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Alô queridos!!!

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Dieta mediterrânea combate a depressão

Seja feliz com a dieta mediterrânea
Nutrientes presentes no regime têm efeitos que combatem a depressão, diz estudo.
Dieta mediterrânea
Mais uma razão para adotar a dieta Mediterrânea. Depois de já se ter mostrado que ela ajuda a prevenir doenças do coração, agora, ao que parece, ela o deixará mais alegre.
Estudo da Universidade de Navarra, Espanha, mostrou que quem come a dieta rica em vegetais, grãos integrais, frutas e peixes tem menos chance de ter depressão.
Os nutrientes presentes no regime melhoram a função dos vasos sanguíneos, reparam danos feitos pelos radicais livres e combatem inflamações, condições que podem reduzir as chances de desenvolver o problema, disseram os cientistas na revista Archives of General Psychiatry.
Fernando Fischer

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Jiu-jítsu: tenha a mente sã

Rani Yahya: "Respire profundamente. Ajuda a manter o foco na luta"
Aprenda algumas estratégias com Rani Yahya

Por Sara Puerta

A mente não só é capaz de desviar o lu­­tador da dor e fazê-lo continuar treinando, como ela também é fator deter­mi­nante do desempenho. No jiu-jítsu, manter a espinha ereta e o “coração” tranquilo fazem toda a diferença.
É importante manter o foco na técnica e na percepção do adversário. Para o faixa preta Rani Yahya, 26, campeão do ADCC em 2007 e o mais jovem campeão mundial (com 14, então vestindo a faixa azul), a cabeça tem mais influência nos resultados do que os músculos. “É comum que os pensamentos se alternem muito durante uma disputa. O ideal é manter a concentração e focar no que acontece ali”, aconselha.
Mas como? Yahya tem uma técnica que o mantém presente no combate. “Seja o que estiver acontecendo, respire calma e conscientemente. Isso o ajudará a manter-se focado”. Outra dica importante concedida pelo lutador é blindar-se das expectativas que vêm de fora, já que sempre haverá pressão. “A ioga também é um ótimo complemento, somado à meditação, para silenciar a mente e diminuir a ansiedade”, observa.

Lygia Haydée

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Síndrome de abstinência

Síndrome é o conjunto de sinais e sintomas.
Abstinência é a falta/ausência/diminuição/parada.
Sendo aguda e aparece em horas/dias. Sendo demorada/tardia e aparece após meses/anos.
Obs. - o álcool/cocaína é hidrossolúvel [eliminado de 1 a 2 dias] e a maconha é lipossolúvel [a droga se deposita na gordura e demora de 10 a l5 dias a ser eliminada e por esse motivo a síndrome é muito severa e prolongada].
A Dependência da droga na forma psicológica e na forma física é a síndrome de abstinência, que é um termo/frase de fácil entendimento popular.
A Dependência psicológica é vista como obsessão, ocorre na mudança da emoção, os sinais/sintomas são:
-Emocional ansiedade [o DQ é o dobro ansioso que a média da população], alteração do humor [mudança brusca comportamento], agressividade, angústia, irritabilidade, tensão, desorientação no tempo e no espaço, paranóia [medo, perseguição, pânico], depressão primária [o DQ gera problemas iguais ao doente psiquiátrico depressivo], convulsões.
-Memória confusão mental, concentração, raciocínio, lapsos de memória, crise de identidade.
-Sono alterado [insônia ou sono pesado], sonhos aumentados [onde as angústias são resolvidas à fabricação de coisas boas e a esperança de acontecer], pesadelo [geralmente com a drogadição]
Dependência física é vista como compulsão, ocorre a mudança física, os sinais/sintomas são:
-sudorese [suor aumentado], cefaléia [dor de cabeça], dores musculares, câimbras, tremores, fadiga
oscilação pressão arterial [alta ou baixa], taquicardia [coração acelerado], febre, náuseas e vômitos, diarréia ou intestino preso, falta de apetite, alucinações/delírios.

domingo, 2 de dezembro de 2012

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O que significa aptidão física


Também chamada aptidão motora. Nos esportes e na Educação Física a dimensão da Aptidão física ou motora tem significado especial.
Dependendo da situação (como saúde, rendimento, bem-estar, beleza, etc.) e de vários contextos (ocupação, lazer), diferentes conceitos foram desenvolvidos.
Todos esses conceitos são baseados nos princípios gerais da capacidade de rendimento físico ou da performance motora, mas eles se diferem na ênfase dos fatores que determinam (resistência, força, etc.).
De acordo com BARBANTI & GUISELINI (1993), os componentes da Aptidão Física que se relacionam com o estado de saúde e que são influenciados pela atividade motora regular são: resistência cardiorrespiratória, flexibilidade, coordenação, composição corporal, força e resistência muscular.
FONTE
BARBANTI, V. J. Dicionário de Educação Física e do Esporte. São Paulo, Ed. Manole Ltda, p.517. 2003;
BARBANTI, V. J.; GUISELINI, M. A. Fitness Manual do Instrutor, Ed. Balieiro, 1993;

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Agressão nos esportes


A sociedade moderna convive, diuturnamente, com grupos de seres humanos que apresentam altos índices de agressividade. Antropólogos, filósofos, psicólogos e cientistas sociais têm se debruçado sobre a questão da agressividade humana, investigando, principalmente, a sua natureza . Inata ou aprendida? Esta questão foi formulada no início do século, na tentativa de orientar os estudos sobre a agressão, e permeou as principais investigações sobre o tema.
Os psicólogos definem agressão como "qualquer forma de comportamento direcionado objetivando lesionar ou machucar outro ser vivo que esteja interessado em evitar tal comportamento". (Baron, 1997).
Analisando essa definição, chegou-se a quatro critérios de agressão: agressão é um comportamento humano; envolve lesões e danos; é direcionada a outra pessoa; e envolveintenções e motivos.
Teorias da agressão
Primeiro a teoria de instintos e impulsos, que parte do principio de que agressão representa um instinto inato, espontâneo e cumulativo, o qual provoca no organismo humano uma cumulação contínua de energia agressiva, que deve ser descarregada de vez em quando.
Em segundo lugar podemos citar a teoria frustração-agressão, que parte da hipótese que vivências de fracasso (frustrações) provocam agressões. Frustração é definida "como um impedimento de uma atividade atual dirigida a uma meta". Neste caso a conduta agressiva depende de alguns fatores como: tendências agressivas; intensidade das frustrações passadas; quantidade e intensidade das frustrações; e causas das frustrações.
Por fim, podemos citar a teoria da aprendizagem social, que enfatiza que o comportamento agressivo é aprendido e adquirido pela observação de comportamentos agressivos e imitação de modelos agressivos.
As relações de interdependência existentes mantêm viva a proximidade entre o nível de violência permitida na sociedade e as práticas esportivas. Contudo, o que caracteriza o esporte moderno para Elias (1994) são as aplicações das regras, coibindo toda e qualquer ação mais violenta.
Mesmo em modalidades esportivas nas quais o contato físico é mais freqüente, como o boxe e o jiu-jítsu, as regras pré-determinam muitas das ações dos praticantes.
Por exemplo, quando um boxeador faz um ato não permitido pela regra, como aplicar um golpe abaixo da linha da cintura, automaticamente o atleta é punido com perda de pontos. Para muitos, o contato físico entre os praticantes caracteriza-se como ato violento, mas é socialmente permitido; para outros se trata apenas de uma modalidade esportiva.
Além desta relação entre as práticas esportivas e suas regras, observamos que o nível e as formas da violência na atualidade tomam outros rumos, principalmente se considerarmos que a violência física está cada vez mais monopolizada pelo Estado. Na medida em que esse monopólio é estável e eficaz, a divisão do trabalho pode aumentar, isto é, as cadeias de interdependência se alargam. Com o aumento da complexidade das relações sociais, se torna cada vez mais necessário um controle efetivo por parte do Estado. O monopólio da violência por parte do Estado e o alargamento das cadeias de interdependência exercem um processo civilizador. Isso porque o Estado tem a capacidade de reprimir atos violentos, bem como o aumento da cadeia de interdependência exige um maior autocontrole dos indivíduos. Uma sociedade assim é altamente competitiva, já que esta complexa divisão do trabalho gera a possibilidade de que os papéis sejam fixados muito mais pelos resultados do que meramente por atribuições. Fernando (2003)
Este aumento da competição leva a um aumento da rivalidade e da agressividade. Porém, os padrões vigentes na sociedade, bem como o monopólio do Estado em utilizar a força física, não comportam as ações diretamente mais violentas. A violência então se canaliza para contextos sociais específicos, como os esportes e os crimes, ou então é manifesta de outra forma que não seja a forma de violência física.
Neste sentido, há outro tipo de violência, a simbólica. Este tipo de violência não é física, mas é de comportamento, podendo ser verbal, pelas ações das pessoas, ou ainda pela discriminação racial, sexual ou religiosa que existe na sociedade. Trata-se de ações abstratas de superioridade de uma pessoa ou grupo sobre o outro. Para melhor estudar o fenômeno da violência, Eric Dunning propõe uma distinção quanto suas formas:
1. Se a violência é real ou simbólica, isto é, se apresenta a forma de uma agressão física direta ou envolve simplesmente atitudes verbais e/ou atitudes não verbais.
2. Se a violência apresenta a forma de um jogo ou simulação ou se ela é série ou real. Esta dimensão pode também ser apreendida através da distinção entre violência ritual ou não ritual, embora se tenha de assinalar que, com o devido respeito a Marsh e aos seus colegas, ritual o jogo pode possuir um conteúdo violento.
3. Se uma arma ou armas são utilizadas ou não.
4. No caso de as armas serem utilizadas, se os atacantes chegaram a estabelecer contato direto.
5. Se a violência é intencional ou a conseqüência acidental de uma seqüência de ações que, no início, não tinha a intenção de ser violenta.
6. Se si considerar a violência iniciada sem provocação ou como sendo uma resposta, retaliação a um ato intencionalmente violento, ou sem a intenção de o ser.
7. Se a violência é legítima no sentido de estar de acordo com as regras, normas e valores socialmente prescritos ou se não é normativa ou ilegítima no sentido de envolver uma infração dos padrões sociais aceites.
8. Se a violência toma uma forma racional ou afetiva, isto é, se é escolhida de modo racional como um meio de assegurar a realização de um objetivo dado, ou subordinada a um fim em si mesmo emocionalmente satisfatório e agradável. Outra forma de conceitualizar esta diferença seria distinguir a violência nas suas formas instrumentais e expressivas. (Dunning, 1992,)
Esta concepção de Dunning faz a relação entre os níveis de violência presentes na sociedade, que podem estar presentes nas práticas sociais, entre elas a ações dos indivíduos nas práticas esportivas.
Fernando (2003) mostrou que a violência ocorrida entre as crianças e os adolescentes durante as práticas esportivas em Curitiba é uma reprodução da violência instaurada na sociedade. A relação de interdependência entre o estágio atual da violência em nossa sociedade com as práticas esportivas ficou explícita nas respostas obtidas junto aos entrevistados. Portanto, verificou-se na pesquisa que o esporte isoladamente não coíbe a violência social representada na configuração dos praticantes esportivos.
Assim, a rede de interdependência deve ser compreendida na sua totalidade, não se podendo entender apenas as ações dos praticantes esportivos separadamente de outras ações sociais, principalmente no que se refere à violência física e simbólica (Mezzadri, 2002).
Bibliografia
Baron, R(1977). Human aggression. New York:Plenum.
Dunning, E. A busca da excitação. Lisboa: Difel, 1992.
Elias, N. O processo civilizador: formação do Estado e civilização. v. 2 - 2 ed. - Rio de Janeiro: J. Zahar, 1994.
Mezzadri, F. M. 2000. A estrutura do esporte paranaense: da formação dos clubes a situação atual. Tese de doutorado apresentada na Faculdade de Educação Física da Unicamp, Campinas,
Eliane Jany Barbanti

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