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Alô queridos!!!

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Top 10 ways to improve your body image for food addicts

Top 10 ways to improve your body image for food addicts
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10 SUPER MANEIRAS DE MELHORAR SUA IMAGEM CORPORAL PARA DISTÚRBIOS ALIMENTARES

1. Reconheça que o seu corpo é único, não importa de que forma, tamanho, ou cor ele tenha.
2. Se você está preocupado com seu peso ou tamanho, cheque em com seu médico para assegurar-se que sua saúde e tamanho estão dentro dos limites da média para alguém de sua idade.
3. Quando você ouve comentários negativos vindo por dentro si, diga a si mesmo para parar.
4. Dê três elogios todos os dias a si mesmo.
5. Toda noite faça uma lista de três coisas em seu dia que realmente lhe deram prazer. Ao focalizar nas coisas boas que você faz e os aspectos positivos de sua vida, você pode mudar como sente-se sobre si.
6. Entenda que não é da conta de ninguém a aparencia do seu corpo.Você tem que estar feliz consigo. Esqueça-se dos inimigos.
7. Identifique que aspectos de sua aparência que você realisticamente pode mudar e que você não pode. Todo o mundo tem coisas sobre si que não podem mudar e necessitam aceitar - como sua altura, por exemplo, ou o tamanho de sapato.
8. Se há coisas sobre si que quer mudar e pode (tal como quanto exercitato e bem nutrido você está), faça isto através de metas para si. Crie um plano realista de exercícios e coma alimentos nutritivos.
9. Caminhe em seu progresso até que você alcançe sua meta. Fazer um desafio a você mesmo é uma grande maneira de incentivar auto estima!
10. Celebre suas vitórias recompensando- se quando alcança suas metas. Compre se algo especial que comemore o momento e as realizações de sua vida.
Teste sua auto-confiança.

1. Recognize that your body is your own, no matter what shape, size, or color it comes in.
2. If you are worried about your weight or size, check in with your doctor to make sure that your health and size are within average ranges for someone your age.
3. When you hear negative comments coming from within yourself, tell yourself to stop.
4. Give yourself three compliments every day.
5. Every evening list three things in your day that really gave you pleasure. By focusing on the good things you do and the positive aspects of your life, you can change how you feel about yourself.
6. Understand that it’s no one’s business what your body looks like. You have to be happy with yourself. Forget the haters.
7. Identify which aspects of your appearance you can realistically change and which you can’t. Everyone has things about themselves that they can’t change and need to accept - like their height, for example, or their shoe size.
8. If there are things about yourself that you want to change and can (such as how fit you are), do this by making goals for yourself. Create a realistic exercise plan and eat nutritious foods.
9. Track your progress until you reach your goal. Meeting a challenge you set for yourself is a great way to boost self-esteem!
10. Celebrate your victories by rewarding yourself when you reach your goals. Buy yourself something special that can commemorate the moment and achievements in your life.
Test your self confidence
Tradução: Eliane Jany Barbanti

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Alcoolismo - buscando ajuda

É muito comum as pessoas quererem eliminar uns quilinhos e se depararem com a dificuldade em parar de beber.
Claro que nem todos que bebem são alcoólatras, mas é preciso romper as barreiras do preconceito e se informar sobre essa séria doença e que ainda é ignorada por muitos.
O alcoolismo ou Síndrome de Dependência do Álcool é uma das doenças com consequências físicas e sociais mais danosas, catalogadas tanto pela Associação Médica dos Estados Unidos quanto pela Organização Mundial de Saúde.
Ela afeta tanto o físico, o emocional, o espiritual, como também a família, amigos, social, financeiro, profissional, ou seja, afeta tudo.
Ela é responsável também pelo elevado número de homicídios, suicídios, acidentes de trabalho, de trânsito e um dos campeões de internações e reinternações em clínica e hospitais. Embora se tratando de uma doença pouco divulgada, o alcoolismo precisa ser tratado. Porém, a própria pessoa e a família, por preconceito e vergonha, procuram esconder e não buscam auxílio.
“A primeira condição para libertar-se das consequências do alcoolismo é desejar parar de beber”As pessoas em geral relacionam o alcoolismo apenas àqueles que bebem compulsivamente todos os dias e em grande quantidade, caindo pelas ruas. Esta imagem até pode ser real, mas é insuficiente para dar conta da extensão da doença, pois a quantidade e a freqüência nem sempre são fatores exclusivos para seu diagnóstico.
Há aqueles que dizem beber apenas socialmente, mas já são portadores da doença, pois são dependentes, muitas vezes sem o saberem.
A principal característica do alcoolismo é que está associado a uma sucessão de perdas. O desejo incontrolável da bebida e a incapacidade de estabelecer um limite para controlá-lo, comprometem os relacionamentos profissionais, familiares e as amizades.
O alcoólatra perde o controle sobre sua vontade, depois o respeito pelos outros, a memória, o raciocínio abstrato, a capacidade de concentração, o trabalho e a família.
Muitos chegam a perder-se a si mesmo, quando não a própria vida, seja assassinando ou por suicídio.
Os alcoólatras arrumam os mais diversos pretextos para o primeiro gole, depois para o segundo e assim por diante, como ressentimentos, raiva, ciúme, cansaços, etc. Alegam que bebem para esquecer ou para adquirir coragem para expressar sentimentos que não conseguem quando sóbrios.
De fato, no início, o álcool parece dar a sensação de ‘poder’ para quem o ingere, mas o preço disso é a rejeição pela sociedade e por si próprio.
Embora todas as causas do alcoolismo ainda não tenham sido descobertas, acredita-se que um dos fatores seja a hereditariedade; ou seja, os filhos de pais alcoólatras têm mais predisposição a desenvolver a doença.
Evidentemente, é preciso prestar atenção às causas da dependência física ao álcool, mas também é importante levar em conta as necessidades psicológicas que levam a pessoa a refugiar-se na inconsciência de seus efeitos.
Na maior parte dos casos, a doença é contraída durante a adolescência, fase em que se busca aprovação e maior segurança, como uma forma de defesa para sentir-se aceito pelo seu grupo social. Em sua maioria, embora nem todos levem o vício ao extremo na juventude, começam a beber para se sentirem mais seguros ou engraçados entre os amigos.
Em nossa cultura, tomar uma dose é uma prática associada a alguma comemoração, a momentos bons ou divertidos, e por isso, atrai em especial os adolescentes. Com o tempo, tudo passa a ser motivo para beber, bons ou maus momentos, festas de reencontro ou de despedidas. O alcoólatra julga usar o álcool para resolver seus problemas, sem se dar conta de que multiplica seus desconfortos físicos e emocionais e passa a depender do álcool para tudo, até para esquecer que é dependente.
O álcool é usado muitas vezes e inconscientemente para fugir ou suportar uma realidade.
De um aliado nas situações de crise, transforma-se em algoz do dependente e a pessoa que, no início achava que se tornava forte, descobre-se absolutamente fragilizada e merecedora do desrespeito alheio. Por isso, em certo estágio avançado, o álcool passa a ser considerado como uma forma de autopunição e autodestruição.
Não existem tratamentos capazes de erradicar totalmente a doença, ou seja, ninguém deixa de ser alcoólatra, mas é possível, contudo, que o doente evite o álcool, interrompendo a sucessão de perdas e recuperando as condições mínimas de convívio familiar, social e profissional. Para isso, é preciso tomar uma decisão nem sempre fácil decorrente de um processo de conscientização.
A decisão é evitar o primeiro gole, seja em que situação for. Para chegar a isso, o alcoólatra precisa adquirir consciência dos males que provoca a pessoas com quem convive e perceber principalmente os males que causa a si próprio.
O álcool não compromete apenas aquele que bebe, mas também os que convivem à sua volta. Os familiares de alcoólatras também precisam e podem buscar ajuda.
A primeira condição para libertar-se das conseqüências do alcoolismo é desejar parar de beber, podendo procurar auxílio de organizações como os Alcoólicos Anônimos-AA, em que alcoólatras encorajam-se uns aos outros se manterem sóbrios. O único requisito para se tornar membro da irmandade é o desejo de libertar-se da dependência, evitando o primeiro gole.
Se a bebida estiver atrapalhando sua vida, não sinta vergonha: procure ajuda.
Caso tenha interesse para você ou algum familiar ou conhecido, procure o número de telefone do AA em sua cidade e obtenha maiores informações neste blog. Mais vergonhoso que procurar ajuda é ser dependente de um produto químico e usá-lo para ferir as pessoas que lhe são mais caras, em especial você!
Fonte:
Cyber Diet por
Rosemeire Zago
Psicóloga clínica com abordagem jungiana, especialização em psicossomática.
Desenvolve o autoconhecimento e ministra palestras motivacionais.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Distúrbios alimentares e dependência química

Por Marty Lerner, Ph.D.Aqueles de nós que estão entre a “comunidade de recuperação" estão todos muito conscientes da prevalência de distúrbios alimentares entre os dependentes químicos.
O objetivo deste artigo é sensibilizar tanto sobre a natureza como a prevalência dos transtornos alimentares especialmente na comunidade de recuperação de alcoólicos e toxicodependentes.
A pesquisa atual sugere uma estimativa consistente, entre bebidas alcoólicas e dependência química.
Mulheres dependentes que podem ser "qualificadas" como comedoras com distúrbios estão ao redor de vinte a quarenta por cento. Não existem estudos específicos em matéria de gênero com “dependência cruzada”. No entanto, há evidências que sugerem que, de todos os casos diagnosticados na população em geral, pelo menos dez por cento são do sexo masculino. Certamente, quando falamos de "transtornos alimentares," estamos incluindo todos os que sofrem de diferentes formas de anorexia, bulimia e comedores compulsivos. Apesar de muitas pessoas que sofrem com um transtorno alimentar podem aparentemente estar significativamente com sobrepeso ou abaixo do peso, como não se pode identificar a maioria dos alcoólicos e toxicodependentes, uns com os outros os portadores de transtornos alimentares também não são reconhecidos simplesmente pelo aparecimento sozinho dos transtornos.Neste momento, muitos de vocês podem estar perguntando como um transtorno alimentar pode ser considerado uma adição ou vício? Como pode alguém ser viciado em comida ou "dieta"?
Esta confusão se parece muito com a confusão e mal entendidos relativos à verdadeira natureza do alcoolismo nos anos passados, explica a dificuldade entre muitas pessoas com transtornos alimentares em reconhecer um transtorno alimentar.
A dependência química é como um parentesco de "primo" de primeiro grau. O fato é que há provas significativas que muitos transtornos alimentares cumprem os critérios médicos aceitos para dependência química (por exemplo, bulimia, comer compulsivo).
O corpo de investigação que vem pesquisando a "bioquímica" daquilo que foi denominado "dependência alimentar" tem crescido nos últimos anos. Até agora se sabe que um número significativo de transtornos alimentares tem uma base biológica que vai além dos elementos ligados ao comportamento disfuncional de comer. Por exemplo, tanto bulímicos como comedores compulsivos têm uma tendência a auto-medicação através de comer em demasia e / ou purgar. Na realidade, existe um mecanismo similar para os que transformam em restrição sua ingestão alimentar por inanição auto-induzida (anorexia). Sabemos, por exemplo, que os alimentos altamente glicêmicos (por exemplo, açúcar e produtos de farinha, carboidratos simples altamente processados) desencadeiam uma reação no corpo de muitos comedores compulsivos de “secretar mais” insulina. O efeito é um rápido aumento do açúcar no sangue seguido por um aumento nos níveis da seratonina e beta endorfinas. Infelizmente, isso provoca uma reação de queda rápida nesses níveis logo depois - como resultado. Esta síndrome de "queda rápida" é marcada por depressão, ansiedade, insônia, fadiga, e um desejo de aliviar o sofrimento. Se isto soa familiar aos alcoólicos, não é coincidência.
O álcool se converte em puro açúcar quando é digerido no estômago.
Os alcoólicos que se abstêm de beber e encontram forte desejo por açúcar, cafeína, nicotina, o fazem, porque essas substâncias tendem a aliviar alguns dos sintomas associados nem tanto com álcool, e, sim, com a retirada do açúcar. Em conjunto a esses elementos físicos estas dependências têm em comum o aprendizado de se automedicar da depressão, assim como em relação a substâncias e comportamentos compulsivos e as semelhanças tornam-se evidentes. Há pouca coincidência neste fenômeno de “dependência cruzada”. Recupera-se de um transtorno alimentar é muito semelhante à recuperação de qualquer adição.
O tratamento eficaz inicia seguindo-se uma série de direções na seqüência do início do tratamento com um conjunto de instruções. Adictos todos têm em comum certo grau de problemas físicos e psicológicos que separam o "viciado" do "não-viciado”. Do lado físico, um bom primeiro passo é o de eliminar ou limitar gravemente carboidratos refinados (por exemplo, açúcar, farinha) de sua dieta. Para ter certeza, isso não significa comer sempre menos, isso significa comer diferente. Um corpo de pesquisa cada vez maior tem demonstrado que em muitos transtornos alimentares pessoas manifestam uma maior sensibilidade a essas substâncias, bem como o efeito de álcool nos alcoolistas. Esta "sensibilidade" traduz-se numa secreção excessiva de insulina, levando a uma pronunciada queda do açúcar no sangue e, assim, um aumento da fome física e depressão. Em outras palavras, se você está comendo compulsivamente, a chance são que essas substâncias desempenhem um papel padrão no seu comer compulsivo bem como tem efeito diretamente nos neurotransmissores que influenciam o seu humor (primeiro fazendo-o "sentir-se" melhor e, em seguida, levando a um estado de depressão mental). Se o acima citado é apenas um mecanismo primário para um transtorno alimentar ou desempenha um papel menor não é conhecido.Um fenômeno semelhante parece existir nos indivíduos que sofrem de anorexia. Aqui, a "solução aditiva" é evitar totalmente alimentos ou recorrer a um excessivo exercício e / ou purga. Em última análise, isso resulta em um ciclo de dependência em função da fome ou purgar a "repelir" a depressão e evitar ganho de peso. Neste caso também, um plano alimentar de abstinência* serve como um guia de alimentação saudável. (Ver definição de "abstinência:" abaixo). Seguindo uma abstinência alimentar * (por exemplo, baixa glicemia), em conjunto com a pesagem e medição de porções (para aqueles que tendem a sobre ou sob qualquer estimativa de porção), é parte integrante do fundamento pelo qual uma recuperação de vida é construída.
O objetivo deste processo é o de proporcionar um "Esboço" de que a pessoa é capaz de construir um padrão alimentar com um alívio da tendência para qualquer estimativa sobre ou sob estimar as suas necessidades nutricionais. Sem isso o desenho técnico, é ter intenções boas, mas nenhum meio de construir programa de projeto de recuperação pessoal que possa suportar as inconsistências da vida cotidiana. A partir de nossas experiências, "Fazer é acreditar".
Definindo Abstinência:
Sobre uma perspectiva médica, refere-se à abstinência a simples cessação da dependência ou comportamentos compulsivos que se aplicam aos padrões comportamentais associados a uma desordem alimentar.
Para o comedor compulsivo, isso significa que se abster de excessos, independentemente do tipo de alimento ou a freqüência de alimentação.
Para os bulímicos sofredores, isso significa o abster comer até fartar-se e purgar. Já para os anoréxicos, representa já não restringir ingestão calórica e / ou o cessar da atividade purgativa.
A definição da perspectiva da abstinência do vício é a mesma com uma importante função.
Uma ferramenta essencial para atingi-se os objetivos acima mencionados inclui um plano alimentar de abstinência:.Poderíamos dizer que um plano de abstinência limita as porções de alimento ou, em alguns casos, eliminam-se, produtos de farinha e açúcar, bem como pesagem e medição porções.
Novamente, isto não é nem uma "licença" para o sofredor de anorexia comer menos ou ficarem obsessivos sobre calorias - é um meio de uma alimentação com quantidade adequada de alimentos saudáveis, nutritivos e não subestimar porções. Com efeito, esta abordagem para comer é recomendada para aqueles que ainda têm outra forma de conseguir sua abstinência de transtorno alimentar.
A analogia com o tratamento do alcoolismo é que um se diferencia entre as duas perspectivas - a de recomendar a tentar o álcool "beber controlado" versus alcançar "abstinência:". Pode, aliás, ser possível que alguns obtenham o "controle” de seu transtorno alimentar (ou alcoolismo) disciplinando seu alcoolismo por autodisciplina. Para outras, pode haver um fator físico além desta autodisciplina. Nestes casos, a experiência tem demonstrado que "tais intervalos de controle são muitas vezes breves, quase sempre seguido por uma recaída ainda pior. "(empréstimo a partir do" Big Book "de AA). Para obter Ajuda. A recuperação de um transtorno alimentar como um processo de dependência sugere um processo de tratamento que englobe os aspectos físico, emocional, espiritual da doença.
No início deste, freqüentemente significa encontrar um centro de tratamento capaz de fornecer as ferramentas necessárias para entrar em recuperação. Uma vez encontrando o caminho da recuperação, aderindo a um plano alimentar saudável, freqüentar regularmente os grupos de apoio relevantes (por exemplo, a Comedores compulsivos, Vigilantes do peso, etc), e trabalhar com outras pessoas em recuperação, continua a ser a essência da qual longa recuperação é construída.
Para obter mais informações sobre como encontrar apoio para desordens alimentares e detalhes sobre o suporte dos recursos você pode visitar a Milestones em recuperação no www.milestonesinrecovery.com site.
Colaborador: Dr. Marty Lerner, Ph.D.Dr. Lerner é o diretor executivo do Milestones do Programa de Recuperação de desordens compulsivas. Lerner é um licenciado e certificado em psicologia clínica especializada em quem está em tratamento dos transtornos alimentares desde 1980. Ele é o autor de diversas publicações relacionadas com os transtornos alimentares que aparecem na literatura profissional, bem como numerosas revistas e jornais. Pale-Reflections.com
Fonte e bibliografia do autor
Author's BioDr. Lerner is the executive director of the Milestones in Recovery Eating Disorders Program located in Cooper City, Florida. Dr. Lerner is a licensed and board certified clinical psychologist who has specialized in the treatment of eating disorders since 1980. He is the author of several publications related to eating disorders appearing in the professional literature as well as numerous magazines and newspapers. A member of the professional community here in South Florida since finishing his training, Dr. Lerner makes his home in Davie with his wife Michele and daughters Janelle and Danielle.
Tradução Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Abuso de Álcool pode levar à depressão

Estudo encontra ligação significativa mesmo quando outros fatores estão presentes.
HONG KONG - Excesso de bebida alcoólica pode aumentar o risco de depressão, a longo prazo estudo conduzido durante 25 anos na Nova Zelândia confirmou.
O estudo, publicado na Archives of. General Psychiatry, envolveu um grupo de 1.055 crianças que foram acompanhadas por diversas vezes e entrevistou por mais de 25 anos."Em todas as idades, houve clara e estatisticamente significativas tendências de abuso ou dependência de álcool estar associado com um aumento do risco de depressão maior", escreveram os pesquisadores, liderados por David Fergusson, da Universidade de Otago do departamento de medicina psicológica.
O estudo encontrou ambos 19,4 por cento dos participantes entre 17 e 18 que abusavam ou eram dependentes de álcool, e 18,2 por cento foram diagnosticados com depressão.
"Os indivíduos que preencheram os critérios de alcoolismo ou dependência foram 1,9 vezes mais prováveis a também preencher os critérios para depressão maior", escreveram os pesquisadores. Vínculo genético? A ligação entre os dois foi significativa, mesmo após considerar o fator em outras possíveis causas, tais como o consumo de “cannabis” e outras drogas ilegais, com a inscrição "pares desviantes”, o desemprego e um parceiro que cometeu crimes.
"Foi proposto que este link pode surgir a partir de processos genéticos em que o uso de álcool atua acionando marcadores genéticos que aumentam o risco de depressão maior", disseram os investigadores.
"Outras pesquisas sugerem que o álcool tem características depressoras que podem levar a períodos de efeitos depressores dentre os que abusam ou dependem do álcool."
"Extraído do texto original Alcohol abuse may lead to depression disponível on line no site http://www.msnbc.msn.com

Tradução: Eliane Jany Barbanti

quarta-feira, 19 de março de 2014

Alcoolismo em transtorno bipolar

A alta prevalência de uso de substâncias psicoativas em pacientes com transtornos psiquiátricas tem recebido atenção cada vez maior por parte dos pesquisadores.
Transtorno Bipolar e Alcoolismo são doenças familiares com fatores genéticos implicados na sua etiologia. A relação genético-familiar entre ambas é controversa e tem sido estudado de forma insuficiente. Nos últimos anos, inúmeros pesquisadores tem demonstrado interesse crescente e destacado a relação entre Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo, num espectro muito mais amplo que uma simples comorbidade entre duas patologias psiquiátricas de importância no contexto social.
O Alcoolismo tem se mostrado mais comum na população de pacientes com Transtorno de Humor Bipolar (THB) do que na população em geral. Estudos genéticos em famílias desses pacientes podem identificar causas de excesso de comorbidade entre as duas patologias.
O termo comorbidade neste trabalho relaciona-se ao cálculo feito para avaliar-se a chance de duas patologias ocorrerem ao mesmo tempo em um mesmo indivíduo a partir das prevalências em separado. Sendo assim, o chamado excesso de comorbidade caracteriza uma associação (concomitância) de prevalências mais freqüentes do que a esperada em separado, destacando neste trabalho a associação entre Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo.
Recentes estudos epidemiológicos tem mostrado convincentemente que os diagnósticos de Transtorno Bipolar e Alcoolismo ocorrem mais freqüentemente juntos do que o esperado pela chance. Por exemplo, o ECA, Epidemiological Catchment Area Study (Regier et al 90), relatou em estudo multicêntrico uma taxa alta de comorbidade entre Transtorno Bipolar e Alcoolismo com Odds ratio de 6.2, destacando que o THB é a patologia de Eixo I mais associada com Alcoolismo.
As razões para esta alta prevalência de comorbidade permanecem obscuras.
Maier (1996) em seu trabalho, mostra prevalência de 8,3% para Dependência ao Álcool. Entre os pacientes com Transtorno de Humor Bipolar, 40,6% (Odds Ratio 5.6) apresentaram Abuso ou Dependência ao Álcool. A análise das características da co-ocorrência e co-transmissão do Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo em famílias pode prover dados para o entendimento da alta comorbidade entre estas duas patologias na população geral, mostrando que estas representam a comorbidade mais prevalente entre os diagnósticos psiquiátricos de eixo I (CID-10 e DSM-IV).
"Compartilhar fatores de risco familiar" inclui alta prevalência de Alcoolismo em familiares de pacientes bipolares "puros", além da presença concomitante de Transtorno Bipolar e Alcoolismo em familiares de pacientes com ambas as patologias. Seu pior curso e prognóstico em relação aos diagnósticos em separado parece estar relacionado `a identificação unicamente do diagnóstico primário, deixando de atender o diagnóstico secundário, que se não prevenido e tratado adequadamente, desenvolve novo ciclo da doença (Ex: Episódio maníaco desencadeando aumento da ingesta alcoólica).
Winokur et al (1967), num estudo pequeno, sem grupo-controle encontraram maior prevalência de Alcoolismo em familiares de primeiro grau de pacientes com transtorno de Humor Bipolar, especialmente nos casos de início precoce da doença afetiva.
O trabalho de Strakowski (1992) avaliou outros diagnósticos psiquiátricos em quarenta e um pacientes hospitalizados pela primeira vez devido a episódio maníaco, e encontrou 24,4% dos pacientes internados no primeiro episódio por mania com diagnóstico de abuso ou dependência ao álcool, sendo esta a maior comorbidade psiquiátrica encontrada neste estudo.
Weiss (1987) hipotetiza que pacientes bipolares usam substâncias psicoativas com o intuito de auto-medicação de seus sintomas de humor e que o abuso e dependência ao álcool pode precipitar ou perpetuar episódios de humor.
Brady (1992), relacionando o curso da doença em pacientes com Transtorno Bipolar e Alcoolismo com outros somente apresentando Transtorno Bipolar verificou um pior curso, com sintomas mais proeminentes nos pacientes com Transtorno Bipolar e Alcoolismo, demonstrando a influência negativa do abuso de substâncias psicoativas, neste caso o álcool, no curso e prognóstico do Transtorno Bipolar. Também mostrou que pacientes que apresentam concomitantemente o Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo, apresentam melhor resposta terapêutica ao uso de anticonvulsivantes em relação ao Lítio, provavelmente relacionado ao efeito GABAérgico. Este fato levanta a hipótese de que o álcool, por meio deste mesmo efeito GABAérgico apenas inicial, venha sendo usado para fins "terapêuticos" em pacientes Bipolares, com resultados posteriores desastrosos no tocante ao prognóstico. Este trabalho sugere a existência de uma forma independente de transmissão entre o Transtorno Bipolar e o Alcoolismo.
Reich (1974) mostrou que 31% dos pacientes identificados com Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo bebiam excessivamente, em maior quantidade na mania, para acalmarem-se. Uma maior prevalência de Alcoolismo em pacientes com Transtorno de Humor Bipolar e seus familiares e vice-versa pode corroborar a possibilidade de um envolvimento genético comum entre estas duas patologias, com potencial futuro para identificação de um diagnóstico único (por Ex: Agorafobia com ou sem Pânico).
Winokur et al (1993) coloca que a taxa de Alcoolismo em pacientes com Transtorno de Humor Bipolar pode estar relacionada ao aumento da ingesta alcoólica em pacientes durante os episódios maníacos, que o Alcoolismo pode ser um fator predisponente a Mania ou que Alcoolismo e Mania são expressões iguais de um mesmo fator genético.
Winokur et al (1995) em estudo prospectivo de 5 anos, amplo, criterioso e multidirecional com mais de 200 bipolares com e sem alcoolismo (2 grupos) e seus familiares concluiu que a relação familiar entre Transtorno Bipolar e Alcoolismo é mais forte que entre Depressão Maior e Alcoolismo, não explicado pela simples prevalência destas patologias. O trabalho conclui demonstrando uma pequena correlação entre componentes familiares de pacientes Bipolares e Alcoolistas. Os familiares de pacientes com Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo concomitantemente (BIPALCO) apresentaram maior prevalência de Transtorno de Humor Bipolar comparados com Bipolares "puro", Alcoolistas e grupo controle. Os autores expressam que BIPALCO seria uma entidade nosológica `a parte e não a presença de duas patologias separadamente, como simples comorbidade. Os autores referem que durante um episódio maníaco há aumento do consumo de álcool em 40% dos casos. Reiteram como possíveis bases etiológicas para a excessiva comorbidade entre Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo as seguintes hipóteses:
Que o problema primário, segundo cronologia de início anterior (poucos casos segundo gravidade) é o Transtorno de Humor Bipolar e que o Alcoolismo seria secundário, hipótese esta sugerida pelos autores.
Que o Transtorno de Humor Bipolar e o Alcoolismo sejam apenas uma real comorbidade, uma mera coincidência. Consideram improvável, pois a associação tem mostrado muito maior freqüência que a possibilidade de chances em separado. Além disso consideram que o Alcoolismo a nível de sistema nervoso central pode induzir Mania não como causa única, mas multifatorial, incluindo dano cerebral.

Consideram o Transtorno de Humor Bipolar transmitido com uma base genética poligênica e que os fatores genéticos envolvidos no Alcoolismo são compartilhados e predispõem ao aparecimento do THB. Encontraram em relação aos pacientes com Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo, que seus familiares de primeiro grau com Transtorno Bipolar apresentaram maior taxa de Alcoolismo que parentes de Bipolares sem Alcoolismo, enfatizando a base etiológica poligênica. Concluem a partir da observação, que o Alcoolismo secundário em pacientes bipolares é mais propenso a remitir que Alcoolismo primário e vice-versa, enfatizando a relação primário-secundário relacionado a remissão de sintomas e conseqüente prognóstico. Esta idéia é corroborada neste artigo pelo achado de um menor número de episódios de humor em pacientes com Alcoolismo primário comparado com THB como patologia primária.

Torna-se de suma importância diferenciar, embora algumas vezes difícil, entre quadro primário de Transtorno de Humor Bipolar e secundário de Alcoolismo ou vice-versa. Isto justifica-se pelo fato do Transtorno de Humor Bipolar ser importante fator de risco para dependência química, poder modificar o curso do Alcoolismo, além de seus sintomas poderem emergir da intoxicação.
Outros autores sugerem em trabalho controlado com metodologia bem delineada que o Alcoolismo familiar pode contribuir para a vulnerabilidade ao Transtorno Bipolar e que existe hereditariedade compartilhada entre as duas patologias através de maior taxa de Alcoolismo em familiares do grupo de pacientes com Transtorno Bipolar e Alcoolismo (BIPALCO) comparado ao grupo somente com Transtorno Bipolar e grupo controle Winokur et al (1996).
Brady et al (1995) concluíram que o Transtorno de Humor Bipolar associado ao Alcoolismo apresenta início mais precoce e pior curso comparado ao Transtorno Bipolar sem Alcoolismo, além de apresentar-se mais freqüentemente com humor irritável e disfórico, maior tendência a quadros mistos e ciclagem rápida, bem como maior número de internações. Todos estes aspectos presentes predizem má evolução prospectiva do quadro. Enfatizam que a relação entre Transtorno de Humor Bipolar e Alcoolismo não baseia-se simplesmente em causa e efeito, é bidirecional e complexa. Coloca a necessidade de abstinência ao álcool para real identificação e confirmação de quadro de humor primário, já que a redução dos sintomas depressivos devido ao álcool ocorre somente 2 a 4 semanas após interromper o uso do álcool e para os sintomas maníacos, em média de 2 a 3 dias.
A identificação de fatores familiares relacionados a estas duas patologias de extrema importância em saúde pública torna-se fundamental em nível de prevenção e tratamento, principalmente porque a alta freqüência de aparecimento concomitante destes dois transtornos reforça a necessidade de um programa integrado de prevenção e tratamento em conjunto quando identificados de tal forma.

Autor Rodrigo Machado Vieira** Supervisor do Serviço de Psiquiatria-Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre.

Bibliografia
Brady K, Lydiard B: Bipolar Affective Disorder and Substance Abuse. J Clin Psychopharmacology 1992; 12suppl: 17s-22s.
Brady K, Sonne P. The Relationship Beetween Substance Abuse and Bipolar Disorder. J Clin Psychiatry 1995; 56(suppl 3): 19-24.
Maier W, Merikangas K. Co-ocurrence and Cotransmission of Affective Disorders and Alcoholism in Families. British J of Psychiatry 1996, 168 (suppl 30): 93-100.
Regier DA, Farmer ME, Rae DS, Locke BZ, Keith SJ, Judd LL, Goodwin FK. Comorbidity of Mental Disorders with Alcohol and other Drug Abuse: results from Epidemiologic Catchment Area (ECA) Study. JAMA 1990; 264: 2511-2518.
Strakowsky S, Tohen M, Stool A, Faedda G, Goodwin D. Comorbidity in Mania at First Hospitalization. Am J Psychiatry 1992, 149: 554-556.
Weiss RD, Mirin SM: Substance Abuse as an Attempt at Self Medication. Psychiatr Med 1987; 3: 357-367.
Winokur G, Clayton P. Family History Studies: II. Sex Dififferences and Alcoholism in Primary Affective Disorder. Br J Psychiatry 1967; 113: 973-979.
Winokur G, Coryell W, Akiskal H, Maser J, Keller M, Endicott J, Mueller T. Alcoholism in Manic Depressive (Bipolar) Ilness: Familial Ilness, Course of Ilness, and the Primary-Secondary Distinction. Am J Psychiatry 1995; 152: 365-372.
Winokur G, Coryell W, Endicott J, Akiskal H. Further Distinctions Between Manic-Depressive Illness and Primary Depressive Disorder. Am J Psychiatry 1993; 150: 1176-1181.
Winokur, Akiskal H ,Coryell W, Endicott J, Keller M, , Solomon D. Familial Alcoholism in Manic-Depressive (Bipolar) Disease. Am J Med Genet 1996; 67; 2: 197-201.




quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Síndrome de abstinência

Síndrome é o conjunto de sinais e sintomas.
Abstinência é a falta/ausência/diminuição/parada.
Sendo aguda e aparece em horas/dias. Sendo demorada/tardia e aparece após meses/anos.
Obs. - o álcool/cocaína é hidrossolúvel [eliminado de 1 a 2 dias] e a maconha é lipossolúvel [a droga se deposita na gordura e demora de 10 a l5 dias a ser eliminada e por esse motivo a síndrome é muito severa e prolongada].
A Dependência da droga na forma psicológica e na forma física é a síndrome de abstinência, que é um termo/frase de fácil entendimento popular.
A Dependência psicológica é vista como obsessão, ocorre na mudança da emoção, os sinais/sintomas são:
-Emocional ansiedade [o DQ é o dobro ansioso que a média da população], alteração do humor [mudança brusca comportamento], agressividade, angústia, irritabilidade, tensão, desorientação no tempo e no espaço, paranóia [medo, perseguição, pânico], depressão primária [o DQ gera problemas iguais ao doente psiquiátrico depressivo], convulsões.
-Memória confusão mental, concentração, raciocínio, lapsos de memória, crise de identidade.
-Sono alterado [insônia ou sono pesado], sonhos aumentados [onde as angústias são resolvidas à fabricação de coisas boas e a esperança de acontecer], pesadelo [geralmente com a drogadição]
Dependência física é vista como compulsão, ocorre a mudança física, os sinais/sintomas são:
-sudorese [suor aumentado], cefaléia [dor de cabeça], dores musculares, câimbras, tremores, fadiga
oscilação pressão arterial [alta ou baixa], taquicardia [coração acelerado], febre, náuseas e vômitos, diarréia ou intestino preso, falta de apetite, alucinações/delírios.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Tratamento da dependência química e depressão

TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA ASPECTOS BÁSICOS
A série “Diálogo” - após as publicações do Guia Para a Família e do opúsculo sobre as drogas conhecidas como Cocaína e Crack-, prossegue apresentando obra sobre Aspectos básicos do tratamento da síndrome de dependência de substâncias psicoativas, de reconhecido valor científico e de conhecimento necessário.
O autor, professor MARCOS DA COSTA LEITE, membro do respeitoso e acatado Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas-GREA, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, mais uma vez traz sua contribuição e coloca graciosamente à disposição da comunidade o reconhecido talento de médico psiquiatra.
O próprio título da obra deixa patente a importância de se tratar o usuário, seja qual for seu enquadramento: experimentador; ocasional; habitual; dependente.
Na obra, claro fica, ainda, que a prevenção é o melhor dos caminhos. Mais, prevenir o uso e abuso de drogas consiste em ajudar os usuários e dependentes, até para que possam sair da marginalização, reintegrando-se à comunidade.
A propósito, a Secretaria Nacional Antidrogas não poderia, com a presente publicação, deixar passar despercebida a importância da correção fraterna, ou seja, o dever de fazer notar a outros o seu afastamento do nosso padrão cultural, baseado no racionalismo, visando à preservação das integridades psicológica e mental, que podem ser afetadas pelas drogas ilícitas e de abuso. Lutar contra as drogas significa, também, transmitir preocupações, oposições, conhecimentos, valores sólidos e informações, em contexto humano e, portanto, marcado pelo amor.
ALBERTO MENDES CARDOSO
Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Adição, drogadicção, drogadicto

A dependência química não é uma doença aguda. Trata-se de um distúrbio crônico e recorrente. E essa recorrência é tão contundente, que raramente ocorre abstinência pelo resto da vida depois de uma única tentativa de tratamento. As recaídas da drogadicção são a norma. Portanto, a adicção deve ser abordada mais como uma doença crônica, como se fosse diabetes ou hipertensão arterial.
Considerando o fato da dependência química ser um distúrbio recorrente e crônico, alguns autores mais realistas consideram como um bom resultado terapêutico, tal como se deseja no tratamento da hipertensão arterial, asma brônquica, reumatismo, diabetes, etc, uma redução significativa do consumo da droga, e longos períodos de abstinência, supondo a ocorrência de recaídas ocasionalmente. Muitos acham que este seria um padrão razoável de sucesso terapêutico, da mesma forma que em outras doenças crônicas, ou seja, o controle da doença, mas não a sua cura definitiva.
Vamos chamar de "psicoativas" as drogas psicotrópicas, portanto, com efeito sobre o Sistema Nervoso Central.
Convencionalmente, vamos chamar ainda de "psicoativas" as drogas de caráter ilícito, cujo efeito por ela produzido é de alguma forma agradável ao usuário. Pois bem. Quando se usa uma droga psicoativa, o efeito proporcionado por ela adquire para a pessoa um caráter de recompensa prazerosa.
A maioria das definições de adicção a drogas ou dependência de substâncias inclui descrições do tipo "indivíduo completamente dominado pelo uso de uma droga (uso compulsivo)" e vários sintomas ou critérios que refletem a perda de controle sobre o consumo de drogas.
As pesquisas, hoje em dia, caminham através da Psiquiatria e da Psicologia Experimental, juntamente com a Neurobiologia. Todas essas áreas se esforçam para identificar os elementos emocionais e biológicos que contribuem para alterar o equilíbrio do prazer (homeostase hedonista), alterações esta que dá origem àquilo que se conhece como drogadicção (droga-adicção). A palavra "adicção", em português, é um neologismo técnico que quer dizer, de fato, "drogadicção".
O tema "drogas" é muito complexo, multidimensional e tem atraído a atenção da maioria dos países. Nas últimas duas décadas, importantes avanços nas ciências do comportamento e nas neurociências vieram contribuir para um melhor entendimento na questão do abuso de drogas e da drogadicção (droga-adicção).
A neurociência tem identificando circuitos neuronais envolvidos em todos tipos de abusos conhecidos, assinalando regiões cerebrais, neuroreceptores, neurotransmissores e as vias neurológicas comuns afetadas pelas drogas. Também têm sido identificados os principais receptores das drogas suscetíveis de abuso, assim como todas as ligações naturais da maior parte desses receptores.
Neurologicamente a drogadicção deve ser considerada uma doença. Ela está ligada a alterações na estrutura e funções cerebrais, e isso torna a drogadicção fundamentalmente uma doença cerebral. Inicialmente, o uso de drogas é um comportamento voluntário mas, com o uso prolongado um "interruptor" no cérebro parece ligar-se, e quando o "interruptor" é ligado, o indivíduo entra em estado de dependência química caracterizado pela busca e consumo compulsivo da droga.
Abstinência como Critério de DependênciaQualquer discussão sobre drogas psicoativas inevitavelmente desemboca na questão sobre a dúvida se uma droga em particular causa ou não dependência, e se essa dependência é física ou psicológica.
Em essência, essa questão gira em torno de se ocorrem ou não sintomas físicos relativos à síndrome de abstinência quando o usuário pára de consumir a droga, o que é tipicamente chamado de dependência física pelos profissionais da área. Havendo abstinência, considera-se um sinal de que há dependência.
O que freqüentemente se acreditava era o seguinte; quanto mais graves e exuberantes os sintomas físicos da síndrome da abstinência, mais séria ou perigosa deveria ser a dependência da droga em questão. Mas isso não é verdade. Os sintomas de abstinência que ocorrem, quando ocorrem, atualmente não mais constituem uma questão clinicamente relevante. Clinicamente falando, vejamos por exemplo, os seríssimos sintomas de abstinência da heroína. Apesar de muito dramáticos eles podem, agora, ser controlados com medicação apropriada.
Por outro lado, é bom saber que muitas das substâncias mais perigosas e causadoras de forte dependência não costumam provocar sintomas físicos graves na abstinência.
O craque e a metanfetamina são exemplos disso. As duas drogas provocam alto grau de dependência, mas a suspensão do uso causa poucos sintomas físicos de abstinência, muitíssimo menores que aos sintomas da síndrome de abstinência do álcool e da heroína.
Na realidade, interessa à psiquiatria moderna saber se a droga causa ou não sua busca e uso compulsivo, mesmo diante de conseqüências sociais negativas e de saúde. Essa tem sido, atualmente, a essência da dependência química. Não interessa mais delimitar territórios entre a dependência física e psíquica, pois ambas exercem papel primordial na manutenção do vício.Os esforços terapêuticos devem ser dirigidos não à droga em si, nem tampouco deve ser exclusivamente dirigidos às condições existenciais do drogadicto, mas sim, à pessoa do paciente. Que pessoa é essa sobre a qual se abateu a doença da dependência?
Devemos considerar a dependência à luz da abstinência, ou seja, só podemos considerar dependente a pessoa que experimenta algum tipo de mal-estar quando abstinente. É por isso que o estudo da dependência química sempre enfocou, conjuntamente, a manifestação da síndrome de abstinência produzida pela interrupção abrupta da administração da droga. Essa síndrome se caracteriza por sinais físicos, como por exemplo, o tremor e alterações do sistema nervoso autônomo nos casos de alcoolismo, ou o desconforto e dor associados à abstinência dos opiáceos, cocaína e heroína e assim por diante. Para entender melhor a Síndrome de Abstinência, notadamente do álcool, veja Delirium Tremens.
Mas, para conceituarmos a abstinência em si, seja ela devida à supressão da maconha ou da heroína, devemos observar quais são os aspectos clínicos comuns a abstinência de todas as drogas. Talvez a expressão mais adequada para se referir a esse aspecto comum às abstinências em geral seja um estado afetivo negativo. Dentro desse estado afetivo negativo encontram-se várias emoções negativas, como disforia, depressão, irritabilidade e ansiedade.
Síndrome de Abstinência pelo DSM.IVDependência de Substância pelo DSM.IV
Aspecto Popular
Nesses últimos anos, férteis para a neurociência, têm sido analisados minuciosamente as alterações bioquímicas que ocorrem dentro da célula após a ativação dos receptores por drogas. Essas pesquisas vêm revelando importantes diferenças entre os cérebros das pessoas adictas e das não adictas.
Não obstante, paralelamente aos avanços científicos em relação à questão das drogas, tem havido um dramático descompasso entre tais avanços científicos e sua repercussão e/ou aplicação junto ao público geral, junto à prática médica, ou junto às políticas de saúde pública.
Um dos fatos que pode constatar a defasagem entre os fatos científicos e a percepção do público geral sobre o abuso de drogas é, por exemplo, as muitas pessoas que vêem o abuso de drogas e a adicção como problemas sociais a serem resolvidos apenas com soluções sociais. Algumas insistem exclusivamente numa maior atuação do sistema de justiça criminal. A conseqüência dessa defasagem é um atraso significativo no processo de se ter sob controle o problema do abuso de drogas.
Dia-a-dia a ciência vem nos mostrando que o abuso de drogas e a adicção são também problemas de saúde. Uma importante barreira à compreensão da drogadicção sob um modelo médico e de saúde é o tremendo estigma associado ao usuário de drogas ou ao drogadicto. Quando a opinião pública é mais benevolente sobre um adicto em drogas, considera-o vítima da sua situação social. Quando não benevolente, a sociedade clama por punições contundentes ao "drogado".
A visão popular mais comum sobre os drogadictos é que são pessoas fracas e más, que não querem levar uma vida norteada por princípios morais nem controlar seu comportamento e a satisfação de seus desejos. Há muitas pessoas que acham que pessoas adictas não merecem nem receber tratamento ou, o que é pior ainda, algumas pessoas consideram aquelas que trabalham na prevenção do abuso de drogas, como também portadoras de ideologias diferentes do público geral, portanto, passando a ser igualmente problemáticas e indesejáveis.
A divergência entre a maneira de ver o usuário de drogas como uma "pessoa má" e de vê-lo como um "portador de doença crônica" é de fundamental importância para a compreensão e atuação junto ao problema.
Aspecto Social
Seria a drogadicção uma doença? Essa é uma pergunta de conotação muito mais sociológica que médica. A medicina e a psicologia investem em muitas pesquisas partindo do pressuposto que se trata, no mínimo, de uma condição anômala no controle dos impulsos. Se a drogadicção não fosse uma anomalia, pela lógica, não se poderia pesquisá-la tanto assim, pois a medicina não costuma pesquisar entusiasticamente o normal.
A drogadicção não é apenas uma doença a nível cerebral. Melhor seria vê-la como uma doença cerebral onde os contextos sociais em que se desenvolveu e se manifestou têm importância crítica. Um dos elementos sociais envolvidos na drogadicção é a exposição a estímulos condicionantes. Esses estímulos podem ser importantes fatores na vontade de consumir drogas e mesmo nas recaídas que acontecem depois de tratamentos bem-sucedidos.
A importância dos contextos sociais (estímulos ambientais) no desenvolvimento da drogadicção pode ser exemplificada pelos drogadictos em heroína que adquiriram o vício na guerra do Vietnã. Depois da guerra e de volta aos seus lares, o tratamento dessas pessoas foi muito mais fácil e com muito mais êxito que o tratamento de drogadictos por heroína que adquiriram o vício nas ruas e longe da guerra.
Para os soldados viciados os estímulos ambientais (que não existiam mais depois da guerra) foram prioritários sobre os elementos pessoais. Para os viciados nas ruas talvez não se possa dizer o mesmo.
Devemos entender a dependência química como uma doença bio-psíco-social, formada por componentes biológicos, psicológicos e de contexto social. É claro que as estratégias de abordagem do problema devem incluir, igualmente, elementos biológicos, psicológicos e sociais. Por isso não deve ser tratada apenas a doença cerebral subjacente à drogadicção, más tratar, sobretudo, as alterações emocionais do paciente, bem como abordar os problemas sociais.
As entidades sócio-comunitárias que lidam com o assunto, muitas vezes preferem não se envolver nessa discussão. Entretanto, faz parte da compreensão dos "Narcóticos Anônimos" que a adicção é, de fato, uma doença.
De fato, nas instituições grupais que lidam com esse problema, quando se aceita o fato de tratar-se de uma doença, sobre a qual somos impotentes (como costumam dizer), tal aceitação fornece uma base para a recuperação através de programas de ajuda mútua, como é o caso dos Doze Passos dos Narcóticos Anônimos.
Para esses grupos de auto-ajuda, a pessoa com Drogadicção se apresenta ativamente (usando a droga) ou não, mas sempre será apropriada a utilização da palavra "doença" para descrever a condição do adicto.
Como a questão das drogas ultrapassou em larga escala os limites da medicina, os profissionais das diversas áreas, desde a medicina, religião, psiquiatria, legislação, até o direito penal, definem a adicção em termos que são apropriados para suas atuações.
Aspecto Psicológico
Estudando psicologicamente a formação de hábitos, veremos que, como comprovam estudos experimentais de psicólogos comportamentais, todos os comportamentos reforçados por uma recompensa positiva (agradável) tendem a ser repetidos e aprendidos. As futuras e sucessivas repetições tendem a fixar não só esse comportamento que conduz à recompensa mas, também, pode fixar os estímulos, sensações e situações eventualmente associados a esse comportamento. Os usuários de drogas referem, por exemplo, que ao ver certos lugares ou pessoas, ao ouvir certas músicas, etc., experimentam grande vontade de usar a droga.
A psicologia social identifica elementos importantes que podem estar envolvidos na falta de autocontrole para o consumo de drogas, bem como em outros comportamentos descontrolados, tais como fazer apostas, comer de forma compulsiva, etc. É de interesse formular conceitos que expliquem como essas falhas de regulação levam, em última instância, à adicção no caso do uso de drogas ou a um padrão de tipo adictivo em comportamentos não relacionados ao consumo de drogas.
Um dos conceitos é o chamado "sofrimento em espiral". O sofrimento em espiral é um conceito segundo o qual, em alguns casos, uma primeira falha de autocontrole levaria a um sofrimento emocional, sofrimento este que inicia um ciclo de falhas repetidas de autocontrole, onde cada falha traz mais sentimentos negativos à pessoa, como sentimentos de culpa, por exemplo.
Assim, a primeira experiência de consumo de drogas pode se repetir de acordo com as circunstancias pessoais e sociais, ocasionando uma recaída e dando surgimento a falhas no autocontrole. Nesse caso, o conceito de sofrimento em espiral será utilizado para descrever o desregulação progressivo do sistema cerebral de recompensas no contexto dos ciclos repetidos de adicção.
Um dos elementos psicológicos muito provavelmente implicados na manutenção da dependência seria o grande desconforto das síndromes de abstinência. Essa crise de mal estar seria uma das bases explicativas para o uso compulsivo e continuado da drogas.
Embora a idéia da abstinência como favorecedora da manutenção da dependência seja motivo de controvérsias, existem evidências cada vez maiores sobre a presença de estado afetivo negativo (comum nas abstinências) pode favorecer o início do desenvolvimento de dependência, bem como contribuir para a vulnerabilidade à recaídas.
Para referir: Ballone GJ - Adicção, Drogadicção, Drogadicto - in. PsiqWeb, Internet, disponível em http://www.psiqweb.med.br/, revisto em 2005
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Para referir:Ballone GJ - Adicção, Drogadicção, Drogadicto - in. PsiqWeb, Internet, disponível em http://www.psiqweb.med.br/, revisto em 2005

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Emotional addiction – the toll of worrying and anxiety

Vício emotivo – o pedágio para preocupação e ansiedade Posted using ShareThis
Emotional addiction – the toll of worrying and anxiety

Dependência emocional - o pedágio para preocupação e ansiedade
De acordo com o Anxiety Disorders Association of America, transtornos de ansiedade afetam 18,1% da população E.U.A., ou aproximadamente 40 milhões de adultos. Eu sou um deles. Embora eu sinta apenas ansiedade leve, posso me relacionar com pessoas que tem medo da experiência.. O medo do desconhecido. O medo de mudança. Medo do futuro. Medo e ansiedade é uma parte da vida. A "fuga ou luta resposta" está impressa em nossa química coletiva a fim de que nossa espécie sobreviva. Mas o que costumava ajudar o homem a estar alerta e cuidadoso (principalmente a necessidade de viver num ambiente hostil) é deformado na era moderna. Mesmo que já não exista mais ameaça à nossa volta, continuamos em alerta elevado e os nossos corpos equivocadamente acionam o sistema de alarme interno, quando não há perigo. Experimentamos preocupação persistente, excessiva e irrealista sobre coisas cotidianas. Adentramos preocupações, usando o nosso sistema imunológico e não muda nada. Então, como podemos mudar? Médicos e terapeutas sugerem que identificar compreender e mudar o nosso pensamento errado. Para os adictos, este território é familiar e é a base dos 12 Passos.

As dicas a seguir dizem respeito ao transtorno de ansiedade generalizada, ansiedade ou leve. Os casos mais graves de ansiedade podem estar relacionados a uma memória inconsciente, a um efeito colateral de um medicamento ou a uma doença e deve ser investigado pelo seu médico.
Sinta-se livre para acrescentar a esta lista, ou comentar sobre o que ajuda a gerir as suas preocupações?
COMO TRATAR ANSIEDADE SUAVE
• Aceitar que você não pode mudar.
• Peça ajuda se você precisar dela.
• Evite estimulantes, como medicamentos de alergia, cafeína, nicotina e descongestionantes.
• Não seja dominado por uma coisa, como o trabalho ou relacionamentos.
• Não se sinta culpado quando você tem que dizer "não" para funções ou tarefas extra.
• Energize o corpo com exercícios regulares.
• Abastecer seu corpo com alimentos saudáveis (evitar açúcares e sais).
• Praticar relaxamento e meditação • Reevaluate and rearrange your priorities
• Reavaliar e reorganizar as suas prioridades
• Programe um tempo para se divertir.
• Dar risadas dissolve a tensão
• Procure ajuda profissional quando você está sobrecarregado
• Mantenha-se em uma programação regular do sono
• Tire alguns minutos de tempo silencioso cada dia.

Tradução: Eliane Jany Barbanti





terça-feira, 13 de setembro de 2011

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Top 10 addiction questions to ask yourself – addiction evaluation

Top 10 addiction questions to ask yourself – addiction evaluation
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10SUPER PERGUNTAS PARA VOCÊ SABER SOBRE VÍCIO – BOAS-VINDAS AO APOIO DE AVALIAÇÃO SOBRE VÍCIO! PERGUNTAS FEITAS SOBRE VÍCIO?
1. Com que freqüência você tem se empenhado nesta substância ou comportamento?
2. Pense sobre um dia típico / semana. Em quantos dias você se empenha nesta substância ou comportamento?
3. Quantas vezes por dia?
4. Pense sobre o ano passado. Qual o número maior de vezes que você se empenhou nesta substância ou comportamento em qualquer uma ocasião?
5. Com que freqüência durante o ano passado você achou que não pode parar de tomar esta substância nem este comportamento uma vez que você começou?
6. Com que freqüência durante o no ano passado você não conseguiu parar de fazer o que normalmente era esperado de você por causa desta uma substância ou comportamento?
7. Com que freqüência durante o no ano passado necessitou esta substância ou comportamento de manhã?
8. Com que freqüência durante o no ano passado teve um sentimento de culpa ou remorso depois de tomar esta substância / empenhando neste comportamento?
9. Com que freqüência durante o ano passado você não pôde lembrar-se do que aconteceu na noite anterior por causa do uso da substância ou comportamento?
10. Você ou outra pessoa se feriu em conseqüência de tomar uma substância ou se empenhar num comportamento?
11.Um parente ou amigo ou um médico ficou preocupado sobre seu uso de uma substância/comportamento ou sugeriu que você parasse?
Tradução: Eliane Jany Barbanti

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O álcool engorda

Bebidas alcoólicas possuem alto teor de calorias
Anos de cerveja renderam em uma nada bela e bem saliente barriga
Se você nunca falta à academia e se contorce para não comer aquele lanche que passa na televisão, visando a sua dieta para emagrecer ou a busca pelos 40 cm de braço e a barriga de "tanquinho", saiba que de nada vai valer se você “encher a cara” quando sair para badalar. Calma, explicamos: a carga calórica presente no álcool representa quase o dobro da encontrada nos carboidratos. Um grama de carboidrato concentra quatro calorias, enquanto um grama de álcool traz consigo sete. Numa comparação, a ingestão de uma lata de cerveja (350 ml) equivale ao consumo de 25g de bacon. Um copo de caipirinha tradicional (200 ml), por sua vez, sai no mesmo prejuízo que uma fatia (100g) de pizza de mussarela.
“Em quantidade calórica, o álcool só perde para as gorduras. Geralmente, as pessoas cortam alimentos gordurosos quando estão em dieta, mas mantém a bebida no final de semana. Muitos trocam a comida pela bebida. É uma sequência absurda de erros que acaba comprometendo o bom funcionamento do organismo, a saúde e a obtenção de resultados concretos em seus objetivos”, aponta o professor de musculação da Monday Academia, Marcelo Bráz.
Sem contar que o álcool causa irritação gástrica e para amenizá-la, o organismo dá sinais de fome, uma vez que esse processo diminui tal problema. Desta forma, come-se mais quando a refeição é precedida ou acompanhada de bebidas alcoólicas.
E não para por ai, o álcool interfere no metabolismo dos alimentos, sendo que o corpo leva de seis a oito horas para eliminar a substância e, nesse período, dá prioridade ao líquido na obtenção de energia para as atividades cotidianas. Assim, as outras substâncias ingeridas nessa mesma fase acabam se transformando em gordura.
Sim, nós sabemos que o álcool, em quantidades moderadas, leia-se moderadas, traz benefícios ao corpo. “O grande mal é fazer do consumo do álcool uma rotina. Isso, com certeza, atrapalhará o seu rendimento e resultados”, conclui Marcelo.
Portanto, “descer” uma garrafa inteira de vinho não é desculpa para quem quer proteger o coração. Percebe-se o motivo da famosa barriguinha de chope?

Bruno Acioli
Disponível on line em O álcool engorda http://www.revistasportlife.com.br/

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Percepção da necessidade do cliente de Dependência Química nos Programas de Tratamento

Colleen Deyell Hood, Department of Leisure Studies, University of Illinois at Urbana-Champaign, Illinois 61820.
INTRODUÇÃO
O fornecimento de serviços de lazer para populações carentes através de serviços de recreação terapêutica é baseado na identificação precisa das áreas problemáticas ou clientes necessitam. Gunn e Peterson (1984) indicam que essa identificação de necessidades é uma condição prévia essencial para o desenvolvimento da qualidade do programas e avaliação cliente. Bullock, e Barch McGuire (1984) constataram que a identificação das necessidades que o tratamento pode ser realizado através de cinco formas principais de lazer como prioridades de investigação identificadas pela terapia de recreação profissional. Há indícios que indicam que, em geral, que funcionários e clientes em psiquiatria e dependência química nos programas de tratamento da dependência não chegam a um acordo quanto à identificação das necessidades do tratamento.(Dimsdale, Klerman e Shershaw, de 1979, a Jordânia, Roszell, Calsyn e Chaney, 1985; Mayerand Rosenblatt, 1974)e Rosenblatt, 1974).
O grau em que os clientes e terapeutas concordam sobre tratamento afeta diretamente as necessidades e os resultados do tratamento (Hurst, Weigel, Thatcher e Nyman, 1969; Starfield, Wray, Hess, Gross, Birk e D'Lugoff, 1981).
Jordan ET al. Jordan ET al. (1985) (1985) concluíram que as percepções do cliente sobre o tratamento pessoal e necessidades na fixação da dependência química foram acentuadamente diferentes. Eles indicaram que os pacientes participaram de forma mais ativa e mais indicada, compromisso para com grupos que se classificaram como importante. Eles concluíram que a inclusão do paciente no planejamento do tratamento aumenta a probabilidade de uma participação ativa. Não inclui que os pacientes reduzam o seu compromisso com o programa de tratamento.
Rollnick (1982) indicou que pacientes que discordam com o pessoal de apoio em relação a questões do tratamento têm muitas vezes relações pobres com a equipe de apoio e, como resultado, tem experiência de menos sucesso no tratamento. Dentro da área de dependência química, há duas abordagens gerais para o tratamento.
Primeira abordagem (o modelo unitário) é baseada no conceito de que a toxicodependência é o principal problema e que quaisquer outros problemas funcionais são um resultado da dependência (McLellan, Luborsky, Woody, O'Brien and Kron, 1981). Luborsky, Woody, Kron e O'Brien, 1981).
Abstinência é o principal critério para avaliação da eficácia do tratamento (Hart, 1977).
A segunda abordagem para o tratamento de dependência química é rotulada de abordagem multidimensional (Hart, 1977). Esta abordagem enfatiza o problema psico-social (tais como a saúde física, atividades sociais, estado psicológico, profissional e performance) e os padrões dos problemas expostos pelos indivíduos dependentes químicos. Estas áreas psico-sociais tornam-se um dos principais focos de tratamento. Os defensores desta abordagem consideram que a reabilitação da toxicodependência e do regresso a um elevado nível de funcionamento está dependente de uma variedade de fatores, não apenas abstinência. A abordagem multidimensional fornece o quadro bases para este estudo.
MÉTODOS
O objetivo deste estudo exploratório foi identificar os problemas relacionados com dependência que podem ser abordados através de atividades recreativas, programação terapêutica e que são de acordo com a especialista terapêutica recreação, administradores de programas e clientes. Os dados foram recolhidos por recreação especialistas terapêuticos que trabalham em programas de tratamento da dependência químicaInicialmente, 43 agências (identificados através da American terapêuticas Lazer,
A Sociedade Nacional Terapêutica de Lazer, e da Universidade de Illinois foram contatados para pedir assistência a este projeto. Destas 43, nove agências participaram do processo de recolha de dados. As agências que não participaram ou não completamente recolheram dados citaram vários motivos para a não-participação: a falta de um número suficiente declientes, a falta de clientes que os próprios critérios, a falta de apoio da agência administradores, e falta de tempo e / ou de pessoal para completar os procedimentos de recolha de dados. A amostra total constou de nove relatados dos administradores dos programas, 11 terapeutas especialistas em recreação, 39 clientes de pré-tratamento, e 40 pós-tratamento clientes. Um terapeuta recreação especialista (TRS) de cada uma das nove agências administrou dez questionários a clientes e um programa administrador, bem como completaram um questionário TRS. O grupo de clientes foi dividido em dois grupos: o primeiro grupo era composto por cinco pacientes que completaram o questionário durante a primeira semana de tratamento, sendo o segundo grupo constou de cinco diferentes clientes em sua última semana de tratamento. A seleção dos pacientes baseou-se em um critério pré-determinação critérios (por exemplo, mais de 18 anos, sem prévio tratamento da dependência química, e com vontade de participação) e técnicas de amostragem aleatória.
O instrumento utilizado neste estudo foi desenvolvido a partir de uma extensa revisão da literatura.
Problemas psico-sociais consideradas adequadas para a terapia de intervenção recreação foram geralmente encontrados em três grandes categorias: problemas físicos, emocionais / problemas cognitivos, e problemas familiares. Problemas específicos relacionados com lazer foram agrupados segundo o Lazer Modelo Capacidade de recreação terapêutica (Gunn e Peterson, 1984). Estas áreas incluem: conhecimento das atividades de lazer, autoconsciência relacionadas com o lazer, às atitudes em relação ao lazer, lazer competências, recursos de lazer.
Cada uma das oito áreas identificadas consistiu de problemas específicos que foram traduzidos em 43 declarações de problemas comportamentais. Incluídos em cada questionário foram questões demográficas e informativas específicos para o indivíduo (cliente, ou TRS programa administrador) preenchimento do questionário.
Os Indivíduos preenchiam o questionário respondendo às seguintes instruções: "Por favor, indique na medida em que você acha que cada um dos seguintes é um problema para você [os clientes], em seu [suas] lazer durante a recuperação. "Funcionários e clientes classificaram todos os 43 itens em um ponto quatro do tipo escala de Likert 1 = "muitas vezes um problema", 2 = "às vezes um problema", 3 = "raramente um problema", e 4 = "nunca um problema".
Os dados foram analisados usando SPSS-X subprogramas CONFIABILIDADE e MANOVA. Cronbach's alfa foi calculada em cada uma das oito subescalas para determinar a confiabilidade das escalas.
MANOVA foi utilizada para determinar se havia diferenças entre terapeutas de gestores de programas de recreação, clientes pré-tratamento e clientes pós-tratamento sobre as suas respostas sobre as oito subescalas. Desvios-padrão significantes e freqüências foram utilizados para determinar a importância relativa dos itens rankings por clientes e funcionários.
RESULTADOS
Resultado do alfa de Cronbach indicou que sete dos oito subescalas tinha aceitável alfacoeficientes (0.6980 to 0.9144), enquanto incluindo todos os itens da escala a última escala, Lazer.
Recursos, inicial tiveram um coeficiente alfa de 0,5891, mas o coeficiente alfa subiu para 0,7194 quando um dos itens foi suprimido (falta de conhecimento de oportunidades de lazer disponíveis na comunidade. Este item foi suprimido para as restantes análises. Os resultados MANOVA s indicaram que não houve diferenças estatisticamente significativas entre terapêutico lazer e especialistas programa especializado de administradores (F = 0,4142, p = 0,910), ou entre os clientes de pré-tratamento e pós-tratamento (F = 1,4312, p = 0,195) sobre os escores da sua subescalas pontuações. Assim como assim, cada subescala foi analisada de forma isolada para cada um destes grupos e não houvetambém diferenças não encontraram. Houve, no entanto, diferenças estatisticamente significativas entre todo pessoal (combinação terapêutica recreação e especialistas programa administradores) e todos os clientes(combinação de pré-tratamento e pós-tratamento clientes) (F = 13,6521, p = 0,000).
Uma análise mais aprofundada dos itens em cada subescala indica que a grande maioria (mais de 80%) do pessoal a maioria dos problemas (91% para 95% TRS e para o programa administradores) como sendo às vezes ou muitas vezes um problema. Houve menos acordo sobre as classificações de itens específicos por. clientes. Em cada grupo de clientes, mais de 50% dos clientes percebida 16 dos 43 itens como às vezes ou muitas vezes um problema. As classificações dos restantes dos itens foram divididas de forma bastante equilibrada quanto ao se o item foi percebido como um problema ou não. Dos dezesseis itens cada grupo de clientes percebeu como um problema havia doze itens que eram comuns a ambos os grupos. Estes doze itens também foram identificados como, por vezes ou muitas vezes por um problema pessoal. Os doze que eles concordaram foram: experimentar sentimentos de tédio; sentindo deprimido; dificuldade de adequadamente expressar sentimentos, falta de amigos que não bebem ou usam drogas; dificuldade em lidar com o stress;dificuldade em comunicar com a família, falta de interesse nas oportunidades de lazer da comunidade; feeling in questionamento do seu próprio valor, não sentir confortável em situações sociais e não no sentimento controle, falta de aptidão física; e sentir como se devesse estar fazendo alguma coisa quando envolvidos em atividades recreativas.
DISCUSSÃO
Os resultados deste estudo são limitados em generalização devido à pequena dimensão da amostra. Contudo, eles continuam a contribuir para o corpo de evidências que existem discrepâncias entre clientes e de pessoal administrativo na identificação das necessidades do tratamento. Essa discrepância pode ser explicada em uma ou váriasmaneiras. Em primeiro lugar, os clientes podem ter uma percepção exata do seu tratamento e as necessidades do pessoal administrativo não. Se isto fosse verdade, as avaliações e programas concebidos pelo pessoal administrativo não resolverá asnecessidades de tratamento identificadas pelos clientes. Em segundo lugar, os agentes podem ter uma percepção exata das necessidades do tratamento do cliente e os clientes não. Este segundo conceito pode ter sido aceito no passado, mas a literatura atual indica queclientes em tratamento psiquiátrico e de dependência química têm a capacidade de precisão para identificar as suas próprias necessidades de tratamento (FITZGIBBONS, Cutler e Cohen, 1971; Leonard, Dunn e Jacob, 1983). (Jacob, 1983).
A última explicação é que tanto os clientes como os funcionários podem ter percepções precisas das necessidades de tratamento. Mesmo que os resultados indicam que existem diferenças, ambos os grupos podem estar exatos das necessidades de tratamento que o pessoal pode estar referindo-se ao tratamento necessidades da população (que éagregadas às necessidades com base em características gerais da população), enquanto que os clientes estão incidindo sobre a suas próprias necessidades pessoais tratamento. É claro que existe uma discrepância entre as percepções do tratamento dos funcionários e clientese esta discrepância tem potencialmente um impacto sobre a eficácia doserviços de tratamento, porém é necessário mais investigação nesta área antes de quaisquer conclusões poderem ser feitas.
Os ratings de itens considerados importantes pelos clientes e de pessoal também tem implicações para a demanda de serviços. Atualmente, o serviço de recreação terapêutico é baseado na percepção do cliente necessita, porém, os doze itens em acordo pelos clientes e pessoal poderiam fornecer validação ou direção no programa conduzido pelo processo de desenvolvimento recreação terapêutico especializada. Além disso, o fato de que o pessoal sentiu basicamente a maioria dos itens foram importante validade sobre todos estes itens como questões que devem ser consideradas na definição do tratamento e as intervenções.
REFERÊNCIAS
Bullock, CC; McGuire, FM; e Barch, EM 1984. "Perceived research needs of therapeutic. Therapeutic Recreation Journal. 18(3): 17-24. recreators". Dimsdale, J; Klerman, G.; e Shershaw, JC 1979. "Conflict in treatment goals between Social Psychiatry”. Social Psychiatry. 14: 1-4.
Fitzgibbons, DJ; Cutler, R.; e Cohen, J. 1971. "Patients' self-perceived treatment needs and their relationship to background variables". Journal of Consulting and Clinical Psychology. 37 (2): 253-258.
Hart, L. 1977. "Rehabilitation need patterns of men alcoholics". Journal of Studies on Alcohol. 38 (3): 494-511.
Hurst, JC; Weigel, RG; Thatcher, R.; e Nyman, AJ 1969. "Counselor-client diagnostic”. Journal of Counseling Psychology. 16(5): 421-426. 16 (5): 421-426.
Jordan, K; Roszell, DK; Calsyn, DA; e Chancy, FE 1985. "Perception of treatment needs: differences between patients and staff of a drug abuse treatment program". International Journal of a Addictions. 20(2): 345-351. 20 (2): 345-351.
Leonard, K; Dunn, NJ, e Jacó, T. 1983. "Drinking problems of alcoholics: correspondence between self and spouse reports". Addictive Behaviors. 8: 369-373. Addictive Behaviors. 8: 369-373.
Mayer, JE e Rosenblatt, A. 1974. "Clash in perspective between mental patients and staff.. American Journal of Orthopsvchiatry. 44(3): 432-441. 44.
McLellan, AT; Luborsky, L.; Woody, GE; O'Brien CP; e Kron, R. 1981. "Are the "As'addiction-related' problems of substance abusers really related" The Journal ofNervous and Mental Disorders. 169(4): 232-239.
Peterson, CA and Gunn, SL 1984. Therapeutic Recreation Program Design. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall.
Rollnick, S. 1982. "Staff-patient perceptions of the helpfulness of an alcoholism Treatment program: an exploratory study of treatment relationships”. International Journal of a Addictions. 17(3): 513-521.
Starfield, B.; Wray, C.; Hess, K; Gross, R.; Birk, PS; e D'Lugoff, BB 1981. "The influence of patient-practitioner agreement on outcome of care". American Journal ofPublic Health. Saúde Pública. 71 (2): 127-132.
Tradução: Eliane Jany Barbanti


segunda-feira, 23 de março de 2009

Grupo de pesquisa: GREA - grupo interdisciplinar de estudos de..

  • Identificação
  • Dados básicos
  • Nome do grupo:
    GREA - GRUPO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS DE ÁLCOOL E DROGAS
  • Status do grupo: certificado pela instituição
  • Ano de formação: 1981
  • Data da última atualização: 07/11/2008 10:37
  • Líder(es) do grupo: Arthur Guerra de Andrade - arthur.guerra@pq.cnpq.br
  • Área predominante: Ciências da Saúde; Medicina
  • Instituição: Universidade de São Paulo - USP
  • Órgão: Faculdade de Medicina Unidade: Departamento de Psiquiatria
  • Endereço:
    Logradouro: Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 GREA-IPq-HC-FMUSP
    Bairro: Cerqueira César CEP: 05403010
    Cidade: Sao Paulo UF: SP
  • Telefone: 30697891 Fax: 30696960
  • E-mail: grea@usp.br Home page: http://www.grea.org.br
  • Repercussões dos trabalhos do grupo
  • Sediado no Instituto e Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, o GREA vem desenvolvendo trabalhos na área de pesquisa, ensino, assistência e prevenção de álcool, tabaco e outras drogas desde 1981. Seu método caracteriza-se por uma abordagem multidisciplinar, com equipe formada por psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde. O grupo é considerado hoje como Centro de Excelência para Tratamento e Prevenção de Drogas pela Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD)


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    Linhas de pesquisa Total: 35
  • A depressão e a aderência ao tratamento da infecção pelo HIV
  • A influência da paternidade/maternidade e de 2 diferentes padrões de terapia cognitivo comportamental em um
  • Programa de Tratamento para Dependência de Nicotina
  • Álcool e Drogas: Segunda Pesquisa sobre atitutdes e uso entre alunos da área de Biológicas da Universidade de São Paulo - Campus São Paulo
  • Álcool e Drogas: Terceira Pesquisa sobre Atitudes e Uso entre Alunos da Universidade de São Paulo ? Campus Cidade Universitária, São Paulo
  • Alterações neuropsicológicas de dependentes de cocaína
  • Análise das comorbidades em adolescentes usuários de substâncias psicoativas
  • Análise do custo social do uso do álcool no Brasil no ano de 2007
  • Associação entre polimorfismo gênico do sistema dopaminérgico e resposta ao tratamento da dependência de nicotina
  • Avaliação da intervenção breve na prevenção do uso de álcool e drogas em adolescentes do programa "Escola da Família"
  • Avaliação da percepção de profissionais da área da saúde sobre maconha
  • Avaliação de instrumentos de detecção de problemas relacionados ao álcool em um serviço público universitário (Prefeitura do Campus da Universidade de São Paulo, Campus Capital)
  • Avaliação dimensional de personalidade entre pacientes dependentes de cacaína e crack
  • Avaliação do Perfil de Comorbidades, Gravidade da Dependência e Motivação para o Tratamento em uma
  • Amostra de Usuários de Maconha que Procuram Tratamento
  • Comorbidade entre dependências de substâncias psicoativas e transtornos alimentares: perfil e evolução de mulheres em um tratamento específico para dependência química
  • Comportamento de risco e prevalência da infecção pelo HIV em indivíruos com transtornos psiquiátricos
  • Consumo de drogas entre universitários paulistas
  • Depressão em mulheres infectadas pelo HIV
  • Desenvolvimento de proposta de política sobre drogas para universidades públicas estaduais de São Paulo
  • Discurso autobiográfico em adolescentes usuários de substâncias psicoativas
  • Eficácia do ondansetrona no tratamento de dependentes de álcool
  • Eficácia do topiramato e do naltrexone no tratamento de dependentes de álcool
  • Estudo Comparativo sobre o Desempenho Cognitivo entre Homens e Mulheres Dependentes de Álcool
  • Estudo sobre impacto de convocação por telefone sobre a aderência ao tratamento em pacientes dependentes de álcool e cocaína - ampliação de casuística
  • Fluência do discurso de usuários de drogas psicotrópicas que recebem tratamento no GREA do IPq-HC-FMUSP: aspectos da tipologia das disfluência, velocidade de fala e frequência das rupturas
  • Funcionamento neuropsicológico em crianças e adolescentes usuários de álcool, maconha, cocaína (crack) e inalantes: impacto na escola, comportamentos de risco e tomada de decisões.
  • Pesquisa da utilização do acamprosato no tratamento de dependentes de álcool
  • Pesquisa da utilização do topiramato e do naltrexone no tratamento de dependentes de álcool
  • Polimorfismos genéticos em dependentes do álcool: implicações para saúde e tratamento
  • PRODUSP - Programa de Prevenção e Tratamento ao Uso de Drogas da USP - Sítio: Escola de Aplicação da FEUSP
  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático Associado ao Abuso e Dependência de Álcool e Drogas: Estudo de uma Amostra da População da Região Metropolitana de São Paulo
  • Uso de álcool e drogas: segunda pesquisa sobre atitudes e uso em alunos da Universidade de São Paulo - Campus São Paulo
  • Uso de álcool entre estudantes de medicina e risco de acidentes automobilísticos
  • Uso de drogas e álcool e adesão ao tratamento anti-retroviral na infecção pelo HIV
  • Uso de drogas e comportamento sexual dos alunos da Rede de Ensino Público de São Paulo
  • Utilização do agonista dopaminérgico pergolide de dependentes de cocaína

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