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Alô queridos!!!

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Formulação de Tabelas de Referência para a Avaliação do Desempenho em Exercícios Localizados para mulheres praticantes das modalidades: Ginástica loca

É com grande satisfação que comunico a publicação de minha pesquisa realizada p0r 4 anos de coleta de dados e 420 alunas do CEPEUSP nas Modalidades: Ginástica Localizada, para Senhoras e Fitness, na época em que ministrei estas modalidades.
O artigo encontra-se na publicação da Revista: Educação Física em Revista, Vol. 4, No 2 (2010) > Barbanti http://revistaseletronicas.ucb.br/index.php/efr
Formulação de Tabelas de Referência para a Avaliação do Desempenho em Exercícios Localizados para mulheres praticantes das modalidades: Ginástica localizada, para senhoras e Fitness:
http://portalrevistas.ucb.br/index.php/efr/article/view/1599
É muito bom ver nosso trabalho reconhecido e publicado, não é mesmo?
Fiquem com Deus e obrigada por compartilharem este momento feliz de minha carreira.
Beijos a todos(as).
Eliane

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

“Arousal” e performance

Quase todas estas teorias utilizaram na construção dos seus modelos interpretativos um conceito importante designado por “arousal”, que é uma noção fundamental na compreensão da relação entre a Ansiedade e Performance .
O “arousal” traduz-se pela ativação do organismo, o que para alguns autores é, também, designado como “síndrome de ativação geral”, que ocorre quando o indivíduo tem de responder a determinada situação
Nideffer (1976) verificou que a atenção estava estreitamente relacionada com o nível de ansiedade e considerou que o aumento desta e do “arousal” que a acompanha limita a capacidade de passar de um estilo de atenção para outro e é diretamente responsável pela direção da atenção.
Smith (1983) considera ainda que as diferenças individuais podem ser decisivas na maneira como o “arousal” influencia os estilos de atenção.
Albernethy (1993) considera que um grande número de fatores pode influenciar o estado de ativação (“arousal”) ótimo, como a natureza, duração e complexidade da tarefa, a motivação e as características pessoais do atleta. Desportos que requerem precisão e recrutamento de “skills” especiais evidenciam melhores desempenhos quando sob baixos níveis de “arousal”, enquanto atividades que requerem o recrutamento simultâneo de toda a massa muscular necessitam de um nível de “arousal” elevado para que a performance seja boa. Este autor considera, também, que as diferenças individuais no traço de ansiedade também são conhecidas por influenciarem o nível de “arousal” ótimo para a performance.
Qualquer novo estímulo é gerador de uma reação de alarme e de adaptação (que se manifesta por um aumento de arousal). A ativação inerente ao “arousal” e dependendo da sua intensidade, vai afetar a atenção através de ordens emanadas do sistema vegetativo aos vários receptores aferentes que canalizam as informações para os centros de processamento perceptivo e associativo. Se a resposta é compatível, o sistema continua equilibrado; se a resposta não é compatível ou existem várias alternativas, gera-se uma “síndrome de alarme”, que provoca um aumento de ansiedade e, conseqüentemente, do nível de “arousal”. Esse fato que pode causar rupturas no sistema, em detrimento do papel da atenção que, por sua vez, pode fornecer dados aferentes irrelevantes para o processamento da informação, dificultar o trabalho mental de percepção e o tratamento da informação, o que, em última análise, pode resultar na incapacidade de programar uma resposta correta.

Bibliografia
Albernethy, B. (1993). Attention. In Robert N. Singer, Milledge Murphey e L.Keith Tennant (Eds.), Handbook of Research Sport Psychology (pp. 127-170). New York: Mc Millan Publishing Company.
Nideffer, R.M. (1976). Test of Attentional and Interpersonal Style. Journal of Personality and Social Psychology, 34(3), 394-404.
Smith, R.E. (1983). Competition Anxiety in youth sport: Differences according, age, sex, race, and playing status. Perceptual and Motor Skills, 57, 1235-
1238.
Eliane Jany Barbanti

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Mensagens Para Orkut

Senhor, nesta Noite Santa,

depositamos diante de Tua manjedoura

todos os sonhos, todas as lágrimas e

esperanças contidos em nossos corações.

Pedimos por aqueles que choram

sem ter quem lhes enxugue uma lágrima.

Por aqueles que gemem

sem ter quem escute seu clamor.

Suplicamos por aqueles que Te buscam

sem saber ao certo onde Te encontrar.

Para tantos que gritam paz,

quando nada mais podem gritar.

Abençoa, Jesus-Menino,

cada pessoa do planeta Terra,

colocando em seu coração um pouco

da luz eterna que vieste acender

na noite escura de nossa fé.

Fica conosco, Senhor!

Assim seja!



Amém



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Reflexões de Final de Ano

A chegada do final do ano nos convida a refletir sobre o período que se passou e o que está por vir .
Este é o momento de repensar a própria vida e avaliar os pontos que desejamos mudar no ano que se inicia. Este processo de reflexão possibilita que o indivíduo se reorganize para desfrutar de maior equilíbrio nesta nova etapa que está por vir.
Quando se deseja repensar a própria vida muitos fatores podem ser considerados, mas há três áreas de grande importância: vida afetiva, vida profissional e relação consigo mesmo. A análise da vida afetiva e familiar nos leva a considerar a qualidade das relações que estabelecemos com aqueles que nos cercam.
“Este processo de reflexão possibilita que o indivíduo se reorganize para desfrutar de maior equilíbrio nesta nova etapa que está por vir”
Você se sente satisfeito com seus relacionamentos pessoais? De modo geral, as pessoas com quem você convive te fazem bem? Quais aspectos de seu comportamento têm sido elogiados e quais têm sido criticados por amigos e familiares?
Após fazer todas estas perguntas você deve tentar imaginar o que você pode fazer para melhorar a qualidade de seus relacionamentos. Este tipo de reflexão permitirá que você reveja suas atitudes e tenha uma vida pessoal menos conflitiva e mais prazeirosa.
Em relação à vida profissional é importante questionar-se sobre o grau de satisfação que você tem em seu trabalho. Você se sente realizado com a atividade que executa? Sente-se reconhecido e valorizado por seu trabalho? Sua remuneração está suprindo suas necessidades? Qual a qualidade dos relacionamentos com seus superiores e com seus colegas de trabalho? Perguntas como esta possibilitam que você avalie os prós e contras de seu trabalho e analise se é ou não necessário batalhar por uma atividade que esteja mais próxima de seus interesses e que te dê maior satisfação.
Por fim, cabe ainda avaliar a relação que você estabelece consigo próprio. Você está satisfeito com a pessoa que é? Quais são suas maiores virtudes? Quais defeitos você deseja superar? Como sua aparência física te faz sentir? Você deseja alterar sua imagem atual? Quais fatores têm dificultado para que você alcance as transformações que deseja? Estas perguntas permitem que a pessoa reflita sobre seus hábitos e se esforce para alterar as atitudes que lhe tem trazido sofrimento.
Enfim, o final do ano propicia que o indivíduo reavalie seus projetos pessoais e que busque as transformações almejadas. Reconhecer a necessidade de mudança e acreditar na capacidade de alcançá-la é um grande passo para que se possa viver de forma mais satisfatória no ano vindouro.
Coluna assinada por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043
Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar.

domingo, 28 de novembro de 2010

A depressão no atleta

Modelos de personalidade caracterizam atletas de alto nível denominados perfis de iceberg. Atletas de elite exibem baixos níveis de tensão, depressão, fadiga e confusão mental e altos níveis de vigor. (Morgan 1978-1980).
Quando atletas com este tipo de personalidade não detectam um motivo justo para sua Depressão, acabam achando impossível manifestar um sentimento depressivo. Neste caso pode desenvolver a depressão conhecida como atípica. Este tipo de depressão é uma maneira disfarçada da depressão se apresentar. Isso acontece, normalmente, naquelas pessoas que não se permitem sentimentos sem motivo. Passam vir a apresentar somatizações, como sucessivas dores musculares ou mal-estar gástrico; quadros ansiosos, ansiedade generalizada e ansiedade; ou fazem uso de álcool e drogas como forma de automedicação da depressão reprimida e não tratada, como vários casos que conhecemos na mídia.
Com relação aos casos de ansiedade mencionados na Psicologia do Esporte a Ansiedade e Performance são os tópicos que mais consideração mereceu por parte dos estudiosos.
A quantidade de estudos é proporcional à importância que este fator assume no desempenho dos atletas. Níveis muitos elevados de ansiedade comprovadamente prejudicam a performance Martens (1974), além de contribuírem para o aparecimento de manifestações psicossomáticas adversas, como perturbações do sono, problemas gastrintestinais, etc.
A melhor avaliação do assunto parece ser a de quem, como Passer (1987), afirma que as conseqüências da ansiedade dependem, em última instância, de sua duração e intensidade, bem como de fatores situacionais, intrapessoais e de personalidade.
A a auto-estima está seriamente comprometida em estados afetivos depressivos e, conseqüentemente o rendimento esportivo de atletas depressivos está seriamente prejudicado. Há, inclusive, uma forte tendência em associar a ansiedade aos estados depressivos.
Outra característica inerente ao perfil de personalidade de iceberg dos atletas é a negação do problema, que pode ser justificado pelo fato dos atletas depressivos serem vítimas de exclusão e preconceito por parte dos colegas no mundo do esporte competitivo ou medo da reação da sociedade diante de seu problema. Até mesmo o próprio atleta com depressão pode recusar-se a entrar em contato com seus sentimentos e negar o problema, pois cada dia de treinamento de um atleta exige uma superação de limites e, quando isso não ocorre, o desempenho geralmente é abaixo do esperado, ou passam a encarar a depressão como uma fraqueza. Portanto o atleta está habituado a enfrentar seus próprios problemas, isto pode dificultar o tratamento da depressão, podendo agravar o quadro depressivo, chegando até mesmo ao suicídio, mesmo em atletas que estejam trando da depressão. Pode-se citar como exemplo o caso recente do goleiro da seleção nacional alemã, Robert Enke, que sofria de depressão, estava em tratamento e cometeu suicídio. A viúva do jogador, Teresa, e o seu terapeuta, Valentin Markser, tornaram público que Enke, de 32 anos, sofria de forte depressão. “Houve o caso de Sebastian Deisler e agora o de Robert Enke. O treinador de goleiros Jörg Sievers, que trabalhou durante muitos anos com Enke, salientou o fato de atletas raramente reconhecerem publicamente quando sofrem de depressão. “A depressão é, de certa forma, tida como uma fraqueza”, afirmou em um programa de televisão. Por isso muitos atingidos preferem esconder a doença, temendo que a sociedade não saiba como lidar com seu estado.”
Ulf Baranowsky gerente da Associação de Jogadores Profissionais de Futebol (VdV), afirmou que atletas de ponta sofrem uma crescente sobrecarga emocional. “A pressão sobre os jogadores aumenta. Atletas são ameaçados durante treinos, agredidos verbalmente com adjetivos racistas ou mesmo boicotados por colegas ou treinadores”, o que pode diminuir a auto-estima do atleta.
Para atletas de quaisquer categorias, o fracasso também leva a uma situação de auto-estima baixa (descontentamento falta de prazer, insatisfação, depressão). O problema surge quando esse sentimento se prolonga. Quando os fatores estressantes como estes ultrapassam a aptidão física do atleta, a depressão pode instalar-se indefinidamente. Tal sentimento não é por si só, ruim afinal os atletas quando estão nesta condição são mais suscetíveis às palavras de apoio de seus respectivos treinadores. Isso ocorre quando ao efetivar a mitose as células reproduzem e aumentam os receptores celulares dos sentimentos predominantes. Se os sentimentos predominantes forem depressivos e se os mesmos sentimentos permanecerem por longos períodos, chegará um momento em que ocorre uma overdose destes sentimentos.

Sintomas da Depressão nos Atletas
É possível identificar a depressão no atleta quando certos sintomas, como sentimento de:
  • Angústia/ansiedade
  • Insônia ou excesso de sono,
  • Perda de apetite,
  • Falta de interesse e prazer nas atividades,
  • Abuso de álcool e/ou drogas,
  • Pensamento freqüente na morte.
São encontrados por mais de duas semanas
O treinador pode observar ainda sintomas como:
  • Tensão excessiva,
  • Raiva,
  • Choro fácil,
  • Irritabilidade e
  • Somatizações.
Causas da Depressão em AtletasAs principais causas da depressão são
  • baixa auto-estima,
  • fracasso,
  • Perda de prestígio ou da posição de titular,
  • Problemas afetivos,
  • Baixo rendimento,
  • Lesão física e
  • Auto-cobrança
    "Uma lesão física num atleta pode levar ao aparecimento de ansiedade, depressão e prejuízos na sua auto-estima, chegando mesmo a proporções clínicas significativas (Eldridge, 1983; Wiese & Weiss, 1987)".
    "Os atletas com maior auto-cobrança para voltar a jogar apresentaram maiores índices de depressão, raiva e vigor quando comparados aos atletas que se auto avaliaram com menos cobrança para voltar a jogar. (Anais da 58ª Reunião Anual da SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006)".

    Influência da Depressão na atuação do atleta:Um jogador em depressão apresenta:
  • Rendimento esportivo prejudicado
  • Desempenho abaixo da expectativa,
  • Diminuição da dedicação aos treinos,
  • Aumento da freqüência de lesões,
  • Isolamento em relação aos companheiros e
  • Mudança de comportamento.
Exemplos de mudanças de comportamento conhecidos na mídia encontram-se casos de atletas que passaram a fazer uso de álcool e drogas. Em muitos destes casos o atleta passa a fazer uso destas substâncias como forma de automedicação de uma depressão não tratada.
A incidência de transtornos mentais é maior antes de partidas decisivas, após os jogos, independente do resultado, e se agrava com as derrotas.

Tratamento da depressão em AtletasA Yoga tem sido procurada para tratar a depressão de atletas.
A Depressão Esportiva e o Yoga

Por Eliane Jany Barbanti
BibliografiaAnais da 58ª Reunião Anual da SBPC - Florianópolis, SC - Julho/2006.
Eldridge, W. (1983). The importance of psychotherapy for athletic related orthopedic injuries among adults. International Journal of Sport Psychology, 14:203-211.
Martens R Arousal and Motor Performance 1974; Vol.2, In: Wilmore, S (Ed). Exercise and sport sciences review, NY, Academic press
Morgan, WP Sport personology: the credulous-skeptical argument in perspective In Straus, WF 9ed) Sport psychology: An analysis of athletic behavior 1978. Ithaca. NY, Movement Publication.
Passer MW Children in sport: participation motives and psychological stress Quest, 1982; 33, 231-244. Wiese, D. & Weiss, M. (1987). Psychological Rehabilitation and Physical Injury: Implications for the Sportsmedicine Team.The Sport Psychologist, 1:318-330

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Medicamentos para o emagrecer

Atualmente existem milhares de medicamentos no mercado para o emagrecimento, mas muitos se perguntam: Será que realmente vou emagrecer? Tomar medicamentos poderá prejudicar minha saúde? Qual o medicamento que devo tomar?

É importante informar as pessoas sobre o assunto, pois tomar medicamentos para emagrecer sem a prescrição médica, ou seja, sem que realmente haja esta necessidade poderá causar diversos danos à saúde.
O medicamento é indicado para o emagrecimento levando em conta os seguintes critérios:
  • Pessoas que possuem IMC acima de 30kg/m².
  • Indivíduos com IMC acima de 25kg/m², com ou sem doenças associadas ou que não conseguem obter resultados satisfatórios com a dieta, prática de atividade física e mudanças comportamentais.
“Antes de iniciar qualquer tratamento, é importante que você consulte seu médico para ter uma prescrição de tratamento adequada”
A primeira tentativa deve ser sempre a reeducação alimentar e a prática de atividade física, pois é a maneira mais saudável e eficaz para manutenção de peso.
Os medicamentos quando necessários podem contribuir para eliminação de peso, mas é importante que junto com a medicação, também ocorra mudanças na alimentação e no estilo de vida, senão a pessoa se torna dependente do medicamento e assim que ela pára de tomar, volta a adquirir peso e muitas vezes em dobro.
Qualquer medicamento a ser tomado deve ser prescrito pelo médico, ele que irá analisar através de uma avaliação completa se é necessário tomar o medicamento para emagrecer.
A medicação para redução de peso pode atuar no sistema nervoso central, alterando o apetite do indivíduo, no metabolismo, proporcionando um gasto calórico maior e no sistema gastrointestinal, diminuindo a absorção de gorduras.
Estaremos explicando mais detalhadamente as substâncias dos medicamentos mais utilizados:

Substâncias que atuam no sistema nervoso central:
anfepramona, fenproporex, fentermina, mazindol, sibutramina e outras. Estas substâncias diminuem a ingestão alimentar, provocando maior saciedade, conseqüentemente diminuindo o apetite. Efeitos colaterais: taquicardia, ansiedade, insônia, boca seca e algumas drogas elevam a pressão arterial.
Substâncias que atuam no metabolismo:
efedrina, cafeína, aminofilina. Estas substâncias atuam no metabolismo, provocando um gasto energético maior. Efeitos colaterais: sudorese, taquicardia, gastrite, etc...

Substância que atua no sistema gastrointestinal:
Orlistat. Esta substância inibe absorção de gorduras. Efeito colateral: diarréia, evacuação gordurosa, deficiência das vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K.
É muito importante que antes de iniciar qualquer tratamento, você vá até o seu médico para que possa ter uma prescrição de tratamento adequada. E lembre-se sempre que para ter sucesso e manter o peso eliminado, é fundamental a mudança no estilo de vida.

Por: Milena Lima Nutricionista-chefe de Cyber Diet.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Psicologia do Esporte – Sociedade brasileira de Psicologia do Esporte

Sports psychology – Brazilian Society of Sport Psychology-SOBRAPE
The international milestone of sport psychology was the foundation ofthe International Society of Sport Psychology-ISSP in 1965, when specialists in psychology and in sports met for the first time in an international conference in Rome. In Brazil, this same event establishes the consolidation of this discipline once Athayde Ribeiro da Silva, professional psychologist already working in this area of knowledge in Rio de Janeiro, represented Brazil in the Rome conference. Later on he founded an association to promote this new area of knowledge and intervention in Brazil. Today, the Sociedade Brasileira de Psicologia do Esporte (Brazilian Society of Sports Psychology - SOBRAPE), founded in 1979, carries on the legacy of this pioneer initiative in terms of Latin America. This scientific society holds national conferences on sports psychology and keeps close links with the state affiliated societies developed in the 1980s: RS, RJ, SP, MG, SC and PR. Brazilian sports psychology is the largest in the Latin America as there are approximately 900 specialists in sports psychology working in Brazil (Fig. 1), including 250 who are associated to SOBRAPE. It is important to point out that the training courses of SOBRAPE led by its founder, Benno Becker Jr., in Argentina, Uruguay, Chile, Paraguay, Peru, Ecuador, Colombia, Venezuela, Panama and El Salvador produced national societies of sports psychology in these countries.
Origens e definições

A psicologia do esporte tem um de seus primeiros fundadores Norman Triplett dos EUA, que em 1898 identificou diferenças de desempenho entre ciclistas que treinavam individualmente e em grupo. O primeiro laboratório de estudos psicológicos de atletas foi instalado na Escola de Esportes de Berlim, na Alemanha (hoje Universidade do Esporte de Colônia), em 1920.
Nos EUA, uma iniciativa semelhante aconteceu na Universidade de Pensilvânia em 1925. Mas esta área de conhecimento somente foi instituída a partir da formação da International Society of Sport Psycholoy-ISSP em 1965, quando especialistas em psicologia e esportes se reuniram pela primeira vez em um congresso internacional em Roma. No Brasil, este mesmo evento acadêmico pode ser considerado um marco fundador, uma vez que Athayde Ribeiro da Silva, psicólogo de profissão – então atuando no Instituto de Seleção e Orientação Profissional-ISOP, no Rio de Janeiro-representou o Brasil no congresso de Roma. Athayde Ribeiro da Silva fundou uma associação para promover a nova área de conhecimento e intervenção. Embora, a entidade promotora não tenha vingado, Athayde Ribeiro da Silva permaneceu como membro da ISSP e participou como autor do primeiro livro científico sobre treinamento esportivo produzido em conjunto por professores de
Educação Física e médicos no Brasil ("Introdução à Moderna Ciência do Treinamento Desportivo", MEC, Brasília, 1968). Nesta obra coletiva – com Lamartine DaCosta e Maurício Rochaencabeçando mais sete autores de diversas especialidades – o capítulo de "psicologia esportiva" já alinhava o Brasil entre os países promissores no setor por já ter uma certa experiência de estudos e intervenções pioneiras na área. Porém, o passo definitivo para a introdução da psicologia do esporte no país, aconteceu em 1979, em Novo Hamburgo-RS, com a fundação da Sociedade Brasileira de Psicologia do Esporte da Atividade Física e da Recreação-SOBRAPE. E de modo similar à ISSP, a sociedade brasileira teve início com um congresso organizado em Porto Alegre- RS, por Benno Becker Jr., que foi então eleito presidente da nova entidade. A obra de Athayde Ribeiro da Silva teve um legado representado pelo seu livro "Psicologia esportiva e preparo do atleta", em que as definições, conhecimentos e procedimentos da nova área acadêmica e profissional tornaram-se correntes no Brasil.
Hoje, as entidades internacionais do setor também têm como ponto de partida definições da psicologia do esporte, seguindo a tradição do congresso de Roma-1965. Por exemplo, a Federação Européia de Psicologia do Esporte-FEPSAC possui uma declaração de princípio (position statement) de 1995, que atribui à psicologia do esporte vínculos com fundamentos psicológicos, processos e conseqüências da regulação das atividades relacionadas ao esporte de uma ou várias pessoas, agindo como sujeitos da atividade. O foco deste conhecimento, nestas circunstâncias, incide nas diferentes dimensões psicológicas do comportamento humano, isto é, afetivo, cognitivo, motivacional ou nas suas dimensões sensoriais e motoras. Nestes termos, resume-se a seguir memória e inventário da psicologia do esporte no Brasil e das correspondentes ações da SOBRAPE.
1954 

João Carvalhaes, psicólogo do São Paulo Futebol Clube, torna-se o primeiro psicólogo a realizar trabalhos com os árbitros da Federação Paulista de Futebol, deixando uma importante obra de memória intitulada "Um psicólogo no futebol, relatos e pesquisas".
1963

O médico Carlos Sanchez de Queirós, diretor e professor do Instituto de Psicologia do Esporte do Rio de Janeiro, da então Universidade do Brasil (hoje UFRJ), escreveu vários artigos e realizou palestras sobre a Psicologia do Esporte, contribuindo, sobremaneira, na sua difusão inicial.
1968

Publicação do livro pioneiro "Introdução à Moderna Ciência do Treinamento Desportivo", tendo Lamartine DaCosta como Coordenador, incluindo três abordagens da área da psicologia do esporte: a teoria do estresse de Hans Selye como ponto de partida para o treinamento esportivo moderno (Lamartine DaCosta); modos de inserção da psicologia no treinamento esportivo avançado (Athayde Ribeiro da Silva) e regulação psicotônica no treinamento esportivo (Lamartine DaCosta). A participação de Hans Selye –então pesquisando no Canadá – ocorreu por contatos com oCoordenador do livro via correspondência.
1973

R. Haddock Lobo escreveu a obra "Psicologia dos esportes".
1979

Manuel José Gomes Tubino publica a obra pioneira no Brasil em seu tema, "Metodologia científica do treinamento desportivo", no qual há capítulo sobre a psicologia do esporte.Levava-se, assim sendo, para a prática dos treinadores esportivos noções ainda de domínio da teoria.
1981

Benno Becker organiza o primeiro congresso de psicologia do esporte brasileiro e latino-americano, em Porto Alegre-RS, com a participação de 1.750 profissionais e estudantes de diversas áreas de saber. Este evento criou condições para a consolidação definitiva da psicologia do esporte no país.
1983
Neste ano, no Rio de Janeiro, em 1983, coube ao João Alberto Barreto a fundação da Sociedade de Psicologia do Esporte do Estado do Rio de Janeiro-SOPERJ, primeira entidade estadual a ser legalizada no Brasil, filiada à SOBRAPE. Neste mesmo ano, a SOPERJ realizou um congresso internacional no Rio de Janeiro, sua cidade-sede. Neste estágio inicial da SOPERJ, seu presidente João Alberto Barreto se associou aos sociólogos João Lira Filho e Nelson Melo e Souza, concorrendo então para o avanço do entendimento da Psicologia e da Sociologia Esportiva. João Lira Filho, em particular, publicou o livro "Introdução à psicologia dos desportos", no ano em foco, e Nelson Melo e Souza divulgou artigos e fez palestras sobre a violência no futebol. Ainda em 1983, José R. Torok e Maria Esther Bueno, editaram a obra "Tênis, o jogo do equilíbrio", no qual a grande tenista fez um importante depoimento sobre as suas experiências cognitivo-emocionais nas competições, analisadas por João Alberto Barreto.
1986

Fundação da Sociedad Sudamericana de Psicologia Del Deporte, em Comboriú-SC, tendo como primeiro presidente Benno Becker Jr. e reunindo os países Brasil, Argentina, Colômbia, Equador, Chile e Uruguai. Em 1995, assumiu a presidência Enrique Aguayo Chaves, do Chile, sendo reeleito em 1997. Esta entidade já realizou cinco congressos continentais até 2003, demonstrando continuidade na promoção pelo desenvolvimento da psicologia do esporte nos países da América do Sul.
1989 – 1997

Neste período, Benno Becker Jr. participou da Diretoria da International Society of Sport Psycholoy-ISSP.
1994 
Estélio H. M. Dantas, discípulo de João Alberto Barreto e de Manuel Gomes Tubino, lança a obra intitulada "A prática da preparação física", em que se reservou espaço para um capítulo sobre a Psicologia Esportiva. Em 2001, este mesmo pesquisador lançou uma coletânea de estudos na obra "Psicofisiologia" com capítulos em Psicologia e Fisiologia e sua interação no contexto esportivo.
Década de 1990 

Em 1990, Luiz Scipião Ribeiro introduz a psicofisiologia no Brasil, criando um laboratório especializado na Universidade Gama Filho-RJ. Neste período, surgem no país vários psicólogos esportivos e educadores físicos com pós-graduação em Psicologia em diversas regiões do Brasil gerando pesquisas e/ou atuação em programas de pós-graduação stricto e lato sensu, dos quais se destacam: Kátia Rubio, Suzy Fleury, Sandra Cavasini, Dante De Rose, Gisela Franco, Regina Brandão, Eliane Barbanti, Afonso Machado, Peterson Campos, e outros, em São Paulo; Maria Helena A Rodrigues, Sonia Ricceti, Maurício P. Albuquerque, Andréa Miranda, Paulo Ribeiro, Esmerino Rodrigues Jr., Ana Fernanda Baptista, Antônio Vargas, Teresa Fragelli, Marcelo Leuzzi, Adriana Miranda., Maria Lúcia Geloski, Maria A Welker, eoutros, no Rio de Janeiro; Elenita Telöken, Roberto Scalon, Rossane de Godoy, Marisa Gotze, Marcio Geller, Edson Benvenutti, Rosemari Oppermann, Carlos Alberto Werutski, Juan Mosquera, Claus Stobaus, e outros, no Rio Grande do Sul; Antônio Serenini, Franco Noce, Renato Miranda, Luiz Moraes, e outros, em Minas Gerais; Oswaldo Pulita, e outros, em Santa Catarina; Márcia Walter, Ruth Pauls, Lenamar Vieira, Vanda José, Juliana Mendonça, e outros, no Paraná.
1998 – 2000

Anos profícuos para a produção de obras de revisão, referência e pesquisa na psicologia do esporte brasileira:
Em 1998, Olavo Feijó publicou "Psicologia para o esporte: corpo e movimento"; Benno Becker, em parceria com Dietman Samulski, publicou o "Manual de treinamento psicológico para o esporte", e lançou como Organizador em 2000, o "Manual de psicologia de esporte & exercício" e a "Psicologia Aplicada à Criança no Esporte", uma coletânea de trabalhos de autores especializados na área. Ainda em 1998, Suzy Fleury, com sua experiência de coordenar psicologicamente a Seleção Brasileira de Futebol, obra "Competência emocional", baseada nos princípios da inteligência emocional.
2002 

Benno Becker lançou como Organizador, a obra "Psicologia Aplicada ao Treinador Esportivo" com trabalhos de base para estudiosos e praticantes da Psicologia Esportiva. Fundação do Colégio Brasileiro de Psicologia Esportiva, sendo eleito presidente, o professor Olavo Feijó, um dos baluartes no desenvolvimento da Psicologia Esportiva no Rio de Janeiro.
Situação atual Hoje a SOBRAPE atua por congressos nacionais da especialidade – último realizado em 2003 – e por relações com as sociedades estaduais criadas desde a década de 1980, num total de seis filiadas: RS, RJ, SP, MG, SC e PR. O número de especialistas em psicologia esportiva atuantes no Brasil é estimado em 900 profissionais, sendo cerca de 250 associados à SOBRAPE. Este porte faz da psicologia do esporte brasileira a maior da América Latina além de projeção internacional digna de realce. É importante ressaltar que os cursos de formação da SOBRAPE na Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Panamá e El Salvador, foram geradores da criação de sociedades nacionais nestes países.

Por: João Alberto Barreto e Luiz Scipião Ribeiro
Fontes
www.phyed.duth.gr/sportpsy/; Benno Becker Jr. Manual de Treinamento Psicológico para o Esporte (2002 2a ed); http://www.wcupa.edu/; www.-personal.umd.umich.edu; planeta.terra.com.br/esporte/ bennopsicologia/.

Psicologia do esporte no Brasil e na América Latina
Sports psychology in Brazil and in Latin America
BENNO BECKER JR.
Definições
É a disciplina que investiga as causas e os efeitos das ocorrências psíquicas que apresenta o ser humano antes, durante e após o exercício ou o esporte, sejam estes de cunho educativo, recreativo, competitivo ou reabilitador (Becker Jr., 1995).
As reações estudadas são tanto pela prática (atletas e praticantes de exercício) como pela participação no contexto desportivo de treinadores, árbitros, professores, psicólogos, médicos, fisioterapeutas, espectadores, pais, etc.(Becker Jr, 2003). Segundo Weinberg & Gould (1996), investiga, também, o modo como os fatores psicológicos afetam o rendimento das pessoas. A Psicologia do Esporte & Exercício é uma das Ciências do Movimento do Esporte. O profissional em atuação nesta área poderá gerar conhecimento específico através de investigações, utilizando abordagens interdisciplinares ou seja, usando o conhecimento de outras ciências.
Profissionais da área Segundo a Federação Européia de Psicologia do Esporte – FEPSAC (1996), o uso do termo psicólogo esportivo tem um sentido amplo incluindo todas as pessoas qualificadas que trabalham na área, independente de sua formação acadêmica. Deve ser examinada, no entanto, a posição da International Society of Sport Psychology – ISSP, sobre os aspectos éticos da Psicologia do Exercício & Esporte (Becker Jr, 2000). Diferentes países podem impor restrições em relação ao termo psicólogo (FEPSAC, 1996).
Psicologia do Esporte no Brasil
O início da Psicologia do Esporte no Brasil, segundo Feige (1977) foi com João Carvalhaes em 1954, que atuou com os árbitros da Federação Paulista de Futebol. Em 1958 o carioca Athaide Ribeiro da Silva atuou na seleção brasileira de futebol. A segunda geração de psicólogos desportivos no Brasil é de 1975, com Benno Becker Junior, Sandra Cavasini e João Alberto Barreto oriundos dos laboratório de pesquisa do exercício de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente.
Em 1979, na Feevale, Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, foi criada a Sociedade Brasileira de Psicologia do Esporte – SOBRAPE, sendo eleito como presidente Benno Becker Jr.
Em 1981 a SOBRAPE realizou em Porto Alegre o I Simpósio Internacional de Psicologia Aplicada ao Esporte e o I Congresso Brasileiro de Psicologia do Esporte, com participação de 1750 profissionais da América Latina. As sociedades do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, S.Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais foram fundadas posteriormente. A SOBRAPE encarregou-se de difundir a Psicologia do Esporte para a América Latina, dando cursos de formação na Argentina, Chile, Uruguai, Equador, Bolívia, Colômbia, El Salvador, Panamá, Peru, e Paraguai, contribuindo diretamente para a criação de suas sociedades nacionais. A partir daquele ano, quase todo o evento científico de Educação Física, Esporte ou Medicina do Esporte, passou a ter a participação da Psicologia do Exercício e do Esporte nas suas sessões.
Em 1986, foi criada no Balneário de Camboriú - SC a Sociedad Sudamericana de Psicologia del Deporte – SOSUPE, com participação da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Uruguai, sendo eleito presidente Benno Becker Jr. Desta Sports psychology in Brazil and in Latin America BENNO BECKER JR. etapa em diante houve um crescimento de 1.340% no número de psicólogos em atuação nos clubes esportivos na América do Sul (Salmela, 1992).
O Brasil é líder nesta área na América Latina, com a realização de mais de 40 eventos científicos no país e colaborando para a execução de eventos em outros países. A SOBRAPE teve seus presidentes eleitos como diretores da International Society of Sport Psychology, Benno Becker Jr (1989a 1997) e Dietmar Samulski (2000 a 2004).
Número de profissionais em atuação mostra uma comparação dos profissionais em atuação na área de Psicologia do Esporte entre os países da América do Sul, mostrando a liderança do Brasil. Os dados são de uma investigação de Becker Jr. (2003) e foram recolhidos através de um protocolo composto de onze itens. A figura mostra os resultados do ítem 4, número de psicólogos em atuação em seu país.
O Brasil apresenta 880 psicólogos em atuação, Argentina com 300, Chile e Colômbia com 30, Uruguai com 20, Paraguai e Bolívia com 10, Equador, Peru e Venezuela com 5 cada. É importante também referir que, embora o profissional esteja trabalhando em clube ou seleção desportiva, não significa que receba um salário por esta tarefa. Há colegas nossos que trabalham sem receber, buscando investir nesta área nova, outros, alunos de Psicologia, que fazem estágio buscando apreender mais, esperando pela chance de serem contratados. Estes últimos não foram computados por não serem formados.
Publicações
O número de publicações no Brasil aumentou significativamente, sendo autores Benno Becker Junior, Elenita Telöken, Roberto Escalon, Juan Mosquera e Claus Stobaus, do Rio Grande do Sul; Dietmar Samulski, Antonio Serenini, Franco Noce, Renato Miranda e Luis Moraes, de Minas Gerais; Athayde Ribeiro da Silva, João Alberto Barreto, Manoel Gomes Tubino, Olavo Feijó e Luiz Scipião Ribeiro, do Rio de Janeiro; João Carvalhaes, Sandra Cavasini, Suzy Fleury, Dante De Rose, Gisela Franco, Regina Brandão, Afonso Machado e João Ricardo Cozac de São Paulo (SP), Osvaldo Pulita de Santa Catarina (SC), Marcia Walter, Ruth Pauls, Lenamar Vieira e
Juliana Mendonça, do Paraná.
Formação
A formação do profissional em Psicologia do Esporte deveria ser na especialização. No Rio Grande do Sul há este curso desde 1995. Também houve início em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas houve interrupção destes programas. Assim, os psicólogos e professores de Educação Física para formarem-se na área têm recorrido aos cursos de extensão e à participação em eventos científicos. O Centro Universitário Feevale tem seu curso de graduação contemplado com uma área específica de Esporte (além da clínica e a empresarial). É uma alternativa promissora. Outra é o Ensino a Distância – EAD. A Feevale realizou o I Curso de Psicologia do Esporte – Criança no Esporte, pelo EAD, através de Benno Becker Jr, com 25 alunos brasileiros e 25 de outros países (Estados Unidos, Espanha, Chile, Argentina, Venezuela, Bolívia e Peru).
Linhas de pesquisa
As linhas de investigação com maior procura pelos psicólogos nacionais são:
a) Criança no esporte.
b) Exercício & esporte: influência sobre a área emocional.
c) Motivação.
d) Liderança.
e) Técnicas cognitivas e somáticas de preparação psicológica.
f) Estresse & rendimento.
g) Agressividade, agressão & violência no esporte. Há pouco apoio do governo e das instituições privadas para as investigações.
Isto significa falta de instalações, material e de recursos humanos para a pesquisa na área de Psicologia do Esporte.
Fontes
Becker Jr., B. La influencia de la educación física y del deporte en los níveles de ansiedad y de agresividad de alumnos adolescentes. Revista Ciencias de la Actividad Física, 3 (6), 77-88, 1995;
Becker Jr., B. Manual de Psicologia do Esporte & Exercicio. Porto Alegre: Nova Prova, 2000; Becker JR, B. La evolución de la Psicologia del Ejercicio & Deporte em Sudamérica. XXI Congreso Nacional Español de Psicologia Del Deporte. Leon, Federación de Sociedades de Psicologia del
Deporte, 2003; FEPSAC Position statement of Fepsac -Definition of sport psychology. In Internacional Society of Sport Psychology - ISSP Newsletter – October 1996;
Lidor R, Morris, T, Bardaxoglou, N. & Becker Jr, B (2001) The World Sport Psychology Sourcebook. FIT, Inc. (3rd ed.);
Salmela, J. The world sport psychology source book – 2nd ed. Human Kinetics: Champaign, Il, 1992; Weinberg, R.S. & Gould, D. (1996) Fundamentos de psicologia del deporte y el ejercicio físico. Barcelona: Ariel, 1996.

domingo, 3 de outubro de 2010

Cuidado: solidão pega

Pesquisadores dizem que a solidão pode ser contagiosa e se espalhar assim como uma doença.
Amigos solitários podem torná-lo uma pessoa solitária também.
A solidão pode se disseminar como uma doença contagiosa, segundo estudo da Universidade de Chicago. De acordo com os pesquisadores, as pessoas que se sentem solitárias tendem a compartilhar sua solidão com os outros, e seus sentimentos de isolamento e desânimo podem contagiar seus amigos, vizinhos, familiares e colegas. Ao acompanhar mais de 5,2 mil pessoas, de 1971 a 2001, os pesquisadores observaram “um extraordinário padrão de contágio, que leva pessoas a serem movidas para o limite da rede social quando se tornam solitárias”, disse o pesquisador John T. Cacioppo, em nota para a imprensa.
“Na periferia, as pessoas têm menos amigos, e sua solidão leva à perda dos poucos laços que eles ainda mantêm". Além disso, aqueles que não são solitários, mas têm pessoas com esse sentimento em sua rede social – principalmente amigos solitários – têm mais chances de se tornar pessoas solitárias também. Os resultados indicaram, ainda, que as pessoas se sentem sozinhas 48 dias por ano, e, para cada amigo extra, a frequência desse sentimento reduziria em 0,04 dias por semana, o que representa dois dias a menos de solidão por ano. As mulheres seriam mais propensas a relatar maiores graus de solidão, e sua solidão teria mais chances de se propagar em suas redes sociais.
Fernando Fischer
Sport Life

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Auto-disciplina para emagrecer

Auto-disciplina é a habilidade de aderir a ações, pensamentos e comportamentos que resultem em crescimento pessoal
Uma pessoa sem disciplina pode ter um potencial enorme, mas terá dificuldade de atingir seus objetivos. Quantas pessoas decidem entrar em dieta e acabam engordando mais do que quando começaram? Situações como esta mostram que, sem disciplina, nossas ambições não saem do papel. Os quatro elementos necessários para desenvolver a auto-disciplina são:
1) Motivação;
2) Objetivos;
3) Auto-controle;
4) Persistência.
A motivação é o princípio de tudo e só quando o indivíduo está verdadeiramente motivado é que tem forças para buscar os objetivos sonhados.
Um problema que grande parte das pessoas enfrenta ao tentar encontrar motivação para operar uma mudança em sua vida são os falsos motivadores. Este é o caso, por exemplo, daqueles que decidem emagrecer pressionados por expectativas familiares. Considerando que esta fonte de motivação é externa ao indivíduo, ele dificilmente reunirá forças para atingir o alvo proposto.
“A motivação é o princípio de tudo e só quando o indivíduo está verdadeiramente motivado é que tem forças para buscar os objetivos sonhados”Ter objetivos claros e precisos é outro ponto fundamental, pois permite que a pessoa direcione os pensamentos, ações e esforços para alcançá-los. Uma estratégia interessante para a definição de objetivos é escrever uma lista com as metas que se quer atingir e enumerar quais atitudes devem ser tomadas para que se chegue lá. Esta estratégia permite que os objetivos tomem forma e aumenta as chances de sua concretização.
O próximo fator a ser observado é o auto-controle e para atingi-lo é necessário que a pessoa não sucumba aos desejos momentâneos. Deve-se aprender a adiar a satisfação instantânea (de comer uma barra de chocolates, por exemplo) e aguardar para obtê-la no futuro (ao vislumbrar um corpo magro).
O último ponto é talvez o mais difícil: a perseverança. Perseverar significa persistir apesar das dificuldades. Winston Churchil certa vez disse, que “o sucesso é ir de fracasso em fracasso, sem perder o entusiasmo”.
Saber tolerar os erros e ter forças para superá-los é o que nos torna persistentes e, no futuro, vencedores.
Como se percebe, a auto-disciplina é uma característica que pode ser conquistada.
O indivíduo disciplinado atinge seus objetivos com maior facilidade e coloca-se cada vez mais próximo de seus sonhos.
Vale a pena tentar!
Fonte:
Cyber Diet por :
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043Psicóloga clínica,
Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

sábado, 18 de setembro de 2010

Liberte-se!

No início da década de 60 alguns cientistas realizaram experiências com animais para tentar determinar algo a respeito do instinto de defesa e fuga nos seres humanos. Em uma das experiências, eles eletrificaram a metade direita de uma grande jaula, de modo que um cão preso nela recebesse um choque cada vez que ali pisasse

O cão aprendeu rapidamente a permanecer no lado esquerdo da jaula. Em seguida, a mesma instalação foi passada para o lado esquerdo da jaula e o cão logo reorientou, aprendendo a ficar do lodo sem choques. A partir disso, os cientistas prepararam todo o chão, de modo que, onde quer que o cão estivesse, ele acabaria levando um choque. Inicialmente o animal demonstrou estar confuso e depois entrou em pânico. Finalmente, desistiu e se deitou, aceitando os choques. Depois, a jaula foi aberta. Esperava-se que o cão saísse correndo, mas ele não saiu. Embora pudesse abandonar a jaula quando bem entendesse, ele ficou ali recebendo os choques.
O que quero mostrar através desta experiência é que nós, seres humanos, agimos assim com freqüência. Nos permitimos levar choques, entramos ou permanecemos em situações e/ou relações destrutivas, castradoras, acumulando mágoas e traumas até um ponto que não sabemos mais diferenciar o que faz bem do que não faz. Nos adaptamos as mais diferentes formas de violência, seja física ou emocional. Porém, não podemos permanecer neste estado, perdendo nosso poder de defesa e de luta, deixando de buscar o que acreditamos e valorizamos.
Entramos em relações destrutivas na ânsia de compensar perdas e rejeições anteriores. Sem discernimento, nos deixamos envolver nestas situações porque a princípio parecem nos fazer felizes ou assim queremos acreditar, e não resistimos. Nos deixamos seduzir, mesmo quando algo nos diz para dizer não, talvez muito mais por uma ilusão, idealização ou carência, do que pela própria realidade. Quando realmente conseguimos perceber, já estamos envolvidos com pessoas e situações que nos machucam e nos impedem de crescermos.
Em função da própria carência ou em decorrência da busca de uma vida feliz, há pessoas que se tornam vulneráveis e se deixam envolver com certa facilidade. Se algo ou alguém nos dá a impressão que irá preencher um vazio, nos agarramos sem questionar. Em virtude do cansaço de tanto nos defendermos ou da perda das defesas psicológicas, acabamos por ceder.
Seja em relacionamentos infelizes na vida afetiva, quanto na vida familiar, pessoal, profissional, social, é muito difícil libertar-se da dependência depois que a deixamos instalar. Não é fácil perceber e aceitar que muitas vezes nos tornamos acomodados e dependentes até do que nos faz mal. Importante: não falo aqui da dependência financeira, mas principalmente da emocional. Quando permitimos ser privados de nossa saúde mental e de nossos próprios instintos, não é fácil o caminho de retorno, como o cão que não mais percebe que a porta da jaula eletrificada está aberta. Isto por que a tomada de consciência da dependência é um processo psicológico dolorido, como se o conhecimento das causas doesse mais que o sofrimento.
Quando desvalorizam tudo o que fazemos ou criamos, seja o que for, é como se jogassem no lixo nosso 'eu' mais verdadeiro. Neste caso, a pessoa cai num tipo de indiferença consigo mesma, porque perde o auto-respeito, a confiança e a capacidade de se amar, como se passasse a se punir por ter permitido que o outro rompesse suas barreiras mais caras e ultrapasse os limites da sua individualidade. Nos perdemos não só porque os outros não respeitam nossos limites, vontades e desejos, mas principalmente porque nós próprios não os respeitamos. Mesmo machucados, dilacerados em nossos sentimentos mais íntimos, insistimos em manter a situação. Abaixamos nossa cabeça, calamos nossas vozes, fechamos nossos olhos e acreditamos estar vivendo. Viver? Como viver sem alegria, sem crescimento, sem transformação, afastados de tudo o que nos é importante?
Quando alguém é conduzido pelos valores dos outros por muito tempo, fecha-se num mundo sem cor, deixa-se aniquilar, anular, morrer internamente. As escolhas destrutivas machucam, nos fazem sentir no fundo do poço, mas também podem nos fazer aprender e crescer, desde que estejamos prontos a reconhecer os erros e a reagir. Isto ocorre quando não mais conseguimos suportar, e ao olharmos à nossa volta, questionamos o que fizemos com nossa vida.
Que direito temos de nos destruir ou permitir que o outro o faça? Se a pessoa percebe isso, reúne forças para recolher os pedaços que sobraram, cuidar dos ferimentos e recomeçar a vida. Ela entende que ainda que um episódio represente um desastre, há outros episódios à sua espera, outras oportunidades de acertar, outros caminhos a tomar, apesar do medo que fica como seqüela.
Nosso o eu interior, o self, insiste sempre para que nos salvemos, mesmo quando nos escondemos na perda da vontade de viver. Ainda que por sonhos ou mensagens, ele faz com que nos conscientizemos de nosso valor, para que possamos resgatar a nós próprios. À medida que recuperamos nossos instintos, o self, nossa própria vida, poderemos falar a nossa própria fala, ouvir a nossa própria voz, enxergar com nossos próprios olhos, sem nos deixar cair em armadilhas, ilusões e sofrimentos, mas acreditar que somos capazes de reconstruir e retomar o próprio caminho, abrindo as portas com nossas próprias chaves, para que ninguém nos deixe do lado de fora e nem trancado do lado de dentro.
Quantas vezes você não pediu para abrirem a porta para que você entrasse, mesmo sabendo que seria maltratado? Mas mesmo assim você entrou, talvez por ser a única porta que se abria... Ou quantas vezes você não permaneceu no mesmo lugar que era maltratado, mesmo com as portas abertas?... E lá ficou, mesmo sabendo que este não seria o seu lugar. Afinal, qual é mesmo o seu lugar?

Coluna assinada por: Rosemeire Zago
Psicóloga clínicacom abordagem jungiana.
Desenvolve auto conhecimento e ministra palestras motivacionais.
Cyber Diet

domingo, 12 de setembro de 2010

Para psicólogos, caso Bruno ilustra falta de limites comum em celebridades do esporte

Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em Washington
Para especialistas, isolamento pode contribuir para abusos
O escândalo envolvendo o goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, preso nesta semana sob suspeita de participação no desaparecimento da ex-amante Eliza Samudio, chamou a atenção para abusos cometidos por diversas celebridades esportivas, segundo especialistas em psicologia do esporte.
“É uma pena o final de uma carreira tão brilhante”, diz o presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte, João Ricardo Cozac.
“A linha que une todos os casos de escândalos envolvendo celebridades do esporte, no mundo inteiro, é uma pseudo-idealização que esses atletas têm de si mesmos”, afirma o psicólogo.
“A ideia de que podem tudo, como se estivessem acima de qualquer suspeita, de qualquer crítica, de qualquer julgamento, que está ligada a uma inadequação social”, diz Cozac.
“Como se não tivessem noção de limites, de até onde podem ir.”
Origem e infância
Segundo Cozac, no Brasil é comum que atletas e celebridades em geral tenham origem humilde e acabem enfrentando dificuldades para se adaptar a uma mudança brusca de status social e econômico.
“Eles vão se isolando cada vez mais de um mundo social e de uma realidade saudável”, diz Cozac. “Usam o dinheiro para conseguir tudo o que querem, não precisam fazer nada.”
O isolamento é apontado por especialistas como uma característica comum em atletas e outras celebridades, e não apenas nos casos que envolvem esportistas e artistas com origem em classes sociais mais baixas.
“Eles têm vidas solitárias”, diz a psicóloga americana Yolanda Bruce Brooks, fundadora do instituto The Sports Life Transitions, especializado no trabalho com atletas e equipes.
“Desde a infância, as pessoas começam a tratá-los de maneira diferente, a fazer exceções”, afirma Brooks, que há mais de 20 anos trabalha com atletas dos mais variados esportes e suas famílias.
Com o tempo, diz Brooks, muitos acabam com a impressão de que não precisam seguir as mesmas regras aplicadas ao resto da sociedade.
Referências
Outro ponto em comum associado a atletas envolvidos em escândalos é uma infância sem referências afetivas.
Bruno foi criado pela avó, na periferia de Belo Horizonte. O pugilista americano Mike Tyson, que ao longo de sua carreira protagonizou vários escândalos e chegou a ser preso por estupro, foi abandonado pelo pai aos dois anos de idade.
“Muitos têm histórias familiares complexas, de abandono, de falta de modelos femininos. Têm lacunas no desenvolvimento emocional”, diz Cozac.
No entanto, nem todos se encaixam nesse modelo.
“Kobe Bryant, por exemplo, teve uma figura paterna bem presente”, diz Brooks, referindo-se ao astro do basquete americano, filho de um ex-jogador e treinador, que já enfrentou uma acusação de estupro.
Segundo a psicóloga americana, ao viver suas vidas em público o tempo todo, essas celebridades acabam sofrendo também um impacto maior quando cometem algum erro.
“Mas eles sabem que vivem suas vidas em público e, consequentemente, estão sujeitos a isso”, diz Brooks. “São pessoas como nós, às vezes cometem erros de julgamento. Mas devem ser responsabilizados por seus erros.”

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Alimentos que ajudam a relaxar

À beira de um ataque de nervos? Confira alguns alimentos que devem fazer parte da sua dieta para ajudar a expulsar o estresse do seu dia a dia.
MELÃO: é fonte de vitamina C, essencial no combate ao estresse.
AVEIA: é rica em magnésio. Cada 100 g contém 199 mg do mineral. Chamado de nutriente antiestresse, o magnésio relaxa a musculatura e atua na transmissão do impulso nervoso. E mais, protege o DNA das células de agressões e auxilia na absorção do cálcio e do potássio. O magnésio também é encontrado em vegetais verde-escuros e frutos do mar.
MELÃO CANTALOUPE: excelente fonte de vitamina C, essencial para combater o estresse. Sabe-se que durante períodos de tensão prolongada os níveis da vitamina nas glândulas suprarrenais caem, daí a importância de consumir alimentos ricos nesse nutri ente. Um dos mais poderosos antioxidantes, ajuda a livrar o corpo dos radicais livres responsáveis pelo envelhecimento, cuja produção é acelerada em períodos de tensão. Além disso, aumenta as defesas imunológicas. Estudo feito pela Universidade do Alabama mostrou que grandes doses de vitamina C ajudam a moderar a resposta ao estresse nas suprarrenais. Ela também ajuda a produzir neurotransmissores, substâncias químicas que levam sinais e mensagens de um neurônio a outro. Os três neurotransmissores mais importantes sintetizados pela vitamina C são a serotonina, dopamina e norepinefrina. Tanto a serotonina quanto a norepinefrina estão diretamente ligadas ao controle da ansiedade e da depressão.
FÍGADO DE BOI: a vitamina B5, ou ácido pantotênico, está intimamente envolvida no funcionamento das glândulas suprarrenais, ajudando-as a aumentar a produção de cortisona e outros hormônios que contribuem para contra-atacar o estresse e dar um up no metabolismo. Outras boas fontes de B5 são a batata-doce, o iogurte e o avocato.
ATUM: é fonte de vitamina B3 (85 g contém 11,3 mg). Também chamada de niacina, a B3 ajuda o corpo a lutar contra o estresse de três maneiras: facilita a liberação de energia dos carboidratos, controla o açúcar no sangue e aumenta o fluxo sanguíneo, que fica com prometido quando uma pessoa se sente estressada.
BANANA: boa fonte de vitamina B6 (uma banana fornece 0,43 mg). A B6 contribui para a redução do estresse por ajudar a produzir serotonina no cérebro, um neurotransmissor ligado ao controle da ansiedade. Também previne o enfraquecimento do sistema de defesa. Outras fontes do nutriente são o espinafre e o salmão.
AMÊNDOA: contém riboflavina (também conhecida como vitamina B2). O nutriente éconhecido por ajudar a metabolizar carboidratos, proteínas e gorduras. Ele também auxilia a fortalecer o sistema imune.
OSTRA: ótima fonte de zinco (6 ostras contêm 76,3 mg). O estresse físico e mental faz os níveis do mineral caírem significativamente. O zinco é um dos mineirais mais importantes para fortalecer as defesas do organismo. O mineral também está presente nofeijão-preto e na semente de gergelim.
Evite:
CAFEÍNA: presente no café, a cafeína, na verdade, não representa uma ameaça, mas ela é um estimulante, o que significa que aumenta a frequência cardíaca e a pressão. Consumida em excesso, ela pode gerar respostas no corpo que lembram a do estresse, mesmo que você não esteja tenso.
CHÁ: essa bebida chega a ter mais cafeína que o café (225 g têm entre 40 e 120 mg). O chá também contém tanino, que tem um efeito desidratante no corpo.
Fernando Fischer / texto: Vanessa de Sá
Sport life

sábado, 7 de agosto de 2010

STOA: ELIANE JANY BARBANTI: BLOG

Eliane Jany Barbanti
Informo que a partir desta data as novas Postagens do Núcleo de Psicologia do Esporte e Atividade Física serão também atualizadas no Blog: Stoa :: Eliane Jany Barbanti :: Blog; endereço http://stoa.usp.br/
Grata pela atenção.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

As 5 Regras de Ouro para Emagrecer

Se você está disposto a emagrecer, deve estar se perguntando o que deve fazer para alcançar este objetivo
Comer de forma moderada e fazer exercícios físicos são, certamente, atitudes necessárias para a perda de peso. Entretanto, apenas isto não basta, pois outros fatores podem vir a interferir no processo de emagrecimento. Assim sendo, abaixo estão listadas as 5 regras de ouro para a perda de peso:
1-) Avalie se você possui algum problema orgânico: considerando que o emagrecimento depende do ritmo metabólico do organismo, é importante que você se certifique de que não possui nenhum problema físico que possa interferir na perda de peso. Um organismo que funciona de maneira correta, deve responder, mais cedo ou mais tarde, aos esforços da reeducação alimentar. Se você perceber que, mesmo com uma alimentação correta e com a realização de exercícios físicos, o emagrecimento não acontece, é hora de consultar um médico para avaliar o problema.
2-) Trate as dificuldades emocionais: o emagrecimento pode ser muito prejudicado pela presença de problemas emocionais. Transtorno de ansiedade, depressão, compulsão alimentar e transtorno bipolar são algumas doenças que trazem grande prejuízo à vida do indivíduo e que têm forte impacto sobre a perda de peso. Todos estes problemas podem ser tratados, desde que um psicólogo ou psiquiatra seja consultado.
3-) Tenha auto-disciplina e constância: o processo de emagrecimento depende da reeducação dos hábitos alimentares e da realização de exercícios físicos. Tudo isto exige uma reorganização da rotina e das práticas diárias. O sucesso destas mudanças depende da auto-disciplina e da constância das atitudes. Sem elas, o emagrecimento não passará de uma simples intenção.
“Com estas 05 regras em mente você poderá transformar em realidade o emagrecimento que tanto deseja!”
4-) Promova o envolvimento familiar: é importante que a família esteja ciente e contribua com a sua decisão de emagrecer. Obviamente, não é necessário que toda a família adote hábitos semelhantes aos seus, mas ela deve estar disposta a colaborar e facilitar seu processo de emagrecimento.
5-) Saiba perdoar os próprios erros: Ainda que você adote novos hábitos e que se esforce para manter a constância de suas atitudes, é importante que você compreenda que lapsos e recaídas fazem parte do processo de emagrecimento. Se você cometer algum deslize não o encare como uma derrota: tente compensar o excesso com exercícios físicos e volte a se alimentar de forma saudável. Aprenda com os erros e siga em frente!
Com estas 05 regras em mente você poderá transformar em realidade o emagrecimento que tanto deseja!
Fonte:
Cyber Diet por
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043
Psicóloga clínica,
Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Hostilidade pode trazer ganho de peso

Estudo norte-americano indica que homens hostis possuem maior índice de massa corporal
Guerra contra a balança
A hostilidade pode fazer com que os homens ganhem mais peso, segundo estudo publicado no American Journal of Epidemiology. E, de acordo com os autores, pesquisas anteriores já relacionavam a hostilidade com doença cardíaca, pressão alta e maior risco de morte.
A análise de quase 6,5 mil pessoas com idades entre 35 e 55 anos no Reino Unido indicou que quanto mais hostil é a personalidade do homem, mais o seu índice de massa corporal (IMC – que mede o peso em relação à altura) aumentava em duas décadas.
No início do estudo, tanto homens quanto mulheres mais hostis tinham maior IMC. Porém, no decorrer do tempo, essa relação permanecia constante entre as mulheres; enquanto, entre os homens, a hostilidade pareceu acelerar o ganho de peso.
Segundo os autores a hostilidade poderia afetar o IMC de muitas formas. Por exemplo, pessoas hostis poderiam ser menos propensas a seguir recomendações de dieta e exercícios ou serem mais propensas à depressão.
Fernando Fischer
Disponível on line em Hostilidade pode trazer ganho de peso http://www.revistasportlife.com.br/

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Fumo passivo aumenta risco de demência

Pesquisa divulgada pelo British Medical Journal aponta cotinina como agravante
Câncer e outras doenças ao comprar um maço de cigarro 972.
Uma pesquisa recém-publicada pelo British Medical Journal revela que o fumo passivo além de aumentar o risco de morte prematura, câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares, também pode aumentar o risco de demência.
Quase 5000 ingleses não fumantes e com mais de 50 anos foram acompanhados do ponto de vista de desempenho cognitivo e através de medidas de cotinina na saliva. A cotinina é um subproduto da nicotina e pode ser detectada na saliva até 25 horas após a exposição a ambientes com fumaça de cigarro. O que os pesquisadores encontraram foi que o grupo de pessoas que apresentou as maiores concentrações de cotinina na saliva também teve o pior desempenho cognitivo ao longo dos anos.
Uma das possíveis explicações para os resultados encontrados é de que o fumo passivo pode prejudicar o fluxo sanguíneo cerebral por conta de disfunção da camada mais interna dos vasos, o endotélio, fato este já comprovado em outros estudos. Isso poderia levar a mais derrames cerebrais. Outra explicação é de que o reconhecido mal que o fumo passivo faz ao coração pode fazer com que nele sejam produzidos pequenos coágulos de sangue que poderiam escapar do coração e entupir pequenas ou grandes artérias do cérebro, causando também derrames cerebrais.
A relação entre o tabagismo e redução do desempenho cognitivo já havia sido demonstrada entre os próprios fumantes. Infelizmente, as crianças não estão livres dos problemas cerebrais causados pelo fumo passivo. Já existem evidências de que as crianças de pais que fumam têm um menor desenvolvimento cognitivo. Hoje já se reconhece que o problema não está só na fumaça dos outros, o chamado fumo de segunda mão, mas também no contato com o simples cheiro de cigarro (fumo de terceira mão). É esperado que quanto mais a sociedade estiver consciente dos diversos prejuízos à saúde causado pelo fumo passivo, maior a chance de ações políticas que proíbam de vez o fumo em locais públicos.
Fonte: Maxpress
Bruno Acioli
Disponível on line em Fumo passivo aumenta risco de demência .http://www.revistasportlife.com.br/

domingo, 4 de julho de 2010

Magnésio para a memória

Estudo sugere que o consumo do mineral pode combater lapsos de memória e melhorar o aprendizado
Mineral pode ser encontrado em verduras, castanhas, grãos e frutas .
Se você não consegue se lembrar de nomes ou de onde deixou suas coisas, você pode estar precisando aumentar seu consumo de magnésio, segundo especialistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA. Encontrado em verduras, castanhas, grãos e algumas frutas, esse mineral essencial pode ajudar a combater os lapsos de memória associadas ao envelhecimento.
Em testes com ratos, os neurocientistas descobriram que o aumento dos níveis de magnésio no cérebro dos roedores, a partir de um novo composto à base do mineral, melhora as capacidades de aprendizado, memória de trabalho e memória de curto e longo prazo. Além disso, o mineral ajudaria os ratos mais velhos a ter melhor desempenho em uma bateria de testes de aprendizado.
Este estudo não apenas destaca a importância de uma dieta com níveis diários adequados de magnésio, mas também sugere a utilidade de tratamentos com base no magnésio para o declínio de memória associada ao envelhecimento”, explicou o pesquisador Susumu Tonegawa.
Embora o estudo tenha ocorrido com ratos, os pesquisadores destacam que ele pode ter implicações para os humanos, visto que metade da população dos países industrializados apresenta deficiência de magnésio. Segundo eles, o composto à base de magnésio poderia estimular mudanças nas sinapses, melhorando a transmissão de informações entre os neurônios em uma área do cérebro associada à memória – o hipocampo. Porém, testes clínicos com humanos são necessários antes de qualquer recomendação.
Fernando Fischer
Sport Life

sábado, 3 de julho de 2010

Considerações sobre a Ansiedade - Exercícios físicos e redução da ansiedade

O emagrecimento pode ser prejudicado pela presença de problemas emocionais, tais como a ansiedade. A teoria psicológica ajuda a identificar os sintomas, porém muitas vezes é necessária a intervenção de um psicoterapeuta ou psiquiatra, para obter um controle adequado sobre a ansiedade
1- Definição:
Ansiedade é um estado emocional com componentes psicológicos e fisiológicos que pode estimular o desenvolvimento humano. Ela se torna um distúrbio quando mostra-se desproporcional à situação que a origina, ou quando não existe um motivo específico para o seu surgimento.
2- A raiz da ansiedade:
Desde o nascimento, o ser humano é colocado face a face com as limitações de seus poderes. Essas limitações e vulnerabilidades fazem parte da própria condição humana e são as fontes universais de toda a ansiedade posterior. Exemplo: ao sentir fome ou sede, o bebê sente ansiedade até que seja satisfeito.
O planejamento alimentar para o emagrecimento depende do controle das nossas emoções
3- Ansiedade patológica:
A ansiedade patológica é uma questão de quantidade, e não de qualidade. É um determinado grau de ansiedade que passa a ser evidenciado por sintomas de sensação dolorosa e desconfortável, como um mecanismo de alarme.
4- Conseqüências da ansiedade patológica:
A ansiedade patológica prejudica o indivíduo, compromete seu bem estar e seu desempenho e dificulta sua preparação para enfrentar adequadamente situações ameaçadoras do cotidiano.
5-Transtornos alimentares relacionados à ansiedade:
Anorexia nervosa; bulimia nervosa; transtorno alimentar noturno; comer compulsivo, entre outros.
6- Ação da serotonina:
O ato de comer é afetado por substâncias químicas presentes no cérebro que regulam o estado emocional. A serotonina é alterada pelo estado de ansiedade, fazendo com que o cérebro aumente o desejo de ingerir carboidratos, na tentativa de regular o quadro afetivo, podendo causar ingestão alimentar excessiva e até obesidade.
7- Exercícios físicos e redução da ansiedade:
Exercícios físicos regulares liberam substâncias como a endorfina, que aumentam a disposição geral, trazem sensação de bem estar, reduzem o estresse diário e ajudam a diminuir a tensão e a ansiedade.


O planejamento alimentar para o emagrecimento depende do controle das nossas emoções. A ansiedade patológica compromete o objetivo de manter a saúde através do emagrecimento. O reconhecimento dos sintomas ansiosos e suas conseqüências podem ser o início de um tratamento com sucesso, que deve ser realizado por um psicólogo ou psiquiatra e pode envolver o uso de medicamentos e/ou a realização de psicoterapia.
Fonte:
Cyber Diet por
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043
Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.


sexta-feira, 25 de junho de 2010

Emagreça com psicoterapia

É sabido que o emagrecimento ocorre quando o indivíduo gasta mais calorias do que ganha. Para atingir este objetivo, é necessário adotar uma alimentação adequada aliada à prática freqüente de exercícios físicos

Embora a receita pareça simples, na prática a situação é bem mais complicada. A dificuldade se deve ao fato da relação com a comida ser sempre investida de sentimentos que podem dificultar o rompimento com antigos hábitos alimentares. Por tratar destas questões emocionais, a psicoterapia pode ser uma ferramenta muito útil na luta contra a obesidade.
“Não são raros os casos de mães que preparam refeições altamente calóricas para premiar um bom filho, ou o privam de comida quando se comporta mal”Muitas são as situações em que o atendimento psicológico se faz indicado e não seria possível mencionar todas elas neste pequeno espaço. Abaixo descreverei alguns problemas emocionais que freqüentemente prejudicam a perda de peso e que podem ser tratados em psicoterapia:
1. Obesidade como conseqüência do ambiente familiar: em muitas famílias o alimento é usado para punir ou recompensar os indivíduos por suas ações. Não são raros os casos de mães que preparam refeições altamente calóricas para premiar um bom filho, ou o privam de comida quando se comporta mal (note que o alimento é usado como sinônimo de amor). Estas relações fazem com que muitos indivíduos adultos tenham dificuldade de aceitar a diminuição da ingestão de alimentos, tornando-se incapazes de seguir um plano de reeducação alimentar, sem que antes tratem esta dificuldade emocional.
2. O alimento como principal fonte de prazer e consolo: muitos são os casos de pessoas que sentem-se pouco satisfeitas em seus relacionamentos (familiares, amorosos, amizades) e não se realizam em suas atividades cotidianas. Para estas pessoas, a comida pode se tornar uma grande amiga: aquela que as consola nos momentos de tristeza e as acompanha nas horas de alegria. O alimento passa a ser a maior fonte de prazer e, desta forma, a obesidade se instala. Neste caso, não bastam recomendações alimentares; é necessário tratar o problema psicológico para que o emagrecimento possa ocorrer.
3. A obesidade como forma de tornar o corpo menos atraente: o amadurecimento emocional do ser humano passa pela aceitação do corpo sexualmente maduro. Entretanto, muitas pessoas tem dificuldade de lidar com esta transição do corpo infantil para o corpo adulto e acabam utilizando a obesidade com forma de esconder as mudanças. A camada de gordura passa a servir como uma defesa que protege a pessoa de se mostrar sexualmente atraente, evitando, assim, os sentimentos de insegurança e ansiedade que esta situação pode gerar. Para estes indivíduos, o emagrecimento é encarado como uma ameaça que lhes roubaria as defesas e isto os leva e a permanecerem eternamente na condição de obesos. Tratar estas dificuldades é um passo fundamental para que a perda de peso seja vista de forma positiva.
Para todos os casos aqui descritos a psicoterapia é o tratamento recomendado. Neste processo o indivíduo torna-se capaz de analisar e refletir sobre as questões que prejudicam a perda de peso e se prepara para superar estes obstáculos. Com o caminho desobstruído fica bem mais fácil seguir os planos de emagrecimento e atingir o objetivo esperado!
Por: Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043
Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar
com enfoque em obesidade.
Cyber Diet

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Top 10 addiction questions to ask yourself – addiction evaluation

Top 10 addiction questions to ask yourself – addiction evaluation
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10SUPER PERGUNTAS PARA VOCÊ SABER SOBRE VÍCIO – BOAS-VINDAS AO APOIO DE AVALIAÇÃO SOBRE VÍCIO! PERGUNTAS FEITAS SOBRE VÍCIO?
1. Com que freqüência você tem se empenhado nesta substância ou comportamento?
2. Pense sobre um dia típico / semana. Em quantos dias você se empenha nesta substância ou comportamento?
3. Quantas vezes por dia?
4. Pense sobre o ano passado. Qual o número maior de vezes que você se empenhou nesta substância ou comportamento em qualquer uma ocasião?
5. Com que freqüência durante o ano passado você achou que não pode parar de tomar esta substância nem este comportamento uma vez que você começou?
6. Com que freqüência durante o no ano passado você não conseguiu parar de fazer o que normalmente era esperado de você por causa desta uma substância ou comportamento?
7. Com que freqüência durante o no ano passado necessitou esta substância ou comportamento de manhã?
8. Com que freqüência durante o no ano passado teve um sentimento de culpa ou remorso depois de tomar esta substância / empenhando neste comportamento?
9. Com que freqüência durante o ano passado você não pôde lembrar-se do que aconteceu na noite anterior por causa do uso da substância ou comportamento?
10. Você ou outra pessoa se feriu em conseqüência de tomar uma substância ou se empenhar num comportamento?
11.Um parente ou amigo ou um médico ficou preocupado sobre seu uso de uma substância/comportamento ou sugeriu que você parasse?
Tradução: Eliane Jany Barbanti

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Dicas para desestressar na hora de comer

Alimentos que ajudam a manter a calma

Você sabia que o simples ato de morder uma maçã é relaxante?
Aveia: não esqueça de incluir a aveia no café da manhã. O cereal fornece carboidratos complexos, evitando a rápida subida dos níveis de açúcar no sangue, e energia de forma constante. A aveia também é rica em vitamina B, além de conter avenina, um reequilibrante natural do sistema nervoso.
Banana: é rica em potássio e triptofano, que aumenta os níveis de serotonina no corpo, a substância cerebral ligada ao bem-estar
Alimentos que ajudam a manter a calma
Chocolate amargo: se sentir aquela vontade de comer um doce, prove um pedacinho de chocolate amargo com mais de 75% de cacau. Os antioxidantes e flavonóides presentes nessa delícia o ajudarão a controlar a pressão arterial, além de evitar os picos de açúcar no sangue.
Abacate: a fruta é rica em potássio e vitamina B6, que tonifica os nervos.
Maçã: o simples ato de morder a fruta é relaxante, ajudando a reduzir a tensão das mandíbulas. Quem não “trinca” a boca quando está nervoso?
Vitaminas do complexo B: aumente o consumo de alimentos ricos nesses nutrientes, especialmente a vitamina B12. O estresse reduz os níveis das vitaminas B no corpo. Coma carnes magras, marisco, ovo ou peixe.
Marisco: além desse delicioso fruto do mar, outras boas opções são a lagosta, lagostim e mexilhão. São ricos em zinco, um mineral antioxidante cujos níveis caem em situações de estresse.
Fernando Fischer / texto: Vanessa de Sá
Sport Life

domingo, 16 de maio de 2010

Tabagismo

Body's Defenses May Worsen Chronic Lung Diseases In Smokers
Defesas do organismo podem piorar doenças pulmonares crônicas em fumantes
Although the immune system is designed to protect the body from harm, it may actually worsen one of the most difficult-to-treat respiratory diseases: ...
Embora o sistema imune é concebido para proteger o corpo contra o mal, pode piorar realmente uma das mais difíceis de tratar são as doenças respiratórias: ...
full story > História completa


Adults Important In Reducing Tobacco Use Among Young People
Adultos importacia de reduzir Tabagismo Entre Jovens

Insight Into The Way Nicotine Works In The Brain
A introspecção na maneira como a nicotina atua no cérebro

High IQ Linked To Reduced Risk Of Death
Alto QI Vinculado ao reduzido risco de morte

Fonte:
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University of Cincinnati (2009, February 18). Defesas do organismo podem piorar doenças pulmonares crônicas em fumantes. ScienceDaily. Retrieved May 16, 2009, from http://64.233.163.132/

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