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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Núcleo de Psicologia do esporte e atividade física

Saúde Núcleo trata dependentes químicos e depressivos com exercício físico
Por Bruno Lupion 18/12/2008
São Paulo (AUN - USP)
http://www.usp.br/aun/_reeng/materia.php?cod_materia=0812069

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dependência Química, abusos, compulsões

Entre a psicologia e o esporte: as matrizes teóricas da psicologia e sua aplicação ao Esporte

Resumo
O crescente interesse pela prática da Psicologia do Esporte tem transferido a discussão sobre seus fundamentos teóricos para um plano secundário. Neste ensaio buscou-se percorrer parte da trajetória da Psicologia do Esporte, mais especificamente nas últimas 4 décadas, em busca dos conceitos e referenciais teóricos que sustentam, na atualidade, o pensamento e a prática de profissionais envolvidos com a área, para um entendimento da circunscrição do campo de atuação. Para tanto são discutidas questões como a alocação da Psicologia do Esporte enquanto sub-área das Ciências do Esporte e/ou especialidade da Psicologia e ainda as transformações ocorridas no esporte contemporâneo e seus desdobramentos relacionados ao fenômeno esportivo, meio e finalidade da prática da Psicologia do Esporte.
Palavras chave: psicologia do esporte; ciências do esporte; psicologia; esporte; olimpismo.
Considerações Gerais
Para que se desvende uma teoria é necessário conhecer mais que as publicações científicas. É preciso a compreensão de seu contexto histórico e desdobramentos do que num momento foi ‘linha’, no sentido de se tornar uma referência de estudos, e depois se tornou ‘crítica’, por apresentar os elementos necessários para uma reflexão e sua re-elaboração.
Em cada uma das fases descritas, pesquisadores partiram de objetos de estudo da Psicologia para produzir um conhecimento próprio da Psicologia do Esporte (personalidade, motivação, traço, facilitação social, assertividade). O resultado desses esforços culminou em teorias e métodos inacabados por não abarcarem de maneira integral o sujeito ou o fenômeno estudado, levando esses pesquisadores a abandonarem a área de investigação ou a metodologia adotada em busca de novos objetos e objetivos de pesquisa. Esse padrão histórico tem contribuído para que vários programas de pesquisa apresentem dificuldade em se manter produtivos, dificultando a criação de um referencial teórico amplo para a área, atrasando o avanço e o crescimento da Psicologia do Esporte.
Ao longo de um século de vida a Psicologia do Esporte já conta com um volume considerável de conhecimento produzido e com uma dúvida que paira sobre psicólogos e estudioso da área: afinal a Psicologia do Esporte é uma sub-área das Ciências do Esporte ou especialidade da Psicologia? Ao que tudo indica a resposta a essa pergunta ainda está longe de ser dada. Os estudiosos envolvidos com o ensino e a pesquisa tenderão a responder que pertence à primeira enquanto que psicólogos afirmarão que pertence à segunda. Reserva de mercado, embates ideológicos e escolhas acadêmicas influenciarão diretamente essa resposta, que pouco contribuirá para seu desenvolvimento.
A proposta dessa revisão foi olhar para a Psicologia do Esporte e ver como se deu o movimento de construção teórica de uma área que nasceu par e passo com a fisiologia e o comportamento motor e foi se aproximando do comportamento humano e da psicodinâmica ao longo de um século.
Ao observarmos atentamente o movimento ocorrido nos últimos 40 anos poderemos perceber que a Psicologia do Esporte acompanhou de perto a dinâmica ocorrida na Psicologia Geral, ou seja, o objeto de estudo foi o ser humano, seu comportamento e subjetividade, no contexto esportivo ou de atividade física. No entanto, a forma de se analisar esse fenômeno seguiu de perto os caminhos e influências ditados pela Psicologia Geral, independente do país onde essa produção ocorreu.
Não queremos, com isso, afirmar que essa área ande no encalço de uma ‘ciência mãe’ e que isso signifique a reprodução de um modelo pronto e consagrado. Arriscaríamos isso sim, afirmar que a Psicologia do Esporte vem confirmar a necessidade de ampliação de fronteiras para a compreensão da complexidade humana, no contexto esportivo. Tanto isso ocorre que ao nos depararmos com alguns artigos referentes a modalidades esportivas coletivas ou grupos onde se pratica atividade física perguntamos se aquela análise é psicológica ou sociológica, se as reflexões sobre a gênese do movimento intencional são da antropologia ou da filosofia ou se o estudo de uma disfunção orgânica é do âmbito da medicina ou da fisiologia do esporte.
Acredito que em um momento onde os esforços se concentram na busca daquilo que nos unifica – as nações, os interesses econômicos, as proximidades culturais - definir as fronteiras uma área estaticamente seria caminhar na contramão da história. É fato que o corporativismo é uma forte motivação (quase arriscaria dizer que é motivação intrínseca) para a demarcação dessas fronteiras e também um grande impedimento para o avanço das discussões. Por isso tentamos passar ao largo dele e nos ater às questões acadêmicas.
Grande parte da literatura aponta que o futuro reside na interface entre as várias áreas de conhecimento que buscam compreender o fenômeno humano a partir de sua complexidade, interface essa que permite à Psicologia do Esporte estudar o indivíduo no contexto esportivo e da atividade física tanto nos aspectos que remetem ao fenômeno da subjetividade como das relações sociais, respeitando as diferenças teóricas, porém exigindo rigor metodológico.
Fonte
Temas em Psicologia da SBP—2004, Vol. 12, no 2, 93– 104
Entre a psicologia e o esporte: as matrizes teóricas da psicologia e sua aplicação ao esporte
Katia Rubio
Universidade de São Paulo

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Tabagismo no H.U

Revista Espaço Aberto USP nº 94, de agosto de 2008.
por Cinderela Caldeira
O site Tabagismo do Hospital Universitário (HU) traz algumas dicas importantes para quem enfrenta problemas com o cigarro e quer parar de fumar. Explica a relação entre tabagismo e depressão, destrói mitos ligados ao cigarro, explica os perigos do fumo passivo e indica os benefícios que resultam do abandono do vício. Uma equipe foi colocada à disposição para tirar dúvidas dos internautas.
http://www.tabagismo.hu.usp.br/
Tabagismo no H.U
Assuntos tratados:
Aproveite e combine com as Atividades do CEPEUSP:PROGRAMA ATIVIDADE FÍSICA E DEPRESSÃO E GRUPO ATIVIDADE FÍSICA ANTITABAGISMO
Para maiores Informações clique aqui

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Exercícios físicos recomendados para dependentes químicos em recuperação

EXERCÍCIOS AERÓBIOS PARA DEPENDENTES QUÍMICOS EM RECUPERAÇÃO

CAMINHADA
São atividades aeróbias, principalmente quando praticadas por pessoas sedentárias.
O consumo de cocaína, maconha, tabaco e álcool, resultam em alterações principais vias nervosas.
O aumento da exigência metabólica resulta na adaptação destas diversas vias nervosas
Destacando-se como principais benefícios:
Normalização dos níveis de áreas da atenção, memória e controle motor.
Controle da ansiedade.
Diminuição da gordura corporal; aumento da força e resistência muscular; flexibilidade, do tônus muscular, da agilidade. Prevenção de várias doenças.
AUMENTO: Dos níveis de Serotonina nas áreas de humor.
Síntese e liberação de Endorfinas. Taxa basal.
DIMINUIÇÃO: Depressão. Compulsão e Estresse.
CONDICIONAMENTO FÍSICOAto ou efeito de condicionar o corpo, tornando-o apto para realização de tarefas motoras específico.

O condicionamento físico é dirigido para o desenvolvimento de todas as capacidades relacionadas à condição física.।

Objetivos de o Condicionamento Físico melhorar a aptidão física proporcionar segurança durante o exercício e promover a saúde। Semelhante ao FITNESS.Os resultados relacionados à saúde são concernentes ao CONDICIONAMENTO

FITNESS
O conceito de FITNESS está ligado à saúde funcional: Envolvimento confortável /produtível atividades diárias। FÍSICO: Desenvolvimento equilibrado de todas as capacidades relacionadas à Condição Física características motoras tais como: RESISTÊNCIA FORÇA VELOCIDADE FLEXIBILIDADE COMPOSIÇÃO CORPORAL। É utilizado nas aulas: Ginástica Aeróbia, Exercícios Localizados, Rítmicos Variados, Step, Circuit-Training, Alongamento, etc।
São realizados com música para facilitar o desenvolvimento das atividades।
NATAÇÃO
A Natação é um ato de propulsão e auto-sustentação na água com movimentos combinados de braços e pernas aprendidos pelo homem através do instinto ou observando os animais। É considerada um dos exercícios mais completos na atualidade। Excelente para melhorar o condicionamento físico traz vários benefícios ao organismo, como os citados।

A Natação é utilizada pelos dependentes químicos em recuperação como simples divertimento ou com finalidades terapêuticas. Importante como exercício físico para: manutenção da saúde meio de defesa contra afogamentos, em operações de salvamento ou finalidade terapêutica.
Na Natação são quatro estilos de nados competitivos: crawl (livre) o mais rápido de todos, borboleta (golfinho), costas e peito (clássico) o mais lento. Com a combinação destes estilos, temos o medley (golfinho, costas, peito e crawl).

EXERCÍCIOS NÃO AERÓBIOS PARA DEPENDENTES QUÍMICOS EM RECUPERAÇÃO
MUSCULAÇÃO

costas. Ajudar a elevar a taxa metabólica. Melhora a circulação nos membros inferiores do nosso corpo ajuda o sangue a retornar ao coração (músTipo de treinamento físico onde se empregam pesos progressivamente mais pesados para melhorar a forma física. A prática consistente auxilia na DQ:
Definir a musculatura e ajudar a redefini-la. Manter a elasticidade da pele. Ajudar-nos a manter nossa força funcional para atividades cotidianas Ajudar a aliviar os sintomas de artrite ao fortalecer os músculos que dão suporte que envolve as articulações.
Aumentar a densidade óssea. Melhorar a postura. Prevenir dores nas culos da perna fortes contraem durante o movimento ajudando a empurrar o fluxo sangüíneo e volta para o coração).
Estudos também sugerem que a musculação é útil para diminuir a pressão sangüínea.
EXERCÍCIOS LOCALIZADOS
Exercícios de força e resistência muscular localizada. Flexibilidade, elasticidade, alongamento.
Os exercícios localizados melhoram: O humor geral. Sintomas da depressão e ansiedade. Melhoram a auto-imagem, auto-estima e confiança.
ALONGAMENTOÉ a extensão do músculo além de seu comprimento em repouso. Favorece aos dependentes químicos nos aspectos físicos principalmente para: Os que têm problemas na coluna. E nos Aspectos Psicológicos como no complemento do: Controle da Ansiedade. Estresse, Depressão. Fadiga ou perda de energia.
YOGAA Yoga é um estado da mente. Existem muitas linhas de Yoga, que são maneiras de se atingir o mesmo fim, ou seja, a MEDITAÇÃO.
A linha de Yoga adotada pelo CEPEUSP é o HATHA YOGA. São compostos de exercícios de alongamento, exercícios respiratórios e técnicas de meditação. Como a MEDITAÇÃO é um estado calmo da mente, livre do estresse e ansiedade, pressupõe-se que seja de grande ajuda para os dependentes químicos.

RELAXAMENTO
Atividade que visa utilizar a Psicologia Esportiva/Atividade física, como um campo próprio, aplicando técnicas planejadas e dirigidas para o ALÍVIO DO ESTRESSE CONTROLE DA ANSIEDADE.
Aplicando-se exercícios para o bem estar físico intelectual emocional espiritual mental. Controle da ansiedade. Estresse. Depressão. Elasticidade, flexibilidade e alongamento relaxamento, reúne-se fatores físicos e psicológicos como um todo, promovendo o equilíbrio total do indivíduo, facilitando assim suas ações e condutas.

FONTESBARBANTI, E. J. Efeito da Atividade Física na Qualidade de Vida Em Pacientes com Depressão e Dependência Química. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, v11, n 1, p. 37-45. 2006.
BARBANTI, V. J. Dicionário de Educação Física e do Esporte. São Paulo, Ed. Manole Ltda., p.517. 2003.
BARBANTI, V. J.; GUISELINI, M. A. Fitness Manual do Instrutor, Ed. Balieiro, 1993.
BUDNEY A J; HUGHES JR; MOORE BA; NOVY PL. Marijuana abstinence effects smokers in marijuana smokers maintained in their home environment. Ach Gen Psychiatry; 58 (10): 917 – 24 2001.
FERREIRA, S E; TUFIK, S; MELLO, M. T. Neuroadaptação: uma proposta alternativa de atividade física para usuários de drogas em recuperação. Rev. Bras. ciênc. Mov, 9 (1), 2001.
GHAROTE,M.L. Técnicas de Yoga. Phorte Editora, 2006.
MEYER T; BROOKS A. Therapeutic impact of exercise on psychiatric diseases: guidelines for exercise testing and prescription. Sports Med; 30 (4): 269-79, 2000
READ, JP; BROWN RA; MARCUS, BH; KAHLER, CW; RAMSEY, SE; DUBREUIL, ME; JAKICIC, JM; FRANCIONE, C. Exercise attitudes and behaviors among persons in treatment for alcohol use disorders. J Subst Abuse Treat; 21 (4): 199-206 2001.
RODRIGUES M.R. DEVEZA C. SANTAELLA D.F. Estudos Sobre o Yoga. Editora Phorte, 2003

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Aliados da mente e do corpo







Por Maria Clara Matos
fotos por Francisco Emolo
Exercícios físicos e socialização são as armas do Cepeusp contra a dependência química e os sintomas da depressão.
Com muita calma, mas também muita alegria, Waldemar Prado da Silva, estagiário em Educação Física, conduz a aula de fitness, que visa a auxiliar no tratamento da depressão. “Há um livro que diz ‘movimento gera alegria’ e é nisso que eu acredito”, revela. O curso faz parte de um programa criado por Eliane Barbanti, coordenadora do Núcleo de Psicologia do Esporte e Atividades Físicas (Nupsea) do Cepeusp, que busca, além de promover a melhoria de pessoas com depressão, ajudar no tratamento de dependentes químicos. A professora destaca que as substâncias produzidas durante a atividade física podem atuar como coadjuvantes dos tratamentos e auxiliam na remissão dos sintomas da depressão, assim como da abstinência.
Ricardo Moreno, médico do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (Ipq-HC) e coordenador do Grupo de Doenças Afetivas (Gruda), explica “depressão é uma doença médica, que tem como base uma disfunção da química do cérebro em três sistemas de neurotransmissão chamados de noradrenalina, serotonina e dopamina. Essa disfunção é responsável pelos sinais e sintomas da depressão”.
Mas o especialista esclarece: “não há uma falta de produção de substâncias, o cérebro as produz, mas a utilização delas é falha em indivíduos com depressão ou em depressão”.
O especialista atenta para alguns sintomas da doença como humor depressivo ou irritável, tristeza e angústia; pensamentos ruins e pessimistas; alucinações; perda de apetite, sendo que em 15% dos casos pode haver aumento do apetite; alterações motoras, como a lentificação dos movimentos; insônia e possibilidade de “hipersônia” novamente em 15% dos pacientes e dores no corpo inespecíficos nos braços, nas pernas e na barriga.
O fato de estarem em grupo contribui bastante para a socialização e para quetenham um suporte emocional”, destaca Eliane Barbanti
A professora Eliane aponta que os exercícios promovem a liberação de endorfinas e serotoninas, que atuam na auto-estima, na diminuição do estresse, da ansiedade, fadiga e perda de energia. Além disso, ela destaca que a participação e socialização em grupos são muito produtivas para os pacientes: “Eles se sentem apoiados e o fato de estarem em grupos ajuda muito na autoconfiança e em se sentirem apoiados em relação aos seus problemas”.
Martha Aldred, aluna das aulas de ginástica e física especialista em proteção radiológica do Instituto de Física, comenta que faz todas as aulas religiosamente: “Quando eu não faço, sinto falta. Às vezes eu acho que a ginástica faz mais bem do que a medicação. Estou querendo parar com o remédio e ficar só com os exercícios”. Mas o dr. Moreno chama a atenção para o fato de que os exercícios não podem atuar isoladamente.
Ele enfatiza que o exercício ajuda na depressão, porque além de funcionar como incentivo, também estimula o cérebro na produção de neurotransmissores. Isso provoca sensação de bem-estar no paciente. Martha Aldred revela que já melhorou muito com a ajuda dos exercícios. Mas adverte que as atividades físicas não podem sem ser utilizadas como antidepressivos, uma vez que sua atuação não se sustenta ao longo do tempo: “Parou o exercício, voltam os sintomas, diferentemente do que ocorre com os medicamentos, em que o paciente o toma uma vez ao dia e os efeitos se prolongam. Após o tratamento da depressão, suspende-se a medicação e os sintomas não voltam.”
No que se refere ao auxílio do exercício no tratamento a dependência química, André Malbergier, psiquiatra coordenador do Grupo Interdisciplinar de Estudos do Álcool e Drogas (Grea-Ipq-HC-FMUSP), afirma que a maior parte das pesquisas relacionadas ao esporte refere-se à dependência da nicotina. “Os trabalhos mostram que a atividade física como um todo pode ajudar nos resultados daqueles que pretendem parar de fumar.” Já em relação às demais drogas a recomendação é mais indireta, explica Malbergier. Mas ele não deixa de salientar que se o paciente é uma pessoa sedentária, obesa, ou tem dificuldade de mobilidade, os exercícios físicos só podem auxiliar no tratamento.
"Enfocamos aqui não uma atividade física com o máximo de
desempenho, mas sim o trabalho em grupo, conversas e apoio”, enfatiza Waldemar Prado Ferreira".
Para os pacientes envolvidos nesse tipo de trabalho, o Cepeusp possui um atendimento diferenciado. Eliane Barbanti realiza entrevistas com os candidatos e de acordo com cada caso s encaminha para as diversas modalidades oferecidas. “Procuramos indicar a (atividade) que melhor possibilita sua melhora de acordo com o psicodiagnóstico.” Segundo a especialista, “existe uma readaptação da área cerebral em que as drogas atuam e nessas áreas o exercício irá atuar também”.
Eduardo Luiz da Rocha César, educador físico especialista em dependência química do Grea-Ipq-FMUSP, destaca “quando bem direcionada e embasada em parâmetros científicos, atua como elo terapêutico importante por intervir no corpo do paciente durante todo o processo de recuperação”. Ele ainda explica que as transformações pelas quais passa o corpo do paciente “têm relação direta com a auto-estima melhorada, assim como, uma liberação durante e após os exercícios de substâncias responsáveis pela sensação de prazer”.
Veja também:
"Depressão é uma doença médica" Ricardo Moreno, psiquiatra do Hospital das Clínicas, revela um pouco do ainda obscuro universo da depressão e de seus atuais tratamentos.
“A droga atua no que chamamos de circuito do prazer” Segundo André Malbergier, psiquiatra do HC, a droga atua no cérebro promovendo grande desbalanço no sistema


Nupsea