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Alô queridos!!!

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A importância do autoconhecimento

A auto-estima oscila de acordo com as situações e principalmente em como nos sentimos em relação a cada um delas.
Mas o que faz com que algumas pessoas sejam mais seguras de si, mais estáveis emocionalmente enquanto outras se perdem, se desesperam quando algo acontece? O diferencial que faz com que cada um consiga ter controle sob suas emoções é o autoconhecimento.
O quanto você se conhece? Muito? Pouco? A maior parte das pessoas acredita que se conhece, mas na verdade se conhece muito pouco. Você ama alguém, confia em alguém que pouco conhece? Geralmente amamos e confiamos apenas em quem conhecemos muito! E se você não se conhece como quer acreditar mais em sua própria capacidade? Como quer ir em busca de seus sonhos se não acredita ser capaz? E por que não acredita ser capaz? Porque não sabe quem você é.
Por isso, o autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesma e fortalecer a auto-estima. É muito difícil alguém se conhecer interiormente quando a busca está sempre no externo. Buscam cuidar da pele, mudar o corte do cabelo, comprar roupas, carros, eliminar alguns quilinhos, mas quase sempre esquecem que o caminho deve ser o contrário, de dentro para fora.
Quando uma pessoa está bem com ela mesma você percebe isso não pela roupa que está usando, ou o carro que está dirigindo, mas pelo brilho em seu olhar, o sorriso em seu rosto, a paz em seu espírito. Como alguém que dorme mal toda noite pode sentir paz? Como alguém que está constantemente se criticando, se culpando, se achando errada, pode se amar? Amar-se é condição básica para elevar a auto-estima. É importante identificar os fatores que estão te impedindo de elevar sua auto-estima.
O autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesma e fortalecer a auto-estima.
Podemos perceber que a auto-estima está baixa quando desenvolvemos algumas características como: insegurança, inadequação, perfeccionismo, dúvidas constantes, incerteza do que se é, sentimento vago de não ser capaz, de não conseguir realizar nada, não se permitindo errar e com muita necessidade de agradar, ser aprovada, reconhecida pelo que faz e nem sempre pelo que é.
Se você identificou algumas dessas características, pode ser que esteja precisando aumentar seu autoconhecimento para assim elevar sua auto-estima.
Se quiser, poderá fazer o seguinte exercício:
- Escreva dez coisas que você gosta em si mesma.
- Depois escreva dez coisas que você não gosta em si mesma ou que gostaria de mudar.
- Qual lista foi mais fácil de completar?
A maioria das pessoas sente mais facilidade em identificar as coisas negativas. Aprendemos que dizer aquilo que gostamos em nós mesmas poderá ser rotulado de presunção, esnobismo, egocentrismo. Nada disso! Para aumentar o autoconhecimento é preciso ter consciência de quem se é de verdade, avaliando os pontos positivos tanto quanto os negativos, pois só assim será capaz de mudar aquilo que te incomoda ou te faz sofrer e valorizar o que tem de bom e que geralmente mergulhada em tantas críticas e cobranças, acaba por esquecer.
Continue o exercício:
- Observe as listas. Coloque um “i” nas características internas, ou seja, que dependam apenas de você reconhecê-las. E um “e” nas características externas, que dependam da opinião de outras pessoas.
- Ao fazer o sinal (i ou e), o que você percebe? Há um equilíbrio entre eles ou você tende mais para um lado?
Se você tem mais características externas ficará mais vulnerável à opinião dos outros e assim, mais facilmente manipulável. Dependerá cada vez mais de aprovação, mas infelizmente nunca da sua própria. Isso quer dizer que toda vez que algo que dependa no mundo externo ou de outras pessoas não correspondam a sua expectativa, você se sentirá frustrada e sua auto-estima tenderá a baixar.
Seu valor estará sempre na dependência do que dirão sobre você, não importando muito sua própria opinião. Por exemplo, quando você perde o emprego, quando recebe uma crítica, quando alguém se distancia de você. Tudo isso pode baixar sua auto-estima e se sentirá incapaz de continuar e desistirá no meio do caminho. Abandona assim seus sonhos, seus objetivos.
Para aumentar o autoconhecimento é preciso ter consciência de quem se é de verdade, avaliando os pontos positivos tanto quanto os negativos.
Isso acontece quando a principal fonte de auto-estima está naquilo que faz pelo externo, sempre querendo fazer algo para as pessoas em busca de aprovação e reconhecimento. E esse é o caminho mais curto para se machucar. Coloca assim todo seu valor nas opiniões ou respostas no mundo externo e, como quase sempre nada disso corresponde ao que espera, e nem ao que você é realmente, se permite depender cada vez mais de como te avaliam, gerando um círculo vicioso.
O importante é desenvolver a capacidade e ter a consciência de saber que o que faz é o reflexo de quem você é. Ao reconhecer seus pontos negativos, poderá mudar um por um. E reconhecendo seus pontos positivos se sentirá mais confiante em sua capacidade de conseguir o que quer que deseje, independente das críticas ou opiniões que terão sobre você, pois acredita ser capaz de conseguir tudo o que deseja! E ainda que ninguém te aprove, você terá autoconhecimento suficiente para você mesma se aprovar e principalmente se amar!

Rosemeire Zago
Psicóloga clínicacom abordagem jungiana.
Desenvolveo auto conhecimentoe ministra palestrasmotivacionais.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Co-dependência-um comportamento aprendido

A confusão característica sobre co-dependência é a crença equivocada da pessoa co-dependente que seus comportamentos são adequados.
Como mostrado no drama do triângulo eles acabam desempenhando um papel de vitima, vendo a sua situação fora de seu controle. Algo semelhante a um papel "mártir".
Então, por que alguém entraria num comportamento co-dependente quando isso pode lhe causar tanta dor emocional e dificuldade?
Porque pensar e, portanto, agir para estas pessoas com este padrão de modelo “agradar a todos” é um comportamento aprendido. Como o auto-conceito do co-dependente distorcido reforça o seu comportamento, torna-se uma resposta "automática".
Então a pergunta torna-se, COMO ou ONDE este comportamento é aprendido? E vai mais longe, um nível saudável de comportamento resposta pode ser aprendido?
Isto pode soar um pouco clichê', no entanto, este estilo é aprendido na infância, normalmente na família que você cresceu com a sua ("família de origem " ou F.O). Para mudar o comportamento, um co-dependente deve descobrir, e tornar-se habilitado, numa nova maneira de pensar sobre si próprio e dos outros.
Olhando para suas experiências de infância, é importante compreender que esta não é uma questão de culpar seus pais, irmãos, avós, extensão familiar, etc. É importante, contudo, reconhecer, conhecer e tomar conhecimento do ambiente em que se desenvolveu. Isto tem um grande significado para a pessoa que você se tornou como um adulto.
Algumas coisas na vida não são culpa sua, porém, é sua responsabilidade lidar com elas. Culpar é crítico e inútil. O entendimento pode levá-lo à libertação. Coloque-se novamente no lugar de condutor da sua vida emocional e cognitiva.
Para olhar para o que você aprendeu, e como isso se tornou um estilo de comportamento adulto co-dependente, vamos obter um entendimento de dois importantes processos de desenvolvimento:
Enmeshment - Emaranhado
Isto é um embaraçamento emocional, psicológico (e algumas vezes físico) com outras pessoas de tal maneira que o sentido de "Eu" se torna difuso. Torna-se difícil de perceber que você é uma pessoa distinta.
Em um extremo do espectro, isto pode acontecer quando uma criança procura para ganhar a aprovação de alguém que acredita ser importante, e à aprovação é de algum modo:
Não existe
Condicional
Baseados em padrões excepcionalmente elevados ou inatingíveis
A outra extremidade da escala é quando uma criança procura evitar a punição ou abuso. A aprovação, neste caso, nunca estará lá.
Com a exposição repetida a este quebra-cabeça a criança vai aprender que os outros são responsáveis por seus sentimentos - e elas são responsáveis pelos sentimentos por outros.
A criança se torna hiper-vigilante. Elas aprendem a concentrarem-se na tentativa de interpretar o que os pais e outras autoridades estão sentindo e pensando, a fim de obter aprovação ou se protegerem.
Diferenciação do Eu
Isso acontecerá quando a uma criança for dado tanto quanto for preciso um "amor incondicional, quanta aprovação e aceitação”.
A criança amadurecerá e reconhecerá sua relativa dependência de quem os cuida, sem que a sua aprendizagem "sobre cuidados" e sentido de ter uma existência emocional ou comportamental "tenha um preço”.
Isto não acontece em um ambiente que carece de disciplina ou limites Na verdade, deve ser permitido à criança "testar" os seus limites e experimentar as conseqüências.
Isto ajuda a criança a crescer com uma definição realista de si mesmo. They recognize their thoughts, emotions and physical self, and claim them as their own. Elas reconhecem os seus pensamentos, emoções e seu eu físico, e clamam por si próprias.
Elas se "diferenciam" (tornam-se conscientes de si como separadas). Eles também desenvolvem limites para manter e sustentar sua identidade (o eu)
Coisa profunda, não é? Bem, todos nós experimentamos o processo de diferenciação. Considere os jovens bebês dizendo, "não". Isto é, quando o processo começa. Parece que eles estão apenas se portando mal. O que está realmente acontecendo é que os seus “NÃO” são apenas uma tentativa de serem independentes de quem (dos que cuidam) cuida deles.
Como é que isto se aplica na co-dependência? Primeiro, responderei a essa pergunta com outra pergunta. Como se saiu o seu desenvolvimento? Se você se identifica com o modelo de co-dependência, esta é a sua resposta. Em segundo lugar, NÃO é a mais simples fronteira que existe, com que facilidade você diz?
Saber o que este emaranhado “enmeshment” tem produzido é vital para mudar o comportamento padrão da co-dependência. Você pode aprender a se separar dos outros e retomar o controle da sua vida. Você pode se "recuperar", e como Phoenix, ressurgir das cinzas.
A recuperação é um processo que pode levar você a descobrir, recuperar e se reengajar no seu “Eu”, e reafirmar a sua identidade. Você pode consegui-lo em qualquer idade e, a qualquer momento. Você está pronto para começar? O processo de recuperação da codependência é explicado na próxima página.
Extraído do texto do original: Codependence-A learned Behavior disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/
Tradução: Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Co-dependência

Co-dependência será muitas vezes um fator de muitos dos problemas que uma pessoa terá que enfrentar na vida. Isto se deve à forma como os elementos da co-dependência influenciam seu pensamento e, assim, molda a escolha da pessoa e seu comportamento.
O comportamento co-dependente será muitas vezes a raiz dos problemas de relacionamento, e terá impacto na sua satisfação geral na vida. Isto porque o processo do pensamento da co-dependência está profundamente integrado ao seu auto-conceito e do nível de auto-estima.
Inicialmente, o reconhecimento da co-dependência veio do movimento de recuperação de alcoólicos. Observou-se que os indivíduos (ou seja, cônjuge, outros significativos, etc.) que estavam emocionalmente envolvidos com um alcoólico pareciam estar tão dependentes em "salvar", e "ajudar" o seu parceiro, como seu parceiro era dependente do seu comportamento de beber.
Ao perceber e corrigir os pensamentos "irracionais" e crenças, a recuperação da co-dependência é possível. Ele libertará você para ter relacionamentos satisfatórios, descobrir um verdadeiro sentido de equilíbrio, e recuperar o senso de controle de sua vida.
Tornou-se entendido que esses indivíduos eram Co-“Dependentes” (cooperativamente dependentes), com o alcoólatra. Assim que estes indivíduos trabalharam para se libertar da sua irracional e impossível tentativa de mudar o comportamento da outra pessoa, tornou-se evidente que o motivo para os seus esforços, era:
O co-dependente precisava ser necessário.


Assim como elementos do modelo de aconselhamento para “famílias disfuncionais” veio uma compreensão para a família de alcoólicos, assim também se fez o conceito da co-dependência como o modelo de aconselhamento para co-dependência.
Enquanto nem em todas as famílias há um membro alcoólico, muitas famílias têm diferentes níveis de disfunção. O mesmo vale para co-dependência. Nem todo co-dependente vive em um relacionamento com um alcoólatra.
Infelizmente, porém, muitas mulheres e homens operaram a partir do mesmo princípio básico:
Eles serão "bons o suficiente" apenas se ajudarem os outros.
O objetivo é você é ter limites saudáveis, cuidar de si mesmo, e ser livre de sua necessidade de agradar aos outros (pela perda de si próprio).Como a co-dependência afeta a sua vida e relacionamentos?
Você é provavelmente uma pessoa generosa e disposta a prestar serviço para outros. Superficialmente o seu comportamento é o de ser "útil" aos outros. O problema é que isto pode ir além de um limite saudável, e, em última análise, o modelo de pensamento e comportamento “agradar a todos" levará você a acabar "crendo" e se "sentindo" como se fosse uma: VÍTIMA.Este sentimento de se vitimar é apenas um dos cargos / funções que você ocupa. O "jogo" ou "dança" da co-dependência tem três:
1. Salvador(Sempre dispostos a ajudar, aquele que faz tudo, faz para o outro o que eles poderiam fazer para si próprios, preocupam-se com o que as pessoas pensam, sabe o que os outros precisam, sem ser perguntado, "gratificador de pessoas", e assim por diante....).
2. Perseguidor (ressentimento)
(Sente-se impotente, frustrado, e "ressentido", porque eles não: mudam, aceitam sua ajuda, agradecem a sua ajuda, entendem que você está apenas tentando ajudar, etc. Você tornar-se MAGOADO e com RAIVA).
3. Vítima
(Por que isso continua acontecendo comigo? Eu estava apenas tentando ajudar. Quem eles pensam que são? Ninguém me aprecia? Porque é que eu continuo fazendo isso?..).
Você está se movimentando sobre o que é conhecido como o:

O Drama do Triângulo 1



Observe que o triângulo é invertido, e as setas vão para ambos os sentidos. O resultado é sempre negativo, e uma pessoa que assume a posição irá mudar muitas vezes assim que o jogo começa.
É uma dança solitária e um jogo confuso. Não é intencional e não obstante se joga assim. Infelizmente, o objetivo subjacente é o de escapar da vulnerabilidade de uma sincera intimidade.
("Se você realmente soubesse quem eu era e como sou defeituoso, você me rejeitaria.").Torna-se tal parte do seu pensamento, que sem percepção da sua consciência, você encontrará pessoas que precisam ser "ajudadas”. Você acaba acreditando que é tratado injustamente.
Salvando ou concertando os outros, tão pouco você não os trata justamente!
Co-dependência é uma relação disfuncional com você mesmo.
Você aprendeu se definir pelo que os outros pensam de você. Sua validação é dependente do nível de contentamento dos outros. (Considere o que você pensa de si mesmo quando os outros estiverem infelizes).
Isto se torna mais e mais autodefensivo à medida que você começa a assumir e acreditar que você sabe:
1) O que outros querem ou precisam e,
2) O que outros pensam de você.
Como o autor John Bradshaw explica isso:"Você deixa de ser um ser humano, e tornar-se um ser humano que faz." 2.
Vamos olhar um pouco mais profundamente para este padrão de pensamento e comportamento “gratificador de pessoas”.
Ele lhe rouba a melhor coisa que você tem: VOCÊ. Há mais informações encontradas no próximo texto As Fronteiras da Codependência
Extraído do texto do original: Codependence- An Explanation. disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/ 
Tradução de Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A cura da vergonha tóxica

A Vergonha Tóxica pode ser o alicerce para muitas das coisas que você não entende muito bem sobre você. Também é a raiz da maioria do comportamento co-dependente.
Ele distorce sua identidade, dando-lhe um inconsciente auto-conceito, e leva a má auto-estima.
A maioria disto provém da sua família de origem.
De geração a geração os que cuidam das crianças inconscientemente envergonham, humilham, mantém normas inatingíveis, mantém dependências inapropriadas, evitam, retém o amor, negam, desmerecem, diminuem, etc. aqueles que estão sob seus cuidados.
Crescer em um ambiente de Vergonha Tóxica torna a formação de relações íntimas um desafio doloroso, com uma identidade marcada por pobres fronteiras interpessoais, muitas vezes o medo de abandono, e o sentimento de ser defeituoso. É um legado imerecido, com efeito, de longo alcance.
É importante esclarecer que curar sua identidade danificada não é colocar a culpa em ninguém. No entanto, requer que você se torne consciente de como e o que outros passaram a você.
Muitas vezes, é um resultado final dos que cuidam estarem indisponíveis ou distraídos devido ao vício uma substância, workaoolismo, perfeccionismo, co-dependência, ou outras deficiências mentais.
Os seus comportamentos disfuncionais eram, e são, as suas tentativas para lidar com a vergonha que foi transferida para eles. Há apenas um problema, o que estão fazendo, ou fizeram, não livra quem cuida da sua vergonha, e leva adiante uma nova remessa na pessoa que eles forneciam nutrição e cuidado.
O único método atual para livrar-se da Identidade da Vergonha tóxica , é aprender a recusar ou aceitar mais. O processo será um trabalho emocional bem como de estar dispostos a se dar paciência e tempo.
Para começar, eu sugiro que você faça uma lista de todas as pessoas na sua vida que você acha que são ou foram importantes para você. No topo desta lista estarão os seus pais. Mesmo que um ou ambos estavam ausentes.
Esta lista pode incluir qualquer um, eles não têm de ser parte da sua família. Qualquer um que teve um impacto significativo sobre sua educação poderia ter "descarregado" vergonha em você.
Depois que você fizer sua lista, deixe-a de lado durante cerca de uma semana e não faça mais nada. Basta deixa-la fixada. Seja o mais gentil que puder para consigo próprio e com os outros.
Quando passar uma semana, tome a sua lista e identifique quem você acredita ter colocado vergonha sobre você. Mesmo pequenas quantidades de vergonha pode ter impacto sobre o que você acha de você. O grau de impacto normalmente dependente de quão importante a pessoa é (ou era) para você.
Novamente, eu aconselho você a deixá-la de lado durante cerca de uma semana. É importante que tenha consciência de que está lidando com um material altamente tóxico emocional. Seja atencioso com você e outros.
Enquanto você espera para continuar, ajudará se você puder obter uma imagem ou duas de você quando você era uma criança. Eu sugiro que você obtenha uma de idade em torno de 6 ou 7 anos e outra ao redor de 12 ou 13 anos.
Se você perceber que está se tornando muito irritado, chateado ou deprimido será melhor, se você encontrar um aconselhamento profissional para ajudá-lo com esta tarefa.
Agora que você tem algumas pessoas identificadas, e você tem algum conhecimento da vergonha que tentaram lhe transferir, você pode começar a "devolver de volta.”.
Com suas imagens à vista, comece a escrever a mão uma carta para a pessoa no topo de sua lista. Deixe-os saber, em termos inequívocos, como você se sentiu e dizer-lhes que você está lhes dando devolvendo de volta a sua vergonha. Dois pontos importantes para este exercício:
É muito importante que você “escrever a mão” esta carta. A menos que você tenha uma deficiência que o impeça que disto, não utilize um teclado para escrever esta carta. Não se preocupe com a sua caligrafia, esta não é uma carta que será enviada, de qualquer forma. O ato de escrever permite-lhe limpar sua mente de dados emocionais muito mais eficazmente.
Tente escrever sobre a vergonha do ponto de vista da sua "criança interior", ou seja, do ponto de vista da pessoa jovem que vive em sua memória. Você pode talvez gravar, com algum esforço, E você pode deixá-la "falar". Ela é a pessoa envergonhada, e ela é a pessoa que tem de dar de volta.
Se você se sentir preso, tente escrever com a sua mão "não-dominante" (se você é destro, tente escrever com a mão esquerda ou vice versa). Sei que isto soa um pouco diferente, e isso pode ajudá-lo a conectar-se com suas emoções e lembranças da infância.
Seja paciente e não tenha pressa com essa carta. Pode demorar uma semana, um mês, o tempo que você precisar . Apenas ponha para fora e num papel.
Depois de ter terminado a sua carta, será com você sobre o que você vai fazer com ela. Não é importante que você envie ao destinatário.
Se você sentir que precisa fazê-lo, gostaria de aconselhar você a reveja o que está dizendo a esta pessoa. Será que eles si quer entenderão? Isto causará mais problemas a você? Talvez essa primeira carta possa ser um modelo para você fazer para uma que você decida enviar futuramente.
Algumas pessoas gostam de fazer uma cerimônia onde eles rasgam a carta, ou as queimam (em segurança, é claro). Eles proclamam sua liberdade da vergonha do seu passado.
Escreva quantas cartas você necessitar escrever. Este método parece funcionar para a maioria das pessoas que tentam. Eventualmente, você começará a ter um sentimento de estar se escondendo da vergonha tóxica que contribuiu para enquadrar você no pensamento irracional e incorreto sobre si mesmo.
Neste ponto, você precisa começar a curar essa menina ou menino dessas fotos. Olhe para eles e diga-lhes em voz alta: "Eu amo você e vou estar aqui para você." Você também pode se imaginar sentado ao lado delas sobre um sofá ou cama. Imagine-as dizendo a você sobre os seus sentimentos ruins e você coloca o seu braço em volta dela e lhe diz que vai dar tudo certo, você está aqui para ela agora e você vai ser a (o) sua (seu) campeã (campeão).
Seu trabalho emocional terá de continuar. Para a Vergonha Tóxica se tornar completamente ineficaz, você deve substituí-la com a verdade. Isto é feito, corrigindo a seu auto-conceito e re-construir sua auto-estima. Algo que pode te ajudar a iniciar-se de um maravilhoso poema escrito por Virginia Satir.
My Declaration of Self Esteem Minha declaração de auto-estima
Extraído do texto do original: Healing Toxic Shame Identity disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/
Tradução de Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

As fronteiras da co-dependência

As Fronteiras da Co-dependência
Muitas vezes, quando aconselhando sobre o tema da co-dependência, a conversa vai girando ao redor de como a co-dependência envolve uma relação disfuncional consigo mesmo.
Há uma concordância com esta declaração. No entanto, quando perguntados aos clientes o que eles pensam que isto significa, muitas vezes irão responder com um olhar vazio.
Isto não é porque eles não compreendem a questão, eles têm dificuldade se conectar com a parte da declaração o “relacionamento consigo mesmo”.
Isto porque para um co-dependente, não existe qualquer pensamento sobre uma relação com o eu—Houve uma desistência disto há muito tempo atrás.
Para entender como isso pode acontecer, vamos examinar mais de perto alguns elementos deste relacionamento perdido e sacrificado. Isto começa com dois conceitos-chave
:

EU
(Você)
O conceito de “Eu”

O conceito de “Eu” é uma combinação:
De sua AUTO-IMAGEM:
Isto é a sua coleção de conhecimentos, experiências e crenças sobre a sua natureza, valores, qualidades, caráter, personalidade, comportamento típico, etc. Se você for solicitado a descrever a si próprio, isto é o que você irá apresentar.

Sua auto-estima:
Este é o seu grau de respeito, e avaliação de si mesmo. Ela inclui o seus:
· Valores para consigo próprio como um ser humano;
· Crenças sobre o seu significado;
· Aprovação de, em, e sobre, você.


“LIMITES” servem o propósito de:
CONTER e SEGURAR quem você é como um único individua separado.
Existem três níveis de fronteira:

FÍSICA
Isto, naturalmente, é o seu corpo. Você decide e controla quem, quando e como o seu físico pode ser tocado ou abordado.
(Nós geralmente não gostamos de estranhos, inicialmente, que cheguem aos abraços. Quando você se sente desconfortável em uma multidão, este é o seu limite físico alertando que você está sendo testado).

EMOCIONAL
Que você sente é o que você sente. Você determina e experimenta o que você está sentindo, a todo o momento determinado.
(Já lhe foi dito, “Eu sei como / o que você está sentindo.”? Pense na sua resposta habitual. Este é o seu limite emocional alertando-o de ter sido violado).
PSICOLÓGICA


Suas percepções, pensamentos, opiniões, crenças, etc. são determinados e experimentados por você a qualquer momento determinado.
(Frequentemente, quando este limite é ultrapassado, nos sentiremos manipulados ou como se “tivessem armado contra nós”.Isto acontece quando alguém tenta invalidar os seus pensamentos ou experiências).



Como mostra este gráfico, limites saudáveis são suficientes para conter e proteger o indivíduo, e ao mesmo tempo, ter espaço para os outros “serem permitidos a ele”. Limites não saudável, por outro lado, ou são inexistentes, ou porosos ou eles são tão rígidos como uma parede.Pense em interagir com outro indivíduo tanto no nível físico, emocional, ou psicológico. Que conjunto de limites que você prefere? Não há fronteira suficiente e você fica muito desprotegido e oprimido; demais, e ninguém consegue se conectar.
Espero que isto lhe de um conhecimento básico sobre o seu eu e como seus limites o contem, mantém e protegem. Você irá aprender mais sobre o seu desenvolvimento nos próximas informações. Agora, vamos dar uma olhada como fronteiras pobres e a co-dependência entram em existência na próxima página,
co-dependência como você aprende .

Extraído do texto do original: Codependency - An Explanation (Continued) disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/

Tradução de Eliane Jany Barbanti






quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Técnicas para melhorar a Auto-Estima

Penso, logo Existo
René Descartes

Consultas técnicas que podem ajudá-lo a melhorar sua auto-estima envolvem aquilo que você venha a pensar, e por isso acredita que seja verdade sobre você.
Utilizando uma abordagem cognitiva comportamental, sua meta será a de trocar essas crenças falsas, negativas e irracionais por uma auto-avaliação e avaliação “racional" e rigorosa.
Aqui vai um desafio simples:
A partir deste momento em diante, qualquer conflito de pensamento negativo (falso), corrija a sua "auto-fala". Essas repetições velhas e imprecisas de mensagens. Estes atributos incorretos e irracionais enganam e levarão VOCÊ a pensar que não é adequado ou não é “bom o suficiente".
Quando disputar um pensamento ou corrigir uma conversa negativa, você pode lembrar de comportamentos do passado. Ponha isto de lado por um momento. Uma crença irracional que mantém fraca auto-estima é que as se igualam.
Embora suas ações façam parte de sua experiência, você fez o melhor que pode fazer com o que tinha na época. O comportamento está sempre sujeito a um ajustamento.
Seu comportamento não é a sua identidade
A auto-fala refere-se à "conversa" que temos com nós mesmos sobre nós próprios. Ela tem uma tendência julgar o nosso comportamento. Desde linguagem é pensamento, esta é a mais importante fonte negativa e irracional para o pensamento que sustenta a baixa auto-estima. Be aware of the critical judgments you make about yourself in your self talk. Fique alerta com as críticas que você faz sobre os julgamentos de si mesmo no seu próprio falar. Abaixo seguem uma lista de algumas coisas comuns que dizemos a nós mesmos e algumas sugestões de correção:correção: Exemplo de auto-fala “Rapaz, você é burro (ou burra, etc.)”.
Corrija correto com
"Isso certamente foi idiota (ou besta, etc.) Coisa a fazer (ou escolher, etc.) Eu farei melhor na próxima vez."
“Você realmente devia fazer” (preencher o espaço em branco)”
Corrija com a fala
"Acredito (ou penso) que seria melhor para (preencher o espaço em branco)."
"Como posso ser tão (estúpido, besta, preguiçoso, idiota, etc.)”.
Corrigir com a fala
"Tenho agido como um (estúpido, burro, preguiçoso, idiota, etc.) ultimamente, eu preciso fazer algumas modificações."
Uma técnica que funciona para corrigir e melhorar a auto-estima é a utilização da auto-afirmação. Estas são declarações sobre você que são racionais, exatas e positivas.A meta da cura é de voltar a gravar sobre o falso, negativo e irracional, mensagens que você acumulou ao longo do tempo, e têm reforçado. Ao fazer este exercício diário, o falso negativo é reposto com a verdade e afirmado.
AFIRMAÇÕES POSITIVAS
O formato de uma afirmação positiva é a seguinte:Eu, [seu nome], sou [afirmação vai aqui]
Mantenha a afirmação direta.
Faça relativamente simples.
Não mude o verbo Eu sou.
Faça uma declaração verdadeira sobre você.
  • Tente desenvolver de 7 -10 afirmações. Se realmente ficar preso aqui, peça a alguém próximo (e de quem você confia) que lhe diga uma qualidade positiva. Sinta-se livre para usar os meus exemplos para você começar.Agora vem a parte do esforço:No início do seu dia, tire 5/10 minutos e escreva estas afirmações em um pedaço de papel por no mínimo de 3 vezes.
  • Cinco vezes seria melhor. Não, ela não irá funcionar apenas se as ler, e não, digite-as no computador não é a mesma.
  • A menos que escrever à mão seja problemático ou impossível, você se beneficia mais de escrever a próprio o punho.
  • Coloque suas afirmações num cartão e leia, por vezes, ao longo do dia é um suplemento que eu uso na prática do meu aconselhamento.Terapia de intervenção cognitivo-comportamenta
  • Conforme você escreve as afirmações você pode notar uma "voz" que lhe diz a declaração que não é verdade, isto é um desperdício de tempo, etc. Isto é o velho "eu - negativo" se rebelando contra ser substituído.Dispute qualquer pensamento contrário ou crença que ocorra.
  • Utilize fatos e informações para apoiar e reforçar sua causa. Por exemplo:Eu escrevo, "Eu, Tim, sou uma pessoa compreensiva." Eu aviso lembrando como fui rude com alguém há um tempo atrás.Não concordo com essa "voz" e me recordo de tempos que dediquei à caridade, pensei nas necessidades de um amigo, alguém que fiz um favor, etc. Estes fatos apóiam a minha declaração de que eu sou atencioso. Eu continuo o desafio, ao reconhecer que eu agi rudemente naquela ocasião. Eu vou cometer o erro de agir rudemente em algum momento no futuro. Isso não muda a "verdade" que eu costumo agir de um modo considerado, e está certo eu afirmar que, eu SOU, uma pessoa compreensiva. Discutir ou discordar do seu pensamento falso e autodefesa é um desafio no início. Isto se torna mais fácil com a prática, e, eventualmente, você não precisará fazê-lo, porque você sabe a verdade.
  • Utilize a Técnica de Declarações por um mês (30 dias). Complete todos os dias - sem pausas. Veja se não haverá uma melhora no seu nível de auto-estima.
    Extraído do texto do original: Techniques to Improve Self Esteem disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/
  • Tradução de Eliane Jany Barbanti Postado por Eliane Jany Barbanti às 11:45 AM 0 comentários

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Exercícios físicos recomendados no tratamento complementarda depressão..

ATIVIDADES AERÓBIAS
CAMINHADA/BICICLETA
São atividades Aeróbias, principalmente quando praticadas por pessoas sedentárias.
Destacando-se Principais Benefícios:
Normalização dos níveis de áreas da atenção, memória e controle motor.
Controle da ansiedade.•
AUMENTO:•
Dos níveis de Serotonina nas áreas de humor.• Da síntese e liberação de Endorfinas.•
Taxa basal.•
DIMINUIÇÃO:•
Depressão.• Compulsão.• Estresse.
FITNESS
O FITNESS está ligado à saúde funcional:
Envolvimento confortável /produtível das atividades diárias.
O Objetivo principal é o CONDICIONAMENTO FÍSICO:
Desenvolvimento das capacidades motoras relacionadas à saúde:
RESISTÊNCIA AERÓBIA, COORDENAÇÃO, FLEXIBILIDADE, RESISTÊNCIA DE FORÇA, COMPOSIÇÃO CORPORAL.
As aulas utilizam:
Ginástica Aeróbia, Exercícios Localizados, Rítmicos Variados, Step, Alongamento, etc.
Realizadas com música facilitando o desenvolvimento das atividades. Barbanti (1990)
ATIVIDADES NÃO AERÓBIAS
EXERCÍCIOS LOCALIZADOS
São exercícios de força e resistência muscular localizada.
Flexibilidade, elasticidade, alongamento.
Melhoram:
O humor geral
Sintomas da depressão e ansiedade.
A auto imagem, auto estima e confiança.
ALONGAMENTO
É a extensão do músculo além de seu comprimento em repouso.


Melhora:

Aspectos físicos:
Problemas na coluna
Aspectos psicológicos
Controle da Ansiedad
Estresse.
Depressão.
Fadiga ou perda de energia

FONTE:BARBANTI, E. J. Efeito da Atividade Física na Qualidade de Vida Em Pacientes com Depressão e Dependência Química. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, v11, n 1, p. 37-45. 2006.
BARBANTI, V. J. - Aptidão física: um convite à saúde. São Paulo, Ed. Manole Ltda., 1990;

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Efeito do álcool no organismo

Atividade Física e Álcool
Antes de mais nada, o álcool é uma toxina, um veneno. Seu uso, mesmo em pequenas quantias, produz várias anomalias fisiológicas no corpo que diminuem a capacidade de força, resistência, recuperação e a capacidade de metabolizar gordura para energia. Ele é particularmente perigoso porque é um solvente bipolar, isto é, ele é solúvel na água e na gordura. Isso o permite penetrar em todas as células do corpo, principalmente as do sistema nervoso.
Sua ação no sistema nervoso central causa uma deteriorização severa. Mesmo em pequenas doses ele diminui a quantidade e a intensidade dos sinais excitatórios para os neurônios motores que estimulam a contração muscular, diminuindo a força muscular, além de provocar uma diminuição na coordenação mãos olhos (por isso não se deve guiar após beber).
As moléculas do álcool ficam no corpo um tempo bem maior do que se pensa ás vezes até por várias semanas.
A presença do álcool no sistema digestivo cria um ambiente que diminui a absorção de vários nutrientes na corrente sanguínea contribuindo principalmente para o estado de anemia.
Há pelo menos 30 estudos associando o consumo de álcool à hipertensão. Todos eles mostrando que a pressão arterial se eleva nos que consomem álcool e não apenas naqueles que bebem muito, mas também naqueles que fazem uso moderado da bebida. Há uma relação direta entre o consumo de álcool e o aumento da pressão arterial.
O álcool tem também um grande efeito negativo sobre o fígado. O fígado é o principal órgão responsável pela desintoxicação do álcool, de forma que quanto mais álcool entrar no sistema, mais estresse sobre o fígado, Uma exposição prolongada a grandes quantidades de álcool, danifica e destrói as células do fígado. Sua ação é prejudicial ao fígado não apenas porque ele é tóxico, mas também porque ele é diurético. O álcool inibe a liberação de HAD, hormônio antidiurético, de forma que a água é "descarregada" do corpo em grandes quantidades (já pensaram em bares sem banheiros? Como iria ser?).
Finalmente, um produto final da desintoxicação do álcool pelo fígado é o ácido lático. Quando o fígado é forçado a tratar de grandes quantidades de álcool pode resultar numa condição de acidose lática. Esse acúmulo de ácido lático não apenas interfere com a função muscular, como também inibe a excreção renal de ácido úrico através dos rins, resultando num estado chamado hiperuricemia. Essa condição resulta problemas como dores nas articulações.
As mudanças acima descritas ocorrem penas nas pessoas que bebem muito. Alguns drinques ocasionais, o chamado "beber socialmente" não têm conseqüências negativas para a maioria das pessoas saudáveis.

FONTE BARBANTI, V. J. - Aptidão física: um convite à saúde. São Paulo, Ed. Manole Ltda., p 103-105; 1990;




quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Caminhando rumo a uma vida equilibrada

Caminhada por Marcela Delphino

MUITOS BENEFÍCIOS E POUCAS EXIGÊNCIAS, AS CAMINHADAS SÃO ALIADAS DA BOA FORMA E DO BEM-ESTAR.

As caminhadas não exigem equipamentos especiais e podem ser feitas em diversos lugares, então, o que você está esperando para calçar os tênis e começar essa atividade física tão simples e completa? O que não vale é passar horas perambulando pelo shopping. “Para obter os benefícios da caminhada é preciso dar ênfase no que está fazendo e ter objetivo”, afirma Eliane Jany Barbanti, educadora no Centro de Práticas Esportivas (Cepe).
foto:Cecília Bastos

“Para obter os benefícios da caminhada é preciso dar ênfase no que está fazendo e ter objetivo”Eliane Jany Barbanti
Quando a pessoa presta atenção no que está fazendo e tem uma orientação, começam a ser consideradas a freqüência, a duração e a intensidade do exercício. “Esses parâmetros levam a uma zona de treinamento adequada e a caminhada passa a ser uma atividade física”, explica Eliane. Visando à segurança e aos ganhos cardiovasculares do exercício aeróbio, a intensidade deve estar entre 60% e 80% da máxima freqüência cardíaca, de acordo com a idade. A freqüência deve ser de, no mínimo, três vezes por semana e a duração de quinze a sessenta minutos. Os resultados, aumento da resistência cardiorrespiratória, perda de peso, entre outros, só são alcançados se a prática for contínua.
foto:Cecília Bastos
Josefa Francisca da Silva
“Tenho diabetes e pressão alta, caminhar foi uma indicação médica. Além disso, o exercício me distrai e me faz sentir jovem”, conta Josefa Francisca da Silva Ferreira, técnica de laboratório no Instituto de Geociências, que caminha há vinte anos. “Se feita corretamente, a caminhada estimula o coração, os pulmões e todo o sistema circulatório”, afirma Eliane. Fora os benefícios físicos, a caminhada promove diminuição do estresse e controle da ansiedade.


“A absorção de oxigênio atua sobre os neurotransmissores na liberação de endorfinas, isso gera a sensação de bem-estar”, explica Eliane. “Numa zona de treinamento adequada, depois de 20 minutos, o corpo automaticamente começa a liberar esses neurotransmissores, que é o que falta em quem tem depressão”, completa a educadora, que coordena o grupo de Atividade Física e Depressão no Cepe. “Só a medicação não é suficiente para mim, necessito de atividade física”, afirma Veni Maria Andres Felli, professora de química farmacêutica na Faculdade de Ciências Farmacêuticas e participante do grupo. foto:Francisco Emolo “A caminhada é um bom exercício para mim, que fico na mesma posição muito tempo por causa da profissão”, completa Veni, que considera caminhar um prazer.>Embora sem grandes exigências, a caminhada deve ser acompanhada de alguns cuidados básicos. É importante que se faça um alongamento antes, especialmente dos membros inferiores, além disso a coluna deve permanecer reta, o olhar para frente e a barriga contraída. “É uma atividade espontânea, não precisa de um local exclusivo, pode ser feita em um bosque, numa pista, numa praia, em lugares de terreno irregular. Sem os alongamentos, que são fáceis de memorizar, você pode se machucar”, alerta Eliane.

“A caminhada é um bom exercício para mim, que fico na mesma posição muito tempo por causa da profissão” Veni Maria Andres Felli
“A caminhada faz com que eu durma melhor e tenha mais disposição; ainda, mantém o condicionamento físico, equilibra e enrijece o corpo”, afirma Maria do Socorro Bezerro Rocha, bibliotecária no Instituto de Ciências Biomédicas, que costuma caminhar pela manhã. Durante o exercício, as pessoas não devem estar de estômago vazio e a hidratação tem de ser constante. Os tênis devem ser bons, com algum amortecimento, mas não precisam ser sofisticados. Se a pessoa sentir algum mal-estar não deve forçar, mas parar imediatamente. Não existe um horário ideal para se exercitar, cada pessoa tem seu relógio biológico e isso deve ser respeitado.
O Espaço Aberto é uma publicação mensal da Universidade de São Paulo produzida pela CCS - Coordenadoria de Comunicação Social. Todos os direitos reservados®e.mail: espaber@edu.usp.br

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O corpo fala

O corpo fala quando:
  • O resfriado corre quando o corpo chora.
  • A dor de garganta surge quando não é possível comunicar a aflição.
  • O estomago arde quando as raivas não conseguem sair.
  • O diabetes invade quando a solidão dói.
  • O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
  • A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
  • O peito aperta quando o orgulho escraviza
  • O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
  • As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
  • A pressão sobre quando o medo aprisiona.
  • As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
  • A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
  • A alegria aparece quando o perfeccionismo fica intolerável
Escolha o que falar, com quem, onde, quando e como.