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segunda-feira, 23 de março de 2009

Sentir Bem-fumo e Exercício Físico

SENTIR BEM
Como uma das consequências do tabagismo é a produção de monóxido de carbono, diminui-se então a ....Exercício físico requer cuidados
Disponível on line em sentirbem.uol.com.br/index.php?modulo=artigos&id=54&tipo=3 - 63k -




Atividade física: exercício e tabagismo

EXERCÍCIO E TABAGISMO
Nesta fase actual, em que se fala tanto de fumar ou não.

Deixo-vos um pequeno artigo de como o exercício vos pode ajudar na diferente decisão que tomem relativamente ao tabaco.
A inactividade física é reconhecida hoje, como importante factor de risco para doenças cardiovasculares. Embora não possa ser considerado potente factor de risco, como tabagismo, hipertensão arterial e hipercolesterolémia (taxa de colesterol sanguínea aumentada), é muito importante pois atinge percentagem muito elevada da população.

A prática de exercício físico regular é aconselhada pela comunidade científica a fim de preservar o bem-estar físico, psíquico e social das populações, com particular ênfase nos países mais industrializados.
Nas doenças cardiovasculares, a actividade física é muito importante, pois interfere no controlo de múltiplos factores de risco dessas doenças, tais como em situação de: hipertensão arterial; tabagismo; stress; excesso de peso/obesidade; diabetes e hipercolesterolémia.
Conselhos práticos
1 - O exercício físico regular não significa apenas atividade desportiva, de lazer, ou competitiva, mas também outras actividades diárias, como por exemplo, relacionadas com certas áreas de trabalho manual (jardinagem, "bricolage", actividades profissionais mais activas, etc.), subir e descer escadas não utilizando o elevador, marcha na rua (indo a pé para o emprego) descer na paragem do autocarro anterior á habitual.
2 - A atividade física, para ter repercussões em termos de prevenção primária das doenças cardiovasculares, deverá ter as seguintes características:
Ser praticada pelo menos três vezes por semana.
Cada sessão ter, pelo menos, a duração de 30 minutos.
O exercício físico deve solicitar múltiplos grupos musculares dos membros e do tronco.
Actividades físicas moderadas e prolongadas no tempo são as mais eficazes. São delas exemplos ideais: marcha rápida; corrida; ciclismo; natação; dança de salão e a aeróbica; ginástica de manutenção, etc.
A duração e a frequência da actividade física devem aumentar lenta e progressivamente.
A execução do programa de exercício físico deve ser continuada, de pouco servindo actividades isoladas no tempo.
3 - A atividade física deve ser adaptada à idade e a outros condicionalismos do indivíduo. Em idades jovens, podem ser de carácter competitivo, pois em geral, quanto maior for a sua intensidade em termos de duração e frequência maiores serão as repercussões orgânicas em termos cardiovasculares. Em indivíduos acima dos 35 anos, os exercícios devem ser, sobretudo de carácter não competitivo e encaradas como forma de lazer. Actividades físicas muito intensas em indivíduos de escalões etários superiores, podem não estar indicadas.
4 - Os programas devem iniciar-se na infância, para se obterem melhores resultados, no entanto nunca é tarde para começar!

5 - O facto do indivíduo ter praticado desporto ou exercício físico intenso na sua juventude não lhe concede protecção contra doenças cardiovasculares, se deixar de realizar actividade física e/ou se estiver sujeito a outros factores de risco.

6 - Antes de iniciar qualquer programa de exercício deve ser realizado exame médico prévio, qualquer que seja a idade do indivíduo em causa.

7 - O médico especializado em actividade física ou o licenciado em educação física e desporto são os conselheiros ideais para ajudar a escolher a actividade mais adequada, em cada indivíduo em particular.Um programa de actividade física regular e bem elaborado será muito importante na prevenção das doenças cardiovasculares, com repercussões positivas na qualidade de vida das populações. Contudo, como sempre, é necessário bom senso e moderação, não esquecendo que "Se uma colher de xarope faz bem, duas poderão fazer mal.Hugo Eduardo Cipriano
Fonte: Fundação Portuguesa de Cardiologia
Publicada por ciprius em
10:37
Disponível on line no blog exerciciofazbem.blogspot.com/2008/02/exerccio-e-tabagismo.html - 68k -
Acompanhe o texto completo em
Atividade física: exercício e tabagismo

Vídeo sobre a ação da nicotina no cérebro!

Vocês já viram o vídeo sobre a ação da nicotina no cerebro?
Tabagismo
Como já foi falado aqui no blog da Aliança, a dependência ao cigarro é complexa pois envolve também fatores psicológicos e comportamentais.
Mas neste vídeo é explicado o mecanismo fisiológico da dependência, é interessante ver.
Está no Estadão on line e é um vídeo de Donna DeSmet e Jason Guerrero, da Hurd Studios.A animação foi premiada pela Revista Science.
Clique abaixo para acessar o vídeo.
CLIQUE AQUI
Blog da Aliança de Controle do Tabagismo. Disponível no line no Blog da Aliança de Controle do Tabagismo

Grupo de pesquisa: GREA - grupo interdisciplinar de estudos de..

  • Identificação
  • Dados básicos
  • Nome do grupo:
    GREA - GRUPO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS DE ÁLCOOL E DROGAS
  • Status do grupo: certificado pela instituição
  • Ano de formação: 1981
  • Data da última atualização: 07/11/2008 10:37
  • Líder(es) do grupo: Arthur Guerra de Andrade - arthur.guerra@pq.cnpq.br
  • Área predominante: Ciências da Saúde; Medicina
  • Instituição: Universidade de São Paulo - USP
  • Órgão: Faculdade de Medicina Unidade: Departamento de Psiquiatria
  • Endereço:
    Logradouro: Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 GREA-IPq-HC-FMUSP
    Bairro: Cerqueira César CEP: 05403010
    Cidade: Sao Paulo UF: SP
  • Telefone: 30697891 Fax: 30696960
  • E-mail: grea@usp.br Home page: http://www.grea.org.br
  • Repercussões dos trabalhos do grupo
  • Sediado no Instituto e Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, o GREA vem desenvolvendo trabalhos na área de pesquisa, ensino, assistência e prevenção de álcool, tabaco e outras drogas desde 1981. Seu método caracteriza-se por uma abordagem multidisciplinar, com equipe formada por psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde. O grupo é considerado hoje como Centro de Excelência para Tratamento e Prevenção de Drogas pela Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD)


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    Linhas de pesquisa Total: 35
  • A depressão e a aderência ao tratamento da infecção pelo HIV
  • A influência da paternidade/maternidade e de 2 diferentes padrões de terapia cognitivo comportamental em um
  • Programa de Tratamento para Dependência de Nicotina
  • Álcool e Drogas: Segunda Pesquisa sobre atitutdes e uso entre alunos da área de Biológicas da Universidade de São Paulo - Campus São Paulo
  • Álcool e Drogas: Terceira Pesquisa sobre Atitudes e Uso entre Alunos da Universidade de São Paulo ? Campus Cidade Universitária, São Paulo
  • Alterações neuropsicológicas de dependentes de cocaína
  • Análise das comorbidades em adolescentes usuários de substâncias psicoativas
  • Análise do custo social do uso do álcool no Brasil no ano de 2007
  • Associação entre polimorfismo gênico do sistema dopaminérgico e resposta ao tratamento da dependência de nicotina
  • Avaliação da intervenção breve na prevenção do uso de álcool e drogas em adolescentes do programa "Escola da Família"
  • Avaliação da percepção de profissionais da área da saúde sobre maconha
  • Avaliação de instrumentos de detecção de problemas relacionados ao álcool em um serviço público universitário (Prefeitura do Campus da Universidade de São Paulo, Campus Capital)
  • Avaliação dimensional de personalidade entre pacientes dependentes de cacaína e crack
  • Avaliação do Perfil de Comorbidades, Gravidade da Dependência e Motivação para o Tratamento em uma
  • Amostra de Usuários de Maconha que Procuram Tratamento
  • Comorbidade entre dependências de substâncias psicoativas e transtornos alimentares: perfil e evolução de mulheres em um tratamento específico para dependência química
  • Comportamento de risco e prevalência da infecção pelo HIV em indivíruos com transtornos psiquiátricos
  • Consumo de drogas entre universitários paulistas
  • Depressão em mulheres infectadas pelo HIV
  • Desenvolvimento de proposta de política sobre drogas para universidades públicas estaduais de São Paulo
  • Discurso autobiográfico em adolescentes usuários de substâncias psicoativas
  • Eficácia do ondansetrona no tratamento de dependentes de álcool
  • Eficácia do topiramato e do naltrexone no tratamento de dependentes de álcool
  • Estudo Comparativo sobre o Desempenho Cognitivo entre Homens e Mulheres Dependentes de Álcool
  • Estudo sobre impacto de convocação por telefone sobre a aderência ao tratamento em pacientes dependentes de álcool e cocaína - ampliação de casuística
  • Fluência do discurso de usuários de drogas psicotrópicas que recebem tratamento no GREA do IPq-HC-FMUSP: aspectos da tipologia das disfluência, velocidade de fala e frequência das rupturas
  • Funcionamento neuropsicológico em crianças e adolescentes usuários de álcool, maconha, cocaína (crack) e inalantes: impacto na escola, comportamentos de risco e tomada de decisões.
  • Pesquisa da utilização do acamprosato no tratamento de dependentes de álcool
  • Pesquisa da utilização do topiramato e do naltrexone no tratamento de dependentes de álcool
  • Polimorfismos genéticos em dependentes do álcool: implicações para saúde e tratamento
  • PRODUSP - Programa de Prevenção e Tratamento ao Uso de Drogas da USP - Sítio: Escola de Aplicação da FEUSP
  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático Associado ao Abuso e Dependência de Álcool e Drogas: Estudo de uma Amostra da População da Região Metropolitana de São Paulo
  • Uso de álcool e drogas: segunda pesquisa sobre atitudes e uso em alunos da Universidade de São Paulo - Campus São Paulo
  • Uso de álcool entre estudantes de medicina e risco de acidentes automobilísticos
  • Uso de drogas e álcool e adesão ao tratamento anti-retroviral na infecção pelo HIV
  • Uso de drogas e comportamento sexual dos alunos da Rede de Ensino Público de São Paulo
  • Utilização do agonista dopaminérgico pergolide de dependentes de cocaína

sábado, 21 de março de 2009

sábado, 14 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

GREA

GREA - GRUPO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS DE ÁLCOOL E DROGAS
Sediado no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o PROGREA - Programa Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas, vem desenvolvendo trabalhos na área de pesquisa, ensino, assistência e prevenção de álcool, tabaco e outras drogas desde 1981. Seu método se caracteriza por uma abordagem multidisciplinar, com equipe formada por psiquiatras, psicólogos, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. O grupo é considerado hoje como Centro de Excelência para Tratamento e Prevenção de drogas, pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD.
MISSÃO
O PROGREA tem a missão de fornecer soluções viáveis para problemas de saúde relacionados ao uso indevido de drogas, para usuários e familiares, comunidade acadêmica, instituições governamentais, de ensino, empresas e demais interessados na área, atendendo suas necessidades e excedendo suas expectativas através do desenvolvimento de pesquisas, de oferta de informações, cursos, programas de prevenção, tratamento e consultoria, para ser o Centro de Referência no Brasil em distúrbios de saúde por uso indevido de álcool e drogas.

Exercícios físicos no tratamento da depressão

EXERCÍCIOS FÍSICOS no TRATAMENTO DA DEPRESSÃO
Revista 1-2007_12-junho-2007.P65
Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Ver em HTML
Exercício físico no tratamento da depressão em idosos – M.ORAES ET AL . Rev Psiquiatr RS. 2007;29(1) – 71.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Seus amigos pararam de fumar? Você provavelmente irá também

Fumantes cortam o hábito em grupos, aqueles que não se tornem proscritos, conclui estudo.
Atualizado 5:01 ET 21 de maio de 2008
LOS ANGELES - A vontade de fumar é contagiosa, mas aparentemente é parar, também.
Uma equipe de pesquisadores, que mostraram que a obesidade pode se propagar de pessoa para pessoa encontraram um padrão semelhante com a cessação tabágica: Um fumante tem mais chances de deixar o hábito se um esposo, amigo, colega de trabalho ou irmão o fez. E mais, os pesquisadores descobriram que os fumantes tendem a se fecharem em grupos e aqueles que não param o hábito cada vez mais ficam de fora de seus círculos sociais,"Seu comportamento fumar depende não apenas do comportamento de fumar das pessoas que você conhece, mas também as pessoas que eles conhecem" e assim por diante, disse o Dr. Nicholas Christakis, um médico sociólogo na Harvard Medical School e autor que conduziu um novo relatório.
As conclusões de estudos anteriores mostram que a influência entre pares desempenha um papel fundamental na decisão das pessoas pararem de fumar e provam que o "sistema amigo" utilizado pelo tabagismo, alcoolismo e perda de peso programas para mudar o comportamento aditivo funciona.
“Anedoticamente, ouvimos as pessoas dizerem que parar de fumar porque o seu cônjuge ou amigo o fez", disse Jennifer Unger, um especialista em prevenção de fumo da Universidade do Sul da Califórnia, que não teve qualquer papel no estudo “Se você influenciar algumas pessoas, essas pessoas podem passar a ajudar os outros a parar". No ano passado, o seu colega Christakis e James Fowler, da Universidade da Califórnia, San Diego, publicaram um estudo sugerindo que a obesidade pode se espalhar entre os amigos, muito semelhante a uma doença infecciosa..
O duo de dados extraídos de uma grande rede social de pessoas que tinham sido acompanhados durante três décadas e constatou que quando uma pessoa ganha peso, amigos próximos tenderam a por alguns quilos a mais. Seu mais recente estudo, que aparece na quinta-feira New England Journal of Medicine e é financiado pelo Instituto Nacional sobre Envelhecimento, focalizou nas pessoas do tabagismo na mesma rede social.
Os pesquisadores examinaram a vida social de 12.067 pessoas no Framingham Heart Study, que tem sido o monitoramento da saúde dos moradores do subúrbio que Boston 1971-2003. Eles foram capazes de reconstruir os laços das pessoas um para com os outros dos participantes uma vez que estes tiveram uma lista informações de contato de sua família, amigos, colegas de trabalho e vizinhos de forma que os investigadores não perderiam nenhuma delas ao longo dos anos. A prevalência de fumantes no estudo de Framingham, ao longo dos anos espelhou as tendências nacionais.Não surpreendentemente, a maior influência foi abordada em estreitos relacionamentos. Quando um cônjuge pára de fumar, o outro parceiro tem 67 por cento menos propensão a fumar. Da mesma forma, quando um amigo para, as chances do outro continuar cai para 36 por cento. As probabilidades são semelhantes entre os co-trabalhadores e os irmãosTrês graus de separação. Pessoas que estavam ligadas a outros em até três graus de separação também foram influenciadas. Se uma pessoa larga o fumo, a chance de uma pessoa dois graus depois disso é de 29 por cento. Em uma separação de três graus, as chances são de 11 por cento."Uma pessoa do grupo tem a motivação para largar o fumo ela começa um efeito de ondulação e cascata que vai através do grupo", disse Fowler.Enquete: Como você trata os fumantes?
Jill Palmer, 28, foi um fumante de um pacote por dia até ela controladas em um programa de antitabagismo no ano passado na Universidade de Wisconsin, Madison onde ela trabalha. Ela tomou a goma de nicotina e trabalhou com um conselheiro para definir uma "data de parar”. Alguns dias depois de Palmer ficar livre do fumo, o marido jogou fora sua última embalagem."Foi estimulado pela minha oportunidade. Ele não queria mais ser um fumante”, disse Palmer, que ela créditos co-trabalhadores não fumantes que a persuadiram para se inscrever no programa cessação.
Os investigadores encontraram também, por meio da análise de amostras aleatórias de as de grupos fumantes, que grupos inteiros se tornam não fumantes ao longo do tempo. As pessoas que permaneceram fumantes ficam na beira de seu círculo social.O tabagismo mata cerca de 400.000 pessoas nos Estados Unidos a cada ano, de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention. Cerca de 45 milhões de adultos são fumantes E.U., embora a prevalência tenha diminuido.
E mais:
Proibir fumantes pode dissuadi-los de revelar o hábito
Não é possível parar de fumar? Culpe os seus genes
Stanley Wasserman, um especialista em estatística Indiana University que estuda as redes sociais, observou que embora o estudo tenha sido feito habilmente, ele tem suas limitações.. Wasserman disse que é difícil de se burlar se a influência social é a grande responsável ou por um grupo inteiro parar o hábito.
Outros fatores, como a proibição de fumar em público ou estudos destacando os efeitos nocivos do tabagismo também pode desempenhar seu papel."Você não pode prová-lo com estes dados", disse ele. "Você tem que ir para as pessoas e perguntar, 'Por que você parou de fumar?

"Extraído do original: Friends quit smoking? You probably will too disponível on line no site http://www.msnbc.msn.com/

Tradução: Eliane Jany Barbanti

Nupsea