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Alô queridos!!!

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Capacidade de VO2 máximo para indivíduos fumantes e não fumantes...

CAPACIDADE DE VO2 MÁXIMO PARA INDIVÍDUOS FUMANTES E NÃO FUMANTES
Resumo
A predominância do tabagismo é baixa entre as pessoas que praticam exercícios.

Em repouso e, numa menor extensão, durante o exercício, a nicotina da fumaça do cigarro aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, diminui o débito sanguíneo cardíaco e aumenta e demanda de oxigênio pelo músculo cardíaco.

No exercício, a nicotina também aumenta os níveis de lactado no sangue, porém, não existem evidências conclusivas de que o exercício auxilia as pessoas a interromper o hábito de fumar, mas a maioria dos programas de interrupção incluem o exercício como componente vital.

Objetivo foi quantificar a capacidade de VO2 máximo durante a realização do teste de 12 minutos, onde participaram 9 indivíduos fumantes e não fumantes.

Quanto aos resultados: para os fumantes existe uma relação entre o tempo em que foi fumado o último cigarro com o exercício e que a capacidade de VO2 máximo é menor do que no indivíduo não fumante.

Unitermos: Tabagismo. Exercício físico. VO2 máximo.
Disponível on line emhttp://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 10 - N° 85 - Junio de 2005







quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Endorfina: aumenta o bem estar e diminui o stress

Você já ouviu falar que exercício vicia? Algumas pessoas realmente são viciadas em atividade física. Esta dependência causada pelo exercício é atribuída às concentrações elevadas de endorfina produzidas por determinados exercícios.
Muitas pessoas se sentem irritadas, ansiosas, depressivas e com péssimo humor quando deixam de fazer exercícios físicos.

ENDORFINA é uma substância natural produzida pelo cérebro durante e depois de uma atividade física que regula a emoção e a percepção da dor, ajudando a relaxar e gerando bem estar e prazer.

A endorfina é considerada um analgésico natural, reduzindo o estresse e a ansiedade, aliviando as tensões e sendo até recomendado no tratamento de depressão leves.
Há pessoas que não gostam tanto do exercício, mas da sensação de bem estar de tê-los feito. Assim sendo, a liberação de endorfina que gera a sensação de bem estar, provoca esse estado de plenitude que experimenta o praticante regular de atividade física. Mas esta liberação de endorfina depende das características da atividade física que estamos praticando. Entretanto, como se trata de um mecanismo provocado pela adaptação do corpo ao exercício, ela vai sendo liberada gradualmente desde o início da atividade.
“Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação”
Em determinado momento, porém, atinge um limiar de produção que a torna perceptível e surge a sensação de bem-estar que persiste mesmo depois de terminado o exercício.
Algumas pesquisas afirmam que os efeitos da endorfina são sentidos até uma ou duas horas após a sua liberação. Outros estudos observaram aumento das dosagens desse hormônio até 72 horas após o exercício.

A endorfina é produzida na hipófise e liberada para o sangue juntamente com outros hormônios como o GH (hormônio do crescimento) e o ACTH (hormônio adrenocorticotrófico) que estimula a produção de adrenalina e cortisol. A intensidade e duração do exercício parecem ser responsáveis pela concentração de endorfina no sangue. Após exercícios de intensidade leve a moderada (menor que 60% do VO2max) não foi verificado aumento da taxa de endorfina no sangue. Um estudo comparativo entre um exercício aeróbio (com cargas crescentes de intensidade) e outro anaeróbio (com duração máxima de 1 minuto) encontrou concentrações plasmáticas aumentadas de endorfina de forma muito semelhante. No exercício aeróbio esse nível alto de endorfina foi encontrado após ter sido alcançado o limiar anaeróbio (cerca de 75% do VO2 máx). Observou-se também relação direta entre as concentrações de endorfina e outros hormônios relacionados à atividade física como o ACTH e adrenalina. Não existe um tempo de exercício pré-determinado a partir do qual a endorfina começa a ser liberada mais intensamente. Estudos, já citados acima, demonstraram que tanto exercícios aeróbios quanto anaeróbios podem provocar um aumento de sua concentração. Desta forma, se torna importante fazer uma avaliação física antes de iniciar os exercícios, para que você conheça o seu nível de condicionamento físico bem como limiares aeróbio e anaeróbio, e possa trabalhar de forma correta e segura. Insista nos exercícios aeróbios de 5x a 6x por semana, na musculação de 3x a 5x por semana e nos alongamentos.
Sinta este bem estar!
Matéria assinada por:Valéria Alvin Igayara de SouzaCREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento Cyber dist.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Top 10 ways to improve your body image for food addicts

Top 10 ways to improve your body image for food addicts
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10 SUPER MANEIRAS DE MELHORAR SUA IMAGEM CORPORAL PARA DISTÚRBIOS ALIMENTARES

1. Reconheça que o seu corpo é único, não importa de que forma, tamanho, ou cor ele tenha.
2. Se você está preocupado com seu peso ou tamanho, cheque em com seu médico para assegurar-se que sua saúde e tamanho estão dentro dos limites da média para alguém de sua idade.
3. Quando você ouve comentários negativos vindo por dentro si, diga a si mesmo para parar.
4. Dê três elogios todos os dias a si mesmo.
5. Toda noite faça uma lista de três coisas em seu dia que realmente lhe deram prazer. Ao focalizar nas coisas boas que você faz e os aspectos positivos de sua vida, você pode mudar como sente-se sobre si.
6. Entenda que não é da conta de ninguém a aparencia do seu corpo.Você tem que estar feliz consigo. Esqueça-se dos inimigos.
7. Identifique que aspectos de sua aparência que você realisticamente pode mudar e que você não pode. Todo o mundo tem coisas sobre si que não podem mudar e necessitam aceitar - como sua altura, por exemplo, ou o tamanho de sapato.
8. Se há coisas sobre si que quer mudar e pode (tal como quanto exercitato e bem nutrido você está), faça isto através de metas para si. Crie um plano realista de exercícios e coma alimentos nutritivos.
9. Caminhe em seu progresso até que você alcançe sua meta. Fazer um desafio a você mesmo é uma grande maneira de incentivar auto estima!
10. Celebre suas vitórias recompensando- se quando alcança suas metas. Compre se algo especial que comemore o momento e as realizações de sua vida.
Teste sua auto-confiança.

1. Recognize that your body is your own, no matter what shape, size, or color it comes in.
2. If you are worried about your weight or size, check in with your doctor to make sure that your health and size are within average ranges for someone your age.
3. When you hear negative comments coming from within yourself, tell yourself to stop.
4. Give yourself three compliments every day.
5. Every evening list three things in your day that really gave you pleasure. By focusing on the good things you do and the positive aspects of your life, you can change how you feel about yourself.
6. Understand that it’s no one’s business what your body looks like. You have to be happy with yourself. Forget the haters.
7. Identify which aspects of your appearance you can realistically change and which you can’t. Everyone has things about themselves that they can’t change and need to accept - like their height, for example, or their shoe size.
8. If there are things about yourself that you want to change and can (such as how fit you are), do this by making goals for yourself. Create a realistic exercise plan and eat nutritious foods.
9. Track your progress until you reach your goal. Meeting a challenge you set for yourself is a great way to boost self-esteem!
10. Celebrate your victories by rewarding yourself when you reach your goals. Buy yourself something special that can commemorate the moment and achievements in your life.
Test your self confidence
Tradução: Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Estresse engorda

Cérebro estressado age como se estivesse em perigo, ordenando ao corpo que ele tem de se reabastecer de energia e comer.
Comidas ricas em gordura proporcionam prazer, reduzindo a tensão
Não tem jeito. O estresse faz parte da vida. O que talvez poucos saibam é que ele também tem a sua responsabilidade no aumento dos ponteiros da balança.
O corpo responde a ele – seja estresse físico, seja psicológico – da mesma forma.
Cada vez que você tem um dia complicado, o cérebro age como se você estivesse em perigo e ordena às células do corpo para liberar potentes hormônios, entre eles a adrenalina e o cortisol, que dizem ao organismo que ele deve se reabastecer de energia, fazendo-o ter fome, muita fome.
A liberação de cortisol continua até que as coisas se acalmem. O problema é que são poucos aqueles que têm cenouras e barrinhas à mão. "A maioria acaba se enchendo de doces e comidas ricas em gordura porque elas estimulam o cérebro a liberar substâncias químicas ligadas ao prazer, que reduzem a tensão", explica Elissa Epel, da Universidade da Califórnia.
E mais: quando as glândulas adrenais produzem cortisol, cai a fabricação da testosterona, hormônio ligado ao crescimento muscular. "Com o tempo, isso leva a uma redução da massa muscular e, com isso, o corpo queima menos calorias."
O hormônio também encoraja o corpo a estocar gordura, especialmente a do tipo visceral, perigosa porque circunda órgãos vitais e libera ácidos graxos ao sangue, elevando os níveis de colesterol e abrindo caminho para as doenças do coração e o diabetes.
Fernando Fischer
Disponível on line em Estresse engorda http://www.revistasportlife.com.br/index.asp?codc=1100

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Alcoolismo - buscando ajuda

É muito comum as pessoas quererem eliminar uns quilinhos e se depararem com a dificuldade em parar de beber.
Claro que nem todos que bebem são alcoólatras, mas é preciso romper as barreiras do preconceito e se informar sobre essa séria doença e que ainda é ignorada por muitos.
O alcoolismo ou Síndrome de Dependência do Álcool é uma das doenças com consequências físicas e sociais mais danosas, catalogadas tanto pela Associação Médica dos Estados Unidos quanto pela Organização Mundial de Saúde.
Ela afeta tanto o físico, o emocional, o espiritual, como também a família, amigos, social, financeiro, profissional, ou seja, afeta tudo.
Ela é responsável também pelo elevado número de homicídios, suicídios, acidentes de trabalho, de trânsito e um dos campeões de internações e reinternações em clínica e hospitais. Embora se tratando de uma doença pouco divulgada, o alcoolismo precisa ser tratado. Porém, a própria pessoa e a família, por preconceito e vergonha, procuram esconder e não buscam auxílio.
“A primeira condição para libertar-se das consequências do alcoolismo é desejar parar de beber”As pessoas em geral relacionam o alcoolismo apenas àqueles que bebem compulsivamente todos os dias e em grande quantidade, caindo pelas ruas. Esta imagem até pode ser real, mas é insuficiente para dar conta da extensão da doença, pois a quantidade e a freqüência nem sempre são fatores exclusivos para seu diagnóstico.
Há aqueles que dizem beber apenas socialmente, mas já são portadores da doença, pois são dependentes, muitas vezes sem o saberem.
A principal característica do alcoolismo é que está associado a uma sucessão de perdas. O desejo incontrolável da bebida e a incapacidade de estabelecer um limite para controlá-lo, comprometem os relacionamentos profissionais, familiares e as amizades.
O alcoólatra perde o controle sobre sua vontade, depois o respeito pelos outros, a memória, o raciocínio abstrato, a capacidade de concentração, o trabalho e a família.
Muitos chegam a perder-se a si mesmo, quando não a própria vida, seja assassinando ou por suicídio.
Os alcoólatras arrumam os mais diversos pretextos para o primeiro gole, depois para o segundo e assim por diante, como ressentimentos, raiva, ciúme, cansaços, etc. Alegam que bebem para esquecer ou para adquirir coragem para expressar sentimentos que não conseguem quando sóbrios.
De fato, no início, o álcool parece dar a sensação de ‘poder’ para quem o ingere, mas o preço disso é a rejeição pela sociedade e por si próprio.
Embora todas as causas do alcoolismo ainda não tenham sido descobertas, acredita-se que um dos fatores seja a hereditariedade; ou seja, os filhos de pais alcoólatras têm mais predisposição a desenvolver a doença.
Evidentemente, é preciso prestar atenção às causas da dependência física ao álcool, mas também é importante levar em conta as necessidades psicológicas que levam a pessoa a refugiar-se na inconsciência de seus efeitos.
Na maior parte dos casos, a doença é contraída durante a adolescência, fase em que se busca aprovação e maior segurança, como uma forma de defesa para sentir-se aceito pelo seu grupo social. Em sua maioria, embora nem todos levem o vício ao extremo na juventude, começam a beber para se sentirem mais seguros ou engraçados entre os amigos.
Em nossa cultura, tomar uma dose é uma prática associada a alguma comemoração, a momentos bons ou divertidos, e por isso, atrai em especial os adolescentes. Com o tempo, tudo passa a ser motivo para beber, bons ou maus momentos, festas de reencontro ou de despedidas. O alcoólatra julga usar o álcool para resolver seus problemas, sem se dar conta de que multiplica seus desconfortos físicos e emocionais e passa a depender do álcool para tudo, até para esquecer que é dependente.
O álcool é usado muitas vezes e inconscientemente para fugir ou suportar uma realidade.
De um aliado nas situações de crise, transforma-se em algoz do dependente e a pessoa que, no início achava que se tornava forte, descobre-se absolutamente fragilizada e merecedora do desrespeito alheio. Por isso, em certo estágio avançado, o álcool passa a ser considerado como uma forma de autopunição e autodestruição.
Não existem tratamentos capazes de erradicar totalmente a doença, ou seja, ninguém deixa de ser alcoólatra, mas é possível, contudo, que o doente evite o álcool, interrompendo a sucessão de perdas e recuperando as condições mínimas de convívio familiar, social e profissional. Para isso, é preciso tomar uma decisão nem sempre fácil decorrente de um processo de conscientização.
A decisão é evitar o primeiro gole, seja em que situação for. Para chegar a isso, o alcoólatra precisa adquirir consciência dos males que provoca a pessoas com quem convive e perceber principalmente os males que causa a si próprio.
O álcool não compromete apenas aquele que bebe, mas também os que convivem à sua volta. Os familiares de alcoólatras também precisam e podem buscar ajuda.
A primeira condição para libertar-se das conseqüências do alcoolismo é desejar parar de beber, podendo procurar auxílio de organizações como os Alcoólicos Anônimos-AA, em que alcoólatras encorajam-se uns aos outros se manterem sóbrios. O único requisito para se tornar membro da irmandade é o desejo de libertar-se da dependência, evitando o primeiro gole.
Se a bebida estiver atrapalhando sua vida, não sinta vergonha: procure ajuda.
Caso tenha interesse para você ou algum familiar ou conhecido, procure o número de telefone do AA em sua cidade e obtenha maiores informações neste blog. Mais vergonhoso que procurar ajuda é ser dependente de um produto químico e usá-lo para ferir as pessoas que lhe são mais caras, em especial você!
Fonte:
Cyber Diet por
Rosemeire Zago
Psicóloga clínica com abordagem jungiana, especialização em psicossomática.
Desenvolve o autoconhecimento e ministra palestras motivacionais.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A importância do autoconhecimento

A auto-estima oscila de acordo com as situações e principalmente em como nos sentimos em relação a cada um delas.
Mas o que faz com que algumas pessoas sejam mais seguras de si, mais estáveis emocionalmente enquanto outras se perdem, se desesperam quando algo acontece? O diferencial que faz com que cada um consiga ter controle sob suas emoções é o autoconhecimento.
O quanto você se conhece? Muito? Pouco? A maior parte das pessoas acredita que se conhece, mas na verdade se conhece muito pouco. Você ama alguém, confia em alguém que pouco conhece? Geralmente amamos e confiamos apenas em quem conhecemos muito! E se você não se conhece como quer acreditar mais em sua própria capacidade? Como quer ir em busca de seus sonhos se não acredita ser capaz? E por que não acredita ser capaz? Porque não sabe quem você é.
Por isso, o autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesma e fortalecer a auto-estima. É muito difícil alguém se conhecer interiormente quando a busca está sempre no externo. Buscam cuidar da pele, mudar o corte do cabelo, comprar roupas, carros, eliminar alguns quilinhos, mas quase sempre esquecem que o caminho deve ser o contrário, de dentro para fora.
Quando uma pessoa está bem com ela mesma você percebe isso não pela roupa que está usando, ou o carro que está dirigindo, mas pelo brilho em seu olhar, o sorriso em seu rosto, a paz em seu espírito. Como alguém que dorme mal toda noite pode sentir paz? Como alguém que está constantemente se criticando, se culpando, se achando errada, pode se amar? Amar-se é condição básica para elevar a auto-estima. É importante identificar os fatores que estão te impedindo de elevar sua auto-estima.
O autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesma e fortalecer a auto-estima.
Podemos perceber que a auto-estima está baixa quando desenvolvemos algumas características como: insegurança, inadequação, perfeccionismo, dúvidas constantes, incerteza do que se é, sentimento vago de não ser capaz, de não conseguir realizar nada, não se permitindo errar e com muita necessidade de agradar, ser aprovada, reconhecida pelo que faz e nem sempre pelo que é.
Se você identificou algumas dessas características, pode ser que esteja precisando aumentar seu autoconhecimento para assim elevar sua auto-estima.
Se quiser, poderá fazer o seguinte exercício:
- Escreva dez coisas que você gosta em si mesma.
- Depois escreva dez coisas que você não gosta em si mesma ou que gostaria de mudar.
- Qual lista foi mais fácil de completar?
A maioria das pessoas sente mais facilidade em identificar as coisas negativas. Aprendemos que dizer aquilo que gostamos em nós mesmas poderá ser rotulado de presunção, esnobismo, egocentrismo. Nada disso! Para aumentar o autoconhecimento é preciso ter consciência de quem se é de verdade, avaliando os pontos positivos tanto quanto os negativos, pois só assim será capaz de mudar aquilo que te incomoda ou te faz sofrer e valorizar o que tem de bom e que geralmente mergulhada em tantas críticas e cobranças, acaba por esquecer.
Continue o exercício:
- Observe as listas. Coloque um “i” nas características internas, ou seja, que dependam apenas de você reconhecê-las. E um “e” nas características externas, que dependam da opinião de outras pessoas.
- Ao fazer o sinal (i ou e), o que você percebe? Há um equilíbrio entre eles ou você tende mais para um lado?
Se você tem mais características externas ficará mais vulnerável à opinião dos outros e assim, mais facilmente manipulável. Dependerá cada vez mais de aprovação, mas infelizmente nunca da sua própria. Isso quer dizer que toda vez que algo que dependa no mundo externo ou de outras pessoas não correspondam a sua expectativa, você se sentirá frustrada e sua auto-estima tenderá a baixar.
Seu valor estará sempre na dependência do que dirão sobre você, não importando muito sua própria opinião. Por exemplo, quando você perde o emprego, quando recebe uma crítica, quando alguém se distancia de você. Tudo isso pode baixar sua auto-estima e se sentirá incapaz de continuar e desistirá no meio do caminho. Abandona assim seus sonhos, seus objetivos.
Para aumentar o autoconhecimento é preciso ter consciência de quem se é de verdade, avaliando os pontos positivos tanto quanto os negativos.
Isso acontece quando a principal fonte de auto-estima está naquilo que faz pelo externo, sempre querendo fazer algo para as pessoas em busca de aprovação e reconhecimento. E esse é o caminho mais curto para se machucar. Coloca assim todo seu valor nas opiniões ou respostas no mundo externo e, como quase sempre nada disso corresponde ao que espera, e nem ao que você é realmente, se permite depender cada vez mais de como te avaliam, gerando um círculo vicioso.
O importante é desenvolver a capacidade e ter a consciência de saber que o que faz é o reflexo de quem você é. Ao reconhecer seus pontos negativos, poderá mudar um por um. E reconhecendo seus pontos positivos se sentirá mais confiante em sua capacidade de conseguir o que quer que deseje, independente das críticas ou opiniões que terão sobre você, pois acredita ser capaz de conseguir tudo o que deseja! E ainda que ninguém te aprove, você terá autoconhecimento suficiente para você mesma se aprovar e principalmente se amar!

Rosemeire Zago
Psicóloga clínicacom abordagem jungiana.
Desenvolveo auto conhecimentoe ministra palestrasmotivacionais.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Co-dependência-um comportamento aprendido

A confusão característica sobre co-dependência é a crença equivocada da pessoa co-dependente que seus comportamentos são adequados.
Como mostrado no drama do triângulo eles acabam desempenhando um papel de vitima, vendo a sua situação fora de seu controle. Algo semelhante a um papel "mártir".
Então, por que alguém entraria num comportamento co-dependente quando isso pode lhe causar tanta dor emocional e dificuldade?
Porque pensar e, portanto, agir para estas pessoas com este padrão de modelo “agradar a todos” é um comportamento aprendido. Como o auto-conceito do co-dependente distorcido reforça o seu comportamento, torna-se uma resposta "automática".
Então a pergunta torna-se, COMO ou ONDE este comportamento é aprendido? E vai mais longe, um nível saudável de comportamento resposta pode ser aprendido?
Isto pode soar um pouco clichê', no entanto, este estilo é aprendido na infância, normalmente na família que você cresceu com a sua ("família de origem " ou F.O). Para mudar o comportamento, um co-dependente deve descobrir, e tornar-se habilitado, numa nova maneira de pensar sobre si próprio e dos outros.
Olhando para suas experiências de infância, é importante compreender que esta não é uma questão de culpar seus pais, irmãos, avós, extensão familiar, etc. É importante, contudo, reconhecer, conhecer e tomar conhecimento do ambiente em que se desenvolveu. Isto tem um grande significado para a pessoa que você se tornou como um adulto.
Algumas coisas na vida não são culpa sua, porém, é sua responsabilidade lidar com elas. Culpar é crítico e inútil. O entendimento pode levá-lo à libertação. Coloque-se novamente no lugar de condutor da sua vida emocional e cognitiva.
Para olhar para o que você aprendeu, e como isso se tornou um estilo de comportamento adulto co-dependente, vamos obter um entendimento de dois importantes processos de desenvolvimento:
Enmeshment - Emaranhado
Isto é um embaraçamento emocional, psicológico (e algumas vezes físico) com outras pessoas de tal maneira que o sentido de "Eu" se torna difuso. Torna-se difícil de perceber que você é uma pessoa distinta.
Em um extremo do espectro, isto pode acontecer quando uma criança procura para ganhar a aprovação de alguém que acredita ser importante, e à aprovação é de algum modo:
Não existe
Condicional
Baseados em padrões excepcionalmente elevados ou inatingíveis
A outra extremidade da escala é quando uma criança procura evitar a punição ou abuso. A aprovação, neste caso, nunca estará lá.
Com a exposição repetida a este quebra-cabeça a criança vai aprender que os outros são responsáveis por seus sentimentos - e elas são responsáveis pelos sentimentos por outros.
A criança se torna hiper-vigilante. Elas aprendem a concentrarem-se na tentativa de interpretar o que os pais e outras autoridades estão sentindo e pensando, a fim de obter aprovação ou se protegerem.
Diferenciação do Eu
Isso acontecerá quando a uma criança for dado tanto quanto for preciso um "amor incondicional, quanta aprovação e aceitação”.
A criança amadurecerá e reconhecerá sua relativa dependência de quem os cuida, sem que a sua aprendizagem "sobre cuidados" e sentido de ter uma existência emocional ou comportamental "tenha um preço”.
Isto não acontece em um ambiente que carece de disciplina ou limites Na verdade, deve ser permitido à criança "testar" os seus limites e experimentar as conseqüências.
Isto ajuda a criança a crescer com uma definição realista de si mesmo. They recognize their thoughts, emotions and physical self, and claim them as their own. Elas reconhecem os seus pensamentos, emoções e seu eu físico, e clamam por si próprias.
Elas se "diferenciam" (tornam-se conscientes de si como separadas). Eles também desenvolvem limites para manter e sustentar sua identidade (o eu)
Coisa profunda, não é? Bem, todos nós experimentamos o processo de diferenciação. Considere os jovens bebês dizendo, "não". Isto é, quando o processo começa. Parece que eles estão apenas se portando mal. O que está realmente acontecendo é que os seus “NÃO” são apenas uma tentativa de serem independentes de quem (dos que cuidam) cuida deles.
Como é que isto se aplica na co-dependência? Primeiro, responderei a essa pergunta com outra pergunta. Como se saiu o seu desenvolvimento? Se você se identifica com o modelo de co-dependência, esta é a sua resposta. Em segundo lugar, NÃO é a mais simples fronteira que existe, com que facilidade você diz?
Saber o que este emaranhado “enmeshment” tem produzido é vital para mudar o comportamento padrão da co-dependência. Você pode aprender a se separar dos outros e retomar o controle da sua vida. Você pode se "recuperar", e como Phoenix, ressurgir das cinzas.
A recuperação é um processo que pode levar você a descobrir, recuperar e se reengajar no seu “Eu”, e reafirmar a sua identidade. Você pode consegui-lo em qualquer idade e, a qualquer momento. Você está pronto para começar? O processo de recuperação da codependência é explicado na próxima página.
Extraído do texto do original: Codependence-A learned Behavior disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/
Tradução: Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Co-dependência

Co-dependência será muitas vezes um fator de muitos dos problemas que uma pessoa terá que enfrentar na vida. Isto se deve à forma como os elementos da co-dependência influenciam seu pensamento e, assim, molda a escolha da pessoa e seu comportamento.
O comportamento co-dependente será muitas vezes a raiz dos problemas de relacionamento, e terá impacto na sua satisfação geral na vida. Isto porque o processo do pensamento da co-dependência está profundamente integrado ao seu auto-conceito e do nível de auto-estima.
Inicialmente, o reconhecimento da co-dependência veio do movimento de recuperação de alcoólicos. Observou-se que os indivíduos (ou seja, cônjuge, outros significativos, etc.) que estavam emocionalmente envolvidos com um alcoólico pareciam estar tão dependentes em "salvar", e "ajudar" o seu parceiro, como seu parceiro era dependente do seu comportamento de beber.
Ao perceber e corrigir os pensamentos "irracionais" e crenças, a recuperação da co-dependência é possível. Ele libertará você para ter relacionamentos satisfatórios, descobrir um verdadeiro sentido de equilíbrio, e recuperar o senso de controle de sua vida.
Tornou-se entendido que esses indivíduos eram Co-“Dependentes” (cooperativamente dependentes), com o alcoólatra. Assim que estes indivíduos trabalharam para se libertar da sua irracional e impossível tentativa de mudar o comportamento da outra pessoa, tornou-se evidente que o motivo para os seus esforços, era:
O co-dependente precisava ser necessário.


Assim como elementos do modelo de aconselhamento para “famílias disfuncionais” veio uma compreensão para a família de alcoólicos, assim também se fez o conceito da co-dependência como o modelo de aconselhamento para co-dependência.
Enquanto nem em todas as famílias há um membro alcoólico, muitas famílias têm diferentes níveis de disfunção. O mesmo vale para co-dependência. Nem todo co-dependente vive em um relacionamento com um alcoólatra.
Infelizmente, porém, muitas mulheres e homens operaram a partir do mesmo princípio básico:
Eles serão "bons o suficiente" apenas se ajudarem os outros.
O objetivo é você é ter limites saudáveis, cuidar de si mesmo, e ser livre de sua necessidade de agradar aos outros (pela perda de si próprio).Como a co-dependência afeta a sua vida e relacionamentos?
Você é provavelmente uma pessoa generosa e disposta a prestar serviço para outros. Superficialmente o seu comportamento é o de ser "útil" aos outros. O problema é que isto pode ir além de um limite saudável, e, em última análise, o modelo de pensamento e comportamento “agradar a todos" levará você a acabar "crendo" e se "sentindo" como se fosse uma: VÍTIMA.Este sentimento de se vitimar é apenas um dos cargos / funções que você ocupa. O "jogo" ou "dança" da co-dependência tem três:
1. Salvador(Sempre dispostos a ajudar, aquele que faz tudo, faz para o outro o que eles poderiam fazer para si próprios, preocupam-se com o que as pessoas pensam, sabe o que os outros precisam, sem ser perguntado, "gratificador de pessoas", e assim por diante....).
2. Perseguidor (ressentimento)
(Sente-se impotente, frustrado, e "ressentido", porque eles não: mudam, aceitam sua ajuda, agradecem a sua ajuda, entendem que você está apenas tentando ajudar, etc. Você tornar-se MAGOADO e com RAIVA).
3. Vítima
(Por que isso continua acontecendo comigo? Eu estava apenas tentando ajudar. Quem eles pensam que são? Ninguém me aprecia? Porque é que eu continuo fazendo isso?..).
Você está se movimentando sobre o que é conhecido como o:

O Drama do Triângulo 1



Observe que o triângulo é invertido, e as setas vão para ambos os sentidos. O resultado é sempre negativo, e uma pessoa que assume a posição irá mudar muitas vezes assim que o jogo começa.
É uma dança solitária e um jogo confuso. Não é intencional e não obstante se joga assim. Infelizmente, o objetivo subjacente é o de escapar da vulnerabilidade de uma sincera intimidade.
("Se você realmente soubesse quem eu era e como sou defeituoso, você me rejeitaria.").Torna-se tal parte do seu pensamento, que sem percepção da sua consciência, você encontrará pessoas que precisam ser "ajudadas”. Você acaba acreditando que é tratado injustamente.
Salvando ou concertando os outros, tão pouco você não os trata justamente!
Co-dependência é uma relação disfuncional com você mesmo.
Você aprendeu se definir pelo que os outros pensam de você. Sua validação é dependente do nível de contentamento dos outros. (Considere o que você pensa de si mesmo quando os outros estiverem infelizes).
Isto se torna mais e mais autodefensivo à medida que você começa a assumir e acreditar que você sabe:
1) O que outros querem ou precisam e,
2) O que outros pensam de você.
Como o autor John Bradshaw explica isso:"Você deixa de ser um ser humano, e tornar-se um ser humano que faz." 2.
Vamos olhar um pouco mais profundamente para este padrão de pensamento e comportamento “gratificador de pessoas”.
Ele lhe rouba a melhor coisa que você tem: VOCÊ. Há mais informações encontradas no próximo texto As Fronteiras da Codependência
Extraído do texto do original: Codependence- An Explanation. disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/ 
Tradução de Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A cura da vergonha tóxica

A Vergonha Tóxica pode ser o alicerce para muitas das coisas que você não entende muito bem sobre você. Também é a raiz da maioria do comportamento co-dependente.
Ele distorce sua identidade, dando-lhe um inconsciente auto-conceito, e leva a má auto-estima.
A maioria disto provém da sua família de origem.
De geração a geração os que cuidam das crianças inconscientemente envergonham, humilham, mantém normas inatingíveis, mantém dependências inapropriadas, evitam, retém o amor, negam, desmerecem, diminuem, etc. aqueles que estão sob seus cuidados.
Crescer em um ambiente de Vergonha Tóxica torna a formação de relações íntimas um desafio doloroso, com uma identidade marcada por pobres fronteiras interpessoais, muitas vezes o medo de abandono, e o sentimento de ser defeituoso. É um legado imerecido, com efeito, de longo alcance.
É importante esclarecer que curar sua identidade danificada não é colocar a culpa em ninguém. No entanto, requer que você se torne consciente de como e o que outros passaram a você.
Muitas vezes, é um resultado final dos que cuidam estarem indisponíveis ou distraídos devido ao vício uma substância, workaoolismo, perfeccionismo, co-dependência, ou outras deficiências mentais.
Os seus comportamentos disfuncionais eram, e são, as suas tentativas para lidar com a vergonha que foi transferida para eles. Há apenas um problema, o que estão fazendo, ou fizeram, não livra quem cuida da sua vergonha, e leva adiante uma nova remessa na pessoa que eles forneciam nutrição e cuidado.
O único método atual para livrar-se da Identidade da Vergonha tóxica , é aprender a recusar ou aceitar mais. O processo será um trabalho emocional bem como de estar dispostos a se dar paciência e tempo.
Para começar, eu sugiro que você faça uma lista de todas as pessoas na sua vida que você acha que são ou foram importantes para você. No topo desta lista estarão os seus pais. Mesmo que um ou ambos estavam ausentes.
Esta lista pode incluir qualquer um, eles não têm de ser parte da sua família. Qualquer um que teve um impacto significativo sobre sua educação poderia ter "descarregado" vergonha em você.
Depois que você fizer sua lista, deixe-a de lado durante cerca de uma semana e não faça mais nada. Basta deixa-la fixada. Seja o mais gentil que puder para consigo próprio e com os outros.
Quando passar uma semana, tome a sua lista e identifique quem você acredita ter colocado vergonha sobre você. Mesmo pequenas quantidades de vergonha pode ter impacto sobre o que você acha de você. O grau de impacto normalmente dependente de quão importante a pessoa é (ou era) para você.
Novamente, eu aconselho você a deixá-la de lado durante cerca de uma semana. É importante que tenha consciência de que está lidando com um material altamente tóxico emocional. Seja atencioso com você e outros.
Enquanto você espera para continuar, ajudará se você puder obter uma imagem ou duas de você quando você era uma criança. Eu sugiro que você obtenha uma de idade em torno de 6 ou 7 anos e outra ao redor de 12 ou 13 anos.
Se você perceber que está se tornando muito irritado, chateado ou deprimido será melhor, se você encontrar um aconselhamento profissional para ajudá-lo com esta tarefa.
Agora que você tem algumas pessoas identificadas, e você tem algum conhecimento da vergonha que tentaram lhe transferir, você pode começar a "devolver de volta.”.
Com suas imagens à vista, comece a escrever a mão uma carta para a pessoa no topo de sua lista. Deixe-os saber, em termos inequívocos, como você se sentiu e dizer-lhes que você está lhes dando devolvendo de volta a sua vergonha. Dois pontos importantes para este exercício:
É muito importante que você “escrever a mão” esta carta. A menos que você tenha uma deficiência que o impeça que disto, não utilize um teclado para escrever esta carta. Não se preocupe com a sua caligrafia, esta não é uma carta que será enviada, de qualquer forma. O ato de escrever permite-lhe limpar sua mente de dados emocionais muito mais eficazmente.
Tente escrever sobre a vergonha do ponto de vista da sua "criança interior", ou seja, do ponto de vista da pessoa jovem que vive em sua memória. Você pode talvez gravar, com algum esforço, E você pode deixá-la "falar". Ela é a pessoa envergonhada, e ela é a pessoa que tem de dar de volta.
Se você se sentir preso, tente escrever com a sua mão "não-dominante" (se você é destro, tente escrever com a mão esquerda ou vice versa). Sei que isto soa um pouco diferente, e isso pode ajudá-lo a conectar-se com suas emoções e lembranças da infância.
Seja paciente e não tenha pressa com essa carta. Pode demorar uma semana, um mês, o tempo que você precisar . Apenas ponha para fora e num papel.
Depois de ter terminado a sua carta, será com você sobre o que você vai fazer com ela. Não é importante que você envie ao destinatário.
Se você sentir que precisa fazê-lo, gostaria de aconselhar você a reveja o que está dizendo a esta pessoa. Será que eles si quer entenderão? Isto causará mais problemas a você? Talvez essa primeira carta possa ser um modelo para você fazer para uma que você decida enviar futuramente.
Algumas pessoas gostam de fazer uma cerimônia onde eles rasgam a carta, ou as queimam (em segurança, é claro). Eles proclamam sua liberdade da vergonha do seu passado.
Escreva quantas cartas você necessitar escrever. Este método parece funcionar para a maioria das pessoas que tentam. Eventualmente, você começará a ter um sentimento de estar se escondendo da vergonha tóxica que contribuiu para enquadrar você no pensamento irracional e incorreto sobre si mesmo.
Neste ponto, você precisa começar a curar essa menina ou menino dessas fotos. Olhe para eles e diga-lhes em voz alta: "Eu amo você e vou estar aqui para você." Você também pode se imaginar sentado ao lado delas sobre um sofá ou cama. Imagine-as dizendo a você sobre os seus sentimentos ruins e você coloca o seu braço em volta dela e lhe diz que vai dar tudo certo, você está aqui para ela agora e você vai ser a (o) sua (seu) campeã (campeão).
Seu trabalho emocional terá de continuar. Para a Vergonha Tóxica se tornar completamente ineficaz, você deve substituí-la com a verdade. Isto é feito, corrigindo a seu auto-conceito e re-construir sua auto-estima. Algo que pode te ajudar a iniciar-se de um maravilhoso poema escrito por Virginia Satir.
My Declaration of Self Esteem Minha declaração de auto-estima
Extraído do texto do original: Healing Toxic Shame Identity disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/
Tradução de Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

As fronteiras da co-dependência

As Fronteiras da Co-dependência
Muitas vezes, quando aconselhando sobre o tema da co-dependência, a conversa vai girando ao redor de como a co-dependência envolve uma relação disfuncional consigo mesmo.
Há uma concordância com esta declaração. No entanto, quando perguntados aos clientes o que eles pensam que isto significa, muitas vezes irão responder com um olhar vazio.
Isto não é porque eles não compreendem a questão, eles têm dificuldade se conectar com a parte da declaração o “relacionamento consigo mesmo”.
Isto porque para um co-dependente, não existe qualquer pensamento sobre uma relação com o eu—Houve uma desistência disto há muito tempo atrás.
Para entender como isso pode acontecer, vamos examinar mais de perto alguns elementos deste relacionamento perdido e sacrificado. Isto começa com dois conceitos-chave
:

EU
(Você)
O conceito de “Eu”

O conceito de “Eu” é uma combinação:
De sua AUTO-IMAGEM:
Isto é a sua coleção de conhecimentos, experiências e crenças sobre a sua natureza, valores, qualidades, caráter, personalidade, comportamento típico, etc. Se você for solicitado a descrever a si próprio, isto é o que você irá apresentar.

Sua auto-estima:
Este é o seu grau de respeito, e avaliação de si mesmo. Ela inclui o seus:
· Valores para consigo próprio como um ser humano;
· Crenças sobre o seu significado;
· Aprovação de, em, e sobre, você.


“LIMITES” servem o propósito de:
CONTER e SEGURAR quem você é como um único individua separado.
Existem três níveis de fronteira:

FÍSICA
Isto, naturalmente, é o seu corpo. Você decide e controla quem, quando e como o seu físico pode ser tocado ou abordado.
(Nós geralmente não gostamos de estranhos, inicialmente, que cheguem aos abraços. Quando você se sente desconfortável em uma multidão, este é o seu limite físico alertando que você está sendo testado).

EMOCIONAL
Que você sente é o que você sente. Você determina e experimenta o que você está sentindo, a todo o momento determinado.
(Já lhe foi dito, “Eu sei como / o que você está sentindo.”? Pense na sua resposta habitual. Este é o seu limite emocional alertando-o de ter sido violado).
PSICOLÓGICA


Suas percepções, pensamentos, opiniões, crenças, etc. são determinados e experimentados por você a qualquer momento determinado.
(Frequentemente, quando este limite é ultrapassado, nos sentiremos manipulados ou como se “tivessem armado contra nós”.Isto acontece quando alguém tenta invalidar os seus pensamentos ou experiências).



Como mostra este gráfico, limites saudáveis são suficientes para conter e proteger o indivíduo, e ao mesmo tempo, ter espaço para os outros “serem permitidos a ele”. Limites não saudável, por outro lado, ou são inexistentes, ou porosos ou eles são tão rígidos como uma parede.Pense em interagir com outro indivíduo tanto no nível físico, emocional, ou psicológico. Que conjunto de limites que você prefere? Não há fronteira suficiente e você fica muito desprotegido e oprimido; demais, e ninguém consegue se conectar.
Espero que isto lhe de um conhecimento básico sobre o seu eu e como seus limites o contem, mantém e protegem. Você irá aprender mais sobre o seu desenvolvimento nos próximas informações. Agora, vamos dar uma olhada como fronteiras pobres e a co-dependência entram em existência na próxima página,
co-dependência como você aprende .

Extraído do texto do original: Codependency - An Explanation (Continued) disponível on line em http://www.my-counseling-site.com/

Tradução de Eliane Jany Barbanti