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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Motivação no Esporte

Resumo
O assunto relacionado à motivação pessoal tem alcançado grande importância atualmente. Em razão deste destaque encontra-se na literatura os mais diversos conceitos e aplicações sobre motivação. O objetivo deste texto é de apresentar brevemente alguns conceitos e aplicações para motivar pessoas a praticar atividade física durante um longo período de tempo. Portanto, espera-se que este artigo sirva como uma espécie de guia com algumas abordagens sobre motivação, motivos, teorias motivacionais e suas aplicações para quaisquer pessoas que sejam interessados no assunto ou estejam estudando o tema.
Unitermos: Motivação. Revisão. Motivos.

Abstract
The subject related to motivation has reached a great importance nowadays. Because of this prominence, literature have showed several concepts and applications about motivation. The objective of this text is to briefly present some concepts and applications for motivating people to practice physical activity for a long period of time. Therefore, this article serves as a kind of guide with some approaches about motivation, reasons, motivational theories and their applications for anyone who is interesting in the subject or studying the theme.

Keywords: Motivation. Review. Motives
Introdução
Quando uma pessoa inicia um programa de atividade física ou uma modalidade esportiva, seja esta iniciativa causada por necessidade ou por convicção, a maior dificuldade que se encontra é na aderência desta atividade à longo prazo. Juntamente a isto, é reconhecido que os efeitos benéficos de qualquer atividade para à saúde, dependem extensivamente da adoção por um longo período de estilo de vida ativo.
A palavra motivação exerce um grande efeito sobre as pessoas principalmente quando refere-se a prática de atividades físicas em geral. Muitas vezes a motivação pode ser responsável por inúmeras razões pelas quais o indivíduo decidirá realizar alguma atividade física ou não.
O assunto relacionado à motivação pessoal tem alcançado grande importância atualmente, e diversos congressos relacionados à esta área tem o considerado como tema principal. Esta preocupação resultou em diversos pesquisadores à tentar buscar uma fórmula perfeita para motivação. Conseqüentemente, encontra-se na literatura os mais diversos conceitos e aplicações para este tema. O objetivo deste texto é de apresentar brevemente alguns conceitos e aplicações para motivar pessoas a praticar atividade física durante um longo período de tempo.
Conceitos de motivação e motivo
A motivação é conceituada como o processo que leva as pessoas a uma ação ou inércia em diversas situações. Este processo pode ser ainda o exame das razões pelas quais se escolhe fazer algo, e executar algumas tarefas com maior empenho do que outras (CRATTY, 1984). Entretanto, MAGILL (1984) se refere à motivação como causa de um comportamento. O mesmo, define motivação como alguma força interior, impulso ou uma intenção, que leva uma pessoa a fazer algo ou agir de certa forma.
CRATTY (1984), neste assunto, relata que as pessoas escolhem suas atividades físicas ou esportes, assim como participam destes com determinado grau de competência dependendo das suas experiências primitivas ou acontecimentos, situações e pessoas mais recentes.
O processo motivacional também é uma função dinamizadora da aprendizagem, e os motivos irão canalizar as informações percebidas na direção do comportamento (TRESCA, DE ROSE JR, 2000).
Na proposta de ATKINSON (2002), a motivação dirige o comportamento para um determinado incentivo que produz prazer ou alivia um estado desagradável. Segundo MURRAY (1973), o motivo se distingue de outros fatores como a experiência passada da pessoa, as suas capacidades físicas ou a situação ambiente onde se encontra, e que também podem contribuir na sua motivação. MURRAY (1973) também classifica os motivos em dois grupos: inatos ou primitivos e adquiridos ou secundários (agressão, raiva, etc).
Por outro lado, há também pesquisadores que conceituam os motivos como sendo construções hipotéticas, que são aprendidas ao longo do desenvolvimento humano e servem para explicar comportamentos (WINTERSTEIN, 2002). As explicações para as ações baseiam-se na suposição de que a ação é determinada pelas expectativas e pelas avaliações de seus resultados e pelas suas conseqüências.(WINTERSTEIN, 1992).
PAIM (2001) relata que na relação ensino-aprendizagem, em qualquer ambiente, conteúdo ou momento, a motivação constitui-se como um dos elementos centrais para a sua execução bem-sucedida.
Observando os mais diversos conceitos e definições citadas acima, pode-se concluir que existe duas linhas de raciocínio. Ou seja, alguns pesquisadores acreditam nas "experiências anteriores" para haver motivação, e outros cientistas pressupõe em "experiências posteriores" para tal ação. Todavia, existem alguns que seguem uma outra linha de pensamento onde tudo faz parte da motivação como é declarado por SAMULSKI (2002). Este relata que a motivação seria a totalidade daqueles fatores que determinam a atualização de formas de comportamento dirigidas a um determinado objetivo.
WEINBERG e GOULD (2001) descrevem muito bem as mais diversas definições, conceitos, diretrizes e teorias que abordam o tema motivação. Estes autores definem a motivação como sendo a direção e a intensidade do esforço. A direção refere-se a um indivíduo buscar, aproximar ou ser atraído a certas situações. Enquanto a intensidade refere-se ao esforço que um pessoa investe em uma determinada situação. WEINBERG e GOULD (2001) ainda descrevem as três visões típicas da motivação como sendo: visão centrada no participante, visão centrada na situação e a visão interacional entre indivíduo e situação. Outro ponto muito importante no texto de WEINBERG e GOULD (2001) está relacionada com as diferentes teorias da motivação que constituem em:

1) teoria de necessidade de realização, onde a visão interacional considera fatores pessoais e situacionais;

2) teoria da atribuição, que se focaliza em como as pessoas explicam seus fracasso e sucessos;

3) teoria das metas de realização que visa as metas de realização, percepção de capacidade e comportamento frente à realização; e

4) teoria da motivação para competência que relaciona às percepções de controle dos atletas.
No artigo de revisão de WINTERSTEIN (1992) é descrito uma visão geral dos processos de motivação com ênfase no motivo de realização. O autor também reporta diversos tipos de comportamento motivacionais baseando-se em autores como Heckhausen e Erdmann.
Teorias motivacionais
O interesse da população sobre o reconhecimento dos benefícios dos exercícios para a saúde resultou na descrições de diversas teorias comportamentais. Basicamente estas teorias foram adaptadas ou criadas com o interesse de avaliar ou propor a adesão da prática de atividade física nas pessoas. As pesquisas nestas áreas são geralmente chamadas de determinantes ou aderência à exercícios. Estes estudos são de cunho observacional, ou seja, sem intervenções e correlacionados com as atividades físicas. (SALLIS e OWEN, 1999)
SALLIS e OWEN (1999) comentam o quanto é necessário desenvolver teorias, modelos e hipóteses para auxiliar os pesquisadores em focalizar somente nas variáveis que acreditam ser relacionadas à atividades físicas. A maior parte das teorias formais e modelos que são aplicadas neste campo de pesquisa sobre determinantes da atividade física são também utilizadas em outros campos de estudo comportamental. O quadro 1 descreve a maioria das variáveis associadas a cada tipo de teoria mais comumente utilizada, e quais são algumas de suas técnicas de intervenções.

Quadro 1. Teorias e modelos utilizados na pesquisa em Atividade Física



As teorias motivacionais destacam que um indivíduo pode ter, como fonte de suas ações, razões internas (intrínsecos) ou externas (extrínsecos). Os motivos intrínsecos são resultantes da própria vontade do indivíduo, enquanto os extrínsecos dependem de fatores externos. Alguns motivos provêm de fontes externas ao indivíduo e à tarefa, incluindo-se aí diversas recompensas sociais e sinais de sucesso. Outras fontes podem ser resultado da estrutura psicológica do indivíduo e de suas necessidades pessoais de sucesso, sociabilidade, reconhecimento e etc. Apesar de haver numerosos fatores que influenciam a motivação individual, alguns autores classificam as pessoas segundo os motivos que as fazem ingressar no esporte ou em situações de sucesso. (CRATTY, 1984). Segundo ROBERTS (1992) é uma erro relacionar motivação diretamente com a performance no esporte ou na atividade física. A motivação não pode justificar a melhora ou a piora do desempenho de um indivíduo no esporte.
Adultos e crianças são motivadas a participar em esportes por razões similares. Embora os aspectos sobre saúde são mais importantes para os adultos, e o desenvolvimento de habilidades e competências são mais relevantes para as crianças (GILL, 2000). Em um estudo no qual BUTT (1995) estabeleceu as competências sobre os aspectos motivacionais na literatura. Este autor dividiu os níveis de motivação em quatro tipos: motivação biológica, motivação psicológico, motivação social e motivação secundária.
Para pessoas com necessidades especiais, utiliza-se os mesmos aspectos da motivação para o esporte, mas com diferença em relação a maiores frustrações e menor velocidade de progressão dos mesmos. Várias pessoas que tornaram-se deficientes por causa de algum tipo de trauma ou doença já tiveram experiências positivas ou negativas com exercícios antes da deficiência. Em alguns casos, a deficiência foi causada por alguma lesão atlética. Apesar desta experiência anterior, estes portadores de deficiência sintam-se mais motivados a realizarem algum tipo de atividade física do que aqueles que não tiveram tal experiência. Em relação a motivação externa, em termos gerais, as experiências com sucesso tornam mais fácil o processo de aprendizagem do que o fracasso. Pois em diversas pessoas, as experiências negativas aumenta o nível de insatisfação de um programa de atividades resultando em abandonos (SHEPARD, 1990).
Estudos com a aplicação dos conceitos de motivação
MASACHS et al. (1994) realizou um estudo sobre os motivos para participar de programas de exercícios físicos. Em sua breve revisão literária, os autores descrevem algumas pesquisas demonstrando os mais diversos tipos de investigação com o objetivo de entender o porquê da desistência das pessoas em continuar qualquer tipo de atividade. Os autores também investigaram os motivos passados e presentes das pessoas para continuarem ou desistirem de algum programa de atividades físicas. MASACHS et al. (1994) concluíram que a realização de exercícios físicos de forma regular fazia com que houvesse uma mudança substancial nas motivações dos indivíduos, determinando a aparição de razões para manter-se ativo. Este fato não foi identificado pelos sujeitos que desistiram dos exercícios físicos ou no passado ou no presente.
No estudo de TRESCA e DE ROSE JR (2000) investigou-se a predominância motivacional em aulas de dança na educação física escolar e verificaram que não houve uma diferença diferença entre as motivações intrínsecas e extrínsecas.
Enquanto isto, no estudo com cadeirantes que praticam basquetebol, identificou-se que os tipos de motivação destes indivíduos existem fatores intrínsecos e extrínsecos. Além disto, 50% dos praticantes buscaram neste esporte para desenvolver atividades do tipo lazer/recreação (BOAS, BIM e BARIAN, 2003).
BASSETS e ORTÍS (1999) estudaram a motivação de mulheres universitárias. Os autores encontraram que os motivos pelos quais estas decidiram praticar atividade física foram o acesso livre às instalações, tempo disponível e percepções dos benefícios físicos e psicológicos.
Conclusão
Observa-se que existe uma preocupação sobre a motivação em inúmeros estudos. Diversos pesquisadores vem investigando a motivação em relação à definição, mensuração e aplicação deste componente tanto para o dia-a-dia quanto para as situações aplicáveis na Educação Física. Até os dias de hoje existem muitas controvérsias relacionadas com fatores e teorias sobre o desenvolvimento da motivação do indivíduo para com uma atividade ou esporte. No entanto, se pode concluir que a motivação é um aspecto tal quanto importante quanto o aspecto físico. Assim, o profissional de Educação Física deveria preocupar-se não somente com a parte física das pessoas, mas também com o aspecto psíquico. Muitas vezes estes aspectos são determinantes para o desenvolvimento das práticas esportivas, independente da natureza, principalmente em crianças e portadores de necessidade especiais. Pode-se dizer que muitas pessoas praticam algum tipo de atividade não só por causas dos benefícios à saúde que estão toda hora na mídia, mas por causa do bem-estar psíquico que acompanha os praticantes assíduos.
Portanto, espera-se que este artigo sirva como uma espécie de guia com algumas abordagens sobre motivação, motivos, teorias motivacionais e suas aplicações para quaisquer pessoas que sejam interessados no assunto ou estejam estudando o tema.
Referências BibliográficasATKINSON, R.; ATKINSON, R.; SMITH, E.; BEM, D. Introdução à psicologia de Hilgard. 13º Ed. Porto Alegre: Artmed. 2002.
BASSETS, M.P.; ORTÍS, L.C. Una intervención motivational para pasar del sedentarismo a la actividad en mujeres universitarias. Revista de Psicología del Deporte. v.8, n.1, p.53-66, 1999.
BOAS, M.S.V.; BIM, R.H.; BARIAN, S.H.S. Aspectos motivacionais e benefícios da prática do basquetebol sobre rodas. Revista de Educação física/UEM. v.14, n.2, p.7-11, 2003.
BUTT, D.C. Short scales for the measurement of sport motivation. International Journal of Sport Psychology. n.4, p.203-216, 1995.
CRATTY, B.J. Psicologia do Esporte. 2° Ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil. 1984.
GILL, D.L. Psychological Dynamics of Sport and Exercise. 2° Ed. Illinois: Human Kinetics. 2000.
MAGILL, R.A. Aprendizagem Motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher. 1984.
MASACHS, M.; PUENTE, M.; BLASCO, T. Evolución de los motivos para participar en programas de ejercicio físico. Revista de Psicología del Esporte. v.5, n.4, p.71-80, 1994.
MURRAY, E.J. Motivação e Emoção. 3° Ed. Rio de Janeiro: Zahar. 1973.
PAIM, M.C.C. Fatores motivacionais e desempenho no futebol. Revista de Educação Física/UEM. v.12, n.2, p.73-79, 2001.
ROBERTS, G. Motivation in sport and exercise: Conceptual Constrains and Convergence. ROBERTS, G. (Org.). Motivation in sport and exercise. Illinois: Human Kinetics. 1992.
SALLIS, J.F.; OWEN, N. Determinants of Physical Activity. SALLIS, J.F.; OWEN, N (Org.). Physical Activity & Behavioral Medicine. California: Sage Publications, 1999.
SAMULSKI, D. Psicologia do Esporte. Barueri: Manole. 2002.
SHEPARD, R.J. Fitness in Special Populations. Illinois: Human Kinetics. 1990.
TRESCA, R.P.; DE ROSE JR, D. Estudo comparativo de motivação intrínseca em escolares praticantes e não praticantes de dança. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. v.8, n.1, p.9-13, 2000.
WEINBERG, R.S.; GOULD, D. Fundamentos da Psicologia do Esporte e do Exercício. 2° Ed. Porto Alegre: Artmed. 2001
WINTERSTEIN, P.J. Motivação, educação e esporte. Revista Paulista de Educação Física. v.6, n.1, p.53-61, 1992.
WINTERSTEIN, P.J. A motivação para a atividade física e para o esporte. DE ROSE JR et al (Org.). Esporte e atividade física na infância e na adolescência: uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed. 2002.
Fonte
Leticia de Matos Malavas

Jorge Both
http:www.efdeportes.com
revista digital · Año 10 · N° 89 Buenos Aires, Octubre 2005 © 1997-2005

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Endorfina: aumenta o bem estar e diminui o stress

Você já ouviu falar que exercício vicia? Algumas pessoas realmente são viciadas em atividade física. Esta dependência causada pelo exercício é atribuída às concentrações elevadas de endorfina produzidas por determinados exercícios.
Muitas pessoas se sentem irritadas, ansiosas, depressivas e com péssimo humor quando deixam de fazer exercícios físicos.

ENDORFINA é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer.

A endorfina é considerada um analgésico natural, reduzindo o estresse e a ansiedade, aliviando as tensões e sendo até recomendado no tratamento de depressão leves.
Há pessoas que não gostam tanto do exercício, mas da sensação de bem estar de tê-los feito. Assim sendo, a liberação de endorfina que gera a sensação de bem estar, provoca esse estado de plenitude que experimenta o praticante regular de atividade física. Mas esta liberação de endorfina depende das características da atividade física que estamos praticando. Entretanto, como se trata de um mecanismo provocado pela adaptação do corpo ao exercício, ela vai sendo liberada gradualmente desde o início da atividade.
“Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação”
Em determinado momento, porém, atinge um limiar de produção que a torna perceptível e surge a sensação de bem-estar que persiste mesmo depois de terminado o exercício.
Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação. Outros estudos observaram aumento das dosagens desse hormônio até 72 horas após o exercício.

A endorfina é produzida na hipófise e liberada para o sangue juntamente com outros hormônios como o GH (hormônio do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) que estimula a produção de adrenalina e cortisol. A intensidade e duração do exercício parecem ser responsáveis pela concentração de endorfina no sangue. Após exercícios de intensidade leve a moderada (menor que 60% do VO2max) não foi verificado aumento da taxa de endorfina no sangue. Um estudo comparativo entre um exercício aeróbio (com cargas crescentes de intensidade) e outro anaeróbio (com duração máxima de 1 minuto) encontrou concentrações plasmáticas aumentadas de endorfina de forma muito semelhante. No exercício aeróbio esse nível alto de endorfina foi encontrado após ter sido alcançado o limiar anaeróbio (cerca de 75% do VO2 máx). Observou-se também relação direta entre as concentrações de endorfina e outros hormônios relacionados à atividade física como o ACTH e adrenalina. Não existe um tempo de exercício pré-determinado a partir do qual a endorfina começa a ser liberada mais intensamente. Estudos, já citados acima, demonstraram que tanto exercícios aeróbios quanto anaeróbios podem provocar um aumento de sua concentração. Desta forma, se torna importante fazer uma avaliação física antes de iniciar os exercícios, para que você conheça o seu nível de condicionamento físico bem como limiares aeróbio e anaeróbio, e possa trabalhar de forma correta e segura. Insista nos exercícios aeróbios de 5x a 6x por semana, na musculação de 3x a 5x por semana e nos alongamentos.
Sinta este bem estar!
Matéria assinada por:Valéria Alvin Igayara de SouzaCREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento Cyber dist.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Top 10 ways to improve your body image for food addicts

Top 10 ways to improve your body image for food addicts
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10 SUPER MANEIRAS DE MELHORAR SUA IMAGEM CORPORAL PARA DISTÚRBIOS ALIMENTARES

1. Reconheça que o seu corpo é único, não importa de que forma, tamanho, ou cor ele tenha.
2. Se você está preocupado com seu peso ou tamanho, cheque em com seu médico para assegurar-se que sua saúde e tamanho estão dentro dos limites da média para alguém de sua idade.
3. Quando você ouve comentários negativos vindo por dentro si, diga a si mesmo para parar.
4. Dê três elogios todos os dias a si mesmo.
5. Toda noite faça uma lista de três coisas em seu dia que realmente lhe deram prazer. Ao focalizar nas coisas boas que você faz e os aspectos positivos de sua vida, você pode mudar como sente-se sobre si.
6. Entenda que não é da conta de ninguém a aparencia do seu corpo.Você tem que estar feliz consigo. Esqueça-se dos inimigos.
7. Identifique que aspectos de sua aparência que você realisticamente pode mudar e que você não pode. Todo o mundo tem coisas sobre si que não podem mudar e necessitam aceitar - como sua altura, por exemplo, ou o tamanho de sapato.
8. Se há coisas sobre si que quer mudar e pode (tal como quanto exercitato e bem nutrido você está), faça isto através de metas para si. Crie um plano realista de exercícios e coma alimentos nutritivos.
9. Caminhe em seu progresso até que você alcançe sua meta. Fazer um desafio a você mesmo é uma grande maneira de incentivar auto estima!
10. Celebre suas vitórias recompensando- se quando alcança suas metas. Compre se algo especial que comemore o momento e as realizações de sua vida.
Teste sua auto-confiança.

1. Recognize that your body is your own, no matter what shape, size, or color it comes in.
2. If you are worried about your weight or size, check in with your doctor to make sure that your health and size are within average ranges for someone your age.
3. When you hear negative comments coming from within yourself, tell yourself to stop.
4. Give yourself three compliments every day.
5. Every evening list three things in your day that really gave you pleasure. By focusing on the good things you do and the positive aspects of your life, you can change how you feel about yourself.
6. Understand that it’s no one’s business what your body looks like. You have to be happy with yourself. Forget the haters.
7. Identify which aspects of your appearance you can realistically change and which you can’t. Everyone has things about themselves that they can’t change and need to accept - like their height, for example, or their shoe size.
8. If there are things about yourself that you want to change and can (such as how fit you are), do this by making goals for yourself. Create a realistic exercise plan and eat nutritious foods.
9. Track your progress until you reach your goal. Meeting a challenge you set for yourself is a great way to boost self-esteem!
10. Celebrate your victories by rewarding yourself when you reach your goals. Buy yourself something special that can commemorate the moment and achievements in your life.
Test your self confidence
Tradução: Eliane Jany Barbanti

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Alcoolismo - buscando ajuda

É muito comum as pessoas quererem eliminar uns quilinhos e se depararem com a dificuldade em parar de beber.
Claro que nem todos que bebem são alcoólatras, mas é preciso romper as barreiras do preconceito e se informar sobre essa séria doença e que ainda é ignorada por muitos.
O alcoolismo ou Síndrome de Dependência do Álcool é uma das doenças com consequências físicas e sociais mais danosas, catalogadas tanto pela Associação Médica dos Estados Unidos quanto pela Organização Mundial de Saúde.
Ela afeta tanto o físico, o emocional, o espiritual, como também a família, amigos, social, financeiro, profissional, ou seja, afeta tudo.
Ela é responsável também pelo elevado número de homicídios, suicídios, acidentes de trabalho, de trânsito e um dos campeões de internações e reinternações em clínica e hospitais. Embora se tratando de uma doença pouco divulgada, o alcoolismo precisa ser tratado. Porém, a própria pessoa e a família, por preconceito e vergonha, procuram esconder e não buscam auxílio.
“A primeira condição para libertar-se das consequências do alcoolismo é desejar parar de beber”As pessoas em geral relacionam o alcoolismo apenas àqueles que bebem compulsivamente todos os dias e em grande quantidade, caindo pelas ruas. Esta imagem até pode ser real, mas é insuficiente para dar conta da extensão da doença, pois a quantidade e a freqüência nem sempre são fatores exclusivos para seu diagnóstico.
Há aqueles que dizem beber apenas socialmente, mas já são portadores da doença, pois são dependentes, muitas vezes sem o saberem.
A principal característica do alcoolismo é que está associado a uma sucessão de perdas. O desejo incontrolável da bebida e a incapacidade de estabelecer um limite para controlá-lo, comprometem os relacionamentos profissionais, familiares e as amizades.
O alcoólatra perde o controle sobre sua vontade, depois o respeito pelos outros, a memória, o raciocínio abstrato, a capacidade de concentração, o trabalho e a família.
Muitos chegam a perder-se a si mesmo, quando não a própria vida, seja assassinando ou por suicídio.
Os alcoólatras arrumam os mais diversos pretextos para o primeiro gole, depois para o segundo e assim por diante, como ressentimentos, raiva, ciúme, cansaços, etc. Alegam que bebem para esquecer ou para adquirir coragem para expressar sentimentos que não conseguem quando sóbrios.
De fato, no início, o álcool parece dar a sensação de ‘poder’ para quem o ingere, mas o preço disso é a rejeição pela sociedade e por si próprio.
Embora todas as causas do alcoolismo ainda não tenham sido descobertas, acredita-se que um dos fatores seja a hereditariedade; ou seja, os filhos de pais alcoólatras têm mais predisposição a desenvolver a doença.
Evidentemente, é preciso prestar atenção às causas da dependência física ao álcool, mas também é importante levar em conta as necessidades psicológicas que levam a pessoa a refugiar-se na inconsciência de seus efeitos.
Na maior parte dos casos, a doença é contraída durante a adolescência, fase em que se busca aprovação e maior segurança, como uma forma de defesa para sentir-se aceito pelo seu grupo social. Em sua maioria, embora nem todos levem o vício ao extremo na juventude, começam a beber para se sentirem mais seguros ou engraçados entre os amigos.
Em nossa cultura, tomar uma dose é uma prática associada a alguma comemoração, a momentos bons ou divertidos, e por isso, atrai em especial os adolescentes. Com o tempo, tudo passa a ser motivo para beber, bons ou maus momentos, festas de reencontro ou de despedidas. O alcoólatra julga usar o álcool para resolver seus problemas, sem se dar conta de que multiplica seus desconfortos físicos e emocionais e passa a depender do álcool para tudo, até para esquecer que é dependente.
O álcool é usado muitas vezes e inconscientemente para fugir ou suportar uma realidade.
De um aliado nas situações de crise, transforma-se em algoz do dependente e a pessoa que, no início achava que se tornava forte, descobre-se absolutamente fragilizada e merecedora do desrespeito alheio. Por isso, em certo estágio avançado, o álcool passa a ser considerado como uma forma de autopunição e autodestruição.
Não existem tratamentos capazes de erradicar totalmente a doença, ou seja, ninguém deixa de ser alcoólatra, mas é possível, contudo, que o doente evite o álcool, interrompendo a sucessão de perdas e recuperando as condições mínimas de convívio familiar, social e profissional. Para isso, é preciso tomar uma decisão nem sempre fácil decorrente de um processo de conscientização.
A decisão é evitar o primeiro gole, seja em que situação for. Para chegar a isso, o alcoólatra precisa adquirir consciência dos males que provoca a pessoas com quem convive e perceber principalmente os males que causa a si próprio.
O álcool não compromete apenas aquele que bebe, mas também os que convivem à sua volta. Os familiares de alcoólatras também precisam e podem buscar ajuda.
A primeira condição para libertar-se das conseqüências do alcoolismo é desejar parar de beber, podendo procurar auxílio de organizações como os Alcoólicos Anônimos-AA, em que alcoólatras encorajam-se uns aos outros se manterem sóbrios. O único requisito para se tornar membro da irmandade é o desejo de libertar-se da dependência, evitando o primeiro gole.
Se a bebida estiver atrapalhando sua vida, não sinta vergonha: procure ajuda.
Caso tenha interesse para você ou algum familiar ou conhecido, procure o número de telefone do AA em sua cidade e obtenha maiores informações neste blog. Mais vergonhoso que procurar ajuda é ser dependente de um produto químico e usá-lo para ferir as pessoas que lhe são mais caras, em especial você!
Fonte:
Cyber Diet por
Rosemeire Zago
Psicóloga clínica com abordagem jungiana, especialização em psicossomática.
Desenvolve o autoconhecimento e ministra palestras motivacionais.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A importância do autoconhecimento

A auto-estima oscila de acordo com as situações e principalmente em como nos sentimos em relação a cada um delas.
Mas o que faz com que algumas pessoas sejam mais seguras de si, mais estáveis emocionalmente enquanto outras se perdem, se desesperam quando algo acontece? O diferencial que faz com que cada um consiga ter controle sob suas emoções é o autoconhecimento.
O quanto você se conhece? Muito? Pouco? A maior parte das pessoas acredita que se conhece, mas na verdade se conhece muito pouco. Você ama alguém, confia em alguém que pouco conhece? Geralmente amamos e confiamos apenas em quem conhecemos muito! E se você não se conhece como quer acreditar mais em sua própria capacidade? Como quer ir em busca de seus sonhos se não acredita ser capaz? E por que não acredita ser capaz? Porque não sabe quem você é.
Por isso, o autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesma e fortalecer a auto-estima. É muito difícil alguém se conhecer interiormente quando a busca está sempre no externo. Buscam cuidar da pele, mudar o corte do cabelo, comprar roupas, carros, eliminar alguns quilinhos, mas quase sempre esquecem que o caminho deve ser o contrário, de dentro para fora.
Quando uma pessoa está bem com ela mesma você percebe isso não pela roupa que está usando, ou o carro que está dirigindo, mas pelo brilho em seu olhar, o sorriso em seu rosto, a paz em seu espírito. Como alguém que dorme mal toda noite pode sentir paz? Como alguém que está constantemente se criticando, se culpando, se achando errada, pode se amar? Amar-se é condição básica para elevar a auto-estima. É importante identificar os fatores que estão te impedindo de elevar sua auto-estima.
O autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesma e fortalecer a auto-estima.
Podemos perceber que a auto-estima está baixa quando desenvolvemos algumas características como: insegurança, inadequação, perfeccionismo, dúvidas constantes, incerteza do que se é, sentimento vago de não ser capaz, de não conseguir realizar nada, não se permitindo errar e com muita necessidade de agradar, ser aprovada, reconhecida pelo que faz e nem sempre pelo que é.
Se você identificou algumas dessas características, pode ser que esteja precisando aumentar seu autoconhecimento para assim elevar sua auto-estima.
Se quiser, poderá fazer o seguinte exercício:
- Escreva dez coisas que você gosta em si mesma.
- Depois escreva dez coisas que você não gosta em si mesma ou que gostaria de mudar.
- Qual lista foi mais fácil de completar?
A maioria das pessoas sente mais facilidade em identificar as coisas negativas. Aprendemos que dizer aquilo que gostamos em nós mesmas poderá ser rotulado de presunção, esnobismo, egocentrismo. Nada disso! Para aumentar o autoconhecimento é preciso ter consciência de quem se é de verdade, avaliando os pontos positivos tanto quanto os negativos, pois só assim será capaz de mudar aquilo que te incomoda ou te faz sofrer e valorizar o que tem de bom e que geralmente mergulhada em tantas críticas e cobranças, acaba por esquecer.
Continue o exercício:
- Observe as listas. Coloque um “i” nas características internas, ou seja, que dependam apenas de você reconhecê-las. E um “e” nas características externas, que dependam da opinião de outras pessoas.
- Ao fazer o sinal (i ou e), o que você percebe? Há um equilíbrio entre eles ou você tende mais para um lado?
Se você tem mais características externas ficará mais vulnerável à opinião dos outros e assim, mais facilmente manipulável. Dependerá cada vez mais de aprovação, mas infelizmente nunca da sua própria. Isso quer dizer que toda vez que algo que dependa no mundo externo ou de outras pessoas não correspondam a sua expectativa, você se sentirá frustrada e sua auto-estima tenderá a baixar.
Seu valor estará sempre na dependência do que dirão sobre você, não importando muito sua própria opinião. Por exemplo, quando você perde o emprego, quando recebe uma crítica, quando alguém se distancia de você. Tudo isso pode baixar sua auto-estima e se sentirá incapaz de continuar e desistirá no meio do caminho. Abandona assim seus sonhos, seus objetivos.
Para aumentar o autoconhecimento é preciso ter consciência de quem se é de verdade, avaliando os pontos positivos tanto quanto os negativos.
Isso acontece quando a principal fonte de auto-estima está naquilo que faz pelo externo, sempre querendo fazer algo para as pessoas em busca de aprovação e reconhecimento. E esse é o caminho mais curto para se machucar. Coloca assim todo seu valor nas opiniões ou respostas no mundo externo e, como quase sempre nada disso corresponde ao que espera, e nem ao que você é realmente, se permite depender cada vez mais de como te avaliam, gerando um círculo vicioso.
O importante é desenvolver a capacidade e ter a consciência de saber que o que faz é o reflexo de quem você é. Ao reconhecer seus pontos negativos, poderá mudar um por um. E reconhecendo seus pontos positivos se sentirá mais confiante em sua capacidade de conseguir o que quer que deseje, independente das críticas ou opiniões que terão sobre você, pois acredita ser capaz de conseguir tudo o que deseja! E ainda que ninguém te aprove, você terá autoconhecimento suficiente para você mesma se aprovar e principalmente se amar!

Rosemeire Zago
Psicóloga clínicacom abordagem jungiana.
Desenvolveo auto conhecimentoe ministra palestrasmotivacionais.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Co-dependência-um comportamento aprendido

A confusão característica sobre co-dependência é a crença equivocada da pessoa co-dependente que seus comportamentos são adequados.
Como mostrado no drama do triângulo eles acabam desempenhando um papel de vitima, vendo a sua situação fora de seu controle. Algo semelhante a um papel "mártir".
Então, por que alguém entraria num comportamento co-dependente quando isso pode lhe causar tanta dor emocional e dificuldade?
Porque pensar e, portanto, agir para estas pessoas com este padrão de modelo “agradar a todos” é um comportamento aprendido. Como o auto-conceito do co-dependente distorcido reforça o seu comportamento, torna-se uma resposta "automática".
Então a pergunta torna-se, COMO ou ONDE este comportamento é aprendido? E vai mais longe, um nível saudável de comportamento resposta pode ser aprendido?
Isto pode soar um pouco clichê', no entanto, este estilo é aprendido na infância, normalmente na família que você cresceu com a sua ("família de origem " ou F.O). Para mudar o comportamento, um co-dependente deve descobrir, e tornar-se habilitado, numa nova maneira de pensar sobre si próprio e dos outros.
Olhando para suas experiências de infância, é importante compreender que esta não é uma questão de culpar seus pais, irmãos, avós, extensão familiar, etc. É importante, contudo, reconhecer, conhecer e tomar conhecimento do ambiente em que se desenvolveu. Isto tem um grande significado para a pessoa que você se tornou como um adulto.
Algumas coisas na vida não são culpa sua, porém, é sua responsabilidade lidar com elas. Culpar é crítico e inútil. O entendimento pode levá-lo à libertação. Coloque-se novamente no lugar de condutor da sua vida emocional e cognitiva.
Para olhar para o que você aprendeu, e como isso se tornou um estilo de comportamento adulto co-dependente, vamos obter um entendimento de dois importantes processos de desenvolvimento:
Enmeshment - Emaranhado
Isto é um embaraçamento emocional, psicológico (e algumas vezes físico) com outras pessoas de tal maneira que o sentido de "Eu" se torna difuso. Torna-se difícil de perceber que você é uma pessoa distinta.
Em um extremo do espectro, isto pode acontecer quando uma criança procura para ganhar a aprovação de alguém que acredita ser importante, e à aprovação é de algum modo:
Não existe
Condicional
Baseados em padrões excepcionalmente elevados ou inatingíveis
A outra extremidade da escala é quando uma criança procura evitar a punição ou abuso. A aprovação, neste caso, nunca estará lá.
Com a exposição repetida a este quebra-cabeça a criança vai aprender que os outros são responsáveis por seus sentimentos - e elas são responsáveis pelos sentimentos por outros.
A criança se torna hiper-vigilante. Elas aprendem a concentrarem-se na tentativa de interpretar o que os pais e outras autoridades estão sentindo e pensando, a fim de obter aprovação ou se protegerem.
Diferenciação do Eu
Isso acontecerá quando a uma criança for dado tanto quanto for preciso um "amor incondicional, quanta aprovação e aceitação”.
A criança amadurecerá e reconhecerá sua relativa dependência de quem os cuida, sem que a sua aprendizagem "sobre cuidados" e sentido de ter uma existência emocional ou comportamental "tenha um preço”.
Isto não acontece em um ambiente que carece de disciplina ou limites Na verdade, deve ser permitido à criança "testar" os seus limites e experimentar as conseqüências.
Isto ajuda a criança a crescer com uma definição realista de si mesmo. They recognize their thoughts, emotions and physical self, and claim them as their own. Elas reconhecem os seus pensamentos, emoções e seu eu físico, e clamam por si próprias.
Elas se "diferenciam" (tornam-se conscientes de si como separadas). Eles também desenvolvem limites para manter e sustentar sua identidade (o eu)
Coisa profunda, não é? Bem, todos nós experimentamos o processo de diferenciação. Considere os jovens bebês dizendo, "não". Isto é, quando o processo começa. Parece que eles estão apenas se portando mal. O que está realmente acontecendo é que os seus “NÃO” são apenas uma tentativa de serem independentes de quem (dos que cuidam) cuida deles.
Como é que isto se aplica na co-dependência? Primeiro, responderei a essa pergunta com outra pergunta. Como se saiu o seu desenvolvimento? Se você se identifica com o modelo de co-dependência, esta é a sua resposta. Em segundo lugar, NÃO é a mais simples fronteira que existe, com que facilidade você diz?
Saber o que este emaranhado “enmeshment” tem produzido é vital para mudar o comportamento padrão da co-dependência. Você pode aprender a se separar dos outros e retomar o controle da sua vida. Você pode se "recuperar", e como Phoenix, ressurgir das cinzas.
A recuperação é um processo que pode levar você a descobrir, recuperar e se reengajar no seu “Eu”, e reafirmar a sua identidade. Você pode consegui-lo em qualquer idade e, a qualquer momento. Você está pronto para começar? O processo de recuperação da codependência é explicado na próxima página.
Extraído do texto do original: Codependence-A learned Behavior disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/
Tradução: Eliane Jany Barbanti

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