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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Abuso de Álcool pode levar à depressão

Estudo encontra ligação significativa mesmo quando outros fatores estão presentes.
HONG KONG - Excesso de bebida alcoólica pode aumentar o risco de depressão, a longo prazo estudo conduzido durante 25 anos na Nova Zelândia confirmou.
O estudo, publicado na Archives of. General Psychiatry, envolveu um grupo de 1.055 crianças que foram acompanhadas por diversas vezes e entrevistou por mais de 25 anos."Em todas as idades, houve clara e estatisticamente significativas tendências de abuso ou dependência de álcool estar associado com um aumento do risco de depressão maior", escreveram os pesquisadores, liderados por David Fergusson, da Universidade de Otago do departamento de medicina psicológica.
O estudo encontrou ambos 19,4 por cento dos participantes entre 17 e 18 que abusavam ou eram dependentes de álcool, e 18,2 por cento foram diagnosticados com depressão.
"Os indivíduos que preencheram os critérios de alcoolismo ou dependência foram 1,9 vezes mais prováveis a também preencher os critérios para depressão maior", escreveram os pesquisadores. Vínculo genético? A ligação entre os dois foi significativa, mesmo após considerar o fator em outras possíveis causas, tais como o consumo de “cannabis” e outras drogas ilegais, com a inscrição "pares desviantes”, o desemprego e um parceiro que cometeu crimes.
"Foi proposto que este link pode surgir a partir de processos genéticos em que o uso de álcool atua acionando marcadores genéticos que aumentam o risco de depressão maior", disseram os investigadores.
"Outras pesquisas sugerem que o álcool tem características depressoras que podem levar a períodos de efeitos depressores dentre os que abusam ou dependem do álcool."
"Extraído do texto original Alcohol abuse may lead to depression disponível on line no site http://www.msnbc.msn.com

Tradução: Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Cigarro e atividades físicas: uma dupla que não combina..

Idmed - Bem-estar- Fitness - CIGARRO E ATIVIDADES FÍSICAS: UMA DUPLA QUE NÃO COMBINA
Fumo O fumo é composto por cerca de 6.700 substâncias, das quais 4.720 foram bem identificadas. Estas substâncias têm duas procedências, uma é a folha do fumo e a outra é proveniente da combustão do fumo, que é a sua fumaça. A fumaça pode ser dividida em duas fases, a fase de vapor e fase de partículas, com elementos químicos distintos em cada fase. Temos, também, as composições químicas da folha, fumaça e a reação entre esses elementos químicos, por ocasião da combustão, que resulta em outras tantas substâncias tóxicas. Adicionalmente, podemos encontrar alguns elementos inorgânicos, tanto na folha, como na fumaça, tais como alumínio, arsênico, ferro, manganês, níquel, titânio e zinco.
O fumo pode conter ainda resíduos químicos da agricultura, como inseticidas, pesticidas e fungicidas. Entre as propriedades do fumo e sua fumaça, destacam-se: radioatividade, formação de radicais livres, alquilação e inibição enzimática. Atividade Física Atividade física é todo movimento corporal produzido por músculos esqueléticos que provocam um gasto calórico. Então, podemos dizer que o termo atividade física refere-se à totalidade de movimentos executados no contexto do esporte, da aptidão física, da recreação, da brincadeira, do jogo, do exercício e das atividades do cotidiano (ex.: tarefas domésticas ou no trabalho).
Uma das maneiras de classificar a atividade é quanto ao seu metabolismo, em atividade física aeróbia ou anaeróbia. Normalmente as atividades físicas aeróbias são de baixa intensidade e curta duração, como, por exemplo, caminhada, natação ou andar de bicicleta. As atividades físicas anaeróbias têm curta duração e são de alta intensidade, e podemos citar como exemplo as corridas.
Outros fatores importantes a ressaltar nas atividades físicas são sua duração (sessão) e sua freqüência (vezes por semana). Prejuízo do tabagismo na prática de atividade física Uma das substâncias, da fase de vapor, da fumaça de cigarro é o monóxido de carbono (CO). O CO possui 250 vezes mais afinidade com a hemoglobina sanguínea do que o oxigênio (O2), ou seja, quando o fumante traga, inunda o pulmão de CO e, esse CO, se fixa 250 vezes mais rápido na hemoglobina sanguínea formando carboxiemoglobina (COHb). Então, o sangue passa a carrear CO e não O2, causando uma hipóxia (hipóxia: falta de O2 para o corpo) generalizada. Essa falta de oxigenação faz com que a pessoa, logo após fumar, tenha intolerância ao exercício físico ou baixo rendimento durante a execução de atividade física.
Vários estudos apontam a exposição à fumaça de cigarro como agente aterogênico (promotor da aterosclerose). As lipoproteínas de alta densidade (HDL) diminuem o que é prejudicial porque são ricas em apoliproteínas AI e AII, protetoras da parede do vaso contra a aterosclerose. Ao mesmo tempo, há aumento das lipoproteínas de baixa densidade (LDL-colesterol) importante fator de risco para o desenvolvimento da aterosclerose. Além disso, a exposição à fumaça de cigarro promove aumento na viscosidade sanguínea, prejudicando fluxo sanguíneo. A nicotina, substância da fase de partículas da fumaça de cigarro, induz o corpo a liberar substância vasoconstritora (endotelina 1 e vasopressina), elevando, assim, a pressão arterial. A pressão arterial aumentada, em longo prazo, pode gerar alterações cardíacas, como a hipertrofia cardíaca. Com o passar do tempo, a hipertrofia cardíaca começa a reduzir a função cardíaca (diminuição da capacidade do coração de atender a necessidade metabólica do organismo), isso porque a capacidade ATPásica (geração de energia) da miosina (proteína do músculo cardíaco) depende de sítios ativos localizados nas cadeias pesadas que possui a maior capacidade ATPásica, justificando, assim, a diminuição de rendimento na aptidão física.
O exercício físico gera desvio da homeostase orgânica (fluidos corporais), pós-exercício ocorre à reorganização das respostas de diversos sistemas, entre eles o sistema imune. Após cinco e 60 minutos observa-se diminuição das concentrações plasmáticas dos antioxidantes (vitamina C; cisteína; metionina e ácido úrico). Esse efeito pode, potencialmente, diminuir a defesa do organismo contra o estresse oxidativo. O estresse oxidativo tem papel importante no envolvimento molecular que controla a inflamação. Este estresse resulta do desbalanço da relação oxidante/antioxidante, excesso de oxidantes e/ou depleção de antioxidantes. O estresse oxidativo aumenta a inflamação em fumantes e em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica, por ativação de fatores de transcrição, redox sensíveis, tais como o fator nuclear-[kappa]B e o ativador de proteína-1, que regula genes de mediadores pró-inflamatórios e expressão gênica de antioxidantes, diminuindo a capacidade de o corpo fazer as regenerações necessárias, pós-exercício.
Sem mencionar a clássica queda de função respiratória desencadeada pelo tabagismo, como a bronquite, enfisema, asma e obstrução crônica das vias aéreas, influenciando na redução da aptidão física.
O site www.idmed.com.br não assume nenhuma responsabilidade em como as matérias e/ou reportagens são utilizadas pelos internautas. Essas apresentam o ponto de vista do autor sobre o tema e não devem em nenhuma circunstância serem usadas para indicar ou sugerir qualquer tratamento. Não devem também substituir diagnóstico mÉdico ou tratamento de doença ou condição clínica. Se você sente algum sintoma procure imediatamente seu médico ou posto de saúde de sua região.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O poder do relaxamento

Pensamento e ação: Viver com saúde é o que todos desejamos.
A relação que temos com nosso próprio corpo pode encontrar-se, por vezes, comprometida
.
Quando não conseguimos manter o equilíbrio das nossas emoções, nosso corpo poderá sofrer conseqüências e a nossa mente pode abrir portas para vários tipos de doenças.
Ansiedade, estresse, e estados depressivos são quadros que podem aparecer em pessoas que estão com depressão, sobrepeso ou em emagrecimento, mas existem muitas formas de controlar estes fatores que nos prejudicam. A prática regular de técnicas de relaxamento, meditação, Yoga, entre outras, poderá nos ajudar a evitar os processos mentais que podem causar vários males.
No relaxamento há uma estreita ligação entre respiração e musculatura do corpo. Quando inspiramos e expiramos profundamente, e de forma consciente, temos o poder de relaxar os músculos do nosso corpo.
A mente acompanha esse processo, acalmando nossos pensamentos.
A visão das coisas se torna mais clara, nossos impulsos poderão ser melhores controlados, e os avisos do nosso corpo poderão ser mais facilmente percebidos. A mente estará em sintonia com nosso corpo e, assim, poderemos pensar em mudanças que restabeleçam o equilíbrio físico e mental.
“Se utilizarmos as técnicas de relaxamento como aliadas no controle da obesidade e depressão sairemos fortalecidos”
Dessa forma, teremos mais condições de decidir adequadamente na hora de selecionar a qualidade e a quantidade do que comemos. Sem radicalismos ou cobranças excessivas, poderemos nos beneficiar do autocontrole e do relaxamento, que são uma alternativa para diminuir a ansiedade que é uma dos vilões da perda de peso.
O emagrecimento será uma conseqüência direta do nosso esforço consciente e equilibrado de promover mudanças que nos trarão benefícios. Se aprendermos a respirar, relaxar, dormir e comer melhor, teremos uma chance maior de dar continuidade a hábitos saudáveis, pois só fazemos por muito tempo aquilo que nos dá prazer. Devemos dosar tudo o que a vida nos oferece, selecionando e praticando o que nos faz bem, para conquistarmos plenas condições de uma vida equilibrada.
Na vida moderna é quase impossível eliminar o estresse e a ansiedade. Mas podemos mudar a nossa capacidade de reagir a ambos. Se utilizarmos as técnicas de relaxamento como aliadas no controle da obesidade sairemos fortalecidos.
O equilíbrio físico e mental nos traz bem-estar e aumenta nossa auto-estima. Poderemos ter um novo estilo de vida que se adapte melhor aos projetos que traçamos. Com visão de longo prazo obteremos benefícios duradouros para nossa saúde. Isso não é mágica. É determinação e equilíbrio de quem controla a mente em benefício do próprio corpo.

Por: Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043
Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.
Cyber Diet

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Depressão Esportiva e o Yoga

Em recente artigo escrito numa revista de grande circulação nacional foi abordada a importância da auto-estima como principal fator de desenvolvimento humano. Esta área de estudo é razoavelmente nova. Com o desenvolvimento da ciência, em especial da psicologia, psiquiatria e neurologia, surgiram novas hipóteses sobre o funcionamento da mente e do cérebro¹. Surgiram pesquisas sobre outras formas de inteligências¹.

O mundo descobriu as inteligências intrapessoais, interpessoais entre outras. Agora, finalmente, começam os comentários sobre a auto-estima. Estudos preliminares que tratam da relação que existe entre a auto-estima e o desempenho esportivo surgiram nas últimas décadas². A maioria destes comentários classifica a auto-estima como sendo o fator primordial no desenvolvimento humano e no desempenho de atletas, nas suas mais diversas categorias. Nos textos de Yoga, entretanto, este assunto já é muito antigo. A preocupação com a auto-estima surge na primeira sistematização do Yoga. Pressupõe-se que esta obra tenha sido escrita entre o século II a.C. e o século VI d.C. Seu escritor, Patañjali, classifica a auto-estima (Santôsha) como um dos autocontroles (Niyama) fundamentais à prática desta filosofia (o Yoga). No transcorrer da história e do desenvolvimento do pensamento ocidental, essa palavra sânscrita, Santôsha ganhou múltiplas transliterações. Desta forma, ele pode ser interpretado como: contentamento, auto-estima, satisfação, alegria, sentimento de prazer. Como praticante desta filosofia há mais de 25 anos, vejo essas transliterações como algumas das múltiplas manifestações da mesma percepção. Essa percepção, porém, é ainda muito mais abrangente do que as propostas atualmente. Para atletas de quaisquer categorias, o fracasso leva a uma situação de auto-estima baixa (descontentamento falta de prazer, insatisfação, depressão). Tal sentimento não é por si só, ruim afinal os atletas quando estão nesta condição são mais suscetíveis às palavras de apoio de seus respectivos treinadores (Smith, 1997). O problema surge quando esse sentimento se prolonga. Quando os fatores estressantes ultrapassam a aptidão física do atleta, a depressão pode instalar-se indefinidamente². A depressão pode ser provocada por inúmeros fatores. Entretanto, quando ela se prolonga a "somatização" passa ser um alto risco. Como isso ocorre? Ao efetivar a mitose as células reproduzem e aumentam os receptores celulares dos sentimentos predominantes. Se nossos sentimentos predominantes forem depressivos e se os mesmos sentimentos permanecerem por longos períodos, chegará um momento em que ocorre uma overdose destes sentimentos. É por essa razão que os depressivos mantêm-se nesta condição.

O que o Yoga faz para quebrar esse ciclo destrutivo? Na primeira fase o professor de Yoga, através da indução verbal, estimula um estado emocional produtivo (eu, particularmente, gosto de trabalhar com os sentimentos de paz, alegria e satisfação e suas manifestações). Numa segunda fase, transformamos isso num condicionamento reflexo. Uma versão ampliada da teoria de Pavlov. Em seguida passamos para a expansão destes condicionamentos através de Pranayamas³ que, conseqüentemente, leva suprimento extra de oxigênio para o cérebro. Como é sabido isto em associação com atividade física aeróbia reduz os estados depressivos¹. Todos os estados emocionais causam contrações involuntárias de músculos. Neste caso, os Asanas³ atuam reduzindo estas tensões e permitindo um restabelecimento paulatino e constante. Algumas posturas têm a capacidade de aumentar a oxigenação do cérebro em mais de 80% intensificando os efeitos dos Pranayamas citados anteriormente. Durante o período de Yoganidra³ os praticantes relaxam todas as estruturas do indivíduo sejam elas físicas, emocionais ou espirituais. Em última instância, o Dhyana³ faz com que o praticante entre em contato consigo mesmo¹, desenvolvendo e aprendendo a entrar em contato com seus condicionamentos internos buscando conhecê-los e/ou mudando-os³.Tudo isso é garantido por mais de 5000 de experimentação não científica. Porém, acessível a quaisquer pessoas que queiram experimentar. Bastando para tanto, procurar um professor experiente.
Bibliografia

¹"Goleman PhD, Daniel (Inteligência Emocional, 1996)"
²Nestes ítens constam os seguintes trabalhos:
“ Cratty (1983) "
" Gelfand & Hartmann, 1978"
" Thomas et al., 1978"
" Lintunen, 1985"
" Becker Jr., 1992 ;1997b"
" Skubic, 1965"
" Scanlan & Passer (1978; 1979)"
" Hansen (1967)"
" Griffith, 1972";
" Simon & Martens,1979"
“Van Yperen, 1998"
“Smith & Smoll, 1990" " Smith, 1997"
“Heil (1993)"
“Meeuwisse & Fowler, 1988"
“Crossman, 1985;"
“Eldridge, 1983;"
“Wiese & Weiss, 1987"
“Weiss & Troxell (1986)"
“Chan e Grossman (1988)"
“Smith e colegas (1990),"
Fonte:Centro cultural de Yoga

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Benefício do exercício físico para a saúde

Os principais efeitos benéficos da atividade física e do exercício físico descritos na literatura são:

Efeitos antropométricos e neuromusculares:
Diminuição da gordura corporal
Incremento da massa muscular
Incremento da força muscular
Incremento da densidade óssea
Fortalecimento das articulações
Incremento da flexibilidade

Efeitos metabólicos:
Diminuição da frequência cardíaca em repouso e esforço (sub máximo)
Aumento da potência aeróbica (respiratória)
Aumento da ventilação pulmonar (oxigenação)
Diminuição da pressão arterial
Melhora do perfil lipídico ( gorduras do sangue)
Melhora a sensibilidade a insulina

Efeitos psicológicos
Melhora do autoconceito
Melhora da autoestima
Melhora da imagem corporal
Diminuição do estresse e da ansiedade
Melhora da tensão muscular e da insônia
Diminuição do consumo de medicamentos
Melhora das funções cognitivas e da sociabilização

Com esses efeitos gerais, o exercício físico tem-se mostrado benéfico no controle, tratamento e prevenção de doenças como diabetes, enfermidades cardíacas, hipertensão, arteriosclerose, varizes, enfermidades respiratórias, osteoporose, artrose, artrite, dor crônica e desordens mentais ou psicológicas.
FONTE:
ASSUNÇÃO, O. T.; MORAIS P.P.; FONTOURA H. Relação entre atividade física, saúde e qualidade de vida. Revista Digital - Buenos Aires - v-8 - no. 52 - Setembro de 2002.
GUEDES, D. P., GUEDES, J. E. R. P. Exercício físico na promoção da saúde. Londrina: Midiograf, 1995.
MATSUDO, S. M., MATSUDO, V. K.R. Evidências da importância da atividade física nas doenças cardiovasculares e na saúde. Revista Diagnóstico e tratamento, v.5, n. 2, p. 10-17, 2000.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Atividade física e saúde mental

Você sabia que a atividade física pode contribuir para sua saúde mental?
Além de fortalecimento muscular, aumento da capacidade cardiopulmonar e melhora da estética, sair do sedentarismo também pode trazer outros benefícios melhora do sono, humor e memória.
O aumento da aptidão física reduz as chances da pessoa desenvolver doenças crônico-degenerativas como a osteoporose, hipertensão, doenças coronarianas e diabetes, além de diminuir também o risco de desenvolvimento de transtornos psiquiátricos como ansiedade e depressão.
O avanço tecnológico, assim como pressões sociais e econômicas, levam o indivíduo muitas vezes a se entregar aos problemas mentais de ordem emocional. Ocorre que a prática regular de exercícios físicos aeróbios pode produzir efeitos antidepressivos e proteger o organismo dos efeitos prejudiciais do estresse na saúde física e mental.
“O aumento da capacidade aeróbia tem relação direta com a melhora nas funções cognitivas”Os exercícios físicos aeróbios são os mais indicados para promover melhora da aptidão, mas devem ser realizados na forma de um programa de treinamento físico aeróbio progressivo e controlado, sempre com acompanhamento de um profissional para monitoramento da intensidade destes exercícios de acordo com o nível de cada pessoa, além de avaliação clínica e psiquiátrica regular.
Alguns estudos sugerem que, dentre outros métodos, a atividade física pode ser considerada eficaz no tratamento da depressão.
Vale lembrar que atividade física é qualquer movimento corporal produzido que resulta em gasto energético maior do que o dos níveis de repouso do corpo, ou seja, caminhar, subir escadas, varrer a casa.
Já o exercício físico é uma atividade física planejada, estruturada e repetitiva,como fazer musculação, corrida, ginástica localizada.
Tanto a atividade quanto o exercício podem trazer benefícios. A atividade ou o exercício físico podem ser coadjuvantes na prevenção e no tratamento da depressão.
Sono
O sono de pessoas ativas é bem melhor do que o de pessoas sedentárias. O exercício físico pode proporcionar liberação de hormônios e influenciar no ciclo sono-vigília, trazendo mais disposição para o dia-a-dia.
A intensidade e o volume de atividades físicas são extremamente importantes, pois quando a sobrecarga é aumentada até um nível ideal existe uma melhor resposta na qualidade do sono. Mas se existe uma sobrecarga de exercícios, haverá influência negativa direta sobre a qualidade do sono. O exercício físico e o sono de boa qualidade são fundamentais para a boa qualidade de vida e para a recuperação física e mental do ser humano.
Humor
A atividade física mostra-se eficaz também em pessoas que sofrem dos transtornos do humor, pois quando se tem um treinamento contínuo mais sem exageros, o exercício aeróbico melhora a aptidão e diminui os sintomas depressivos, reduz o percentual de gordura e os níveis plasmáticos de serotonina, melhorando assim o estado de humor do indivíduo.
A prática de exercício físico regular está associada à ausência ou a poucos sintomas depressivos ou de ansiedade.
O aumento da capacidade aeróbia tem relação direta com a melhora nas funções cognitivas, sendo que o exercício contribui para a integridade do cérebro e do sistema cardiovascular, melhora o tempo de reação, a força muscular e a amplitude de memória.
Estudos mostraram que pessoas idosas, que praticam atividade física como caminhar 3 vezes na semana por 1 hora, por exemplo, tem uma melhora significativa na atenção, memória, agilidade motora e humor, sugerindo assim que, principalmente as mulheres devem fazer um condicionamento físico aeróbio sistematizado, por ser uma alternativa não-medicamentosa para a melhora cognitiva.
Fonte:
Vanessa Salvador Marietto
Consultora de fitness
do Cyber Diet.
CREF 020396-G/SP

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