o aparecimento de uma fobia crônica que complica ainda mais a vida do sofredor. Ele passa a evitar o lugar de trabalho, lugares públicos e mesmo sair de casa (agorafobias) na esperança de evitar ter o ataque. The American Psychological Association se reporta às pessoas que sofrem de Síndrome de Pânico como pessoas propensas ao alcoolismo, ao uso abusivo de drogas e a um grande risco de suicídio, a uma perda significativa da qualidade de vida, perdendo muito tempo em emergências de hospitais, diminuindo sua atividades físicas e esportivas, atividades que lhes dão prazer, tornando-se dependentes financeiramente de terceiros, sendo menos saudáveis física e emocionalmente que as pessoas que não sofrem de nenhum mal, perdendo sua autonomia e a capacidade de dirigir suas vidas.
A boa notícia
Uma nova abordagem para eliminar o pânico foi desenvolvida pelo Terapeuta Bioenergético Ron Robbins, PhD, chamado Integração Rítmica. Dr. Robbins esteve no Brasil em setembro de 2006, ministrando workshop sobre este tema. O Projeto da Integração Rítmica apresenta um método rápido para reduzir os ataques de pânico, representando um avanço no tratamento dessa condição. A razão do seu sucesso, e o que faz dele algo diferente dos outros métodos, é que ele identifica a reação corporal que desencadeia o ataque, reduzindo drasticamente a freqüência dos ataques de pânico. Uma vez identificada a causa inicial que desencadeia o ataque, o pânico não pode continuar a se desenvolver. O terapeuta ajuda o paciente a se tornar consciente desses primeiros sinais e então ele é levado através do processo da Integração Rítmica a interromper o padrão do ataque de pânico e a se prevenir dos ataques se ocorrerem novamente. Através desse método, uma vez identificada a causa, o próprio indivíduo passa a ter controle sobre suas crises, podendo reduzi-las à freqüência zero no prazo de um ano (segundo demonstram as pesquisas). O método não requer o uso de nenhum tipo de medicamento.
Fonte:
Dra Rebeca Especialidade: Psicologia Msn Minha vida

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