Sábado, 27 de Junho de 2009

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

PERCA PESO SEM PREJUDICAR A SAÚDE

Enquanto a ciência pesquisa a fórmula mágica para acabar de vez com o problema dos quilinhos a mais, muitas pessoas recorrem a métodos pouco seguros que prometem emagrecimento rápido
Emagrecer muito rápido, utilizando métodos que não são totalmente seguros ou têm embasamento científico pode ser ilusório, além de causar sérios danos à saúde.
Apesar das mais recentes descobertas da ciência sobre o assunto, profissionais ainda asseguram que a forma mais saudável para se perder peso ainda é por meio de uma reeducação alimentar, cultivando uma dieta equilibrada, aliada a uma rotina de exercícios físicos para auxiliar na queima dos excessos de energia. Sim, energia, porque a gordura nada mais é que um estoque feito pelo organismo quando se gasta menos energia do que se consome. A primeira fonte de energia utilizada pelo corpo quando você está praticando algum exercício, ou mesmo em atividades básicas do dia-a-dia, como andar, é a glicose, que provém da queima do carboidrato ou glicogênio armazenado nos músculos. Esgotada essa fonte, o organismo buscará energia queimando a gordura que pode ser armazenada em várias partes do corpo, debaixo da pele, em pequena quantidade nos músculos ou mesmo sobre órgãos internos, como os rins e o fígado.
Saiba mais sobre este assunto em
Disponível on line em Perca peso sem prejudicar a saúde.http://www.revistasportlife.com.br/
Confira o conteúdo completo na edição 84 da revista Sport Life.
Bruno Acioli

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

DISCIPLINA ALIMENTAR E FÍSICA TRAZEM BENEFÍCIOS PARA O CORPO E PARA A AUTO-ESTIMA

Fique bem com você mesmo a partir de uma reeducação alimentar
Excesso de peso contribui para o surgimento de problemas de saúde e estéticos.
Disciplina alimentar e física trazem benefícios para o corpo e para a auto-estima.
Gorduras, doces e massas são tentações, mesmo para aqueles que focam um corpo magro e esbelto. E fechar a boca para essas bombas alimentícias não é a única solução: força de vontade e disposição para freqüentar as milhares de academias faz parte do desafio. Porém, são imensos os benefícios para o corpo e principalmente para a saúde de quem ostenta essa causa.
A obesidade acarreta complicações aos que sofrem dessa, que já passa a ser considerada uma doença, uma vez que os problemas de saúde são agravados àqueles que estão acima do peso. De acordo com o Chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das clínicas da USP, doutor Alfredo Halpern, reduzir de 5 a 10% do peso inicial melhora os índices glicêmicos, diminui consideravelmente a pressão arterial e os níveis de colesterol. "Como conseqüência, o risco de desenvolver problemas cardiovasculares, principal causa de morte no Brasil, também cai drasticamente", afirma o especialista.
Já pelo lado estético, uma alimentação saudável, sem gorduras saturadas, bebidas alcoólicas e excesso de sal, ingestão de líquidos e vitaminas das frutas e verduras, diminui o risco de surgimento de celulite, por exemplo, a pele, cabelo e unhas ganham força. "A tendência é que, com essas restrições aliadas à prática moderada de exercícios físicos, o corpo apresente taxas menores de gordura", explica o médico.
No entanto, para algumas pessoas, o uso de medicamentos em paralelo, no processo de emagrecimento, pode ser necessário. Nesse caso, o acompanhamento médico se torna indispensável.
Disponível on line em Disciplina alimentar e física trazem benefícios para o corpo e para a auto-estima http://www.revistasportlife.com.br/

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

TOP 10 ADDICTION QUESTIONS TO ASK YOURSELF – ADDICTION EVALUATION

Top 10 addiction questions to ask yourself – addiction evaluation
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10SUPER PERGUNTAS PARA VOCÊ SABER SOBRE VÍCIO – BOAS-VINDAS AO APOIO DE AVALIAÇÃO SOBRE VÍCIO! PERGUNTAS FEITAS SOBRE VÍCIO?
1. Com que freqüência você tem se empenhado nesta substância ou comportamento?
2. Pense sobre um dia típico / semana. Em quantos dias você se empenha nesta substância ou comportamento?
3. Quantas vezes por dia?
4. Pense sobre o ano passado. Qual o número maior de vezes que você se empenhou nesta substância ou comportamento em qualquer uma ocasião?
5. Com que freqüência durante o ano passado você achou que não pode parar de tomar esta substância nem este comportamento uma vez que você começou?
6. Com que freqüência durante o no ano passado você não conseguiu parar de fazer o que normalmente era esperado de você por causa desta uma substância ou comportamento?
7. Com que freqüência durante o no ano passado necessitou esta substância ou comportamento de manhã?
8. Com que freqüência durante o no ano passado teve um sentimento de culpa ou remorso depois de tomar esta substância / empenhando neste comportamento?
9. Com que freqüência durante o ano passado você não pôde lembrar-se do que aconteceu na noite anterior por causa do uso da substância ou comportamento?
10. Você ou outra pessoa se feriu em conseqüência de tomar uma substância ou se empenhar num comportamento?
11.Um parente ou amigo ou um médico ficou preocupado sobre seu uso de uma substância/comportamento ou sugeriu que você parasse?

Tradução: Eliane Jany Barbanti

Domingo, 7 de Junho de 2009

INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA O CONDICIONAMENTO FÍSICO

Como calcular as faixas de frequência cardíaca de treino

PRÁTICA DE EXERCÍCIOS CONTRIBUI PARA A MELHORA DO HUMOR

Turbine o seu humor com exercícios físicos
Estudo mostra que os efeitos da atividade física sobre o humor podem durar até 12 horas depois de terminada a sessão de exercício
Ninguém duvida que se exercitar espanta o mal humor. Mas, ao que parece, os efeitos da atividade física sobre o humor são maiores do que o que se pensava até então.
Estudo apresentado esta semana no Congresso da Academia Americana de Medicina do Esporte mostrou que os benefícios da prática de esporte duram até 12 horas depois de terminada a sessão de exercício.
Os voluntários que participaram da pesquisa – homens e mulheres saudáveis – tiveram de responder uma enquete sobre o seu estado de humor depois de 1h, 2h, 4h, 8h, 12h e 24h. Todos eles se exercitaram a 60% de sua FCmáx, ou seja, em um nível considerado moderado. Os efeitos positivos ocorreram em todos os tipos de participantes, independentemente da idade, gênero ou grau de condicionamento físico.
“Em alguns casos, o exercício pode complementar outras terapias para o tratamento de depressão, a um custo baixíssimo”, disse Jeremy Sibold, autor do estudo. Para o cientista, os resultados são mais um reforço à ideia de que se deve fazer da atividade física um hábito diário.
Fernando Fischer / texto: Vanessa de Sá

Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO

Acidentes aéreos ou outras tragédias podem resultar nos familiares, parentes, amigos ou por vezes a própria vítima em
Transtorno de estresse pós-traumático
Transtornos relacionados por semelhança ou classificação
O que é?
O transtorno de estresse pós-traumático pode ser entendido como a perturbação psíquica decorrente e relacionada a um evento fortemente ameaçador ao próprio paciente ou sendo este apenas testemunha da tragédia. O transtorno consiste num tipo de recordação que é melhor definido como revivescência pois é muito mais forte que uma simples recordação. Na revivescência além de recordar as imagens o paciente sente como se estivesse vivendo novamente a tragédia com todo o sofrimento que ela causou originalmente. O transtorno então é a recorrência do sofrimento original de um trauma, que além do próprio sofrimento é desencadeante também de alterações neurofisiológicas e mentais.

Diagnóstico
O primeiro aspecto a ser definido é a existência de um evento traumatizante. Aquele suficientemente marcante, não há dúvidas quanto a ser ameaçador à vida ou à integridade individual, como os seqüestros, assaltos violentos, estupros. Há, contudo certos eventos que podem não ser considerados graves como um acidente de carro sem vítimas. Mesmo assim caso uma pessoa venha a apresentar o quadro de estresse pós-traumático perante uma situação que poderia não ser considerada forte o suficiente para causar danos à maioria das pessoas, pode causar danos para outras. Com certeza, um evento marcante, fora da rotina, que de alguma forma represente uma ameaça, tem que ter acontecido: sem isso não será possível fazer o diagnóstico, pois a definição dele envolve o evento externo. Os sintomas têm que estar diretamente relacionados ao evento estressante, as imagens, as recordações e as revivescência têm que ser a respeito do ocorrido e não sobre outros fatos quaisquer ainda que ameaçadores.Para o diagnóstico é essencial que a pessoa tenha experimentado ou testemunhado um evento traumatizante ou gravemente ameaçador. Quando esse evento ocorre é necessário também que a pessoa tenha apresentado uma resposta marcante de medo, desesperança ou horror imediatamente após o evento traumático. Depois isso o indivíduo deve passar a ter recordações vivas, intrusivas (involuntárias e abruptas) do evento, incluindo a recordação do que pensou, sentiu ou percebeu enquanto vivia o evento traumático. Podem ocorrer pesadelos baseados no tema. Sentir como se o evento fosse acontecer de novo, chegando a comportar-se como se estivesse de fato vivendo de novo o evento traumático. Nesses eventos é possível que o paciente tenha flashbacks ou alucinações com as imagens do evento traumático. As situações que lembram o evento causam intenso sofrimento e são evitadas. Ter de expor-se novamente ao local pode ser insuportável para o paciente. Por isso o paciente passa a evitar os assuntos que lembrem o evento, como também as conversas, pessoas, objetos e sensações, tudo que se relacione ao trauma. A recordação dos aspectos essenciais do trauma pode também ser apagada da memória. A pessoa pode afastar-se do convívio social e outras atividades mesmo que não relacionadas ao evento. Pode passar a sentir-se diferente das outras pessoas. Pode passar a ter dificuldade de sentir determinadas emoções, como se houvesse um embotamento geral dos afetos. Pode passar a encarar as coisas com uma perspectiva de futuro mais restrita, passando a viver como se fosse morrer dentro de poucos anos, sem que exista nenhum motivo para isso. Outros sintomas podem ser também insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, respostas exageradas a estímulos normais ou banais.Para se fazer o diagnóstico é preciso que esses sintomas estejam presentes por no mínimo um mês. Caso o tempo seja inferior a isso não significa que a pessoa não teve nada, só não se pode dar esse diagnóstico.Certos sintomas não compõem o diagnóstico, mas podem ser encontrados nos paciente com estresse pós-traumático como dor de cabeça, problemas gastrintestinais, problemas imunológicos, tonteiras, dores no peito, desconfortos.

Considerações
O transtorno de estresse pós-traumático é provavelmente um transtorno muito comum, porém pouco conhecido, como nas décadas passadas foram desconhecidos porém freqüentes os transtornos de pânico, fobia social, obsessivo compulsivo. O estresse pós-traumático se diferencia dos demais transtornos de ansiedade e da maioria dos transtornos mentais por ser causado a partir de um fator externo. O aparato mental do homem é capaz de lidar com situações estressantes sem que isso deixe cicatrizes, da mesma forma que os vasos sanguíneos são capazes de suportar elevações da pressão arterial durante o exercício físico normalmente. Há, contudo limites a partir dos quais o funcionamento mental fica perturbado. Provavelmente isso ocorre quando os mecanismos de enfrentamento e suporte contra estresse são fracos ou quando os estímulos são fortes demais.Quando surgirá o transtorno não podemos saber, o fato de uma pessoa ter passado por um trauma não significa necessariamente que ela terá estresse pós-traumático. Observa-se que num mesmo evento, algumas pessoas podem apresentar esse transtorno e outras não. Essas variações nos levam a julgar que existem também predisposições pessoais a este problema, o que de fato tem sido constatado. Pessoas com outros problemas de ansiedade prévios apresentam maior susceptibilidade a desenvolverem o estresse pós-traumático.

Grupo de Risco e Curso
Qualquer pessoa pode desenvolver estresse pós-traumático, desde uma criança até um ancião. Os sintomas não surgem necessariamente logo após o evento, podem levar meses. O intervalo mais comum entre evento traumatizante e o início dos sintomas são três meses. Muitas pessoas se recuperam dos sintomas em seis meses aproximadamente, outras podem ficar com os sintomas durante anos.

Tratamento
Os tratamentos preconizados ainda não são plenamente satisfatórios ou estão em início de investigação. Até recentemente a única medicação autorizada oficialmente para tratamento do estresses pós-traumático nos EUA era a sertralina, que continua sendo indicada. Uma medicação promissora talvez mais eficaz que a sertralina é o topiramato. As primeiras investigações com ele mostraram uma resposta altamente satisfatória. Quem não obteve resposta com o tratamento convencional pode experimentar esse novo anticonvulsivante e estabilizador do humor.
Ref. Bibliograf:
Psychiatry Res. 1998; 81: 179-193

Epidemiological and Phenomenological Aspects of Post-Traumatic Stress DisorderMichael Maes

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

TOP 10 WAYS TO IMPROVE YOUR BODY IMAGE FOR FOOD ADDICTS

Top 10 ways to improve your body image for food addicts
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10 SUPER MANEIRAS DE MELHORAR SUA IMAGEM CORPORAL PARA DISTÚRBIOS ALIMENTARES

1. Reconheça que o seu corpo é único, não importa de que forma, tamanho, ou cor ele tenha.
2. Se você está preocupado com seu peso ou tamanho, cheque em com seu médico para assegurar-se que sua saúde e tamanho estão dentro dos limites da média para alguém de sua idade.
3. Quando você ouve comentários negativos vindo por dentro si, diga a si mesmo para parar.
4. Dê três elogios todos os dias a si mesmo.
5. Toda noite faça uma lista de três coisas em seu dia que realmente lhe deram prazer. Ao focalizar nas coisas boas que você faz e os aspectos positivos de sua vida, você pode mudar como sente-se sobre si.
6. Entenda que não é da conta de ninguém a aparencia do seu corpo.Você tem que estar feliz consigo. Esqueça-se dos inimigos.
7. Identifique que aspectos de sua aparência que você realisticamente pode mudar e que você não pode. Todo o mundo tem coisas sobre si que não podem mudar e necessitam aceitar - como sua altura, por exemplo, ou o tamanho de sapato.
8. Se há coisas sobre si que quer mudar e pode (tal como quanto exercitato e bem nutrido você está), faça isto através de metas para si. Crie um plano realista de exercícios e coma alimentos nutritivos.
9. Caminhe em seu progresso até que você alcançe sua meta. Fazer um desafio a você mesmo é uma grande maneira de incentivar auto estima!
10. Celebre suas vitórias recompensando- se quando alcança suas metas. Compre se algo especial que comemore o momento e as realizações de sua vida.
Teste sua auto-confiança.

1. Recognize that your body is your own, no matter what shape, size, or color it comes in.
2. If you are worried about your weight or size, check in with your doctor to make sure that your health and size are within average ranges for someone your age.
3. When you hear negative comments coming from within yourself, tell yourself to stop.
4. Give yourself three compliments every day.
5. Every evening list three things in your day that really gave you pleasure. By focusing on the good things you do and the positive aspects of your life, you can change how you feel about yourself.
6. Understand that it’s no one’s business what your body looks like. You have to be happy with yourself. Forget the haters.
7. Identify which aspects of your appearance you can realistically change and which you can’t. Everyone has things about themselves that they can’t change and need to accept - like their height, for example, or their shoe size.
8. If there are things about yourself that you want to change and can (such as how fit you are), do this by making goals for yourself. Create a realistic exercise plan and eat nutritious foods.
9. Track your progress until you reach your goal. Meeting a challenge you set for yourself is a great way to boost self-esteem!
10. Celebrate your victories by rewarding yourself when you reach your goals. Buy yourself something special that can commemorate the moment and achievements in your life.
Test your self confidence
Tradução: Eliane Jany Barbanti

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

ACIDENTE AÉREO VÔO 447 AIR FRANCE

02/06/09 Ana Laura Atualidades, Brasil, Informação
Depois de sumir do radar, o avião da Air France foi dado como desaparecido. Hoje por volta das 9:30h da manhã, uma pequena embarcação encontrou uma grande mancha do que poderia ser querosene e também algumas poltronas perto de Fernando de Noronha.
O avião da Força Aérea Brasileira, que atua nas buscas é equipado com radar capaz de captar sons e temperatura que a aeronave desaparecida possa emitir, além de também localizar indícios de metal, porém a FAB avisa que, provavelmente, a maior parte do avião não será encontrada, caso seja confirmada a queda do avião em alto mar.
A hipótese da queda gira em torno de que o avião pode ter passado pela zona de convergência inter tropical, e lá, por causa da tempestade, o avião sofreu uma pane, e impossibilitado de pedir socorro, já que era uma zona neutra, onde os radares não atuam, ele caiu no mar.
Deixamos a seguinte mensagem aos que perderam seus entes queridos nesta tragédia:
"Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós."de (Amado Nervo)
Acidente aéreo vôo 447 Air France
Palavras relacionadas
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

O QUE É ESPORTE

Para entender o esporte do ponto de vista acadêmico, é necessário desenvolver algo mais do que uma simples definição do termo.
A descrição e explicação científica exigem precisão. Isto é necessário tanto para assuntos de relevância prática ou teórica.
Claro que nem todos podem concordar com esta definição, mas ela nos permite distinguir o esporte da brincadeira, recreação, disputa ou espetáculo e permite estudá-lo em seus relacionamentos com outras partes importantes da vida social.
O esporte é um fenômeno cultural e social que influencia e sofre influência da sociedade e muitas vezes seus problemas são os mesmos da própria sociedade.
Cada vez mais o esporte se torna parte do nosso mundo social. Ele se relaciona com a vida familiar, com a educação, política, economia, artes e religião. Com maior entendimento é possível mudá-lo de forma que mais pessoas se beneficiem das coisas positivas que ele tem a oferecer.

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

DIA MUNDIAL SEM TABACO

No próximo domingo, dia 31 de maio (31/05), comemoram-se o Dia Mundial Sem Tabaco.
Um terço da população adulta fuma no Brasil: 11,2 milhões de mulheres e 16,7 milhões de homens, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Instituto Nacional do Câncer. Cerca de 80 mil pessoas morrem ao ano, no Brasil, por complicações causadas pelo fumo.
Em comemoração ao Dia Mundial sem Tabaco, o News.med.br organizou um material para seus pacientes, com dados atuais, informações úteis e métodos para abandonar o vício.
Baixe material de apoio a pacientes que desejam parar de fumar:
>> Baixe e distribua material de apoio a pacientes que desejam parar de fumar (pdf).
31 de maio - Dia Mundial sem Tabaco
Com o apelo da OMS pela proibição mundial do fumo em locais públicos fechados, a marca da campanha de 31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco, é a proteção aos fumantes passivos
.
Dados da OMS apontam que cerca de 200 mil pessoas morrem diariamente em decorrência de doenças ligadas à exposição ao cigarro em ambientes como locais de trabalho, por exemplo.
De acordo com a OMS, a melhor forma de proteger os fumantes passivos é banir completamente o fumo de locais fechados, uma vez que não há nível de exposição seguro para pessoas que convivem com fumantes. Para a OMS, a interdição do cigarro não deveria ser voluntária, mas arbitrária e acompanhada de medidas como cobranças de multas.
A recomendação é que empresas privadas e governos adotem a proibição por completo do tabaco em suas dependências, ressaltando que medidas paliativas como sistemas de ventilação e a instalação de áreas de fumantes já se mostraram ineficientes na proteção aos fumantes passivos.
Fonte: OMS
Informações complementares:
Complementos
22/04/2009 14:16 - Complemento feito por Zeropiú
Nova terapia
.
Está provado cientificamente (na acupuntura, auriculoterapia e eletroestimulaçao) que, estimulando determinados pontos da orelha, os neurotransmisores são induzidos a produzir endorfinas.
Zerosmoke é uma nova terapia patenteada, que une as vantagens de sistemas válidos já utilizados em auricoloterapia, aliadas a uma tecnologia com resultados excepcionais (mais de 80% de sucesso) nos tratamentos anti-tabágicos.É uma terapia que pode ser feita tranquilamente sozinho em casa sem ir em centros ou consultórios médicos. Os dois biomagnetes Zerosmoke colocados na posição contraposta numa determinada zona da orelha, atraem-se entre si, exercendo uma estimulante pressão duradoura que activa os neurotransmisores e elimina o desejo de fumar. Nenhuma contra-indicação e não tira o tempo das próprias ocupações.
O método vem acompanhado de um manual com as instruções de utilização e um guia para o primeiro mês como não fumador, da autoria do CENTRO EUROPEU CONTRA O FUMO.
As instruções do manual incluem também linhas orientadoras em Português da autoria de Arizona Smokers Helpline ,University of Arizona, Tobacco Education and Prevention Program, Arizona Department of Health Services. Este kit representa assim uma valia a mais para quem pretende deixar de fumar.

Deixando de Fumar sem Mistério
Aos Coordenadores Municipais e Estaduais de Controle do Tabagismo
Para facilitar o processo referente ao tratamento do tabagismo na rede SUS, disponibilizamos a cópia em pdf do Manual do Participante "Deixando de Fumar sem Mistério", para baixar ou imprimir. Veja mais aqui:

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

PRIMEIRO MARCADOR DE CÉREBRO PARA FORMA FAMILIAR DE DEPRESSÃO: MUDANÇAS ESTRUTURAIS NO CÓRTEX DO CÉREBRO

Institute Science Daily (Mar. 26, 2009) -
Apreciação de um dos maiores estudos que se possa imaginar indicam que a depressão tem diferenças estruturais no cérebro - um afinamento do hemisfério direito - parece estar ligado a um maior risco de depressão, de acordo com a novos estudos na Columbia University Medical Center e do New York State Psychiatric Institute.
A pesquisa foi liderada por Myrna Weissman, Ph.D., professor de epidemiologia na psiquiatria, Columbia University College of Physicians e cirurgiões, e diretor da Divisão de Epidemiologia no New York State Psychiatric Institute, e co-autor sênior do estudo , e Bradley Peterson, MD, diretor do Child & Adolescent Psychiatry e diretor da RM Investigação no Departamento de Psiquiatria na Columbia University Medical Center e do New York State Psychiatric Institute, e primeiro autor do estudo.
Publicado no início da próxima edição online da Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), os pesquisadores descobriram que as pessoas com alto risco de desenvolver depressão tiveram um desgaste de 28 por cento o direito córtex, da superfície externa do cérebro, em comparação às pessoas com nenhum risco conhecidos.
A drástica redução surpreendeu investigadores, que dizem que é compatível com a perda da matéria do cérebro tipicamente observada em pessoas com doença de Alzheimer e esquizofrenia. “A diferença foi tão grande que a princípio, nós quase não acreditamos. Mas temos verificado e re-verificado todos os nossos dados, e verificado por todas as possíveis explicações alternativas, e ainda a diferença estava lá", disse o Dr. Peterson.
Dr. Peterson diz que o córtex mais fino pode aumentar o risco de desenvolver depressão por romper a capacidade de a pessoa prestar atenção, e interpretar, dicas sociais e emocionais de outras pessoas. Testes adicionais mediram o nível de cada pessoa a desatenção e memória para esses sinais. Quanto menos tecido cerebral uma pessoa tinha no córtex direito, pior se saiam, nos testes realizados sobre a atenção e memória.
O estudo comparou a espessura do córtex pela imagem do cérebro de 131 indivíduos, com idades entre 6 a 54 anos de idade, com e sem uma história familiar de depressão. Estruturais diferenças foram observadas na prole biológica de indivíduos deprimidos, mas não foram encontrados na descendência biológica daqueles que não eram deprimidos.
Um dos objetivos do estudo era determinar se anormalidades estruturais no cérebro predispor as pessoas à depressão ou eram a causa da doença. Dr. Peterson disse, "Porque estudos anteriores biológicos apenas focalizavam em um número relativamente pequeno de indivíduos que já sofriam de depressão, as suas conclusões não foram capazes de fazer ver se essas diferenças representaram as causas da doença depressiva, ou uma conseqüência”.
O estudo constatou que o córtex mais fino do lado direito do cérebro não se correlaciona com depressão na realidade, apenas um aumento de risco para a doença. Foram indivíduos que apresentaram uma redução adicional no cérebro no lado esquerdo, que passaram a desenvolver depressão ou ansiedade.
Disse Dr. Peterson. “Nossos achados sugerem fortemente que sim, se tiver córtex mais fino do lado direito do cérebro, pode estar predispostos à depressão e também pode ter alguns problemas cognitivos e desatenção”. Quanto mais fino for o córtex mais você terá problemas cognitivos e de atenção. Se você tiver, em adicional na mesma região do hemisfério esquerdo, isso parece tornar você sobre mais vulnerável a desenvolver sintomas de uma doença manifesta, “disse o Dr. Peterson”.
Feito em participantes de um dos mais longos multi-geracional Estudos da Depressão.
Os participantes foram encontrados das "Crianças em alto e baixo risco de depressão", um estudo anterior, que foi iniciado há 27 anos pelo Dr. Weissman. Enquanto em Yale, o Dr. Weissman começou a triagem para analisar os familiares de risco para depressão. Ela identificou as pessoas com depressão moderada a grave, bem como as pessoas com nenhuma doença mental, e acompanhou essas famílias, por mais de 25 anos. Dr. Weissman considerou que a depressão foi transmitida entre as gerações nas famílias de alto risco e, por 20 anos de acompanhamento Dr. Peterson convidou para colaborar com imagens dos participantes. O estudo inclui agora avós, seus filhos e netos.
As futuras implicações clínicas dos achados
Comentando sobre os potenciais implicações clínicas dos achados, Dr. Peterson disse: "Se o mecanismo ou via para a doença, na verdade é executada a partir do córtex mais fino para estes problemas cognitivos que afetam a atenção de uma pessoa e a sua capacidade de interpretar social e emocional pista - isto sugere que pode haver potenciais novos tratamentos ou utilizações de tratamentos já existentes para a intervenção de tomada”. Por exemplo, tanto as terapias comportamentais que visam melhorar a atenção e memória e / ou medicamentos estimulantes atualmente utilizados para déficit de atenção e desordem de hiper-atividade, possa emergir como possíveis tratamentos para as pessoas que têm depressão familiar e este padrão de adelgaçamento cortical, de uma forma altamente personalizada de tomada de decisão e de tratamento do médico, pois pode ser que o tratamento sua desatenção poderia melhorar seu processamento de informação social. Este conjectura é inteiramente especulativa, neste ponto, mas é uma lógica para testar a hipótese com base nas conclusões deste estudo";
Próximos Passos
Usando a função ressonância magnética (fMRI), com 152 indivíduos, com idades entre 12 a 20, com e sem uma história familiar de depressão, o Dr. Peterson e o Dr. Weissman planejam aprender mais sobre o padrão de córtex mais fino, observando os circuitos de ativação funcional durante atribuições de atenção para examinar o modo como esses grupos diferem.
Reexaminando os indivíduos no futuro também se espera permitir aos investigadores determinar se a redução em questão diz respeito aos neurônios cerebrais em vez de apoiar outras células no cérebro, conhecida como GLIA. Além disso, testes específicos comportamentais e cognitivos podem ajudar a identificar mais definitivamente os percursos causais que levam de afinamento do córtex à depressão.
Peterson, Weissman, e seus colegas também planejam o estudo do DNA desses indivíduos para determinar se existe um gene específico que contribui para ter um elevado risco para depressão. Os pesquisadores podem, portanto, investigar se os indivíduos com risco de depressão neste gene têm maiores afinamentos do córtex.
Background
Uma doença muito familiar, a depressão é uma das principais causas de incapacidade no mundo para as pessoas de 15 a 44 anos de idade, e está associada com aumento da mortalidade decorrente de doenças cardiovasculares, a má higiene pessoal e suicídio.
O início precoce da depressão, o que ocorre antes da vida adulta, tende a ser familiar e é geralmente caracterizada como sendo mais crônico e com maior gravidade.
Até agora, não existem estudos de estrutura cerebral na depressão que se concentraram na espessura cortical.
Este estudo foi apoiado por uma subvenção de financiamento do Instituto Nacional de Saúde Mental do National Institutes of Health.
FONTE
EXTRAÍDO DO ORIGINAL: Early Brain Marker For Familial Form Of Depression: Structural Changes In Brain's Cortex
APA MLA MLA Columbia University Medical Center (2009, March 26). Early Brain marcador de forma familial da depressão: as mudanças estruturais no cérebro da Cortex. ScienceDaily. Retrieved
Tradução Eliane Jany Barbanti

Sábado, 16 de Maio de 2009

TABAGISMO

Body's Defenses May Worsen Chronic Lung Diseases In Smokers
Defesas do organismo podem piorar doenças pulmonares crônicas em fumantes
Although the immune system is designed to protect the body from harm, it may actually worsen one of the most difficult-to-treat respiratory diseases: ...
Embora o sistema imune é concebido para proteger o corpo contra o mal, pode piorar realmente uma das mais difíceis de tratar são as doenças respiratórias: ...
full story > História completa


Adults Important In Reducing Tobacco Use Among Young People
Adultos importacia de reduzir Tabagismo Entre Jovens

Insight Into The Way Nicotine Works In The Brain
A introspecção na maneira como a nicotina atua no cérebro

High IQ Linked To Reduced Risk Of Death
Alto QI Vinculado ao reduzido risco de morte

Fonte:
APA MLA MLA
University of Cincinnati (2009, February 18). Defesas do organismo podem piorar doenças pulmonares crônicas em fumantes. ScienceDaily. Retrieved May 16, 2009, from http://64.233.163.132/

Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

AUTO IMAGEM POSITIVA EXERCÍCIO e TABAGISMO

Positive Body Image More Effective Than Exercise In Helping Young Women Lose Weight, Quit Smoking

APTIDÃO FÍSICA MELHORA A MEMÓRIA ESPACIAL, AUMENTA O TAMANHO DA ESTRUTURA DO CÉREBRO

Physical Fitness Improves Spatial Memory, Increases Size of Brain Structure

Aptidão física melhora a memória espacial, aumenta o tamanho da estrutura do cérebro

Domingo, 3 de Maio de 2009

EXERCÍCIO DEPRESSÃO E AUTO ESTIMA EM CRIANÇAS COM SOBREPESO

Regular Exercise Reduces Depressive Symptoms, Improves Self-esteem In Overweight Children
Exercício físico regular reduz os sintomas depressivos, melhora a auto-estima em crianças com sobrepeso

BlOG FITNESS

Neste blog você encontrará assuntos relativos à aptidão física e saúde relacionados com a qualidade de vida, exercícios efetivos e práticos, atualização na área, beleza, estética, alimentação, emagrecimento e bem estar
Para saber mais clique aqui:
http://aptidaofisicaesaude.blogspot.com/

Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

DISTÚRBIOS ALIMENTARES E DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Por Marty Lerner, Ph.D.
Aqueles de nós que estão entre a “comunidade de recuperação" estão todos muito conscientes da prevalência de distúrbios alimentares entre os dependentes químicos.
O objetivo deste artigo é sensibilizar tanto sobre a natureza como a prevalência dos transtornos alimentares especialmente na comunidade de recuperação de alcoólicos e toxicodependentes.
A pesquisa atual sugere uma estimativa consistente, entre bebidas alcoólicas e dependência química.
Mulheres dependentes que podem ser "qualificadas" como comedoras com distúrbios estão ao redor de vinte a quarenta por cento. Não existem estudos específicos em matéria de gênero com “dependência cruzada”. No entanto, há evidências que sugerem que, de todos os casos diagnosticados na população em geral, pelo menos dez por cento são do sexo masculino. Certamente, quando falamos de "transtornos alimentares," estamos incluindo todos os que sofrem de diferentes formas de anorexia, bulimia e comedores compulsivos. Apesar de muitas pessoas que sofrem com um transtorno alimentar podem aparentemente estar significativamente com sobrepeso ou abaixo do peso, como não se pode identificar a maioria dos alcoólicos e toxicodependentes, uns com os outros os portadores de transtornos alimentares também não são reconhecidos simplesmente pelo aparecimento sozinho dos transtornos.Neste momento, muitos de vocês podem estar perguntando como um transtorno alimentar pode ser considerado uma adição ou vício? Como pode alguém ser viciado em comida ou "dieta"?
Esta confusão se parece muito com a confusão e mal entendidos relativos à verdadeira natureza do alcoolismo nos anos passados, explica a dificuldade entre muitas pessoas com transtornos alimentares em reconhecer um transtorno alimentar.
A dependência química é como um parentesco de "primo" de primeiro grau. O fato é que há provas significativas que muitos transtornos alimentares cumprem os critérios médicos aceitos para dependência química (por exemplo, bulimia, comer compulsivo).
O corpo de investigação que vem pesquisando a "bioquímica" daquilo que foi denominado "dependência alimentar" tem crescido nos últimos anos. Até agora se sabe que um número significativo de transtornos alimentares tem uma base biológica que vai além dos elementos ligados ao comportamento disfuncional de comer. Por exemplo, tanto bulímicos como comedores compulsivos têm uma tendência a auto-medicação através de comer em demasia e / ou purgar. Na realidade, existe um mecanismo similar para os que transformam em restrição sua ingestão alimentar por inanição auto-induzida (anorexia). Sabemos, por exemplo, que os alimentos altamente glicêmicos (por exemplo, açúcar e produtos de farinha, carboidratos simples altamente processados) desencadeiam uma reação no corpo de muitos comedores compulsivos de “secretar mais” insulina. O efeito é um rápido aumento do açúcar no sangue seguido por um aumento nos níveis da seratonina e beta endorfinas. Infelizmente, isso provoca uma reação de queda rápida nesses níveis logo depois - como resultado. Esta síndrome de "queda rápida" é marcada por depressão, ansiedade, insônia, fadiga, e um desejo de aliviar o sofrimento. Se isto soa familiar aos alcoólicos, não é coincidência.
O álcool se converte em puro açúcar quando é digerido no estômago. Os alcoólicos que se abstêm de beber e encontram forte desejo por açúcar, cafeína, nicotina, o fazem, porque essas substâncias tendem a aliviar alguns dos sintomas associados nem tanto com álcool, e, sim, com a retirada do açúcar. Em conjunto a esses elementos físicos estas dependências têm em comum o aprendizado de se automedicar da depressão, assim como em relação a substâncias e comportamentos compulsivos e as semelhanças tornam-se evidentes. Há pouca coincidência neste fenômeno de “dependência cruzada”. Recupera-se de um transtorno alimentar é muito semelhante à recuperação de qualquer adição.
O tratamento eficaz inicia seguindo-se uma série de direções na seqüência do início do tratamento com um conjunto de instruções. Adictos todos têm em comum certo grau de problemas físicos e psicológicos que separam o "viciado" do "não-viciado”. Do lado físico, um bom primeiro passo é o de eliminar ou limitar gravemente carboidratos refinados (por exemplo, açúcar, farinha) de sua dieta. Para ter certeza, isso não significa comer sempre menos, isso significa comer diferente. Um corpo de pesquisa cada vez maior tem demonstrado que em muitos transtornos alimentares pessoas manifestam uma maior sensibilidade a essas substâncias, bem como o efeito de álcool nos alcoolistas. Esta "sensibilidade" traduz-se numa secreção excessiva de insulina, levando a uma pronunciada queda do açúcar no sangue e, assim, um aumento da fome física e depressão. Em outras palavras, se você está comendo compulsivamente, a chance são que essas substâncias desempenhem um papel padrão no seu comer compulsivo bem como tem efeito diretamente nos neurotransmissores que influenciam o seu humor (primeiro fazendo-o "sentir-se" melhor e, em seguida, levando a um estado de depressão mental). Se o acima citado é apenas um mecanismo primário para um transtorno alimentar ou desempenha um papel menor não é conhecido.Um fenômeno semelhante parece existir nos indivíduos que sofrem de anorexia. Aqui, a "solução aditiva" é evitar totalmente alimentos ou recorrer a um excessivo exercício e / ou purga. Em última análise, isso resulta em um ciclo de dependência em função da fome ou purgar a "repelir" a depressão e evitar ganho de peso. Neste caso também, um plano alimentar de abstinência* serve como um guia de alimentação saudável. (Ver definição de "abstinência" abaixo). Seguindo uma abstinência alimentar * (por exemplo, baixa glicemia), em conjunto com a pesagem e medição de porções (para aqueles que tendem a sobre ou sob qualquer estimativa de porção), é parte integrante do fundamento pelo qual uma recuperação de vida é construída.
O objetivo deste processo é o de proporcionar um "Esboço" de que a pessoa é capaz de construir um padrão alimentar com um alívio da tendência para qualquer estimativa sobre ou sob estimar as suas necessidades nutricionais. Sem isso o desenho técnico, é ter intenções boas, mas nenhum meio de construir programa de projeto de recuperação pessoal que possa suportar as inconsistências da vida cotidiana. A partir de nossas experiências, "Fazer é acreditar".
Definindo Abstinência:
Sobre uma perspectiva médica, refere-se à abstinência a simples cessação da dependência ou comportamentos compulsivos que se aplicam aos padrões comportamentais associados a uma desordem alimentar.
Para o comedor compulsivo, isso significa que se abster de excessos, independentemente do tipo de alimento ou a freqüência de alimentação.
Para os bulímicos sofredores, isso significa o abster comer até fartar-se e purgar. Já para os anoréxicos, representa já não restringir ingestão calórica e / ou o cessar da atividade purgativa.
A definição da perspectiva da abstinência do vício é a mesma com uma importante função.
Uma ferramenta essencial para atingi-se os objetivos acima mencionados inclui um plano alimentar de abstinência.
Poderíamos dizer que um plano de abstinência limita as porções de alimento ou, em alguns casos, eliminam-se, produtos de farinha e açúcar, bem como pesagem e medição porções.
Novamente, isto não é nem uma "licença" para o sofredor de anorexia comer menos ou ficarem obsessivos sobre calorias - é um meio de uma alimentação com quantidade adequada de alimentos saudáveis, nutritivos e não subestimar porções. Com efeito, esta abordagem para comer é recomendada para aqueles que ainda têm outra forma de conseguir sua abstinência de transtorno alimentar.
A analogia com o tratamento do alcoolismo é que um se diferencia entre as duas perspectivas - a de recomendar a tentar o álcool "beber controlado" versus alcançar "Abstinência". Pode, aliás, ser possível que alguns obtenham o "controle” de seu transtorno alimentar (ou alcoolismo) disciplinando seu alcoolismo por autodisciplina. Para outras, pode haver um fator físico além desta autodisciplina. Nestes casos, a experiência tem demonstrado que "tais intervalos de controle são muitas vezes breves, quase sempre seguido por uma recaída ainda pior. "(empréstimo a partir do" Big Book "de AA). Para obter Ajuda. A recuperação de um transtorno alimentar como um processo de dependência sugere um processo de tratamento que englobe os aspectos físico, emocional, espiritual da doença.
No início deste, freqüentemente significa encontrar um centro de tratamento capaz de fornecer as ferramentas necessárias para entrar em recuperação. Uma vez encontrando o caminho da recuperação, aderindo a um plano alimentar saudável, freqüentar regularmente os grupos de apoio relevantes (por exemplo, a Comedores compulsivos, Vigilantes do peso, etc), e trabalhar com outras pessoas em recuperação, continua a ser a essência da qual longa recuperação é construída.
Para obter mais informações sobre como encontrar apoio para desordens alimentares e detalhes sobre o suporte dos recursos você pode visitar a Milestones em recuperação no www.milestonesinrecovery.com site.
Colaborador: Dr. Marty Lerner, Ph.D.Dr. Lerner é o diretor executivo do Milestones do Programa de Recuperação de desordens compulsivas. Lerner é um licenciado e certificado em psicologia clínica especializada em quem está em tratamento dos transtornos alimentares desde 1980. Ele é o autor de diversas publicações relacionadas com os transtornos alimentares que aparecem na literatura profissional, bem como numerosas revistas e jornais. Pale-Reflections.com
Fonte e bibliografia do autor
Author's BioDr. Lerner is the executive director of the Milestones in Recovery Eating Disorders Program located in Cooper City, Florida. Dr. Lerner is a licensed and board certified clinical psychologist who has specialized in the treatment of eating disorders since 1980. He is the author of several publications related to eating disorders appearing in the professional literature as well as numerous magazines and newspapers. A member of the professional community here in South Florida since finishing his training, Dr. Lerner makes his home in Davie with his wife Michele and daughters Janelle and Danielle.
Tradução Eliane Jany Barbanti

Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

EMOTIONAL ADDICTION – THE TOLL OF WORRYING AND ANXIETY

Vício emotivo – o pedágio para preocupação e ansiedade

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Emotional addiction – the toll of worrying and anxiety



Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

O ESPORTE QUE TEM A SUA CARA

Por Rita Trevisan
Que todas as atividades físicas fazem bem ao corpo e à mente, ninguém duvida. Mas um deles, além desses benefícios, combina exatamente com o seu.
Os especialistas são unânimes em afirmar: abandonar a vida sedentária é fundamental para prevenir doenças, garantir mais disposição e bem-estar.
Em geral, a prática de um esporte conduz a uma melhora na capacidade cardiorrespiratória e na circulação, fortalece a musculatura, os tendões e até os ossos, deixando o corpo mais protegido contra lesões, torções e fraturas.
A prática regular de um esporte recreativo — aquele não-competitivo — diminui o risco de doenças como a hipertensão, o acidente vascular cerebral (AVC) e o diabetes”, complementa o educador físico Luis Carlos de Oliveira, instrutor de pesquisa do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).
Tudo isso sem falar nos ganhos estéticos, como o controle do peso, o enrijecimento e a definição da musculatura. “Quem faz algum exercício regularmente garante mais quantidade e qualidade de vida”, resume Ricardo Munir Nahas, diretor científico da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME).
Os benefícios de uma atividade física regular se estendem à saúde mental.
“O esporte funciona, muitas vezes, como um treino para a vida prática e propicia situações que permitem o conhecimento do próprio corpo e uma consequente melhora da autoimagem e da autoconfiança”, explica Eliane Jany Barbanti, coordenadora do Núcleo de Psicologia do Esporte e Atividade Física (NUPSEA), da USP.
Mas, se são capazes de trazer inúmeros ganhos para a saúde do corpo e da mente, é importante saber que os exercícios se diferenciam entre si no que diz respeito a resultados específicos. Por isso, é tão importante fazer uma escolha acertada entre as várias modalidades disponíveis, antes mesmo de começar a treinar.
Para cada objetivo, existem atividades que são mais indicadas, pelo tipo de trabalho físico que proporcionam. De acordo com a sua meta, é possível estabelecer uma rotina de treinos personalizada, que vai garantir resultados mais rápidos e eficazes.
Fonte
Disponível em Viva Saúde - O esporte que tem a sua cara
revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/69/artigo122525-1.asp - 45k -

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Faça o possível para ser feliz!!!

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Seja Feliz!!!




Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

EXERCÍCIO FÍSICO, ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTE

Diferentes formas de conceituar o exercício são apresentadas por vários autores que fazem diversas propostas sobre modelos ilustrados, bem como diferem entre si por focarem aspectos diferentes destes.
Os conceitos podem se referir à intenção, aos resultados pretendidos, e a localização.·
Atividade física
A atividade física é definida por Barbanti, (2003) no sentido mais restrito a “todo movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que provoca um gasto de energias”, o autor destaca que o termo refere-se também à totalidade de movimentos executados no contexto do esporte, aptidão física, recreação, da brincadeira, do jogo e do exercício.
Exercício físico
O mesmo autor conceitua exercício físico da seguinte maneira:
“O exercício físico é uma seqüência planejada de movimentos repetitivos sistematicamente com o objetivo de melhorar o rendimento”.Vários tipos e formas de exercício podem ser apresentados Berger & Mcinman (1993) destacam que o “exercício” pode dizer respeito à:
a) Uma atividade realizada individualmente ou em grupo;
b) Um esporte competitivo ou uma atividade física de lazer;
c) Uma atividade aeróbia (Exercício produzido com baixa intensidade num longo espaço de tempo – definição avançada pelo American College of. Sports Medicine, 1971), citado por RIBEIRO (1988) ou,
d) Anaeróbia; (Exercício produzido num espaço de tempo breve e com muita intensidade – definição avançada pelo American College Of Sports Medicine 1971), citado pelo mesmo autor.e) Exercício crônico ou agudo; (nível psicológico, sendo que a duração mínima para se denotarem alterações seja de 6 meses) (Brown et al, 1982); e, por fim,
f) Pode-se referir a uma atividade desenvolvida por sujeitos que diferem na sua condição e capacidades físicas.
Em qualquer atividade existe uma multiplicidade de fatores que vão variar e caracterizar cada situação em particular, como por exemplo, as características do treino, o ambiente em que se praticam os participantes, e até mesmo os instrutores.·
Esporte
Uma definição precisa de esporte é mais difícil devido à grande variedade de significados. Quase tudo que é entendido sob o termo esporte é menos determinado por análises científicas em seus domínios do que pelo uso diário e pelo desenvolvimento histórico e transmitido pelas estruturas sociais, econômicas, políticas e judiciais.
Segundo Barbanti (2003) para os sociólogos do esporte uma definição bastante aceita é a seguinte:
“É uma atividade competitiva, institucionalizada, que envolve esforço físico vigoroso ou o uso de habilidades motoras relativamente complexas, por indivíduos cuja participação é motivada pela combinação de fatores intrínsecos e extrínsecos”.
O objetivo no esporte é comparar rendimentos.
O critério para comparações do que se realiza necessita da padronização do equipamento e das instalações, assim como da exigência de um procedimento quantitativo de comparação.
Dentro do escopo da Ciência do Esporte, este é estudado de vários ângulos entre eles o da agressão.
Pesquisas indicam que há vários modelos explicativos para as situações específicas do esporte, onde o comportamento agressivo não é apenas típico dos esportistas, mas dos espectadores também. Além da agressão a motivação também está fortemente relacionada no esporte além do estudo da ansiedade no contexto esportivo.
O esporte pode ser relacionado em vários contextos:
1. Aos diferentes grupos de participantes (universitários, homens, mulheres, estudantes etc.).
2. Aos diferentes tipos de esportes (individual, dual, de equipe etc.).
3. Aos vários níveis de competição (local, regional, nacional, internacional).

Bibliografia
Barbanti, V. J - Dicionário de Educação Física e do Esporte. São Paulo, Ed. Manole Ltda., 2003.
Brown, E, Morrow, J. & Livingston, S - Self-concept changes in women as a result of training .Journal of Sport Psychology, 4, 354-363, 1982.
Ribeiro, J. L. - Efeitos psicológicos da atividade física. Jornal de Psicologia, 7, 5, 10-14, 1988.

EXERCÍCIO e DEPRESSÃO

Kate LeeConsumer Health Interativos
O exercício pode realmente melhorar o meu humor?
Como funciona o exercício no alivio da depressão?
Quanto tempo demora se sentir melhor?
Será que o exercício tem que ser vigoroso?
Que tipo de exercício é o melhor para melhorar o meu humor?
Como posso me exercitar se mal consigo sair da cama?

O exercício pode realmente melhorar o meu humor?
Sim. Apenas uma alegre caminhada três vezes por semana podem ajudar a recuperar mais rapidamente da depressão, reduzir a sua gravidade, e até mesmo impedir as recaídas, em primeiro lugar. Centenas de estudos descobriram que o exercício pode ajudar a aliviar os sintomas físicos e emocionais em pessoas clinicamente deprimidas. Outros descobriram que pessoas que trabalham fora regularmente, sendo jovens ou idosas, tendem a ter uma melhor auto-estima e menos problemas de saúde física e mental. Em um estudo com estudantes universitários que fizeram exercício aeróbio por cinco semanas recuperaram-se mais rápido e mais completamente dos eventos estressantes da vida do que aqueles que praticavam as técnicas de relaxamento. De fato, na Universidade “Duke University Medical Center” um estudo com 156 pacientes clinicamente deprimidos revelou que o exercício parece ser mais eficaz no alivio da depressão a longo prazo do que a medicação antidepressiva Zoloft. Nesta amostra clínica, os pacientes do grupo de exercício fizeram aulas supervisionadas três vezes por semana de rotinas de bicicleta ergométrica entre 70 a 85 por cento da máxima freqüência cardíaca por 30 minutos, de acordo com um relatório publicado em Medicina Psicossomática.

Como funciona o exercício no alivio da depressão?
Apenas focalizar a mente e corpo em uma atividade rítmica pode ajudar a aliviar a ansiedade.
O exercício é um grande alivio no estresse, também, não só porque alivia a tensão muscular, mas também porque ele trabalha a máxima freqüência cardíaca.
Esta combinação o torna mais relaxado e alerta, e, portanto, mais apto a lidar com seus problemas. Além disso, você se sente muito melhor para deixar as suas frustrações sobre a esteira do que sobre o seu cônjuge ou colegas de trabalho.
Se a depressão estiver perturbando seu sono ou apetite, queimar algumas calorias extra podem ajudar a levar o seu corpo de volta em sincronia e aumenta o seu nível de energia se você estiver se arrastando. Pode levar a sua mente fora dos problemas, também.
Claro que, ficar mais forte e em forma faz você se sentir melhor sobre si mesmo, reforçando o seu senso de competência e controle sobre sua vida. E saber que você pode ceder a um sundae ocasionalmente sem se preocupar com o modo como ele irá olhar para seus quadris é agradável, também.Algumas pesquisas recentes sugerem que o exercício pode realmente mudar a química do cérebro. Um estudo recente concluiu que um bom treino pode impulsionar o seu nível de serotonina, um químico cerebral que está ligado ao humor. Exercício intenso também pode estimular a produção de endorfinas, analgésicos naturais que às vezes podem fazer você se sentir eufórico. Um estudo em 2005 na Universidade de Yale descobriu que o exercício aumenta a neurogênese - o crescimento de células cerebrais neural - e atenua os efeitos do envelhecimento e depressão. Embora os investigadores não tenham certeza se é o suficiente para sair da depressão, a prova é encorajadora.Participar de um clube ou reunião com amigos para caminhar ou se exercitar pode ajudar melhorar a sensação de isolamento que pode se desenvolver quando se está deprimido.

Quanto tempo demora se sentir melhor?
Pessoas que sofrem de depressão maior têm experimentado um aumento no bem-estar emocional e de energia a partir de tão pouco como uma única sessão de 30 minutos de exercícios, de acordo com um pequeno estudo publicado na revista Medicine & Science in Sports & Exercise. Mas para os melhores resultados, o programa de exercícios deve durar pelo menos dois meses, de acordo com a Harvard Mental Health Newsletter.

Será que o exercício tem que ser vigoroso?
Não, qualquer tipo pode ajudar. Em um estudo publicado em 2005, pesquisadores testaram os efeitos que um programa de três meses exerceu sobre as pessoas com depressão leve a moderada. Os 80 participantes divididos em cinco grupos, com um deles executando vigorosamente três dias por semana e outro mais cinco dias por semana, dois grupos fazendo "baixa dose" de exercício três e cinco dias por semana, e outro (grupo controle) fazendo apenas alongamento. Os sintomas de depressão diminuíram em todos os cinco grupos, mas eles não assumem o melhor quadro no exercício do programa rigoroso, caindo por uma média de 47 por cento. Isso significa que o programa de exercício vigoroso foi tão eficaz como a medicação antidepressiva e terapia cognitiva, os dois principais tratamentos para a depressão.

Que tipo de exercício é o melhor para melhorar o meu humor?
Não há evidências de que um tipo específico de exercício seja o melhor. A maioria dos estudos vem pesquisando a corrida ou outras atividades aeróbias. Mas estudos que também compararam os efeitos das atividades de baixa intensidade, tais como caminhar, e atividades não aeróbias, como o levantamento de pesos, descobriram que estes tipos de exercício são igualmente eficazes na redução da ansiedade e depressão. Você nem mesmo necessita atingir uma melhora na resistência cardiovascular ou aptidão física para colher os benefícios emocionais.

Como posso me exercitar se mal consigo sair da cama?
Pode parecer impossível fazer o esforço para se exercitar por sua própria conta. Se você está gravemente deprimido, fale primeiro com o seu médico sobre psicoterapia ou medicação, ou ambos. Depois que começar a sentir um pouco melhor, você pode procurar por um programa estruturado de exercício em grupo construído em torno de atividades que você já se beneficiou no passado.Participar de um grupo de caminhada é muitas vezes uma boa opção, pois você pode estar em qualquer nível de aptidão física ou fitness e você não irá precisar de nenhum treinamento ou equipamento especial. E só sair, especialmente em bom tempo, pode ser terapêutico em si.
Comece andando cinco a dez minutos por dia, e trabalhe no seu ritmo até 30 ou 45 minutos.
Pode haver necessidade de persistir durante várias semanas antes de notar uma melhora em sua disposição, mas tente fazê-lo para manter como um hábito para incorporar no seu estilo de vida e não abandonar. Pode ajudar a pensar em se tratar de adquirir um novo estilo de vida para a saúde que você pretende manter para o resto de sua vida. Então encontre seu ritmo.
Estudos mostram que as pessoas percebem os maiores efeitos após quatro meses de exercício físico regular.
Lembre-se, o exercício não é um substituto para outros tipos de tratamentos para a depressão, como a medicação ou terapia, mas é uma boa atividade complementar para adicionar ao seu hábito. Se você tiver uma condição médica ou estiver fora de forma, converse com seu médico sobre o melhor tipo de exercício para você.

Kate Lee é um ex-editor associado na Consumer Health Interativos e pesquisador no Time Inc. Health.
Referências Bibliograficas·

  • Annesi JJ. Annesi JJ. Changes in Depressed Mood Associated with 10 Weeks of Moderate Cardiovascular Exercise in Formerly Sedentary Adults.
  • Alterações no humor deprimido associados com 10 semanas de exercício cardiovascular moderado em Anteriormente em Sedentarismo Adultos.·
  • Dunn, AL, et al. Dunn, AL, et al. Exercise Treatment for Depression: Efficacy and Dose Response. Exercício Tratamento de Depressão: A eficácia e a dose Response. American Journal of Preventive Medicine (January 2005): vol.28, No.1, pp1 –8.·
  • Blumenthal JA, et al. Efeitos do exercício Treinamento em pacientes mais idosos com depressão maior, Blumenthal JA, et al. Archives of Internal Medicine, October, 25, 1999; 159:2349-56 Archives of Internal Medicine, Outubro 25, 1999; 159:2349-56·
  • Effects of exercise Training on older patients with major depression, Exercício em idosos com depressão maior, a American Family Physician, http://www.aafp.org/afp/20000401/tips/16.html·
  • Exercise treatment for major depression: maintenance of therapeutic benefit at 10 months. Exercício de tratamento para depressão maior: manutenção do benefício terapêutico em 10 meses. Blumenthal JA, et al. Blumenthal JA, et al. Psychosomatic Medicine, September-October, 2000; 62(5):633-8.
  • Psychosomatic Medicine, setembro-outubro, 2000; 62 (5):633-8.· Neurotrophic factors and regulation of mood: role of exercise, diet and metabolism. Fatores neurotróficos e de regulação do humor: o papel do exercício físico, dieta e metabolismo. Neurobiology of Aging December 2005.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=pubmed&dopt=Abstract&list_uids=16226350&query_hl=2
  • Physical Activity Improves Mental Health, Michal Artal, MD, The Physician and Sportsmedicine, Vol. Atividade Física Melhora a Saúde Mental, Michal Artal, MD, o médico e Sportsmedicine, vol. 26 No. 10, October 1998 26 n º 10, outubro de 1998.·
  • Psychological Reports (June 2005): vol. Psychological Reports (junho 2005): vol. 96, No.3, pp.855-62. 96, No.3, pp.855-62.· Working off Depression. Livrando-se da Depressão. Harvard Mental Health Newsletter, December 2006. Harvard Mental Health Newsletter, dezembro 2006. Reviewed by Lynn Cohen, MA, MFT, a marriage and family therapist with a private practice in Vacaville, California.
  • Reviewed by Lynn Cohen, MA, MFT, a marriage and family therapist with a private practice in Vacaville, California.Revisado por Lynn Cohen, MA, MFT
  • Revisado por Lynn Cohen, MA, MFT, um terapeuta de casamento e familiar com uma clínica privada em Vacaville, Califórnia.Our reviewers are members of Consumer Health Interactive's medical advisory board . Nossos Comentadores são membros do Consumer Health Interactive's Medical Advisory Board.
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    First published November 2, 1998 Publicados pela primeira vez 2. Nov 1998 Last updated December 16, 2008 Últimas modificação 16 De dezembro de 2008. Copyright © 1998 Consumer Health Interactive and OneBody, Inc. Copyright © 1998.
  • Tradução: Eliane Jany Barbanti