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Alô queridos!!!

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Caminhada previne ganho de peso com a idade

Caminhada previne ganho de peso com a idade, diz pesquisa
Estudo revela que 30 minutos de caminhada podem ser suficientes
Caminhe para prevenir o ganho de peso provocado pela idade
Apenas 30 minutos de caminhada por dia podem ser o suficiente para evitar o aumento de peso que ocorre com o envelhecimento, segundo estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
A pesquisa acompanhou durante 15 anos cerca de 5 mil pessoas com idades entre 18 e 30 anos. Os pesquisadores descobriram que, entre as mulheres mais pesadas, meia hora de caminhada todos os dias reduzia em até 450 gramas por ano o ganho de peso que costuma acompanhar o envelhecimento. Entre os homens, esse aumento no nível de atividade física também fazia efeito, mas de forma menos significativa.
Com isso, os especialistas concluíram que "caminhar é de particular relevância porque é geralmente uma forma barata e acessível de atividade física para muitas pessoas" e pode "melhorar não apenas o controle do peso como também a saúde pública geral"
Fernando Fischer
Disponível na Internet em Caminhada previne ganho de peso com a idade http://www.revistasportlife.com.br

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Cigarro atrapalha o paladar

De acordo com pesquisa realizada na Grécia, o tabagismo altera o formato e a sensibilidade das papilas gustativas
Nicotina causa mudanças funcionais e morfológicas nas papilas gustativas.
O hábito de fumar não apenas aumenta o risco de câncer e doenças cardiovasculares, mas também atrapalha o paladar, deixando os alimentos menos saborosos, segundo estudo da Universidade Aristóteles, na Grécia.
De acordo com os pesquisadores, o tabagismo pode afetar o formato das papilas gustativas e a formação de vasos sanguíneos no local. Foram avaliados 62 homens jovens das forças armadas gregas (metade dos quais eram fumantes), que tiveram a sensibilidade gustativa e o número e formato de suas papilas gustativas medidos. E as análises indicaram que as papilas gustativas dos fumantes eram mais lisas do que a dos não-fumantes.
Os pesquisadores explicam que “a nicotina pode causar mudanças funcionais e morfológicas” nas papilas gustativas, sem afetar severamente seu número, e isso faria do tabagismo um importante fator de redução da sensibilidade do paladar. “Diferenças estatisticamente importantes entre o paladar dos fumantes e dos não-fumantes foram detectadas”, destacaram os autores, ressaltando que mais estudos são necessários para confirmação.
Fernando Fischer
Disponível na Internet em Cigarro atrapalha o paladar

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Capacidade de VO2 máximo para indivíduos fumantes e não fumantes...

CAPACIDADE DE VO2 MÁXIMO PARA INDIVÍDUOS FUMANTES E NÃO FUMANTES
Resumo
A predominância do tabagismo é baixa entre as pessoas que praticam exercícios.

Em repouso e, numa menor extensão, durante o exercício, a nicotina da fumaça do cigarro aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, diminui o débito sanguíneo cardíaco e aumenta e demanda de oxigênio pelo músculo cardíaco.

No exercício, a nicotina também aumenta os níveis de lactado no sangue, porém, não existem evidências conclusivas de que o exercício auxilia as pessoas a interromper o hábito de fumar, mas a maioria dos programas de interrupção incluem o exercício como componente vital.

Objetivo foi quantificar a capacidade de VO2 máximo durante a realização do teste de 12 minutos, onde participaram 9 indivíduos fumantes e não fumantes.

Quanto aos resultados: para os fumantes existe uma relação entre o tempo em que foi fumado o último cigarro com o exercício e que a capacidade de VO2 máximo é menor do que no indivíduo não fumante.

Unitermos: Tabagismo. Exercício físico. VO2 máximo.
Disponível on line emhttp://www.efdeportes.com/ Revista Digital - Buenos Aires - Año 10 - N° 85 - Junio de 2005







quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Meditação contra a dor

Cientistas dizem que praticar a meditação aumenta o volume de área do cérebro que regula as dores

Aumento do volume de áreas específicas do cérebro reduz sensibilidade à dor

A meditação pode ajudar as pessoas a reduzir sua sensibilidade à dor ao aumentar o volume de áreas específicas do cérebro, segundo cientistas da Universidade de Montreal, no Canadá.
Em artigo publicado na revista da Associação Americana de Psicologia, os especialistas destacam os resultados de um estudo com 35 pessoas que tinham dores crônicas, indicando que os praticantes de meditação apresentaram, em ressonância magnética, maior espessura de uma região central do cérebro que regula a dor - o cíngulo anterior.

Além disso, os “zen meditadores” tinham menos sensibilidade à dor causada por um aparelho de calor. “Através do treinamento, os ‘zen meditadores’ parecem aumentar certas áreas de seu córtex, e isso parece estar por trás de sua menor sensibilidade à dor”, disse o pesquisador Joshua A. Grant, líder do estudo. “Descobrimos uma relação entre o espessamento cortical e a sensibilidade à dor que apoia nossos estudos prévios em como a zen meditação regula a dor”, concluiu, acrescentando que além de ajudar a reduzir a dor crônica, a meditação pode ajudar a prevenir a redução de massa cinzenta causada pelo envelhecimento ou decorrente de problemas como o derrame.
Fernando Fischer

Sport Life

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Benefícios das atividades aeróbias e não aeróbias para dependentes químicos

Atividades aeróbias:
São atividades como a caminhada, bicicleta:
Aeróbias principalmente quando praticadas por pessoas sedentárias.
O consumo de cocaína, maconha, tabaco e álcool, resulta nas alterações das principais vias nervosas.
O aumento da exigência metabólica resulta na adaptação destas diversas vias nervosas
Destacando como principais benefícios:
Normalização dos níveis de áreas da atenção, memória e controle motor .
Controle da ansiedade.
Melhora :
Condicionamento cárdio- respiratório.
Coordenação.
Auto-estima.
Grande bem estar.
Socialização.
Prevenção de várias doenças.
Aumento:
Dos níveis de Serotoninanas áreas de humor.
De síntese e liberação de Endorfinas.
Taxa basal.
Flexibilidade.
Tônus muscular.
Agilidade.
VO2 máximo.
Ventilação pulmonar.
Diminuição :
Depressão.
Compulsão.
Estresse.
Freqüência cardíaca em repouso.
Pressão arterial .
Gordura corporal.
Atividades não aeróbias:
Os benefícios decorrentes do exercício anaeróbio podem ser tanto físicos como psicológicos e podem também, diferenciar conforme o tipo, a duração, freqüência e a modalidade do exercício. (Barbanti,


O exercício não aeróbio quando executado de maneira planejada, estruturada, e repetitiva apresenta outro aspecto bastante importante a ser considerado que é melhorar o condicionamento físico, obtendo o aumento ou a manutenção da saúde e a aptidão física; desenvolvendo a força e resistência muscular localizada. Flexibilidade, elasticidade, alongamento.

Melhoram:
  • O humor geral e auto-conhecimento
  • Sintomas de estresse, depressão e ansiedade.
  • A auto-imagem, auto-estima e confiança.
  • Fadiga ou perda de energia

 As atividades não aeróbias recomendadas são: musculação, exercícios localizados, alongamento e yoga.
FONTES
BARBANTI, E. J. Efeito da Atividade Física na Qualidade de Vida Em Pacientes com Depressão e Dependência Química. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, v11, n 1, p. 37-45. 2006.
FERREIRA, S E; TUFIK, S; MELLO, M. T. Neuroadaptação: uma proposta alternativa de atividade física para usuários de drogas em recuperação. Rev. Bras. ciênc. Mov, 9 (1), 2001.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Psicologia do Esporte de Reabilitação

Na Psicologia do Esporte encontra-se a chamada de Reabilitação e à Psicologia do Esporte de Reabilitação aplicada ao Rendimento. No primeiro caso os conhecimentos são desenvolvidos para o uso do esporte como instrumento de reabilitação social, ou seja, o esporte é um meio para a re-inserção do deficiente ao convívio social. Este tipo de intervenção da Psicologia do Esporte não se aplica somente aos portadores de deficiências físicas, mas às pessoas com diferentes tipos de necessidades especiais como, por exemplo, cardiopatas, diabéticos, portadores de depressão e dependência química.No caso do atleta lesionado, tem-se a aplicação de estratégias diferenciadas para auxiliar no processo de recuperação física e emocional de uma atleta que está ou esteve distante dos treinos, provas e competições em função de alguma patologia de ordem físico-motora. Os instrumentos e estratégias específicos da Psicologia do Esporte nas duas situações dependerão da situação e condições específicas em que se dará a intervenção do Psicólogo, deixando claro que não existem receitas prontas para qualquer intervenção em Psicologia, mas uma diretriz que deve ser guiada pela ética profissional e pelos objetivos definidos em conjunto entre o psicólogo, a pessoa com quem se realiza a intervenção. O trabalho do psicólogo do esporte terá melhores resultados e será mais eficiente quanto maior for a comunicação e atuação conjunta com os profissionais envolvidos, quer sejam médicos, fisioterapeutas, educadores físicos ou mesmo terapeutas.É importante lembrar que o atleta, antes de ser um atleta é um ser humano e precisa ser tratado como tal. O trabalho com equipe multidisciplinar (Psicólogo/ Médico/ Fisioterapeuta/ Nutricionista/ Educador Físico...) tem mostrado um resultado interessante para o atleta, seja de modalidade individual ou coletiva. O trabalho precisa envolver todas as áreas, para que o trabalho seja realmente efetivo.
Esporte para atletas portadores de necessidades especiais
Sabe-se que deficiente tem limitado seu potencial devido a uma deficiência, expressa principalmente pela dificuldade em realizar movimentos. Assim, o movimento toma contornos de uma importância fundamental na vida do deficiente (Barbanti 2002). Sendo assim a pratica esportiva é fator incontestável no processo de reabilitação e inclusão social, e com o tempo, essa pratica toma novos rumos. O simples ato de praticar atividades físicas começa ter outro sentido. Começa a se aventurar nas primeiras competições sem pretensões ousadas de vitórias, porem com o passar do tempo e muito treinamento os bons resultados começam a aparecer, a motivação pela pratica esportiva aumenta e a expressão atleta surge. Aos poucos esse atleta deficiente físico se inclui no esporte de rendimento. Esporte esse que Barbanti (2002) defende que deve seguir as mesmas regras e normas do esporte em geral. No entanto, diz que podemos estar incorrendo em um erro, pois evidenciamos as diferenças as quais não queremos que existam. Por isso o esporte para deficientes físicos segue uma classificação mundial conhecida como classificação médico-desportiva. Essa classificação separa as deficiências pela sua natureza e é utilizada, por exemplo, nos jogos para-olímpicos que são considerados o segundo maior acontecimento esportivo mundial.Para atletas normais a mais importante competição mundial é a Olimpíada e temos também a Para-Olimpíada, competição essa que somente competem atletas portadores de deficiência. O Brasil vem aumentando significativamente sua participação na Para-Olimpíada, segundo o Comitê Paraolímpico Brasileiro (2005). Um dos benefícios que são conseqüência desses eventos é a possibilidade de avaliar esses atletas como na pesquisa realizada por Labronci et al. (2000) que teve como objetivo avaliar o esporte como método de reabilitação e analisar os aspectos físicos, psicológicos e sociais dos portadores de limitação física, Os resultados obtidos estão relacionados com altos índices de desempenho esportivo e o alto vigor não tem correlação com o tempo de limitação física ou com o tipo da limitação. Parecendo para eles uma característica individual, o que faz procurarem alternativas que o permita ultrapassar barreiras instransponíveis.
Bibliografia
Barbanti, V.J. et al. (2002). Esporte e Atividade Física: Interação entre rendimento e saúde. 1 º. Ed. Manole - São Paulo
Labronci, R; Cunha, M.C.B; Oliveira, ASB. Gabbai, A.A ( 2000). Esporte como fator de integração do deficiente físico na sociedade. Arq. Neuropsiquiatria;58 (4):1092-1099.

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